Ever Since We Met
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Demorei um pouco, mas é que hoje eu tive uma provinha e eu to escrevendo uns capítulos de uma nova fic Frerard que eu não sei quando eu postarei... Acho que apenas quando já estiver uns sete capítulos prontos.
Eu vou passar o link da fic quando eu postar, caso interessem a vocês...
Enfim, eu espero que vocês gostem do capitulo, to inspirada hihi... Boa leitura e desculpem os possíveis erros (não deu para corrigir direito)
Eu estava conversando com a minha mãe na cozinha enquanto ela lavava a louça, ela nunca tinha sido tão legal assim comigo, parecia que ela tinha sido atingida por uma pedra bem grande na cabeça. O que importava era que ela tava legal comigo e que eu não queria que ela ficasse chata de novo, ponto final.
- Oh, querido, você acordou tão cedo hoje, antes mesmo que Linda e Frank chegassem. – Ela disse franzindo o cenho e me encarando com o seu olhar assustado. – Meu Deus! Você não esta nada bem hoje! – Disse secando as mãos com uma mini toalha e colocando sua mão na tinha testa. – Não está com febre.
- Se acalma mãe. Eu to bem! – Ri balançando a cabeça negativamente.
A campainha tocou e eu já até sabia quem era. Corri para a porta feito um completo maluco – que eu sou – e abri a porta bruscamente. Tia Linda ficou um pouco assustada com a minha aparição, Frank também, mas de qualquer jeito ambos sorriram.
- Gerard? – Frank arqueou uma das sobrancelhas sorrindo boquiaberto. – Nossa, pensei que você estaria no décimo sono. – Riu.
- Oi para você também. – Abracei-o como eu não podia fazer nada além disso, infelizmente.
Dei espaço para que eles entrassem em casa, Linda ainda estava um pouco assustada por eu estar acordado.
- Esses dias você e meu filho andam muito juntos, que bom que se deram bem. – Linda sorriu amigavelmente para nós dois, eu e Frank nos entreolhamos e assentimos com a cabeça. – E quando ele chega em casa é Gerard para lá e Gerard para cá! – Completou Linda rindo.
Olhei de soslaio para Frank, ele estava mais vermelho do que uma pimenta. Ri junto com a mãe dele, fazer o que se eu sou como eu sou?
- Ta bom, mãe! – Frank resmungou fazendo um sinal para que ela parasse de falar. – Acho que a Tia Donna ta te esperando para vocês irem fazer um bolo lá.
- Oh, entendi. – piscou para nós dois e saiu da nossa frente indo rapidamente para a cozinha. –Tchauzinho e não façam nada de errado! – Gritou da cozinha.
Olhei discretamente para a porta, garantindo-me que ninguém iria ver o que eu estava prestes a fazer. E eu deveria estar com a minha cara de pestinha do jardim de infância, eu sei, eu tenho essa cara mesmo. Puxei Frank pela cntura e juntei nossos lábios rapidamente, não esperei sequer que ele falasse alguma coisa que me impedisse de beijá-lo.
- Você... Tem sérios problemas. – Sussurrou depois de se separar de mim, mas mantinha um mínimo sorriso, ele gostou que eu sei. – Você disse que iria me buscar, mas eu quem tenho que vir aqui, né?
- Você sempre vem aqui no Domingo, o que eu posso fazer? – Joguei as mãos para o alto e depois o abracei pelos ombros. – Então, aonde você quer ir hoje? –Perguntei olhando- o de soslaio.
- Hmm.,, — Fez a cara de pensativo mais fofa do mundo e depois sorriu. – Eu poderia te torturar te levando para o parque, mas eu sou bonzinho de mais. – Sei, bonzinho. De bonzinho ele não tinha nada. – Vamos só dar uma volta juntos.
- Só uma volta? – Franzi o cenho, podia ter certeza que ele estava tramando algo...
Fui aproximar nossos rostos, mas na mesma hora meu celular tocou. Bufei e me separei de Frank que riu alto devido ao meu azar. Olhei no visor, era o Ray.
- Fala ô assombração! – Resmunguei fazendo Frank rir mais.
- Assombração que você ama, né? – Falou em meio de risadas. – Ta bom, ta bom, menos brincadeira e mais trabalho.
- Mas que merda você quer dizer com trabalho? – Perguntei sem entender um puto que ele dizia.
- Olha, um colega meu me arranjou uma câmera da hora aqui! – Falou Ray do outro lado da linha. Ainda era possível ouvir alguém dizendo “Porra! Devolve minha câmera!” – Tudo bem, eu ainda vou negociar algumas coisas aqui com o cara, mas relaxa ta tudo no esquema.
- Mas que merda de esquema? Eu nunca falei nada de esquema, Toro! – Exclamei. Ele era do tipo que fazia besteira sem antes pensar nem um pouco. – O que você quer fazer com a câmera?
- Primeiro: A Wedy ainda ta com aquele Johnny e nesse segundo ela está com ele se pegando no parque. – Ray disse me fazendo quase ter um surto. – Segundo, com uma câmera podemos registrar isso, cara!! – Vi uma lâmpada se acender na minha cabeça e um sorriso maligno se formar no meu rosto.
- TE ENCONTRO PERTO DA SORVETERIA DO PARQUE, FALOW! – Gritei e desliguei o telefone rapidamente. Cacei o meu casaquinho e sai puxando Frank pela rua, ele não me questionou nada, mas acho que ele ficou decepcionado ao ver que o Ray estava ali.
