Ever Since We Met
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Desculpem a demora, é que eu tive uns trabalho para fazer *esses meus colegas jogam TUDO para cima de mim* então nçao deu para postar :(
Mas isso não importa, pois o que importa é que eu estou de volta com o capitulo para vocês, eu espero que vocês gostem e não fiquem bravas comigo pelos possíveis erros.
Aproveitem ;)
Acordei ao ouvir vozes provavelmente vindas da cozinha, estranhei, pois todas as manhãs de domingo todos da minha casa estão dormindo. Levantei sonolento, confesso que com um pouco de medo, da última vez que tinha tanto barulho na cozinha no domingo de manhã meu irmão tinha sido acertado por um tiro na perna.
Desci as escadas daquele mesmo jeito que eu havia dormido, só de bermuda. Cheguei perto da cozinha e vi apenas a minha mãe que parecia conversar calmamente com alguém, deveria ser Mikey, então entrei na cozinha normalmente como todas as manhãs.
- Bom dia. – Falei sério indo em direção á geladeira. – Caralho, cadê o leite hein? – Olhei para minha mãe que me olhou indignada. – A-ah... – Arregalei os olhos ao que vi Frank e sua mãe sentados na mesa da cozinha, Linda mantinha um sorriso meio torto e envergonhado, já Frank estava vermelho, prestes á rir. – Oi. – Sorri meio sem-graça percebendo que eu estava sem camisa na frente de gente que eu nem conhecia.
- Querido, eu e Linda temos um grupo de culinária então ela virá aqui todo o domingo. – Sorriu e eu alarguei o sorriso. – Você pode fazer companhia para o Frank?É que seu irmão foi para a aula de espanhol.
- Tudo bem, será ótimo. – Ótimo mesmo – Frank, só espera um segundo que eu vou trocar de roupa. – Saí da cozinha antes mesmo de esperar a resposta de Frank.
Fui para o meu quarto o mais rápido possível e tranquei a porta. Eu tinha pouco tempo para me arrumar, – que ridículo isso – então era melhor eu não bancar a menininha que “não tem” roupa no armário. Abri a porta do meu armário, tudo estava uma bagunça, para variar, peguei a calça jeans menos rasgada que eu tinha, uma blusa branca e me vesti. Fui á frente do espelho e dei uma checada rápida no cabelo e sai do quarto.
Assim que eu saí do quarto acabei esbarrando com alguma coisa pequena. Olhei direito e vi que era Frank.
- Ah, me desculpa Frank. – Falei meio sem graça.
- Tudo bem, a sua mãe me pediu para vim de chamar, você demorou. – Falou abaixando a cabeça e olhando para os pés.
- Então... – Falei, por mais que eu quisesse falar com ele eu não tinha nenhum assunto para falar. Fiquei um tempo olhando para Frank.
- Gee? – Perguntou segurando meu braço e dano uma leve sacudida para que eu acordasse.
- Ahn... – Resmunguei piscando os olhos rapidamente. – Quer dizer, eu... Eu... Vamos descer. – Sorri.
- Vamos. – Fui na frente e Frank foi me seguindo. Sentei no sofá da casa e logo veio em minha cabeça alguma coisa para falar. – Você se mudou faz tempo? – Perguntei me sentindo melhor por ter alguma coisa para falar.
- Faz uma semana, mas esses dias eu fiquei muito dentro de casa. – Respondeu.
- Ah, então já sei o que podemos fazer. – Falei estalando os dedos sorrindo como um gênio. – Vamos dar uma volta, eu te mostro a cidade. – Frank pareceu gostar da idéia, então avisamos nossas mães e saímos sem rumo.
Logo Frank contou algumas coisas de sua cidade antiga, seus amigos, escola e a família que tinha ficado por lá. Entramos em uma lanchonete que estava com pouquíssima gente, sentamos em uma mesa próxima á janela e Frank continuou a falar normalmente enquanto nós estávamos lanchando. Por algum motivo do qual eu não sei qual foi, ele parou de sorrir.
- O que houve? – Perguntei-o de boca cheia, ele deu uma risada chorosa e tentou forçar o sorriso. – Eu falei alguma coisa que...?
- Não, não foi nada... É que entre as pessoas que eu deixei para trás lá também ficou o meu pai. – Frank olhou para baixo mordendo o lábio inferior.
