Ever Since We Met
19 Capítulo 19
Notas iniciais
Finalmente fora do castigo lalalalala lalala LÁ!
Então, acho que vocês vão entender o meu atraso para postar a fic, né?
hehehe a minha prima veio me visitar em SP e eu não tive muito tempo para burlar o meu castigo...
Quando o meu castigo acabou? Não faz nem um dia hahaha
Desculpem mesmo a demora! Eu queria ter tido mais oportunidades, mas saibam que eu passei as férias inteiras planejando esse capitulo, porque ele estava mesmo MUITO dificil eu estava sem muita criatividade...?
Enfim!
Eu espero que gostem do capitulo e novamente peço desculpas pela a minha demora.
Finalmente fui liberado do hospital depois de ter passado a noite inteira em claro e em observação. Eu não conseguia tirar da cabeça uma coisa: Frank e Jamia juntos! Essa menina, da primeira vez que eu a vi, pensei que nela não fosse um problema, mas não sabia que ela iria atrás do Frank.
Peguei a minha mochila que o meu irmão tinha feito questão de me trazer para eu fazer a lição de casa, então sai no quarto. O corredor estava calmo, com a presença de algumas pessoas que se preocupavam comigo e estavam sentados num banco. Olhei seriamente para todos os que estavam ali, e me foquei no que eu não queria ver... Frank e Jamia estavam de mãos dadas.
- Gerard! – Frank se levantou em um pulo soltando sua mão da de Jamia. Eu o ignorei e passei reto de todos que eu estava por ali, senti uma mão agarrando meu pulso e olhei para trás, ainda era Frank. – por favor, eu preciso falar com você. – Disse mordendo o lábio inferior, eu me segurei muito para não apertar aquela criatura na frente de todo mundo. Ele usa essa carinha de cachorro pidão sempre contra mim.
- Então vamos, vamos conversar sobre você de mãos dadas com a Jamia. – Sussurrei sorrindo cínico.
- Você ta entendendo errado. – Sussurrou de volta ele franzindo o cenho. — Eu...
- Chega Frank! Ele não quer te ouvir. – Jamia disse puxando o braço de Frank com certa força, fazendo-o se separar bruscamente de mim.
Mesmo sentindo meu coração se partir em mil pedaços, fingi ignorar aquilo e segui andando até a saída do hospital. Vi um taxi na porta aguardando eu e meu irmão. Entramos no taxi que logo nos deixou em casa.
Paguei o taxista e sai do carro puxando a minha mochila com raiva, fazendo que a alça de rompesse.
- Droga! Drogaa! – Gritei chutando a mochila com força, ela foi parar na porta de casa.
- Calma, Gerard! – Mikey me puxou pelo braço e me olhou sério. – Você ta ficando louco. – Saiu me puxando pelo braço até dentro de casa.
- Eu to muito bem. – Franzi o cenho me jogando no sofá e ficando de braços cruzados. – Vocês que estão me deixando louco, eu não precisava ter ficado tanto tempo naquele hospital. – Emburrei mais a cara e fiquei olhando para o nada.
- É por que você é bem desastrado. – Mikey disse bem-humorado dando uma mínima risada e sentando-se do meu lado. Encarei-o tentando segurar o riso, a risada do meu irmão era muito contagiante. – Quem já se viu, bater a cabeça na porta com tanta força!? – Jogou os braços para o alto.
Só assim eu consegui rir feito um verdadeiro louco, parei de rir só quando senti uma dor na barriga. Levantei do sofá e fui andando para a cozinha, revirei os armários e achei um suco de caixinha, já sabia o que ia fazer.
- Ô Mikey! – Gritei da cozinha sorrindo malvado ao pensar na brincadeira que eu faria com o meu irmão. – Já tomou banho hoje?
- Sim! Antes de ir te buscar no hospital, por quê? – Perguntou ele. Meu sorriso aumentou e eu fui escondendo o suquinho atrás das costas até sua frente no sofá.
- Por nada... – Falei sorrindo cínico.
- Ta bom. Eu vou para o meu quarto. – Ele se levantou e foi andando para a escada, não sem antes tentar espiar o que eu tinha atrás das costas, mas ele não conseguiu. – Tchau. – Virou-se de costas e começou a subir as escadas.
Abri a caixinha de suco e apontei para ele.
- Olha aqui Mikey! – Gritei fazendo-o olhar para trás. Apertei a caixa de suco, logo a cara do meu irmão ficou toda encharcada com o suco de laranja.
- UUUURGGG! Você vai me pagar seu idioooota! – Foi questão de segundos, Mikey já estava em cima de mim quase me matando. Eu não parava de rir, quanto mais eu ria, mais bravo o meu irmão ficava.
- Meninos! – Minha mãe entrou em casa segurando o riso. – Vocês não são bem grandinhos para essas brincadeiras? – perguntou ela puxando Mikey pela camisa e separando-o de mim.