- Way! – Ray gritou me abraçando de lado. Ele estava acompanhado de um carinha baixinho com uma cara ranzinza, parecia um velho. – Esse é o meu amigo Thomas.
- Meu nome é George. – Resmungou o “Thomas”.
- Tanto faz, mano, valeu pela câmera eu já devolvo. – Ray me puxou junto com o Frank até um canto perto de umas árvores, isso já dava para nos esconder dos dois. – Olha bem ali. – Ray sussurrou apontando discretamente para um casal se pegando loucamente na grama. Mas que porra era aquilo?
Arregalei os olhos tirando a câmera da mão de Ray. Era definitivamente a Wedy e o Johnny, não tinha como ser mentira. Foquei nos dois deitados na grama, apertei o botão vendo o flash disparar. Droga!
- Você não tirou o flash! – Frank sussurrou me olhando com os olhos arregalados.
Os dois pararam de fazer o que estavam fazendo na grama e olharam em nossa direção, me escondi rapidamente no tronco da arvore, assim fizeram Frank e Ray em outras árvores.
- Shii... – Coloquei o dedo na frente dos lábios para que o pequeno e o cabeludo ficassem calmos ou aquilo seria um caso perdido.
- Jô... – Wedy iria falar, mas foi interrompida por algo.
- To desconfiando que estejam nos vigiando... – A voz de Johnny foi ouvida um pouco baixa.
- Ah?! Johnny, por favor, o único que faria isso seria o meu cunhado idiota... Mas ele é tão covarde que não iria conseguir. – Ouvi a voz irritante dela dizendo e duas risadas invadindo o meu campo de audição.
Eu poderia matá-los agora? Ele por ter a ousadia de mexer com a namorada do meu irmão e ela por me chamar de covarde e trair o meu pobre irmão. E... Ah! Eu tenho a foto aqui. E ela vai ver só MWAHAHAHAHA
Nossa, como eu to malvado esses dias, não é mesmo?
Fiz um sinal com a cabeça para que saíssemos dali então fui abaixado até um canto mais escondido, Frank e Ray me seguiram alguns instantes depois. Sorri ao ver aquela foto. Depois de três anos, posso enfim me livrar dela, ENFIM! A foto estava perfeita, o rosto dela estava nítido e o do Johnny também, aquilo era felicidade além da conta!
Sabe quando seu sorriso começa a aumentar e não para de aumentar e continua crescendo e você começa a fica preocupado, pois o sorriso não para mesmo de crescer...
- Calma, Gee. – Frank disse abraçando a minha cintura. – Não passamos o dia só nosso, mas conseguimos...
- Quase te pegaram seu imbecil! – Ray bateu com força na minha testa fazendo agora sim o meu sorriso sumir. – Mas nós pegamos e é isso que importa!
- Tudo bem, agora, vamos para a minha casa... – Suspirei olhando para aquela bela foto, que vai desmascarar uma das garotas que eu mais odeio e isso é um sentimento muito bom, ninguém poderia estragar o meu dia!
Opa... Espera ai... Sempre que eu digo “Ninguém poderia estragar o meu dia” um cidadão me aparece e estraga, aniquila, destrói, despedaça e... Enfim... Acaba com o meu dia, então eu acho melhor medir minhas palavras – pensamentos-.
Sim, pode ser que alguém estragasse o meu dia.
Eu, Ray, Frank e o carinha amigo do Ray fomos para a minha casa – só levei o carinha como prova do que aconteceu, tá? -. Chegamos lá, a minha mãe e a Tia Linda estavam segurando um bolo com um cheiro e uma aparência maravilhosos.
- Mas que delícia! – Gritei entrando em casa, os que estavam comigo entraram também e eu fui dar um beijo na testa da minha mãe. – Mamãe... Eu posso comer? – Sorri angelical e ela me olhou severa. – Por favor?
- Claro! – Sorriu para mim.
O que aconteceu com a minha querida mamãe? Oh, só sei que eu não quero que ela mude, nunca.
Ela serviu o bolo para mim, Ray, Frank e o... Thomas? Não, George. Comemos enquanto conversávamos sobre como seria o jeito menos doloroso de dizer para o Mikey e mostrar a foto.
- Eu só sei que... – Comecei ligando a câmera para olhar a foto novamente. – A foto eu consegui-i-i-í! E na cara do Mikey vou esfregar-ar-ar-ar! – Cantarolei dançando alegremente.
- Oh, Gee... PÁRA! – Frank gritou me puxando de volta para a cadeira. – Temos que dizer isso para o Mikey, com cuidado.
Ouvi a porta da sala se abrindo e minha mãe parecia cumprimentar alguém, pelo que ela disse. Levantei o mais rápido da cadeira vendo o meu irmão Michael entrando em casa com sua jaqueta de couro preta e com um mínimo sorriso. Acho que não era um bom momento para mostrar a foto para ele, mas não adianta... Eu tenho que acabar com essa merda de uma vez por todas, mesmo que vá acabar com o dia do meu irmãozinho, ele merece a verdade na cara dele e é agora.
- Mikey, ou você fala comigo, ou você fala comigo! – Falei autoritário fazendo meu irmão me lançar um olhar atravessado. Aquilo me deu medo, mas não adianta agora já era, já chamei ele.
Acabou para você, Wedy.
Notas finais
Agora eu estou teclando c/ uma mao hihi
ja vou indo byes...
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