- Seus pais são separados? – Perguntei olhando-o confuso, pois entre as fotos que eu vi em sua casa lá também tinham fotos de um homem que se parecia muito com Frank.
- Não é bem isso. Meu pai morreu. – Explicou cabisbaixo.
- Ah... Eu sinto muito. – Abracei-o pelo ombro tentando ser o mais amigável possível. Eu sinceramente não sei o que deu em mim geralmente eu falaria: “Ahm? Ta certo.”
- Tudo bem... – Sorriu parecendo um pouco melhor. Separei-me dele assim que percebi que todos da lanchonete nos observavam. – Você tem muitos amigos aqui? – Perguntou.
- Amigos? Há! O Mikey não é da minha escola e o meu único amigo é o Ray, que tem outros amigos eu não sou tão interessante. – Falei revirando os olhos e o ser pequeno do meu lado abriu a boca surpreso. – O quê? Achou que o ser estranho aqui tem muitos amigos?
- Mas eu aposto que tem muitas garotas atrás de você. – Sorriu cutucando meu braço. Nesse lado até que ele tinha razão, mas eu me acho feio então não tem por que elas gostarem de mim.
- Porque você acha isso? – Perguntei franzindo o cenho.
- Nhá! É que você é bonito ué. – Balançou os ombros e assim que eu o olhei m pouco assustado ele corou fortemente. – Eu não tô mentindo. –Se encolheu na cadeira e ficou um tempo quieto.
- Sabe, acho que você vai gostar das pessoas de lá. – Falei sério enquanto observava Frank se lambuzar de sorvete. Tentei não rir ou achar aquilo fofo, mas não foi possível.
- Se todos de lá forem iguais á você... – Frank falou enquanto limpava a boca com o guardanapo. Olhei-o confuso, afinal, eu sou muito chato para ele gostar de mim.
- Como assim? – Perguntei e ele me olhou como se fosse óbvio.
- Você é muito legal. – Sorriu adorável.
- SE você soubesse as barbaridades que eu faço na escola, você ficaria bem longe de mim. – Sorri maldoso ao me lembrar de todas as suspensões que eu havia levado e as coisas que eu tive que fazer para consegui-las. Sim, eu sou estranho, as pessoas geralmente lutam para não levar sermão dos pais.
- Nossa. – Arregalou os olhos assustado. – Você parecia ser quietinho.
Terminamos de comer e voltamos á andar pelas ruas da cidade. Parecia que estava tudo bem até que nos esbarramos com três... Como eu posso dizer? Putinhas, da minha escola. Elas sorriram para mim e eu as lancei um olhar atravessado, eu odiava ver aquelas garotas com pouca roupa se oferecendo para qualquer um que visse pela frente.
- Oi Gerard. – Falaram as três juntas.
- Amiguinho novo é? – Sorriu Takada, a japonesa de voz extremamente irritante que usava uma saia de couro preta e colada, abaixou-se para ficar do mesmo tamanho que Frank. – Olha só, Hollie, ele é do seu tamanho. – Sorriu apontando para o pequeno.
- Até que ele é bonitinho, não? – A loira baixinha que usava um salto alto – que não adiantou nada, ela continuava baixinha – falou sorrindo. – Gerard, que falta de educação a sua não vai nos apresentá-lo?
- Frank, essas são Hollie, Takada e Wedy. – Bufei revirando os olhos. A ruiva de olhos claros se aproximou de nós com um pequeno papel e nos entregou, no papel estava escrito alguns números de telefone. – O quê...?
- Esses são nossos telefones. – Wedy disse séria. – Liguem para nós para que possamos nos encontrar mais tarde.
- Claro. – Que não. – Ligaremos sim. – Sorri forçado.
- Eu e Gerard precisamos ir agora. — Frank me puxou pela mão, assim que me dei conta que ele havia pegado na minha mão quase tive um troço. – Elas são da escola? – Balancei a cabeça positivamente e ele soltou minha mão – que pena – e cruzou os braços. – Elas parecem ser legais.
- Se legais querem dizer, ficam com você e depois te tratam como lixo, elas são umas fofas! – falei ironicamente e Frank riu. – Tô falando sério, uma delas, a Wedy, é namorada do meu irmão. Infelizmente.
- Ah, mas ele gosta mesmo dela? – Frank perguntou.
- Parece que gosta, mas eu to desconfiando dela, muito. – Olhei para chão e me sentei em um banco que havia ali perto. – Mas ele não confia em mim, é só ela chegar toda fofinha para ele que ele já esquece tudo que eu disse.
- Não fica assim, qualquer coisa a gente ajuda o Mikey. – Frank disse sentando-se do meu lado. – Não se preocupe.
- Se aquela infeliz fizer algum mal para o meu irmão, eu juro que não tem essa de não poder bater em meninas. – falei sério imaginando com seria bater em uma daquelas putinhas.
- Vamos parar de pensar nisso e vamos voltar a andar. – O pequeno disse se levantando animadamente do banco.
- Ahn... Eu to com preguiça agora. – Fiz uma careta e Frank riu.
- Vaaaaamos, seu preguiçoso! – Estendeu a mão para me ajudar a levantar e a única coisa que eu fiz foi puxá-lo para que ele voltasse a sentar no banco, o pequeno acabou caindo em cima de mim. – Vai levantar? – Agora que eu não levanto mesmo. – Vaaaamos! – Levantou-se de cima de mim e puxou meu braço.
- Tudo bem. – Me levantei de onde estava e voltei a andar com Frank. Ficamos em silêncio um pouco apenas observando a paisagem da cidade, que não era lá essas coisas. Meu celular fez um barulho que anunciou a chegada de alguma mensagem, era de Mikey e dizia: “Gee, fiquei sabendo que você está dando uma volta com o Frank, é isso mesmo? Hmmmmmm...”
Ri com a mensagem do meu irmão, lembrando de um dia anterior que eu havia dito que eu era muito homem.
- Mensagem? – Frank ficou na ponta dos pés tentando ver o que havia escrito no meu celular, mas eu levantei o aparelho impedindo-o de ver a mensagem. – Nossa! Gerard tem segredinhos. – me olhou com um sorriso desconfiado e eu apenas dei os ombros.
Quando já escurecia, resolvemos voltar para minha casa, a mãe de Frank já deveria estar preocupada. Chegando em casa Estava lá Mikey sentado no sofá abraçado com aquela Wedy que eu não suportava nem olhar para aquilo.
- Oi Mikey. – Frank sorriu e meu irmão fez apenas um aceno com a cabeça.
- Cadê a mamãe e a Linda? – Perguntei constatando que não havia ninguém em casa além de meu irmão, aquela ruiva nojenta, Frank e eu.
- Saíram, elas disseram que talvez fossem chegar tarde. – Mikey balançou os ombros e voltou a prestar a atenção para a televisão. Wedy virou-se para o meu irmão e selou seus lábios, suspirei puxando a mão de Frank para o andar de cima, não estava nenhum pouco a fim de ver apegação do meu irmão e aquela garota.
- Que que houve? – Frank perguntou me olhando confuso.
- Eu não tô a fim de ser vela, você tá? – Perguntei erguendo a sobrancelha. O pequeno fez um sinal negativo e eu sorri.
- Eu nunca estive tão ansioso para ir para a escola, sabia? – Frank perguntou sorrindo. Ele era meio fora do normal, ninguém, absolutamente ninguém, que bata bem da cabeça gosta de ir para a escola. – Pareço muito anormal, né?
- Só um pouquinho assim. – Abri os braços e ele caiu na gargalhada. – Tudo bem, você deve estar ansioso para conhecer gente nova...
- É... – Falou desviando o olhar para a janela.
- Vamos assistir televisão. – Levantei de onde eu estava e liguei a TV colocando em um canal aleatório e entregando o controle para Frank. – Escolhe aí um canal que você gosta. – Sentei-me em um puff preto do meu quarto e fiquei esperando.
Frank colocou em um canal onde estava passando uns vídeos engraçados, rimos muito mesmo. Logo foi ficando tarde, Frank adormeceu na minha cama, provavelmente eu teria dor no pescoço depois, mas como Frank estava dormindo tão bem decidi dormir ali no puff mesmo.
Notas finais
Beleza, acho que amanhã eu posto, se não eu sinto muito, mas eu vou fazer de tudo para poder postar amanhã.
Beijinhos e até logo!
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