- Mas ele jogou suco na minha cara! – Mikey se sentou no chão, cruzou os braços e fez um bico. Eu ri feito um louco sentindo o olhar reprovador da minha mãe sobre mim.
- Michael, querido, vai lavar o rosto... Trocar de blusa e... HAHAHA! – minha mãe começou a rir e Mikey pareceu ficar ainda mais zangado. – Desculpa, mas foi engraçado.
Meu irmão subiu batendo os pés com força no chão e bufando. Eu não pude conter o riso, assim que ele saiu, comecei a dar muitas gargalhadas.
- Gerard, já para o quarto! – Minha mãe deu uma tapa na minha nuca e disse. Eu subi as escadas e fui correndo para o meu quarto, com medo que encontrasse meu irmão fera no corredor.
Tranquei a porta do quarto suspirando aliviado, e logo me joguei na cama. Ah! Fazer piada da cara do meu irmão, como eu senti falta disso... Mas logo vou levar uma série de pontapés e socos dele, isso nem vai doer.
Fiquei jogando uns jogos de vídeo-game antigos meus, eu me sentia uma criança jogando Mario Kart, mas nunca deixava de ser divertido.
Depois de passar tanto tempo naquela mesma posição na cama, meu corpo começou a ficar dolorido e meus olhos começaram a arder. Bufei coçando os olhos com a ponta dos dedos e me ajeitei na cama, assim estava bem melhor.
- Gerard!!!! A Tia Linda veio aqui com o Frank! – Mikey abriu a porta do quarto com força fazendo-a bater com tudo contra a parede, ele parecia muito feliz.
- Urrrg! Michael James Way! Você quer quebrar a porta? Está ficando louco? – Gritei enfurecido dando um pulo da cama pelo susto que eu levei.
- Desculpe Gee... Só pensei que você fosse ficar feliz com isso. – Sua expressão alegre mudou para uma magoada. Ele fechou a porta devagar e saiu do quarto.
Murmurei alguns palavrões e percebi que não deveria ter falado daquela maneira com ele, Mikey sempre se mostrou muito sensível quando as pessoas gritavam com ele e geralmente ele se trancava no quarto e chorava.
Suspirei indo até o corredor em passos largos, sem nem sequer olhar para o caminho, acabei esbarrando com alguém. Olhei para baixo e tive uma espécie de dejá vu... Frank levantou o rosto e me olhou sério, mas parecendo assustado.
- De-desculpa... Não quis esbarra em você, Gerard. – Frank disse abaixando a cabeça e desviando de mim, ele entrou no banheiro e fechou a porta.
Franzi o cenho e fiquei encarando a porta fechada. Como ele ainda tinha coragem de entra aqui em casa? De invadir meu território? Depois do que ele fez... Ele me traiu, me trocou.
Espera aí, Way! Essa história está muito mal contada... Oh sim, é claro que eu vou admitir que eu estava errado. Eu sou o santo da história!!!!!! Não sou?!
Revirei os olhos com esses meus pensamentos repentinos e ridículos. Fui andando até o quarto do meu irmão, para evitar esbarrar com pessoas desagradáveis. Tentei abrir a porta do quarto de Mikey, mas estava trancada.
- Mikey!! Mikes... – Falei batendo na porta fracamente, eu não queria assustá-lo novamente. – Por favor, abre a porta não vou te fazer nenhum mal. – Falei tentando parecer amigável, mas meu tom de voz saiu um pouco ameaçador.
Ele abriu uma brecha da porta e eu pude ver um de seus olinhos, ele parecia mais triste ainda. Suspirei e tentei empurrar a porta, mas ele impediu, provavelmente pôs o pé na frente.
- Não precisa disso... – Falei manhoso fazendo uma careta de desgosto. – Abre, vai. – Pedi fazendo uma carinha de cachorro pidão. Essa cara funcionava quando eu era um baixinho gordinho e fofinho!
- O que você quer? – Disse com sua voz birrenta. – Você vai gritar comigo? – Perguntou abrindo a porta incerto.
- Não, eu não vou gritar com você. – Falei sério dando um sorriso amigável.
Ouvi passos passando por trás de mim e um vento como se a pessoa estivesse passado muito rapidamente. Virei o rosto e vi a figura baixa de Frank descendo as escadas.
Frank ou Mikey? Urrg... Frank já me viu falando com o Mikey, agora eu vou ter que terminar.
- Desculpa, por ter sido grosso, não foi a minha intenção, mas você sabe como o Frank me deixa... – Falei abaixando a cabeça e entrando no seu quarto, fechei a porta e me sentei na beirada da sua cama.
- Você ainda gosta muito dele, né? – perguntou Mikey parecendo me entender.
- Sim... Eu amo muito ele. – Falei, como aquilo pareceu meloso demais eu bufei e chutei o chão.
- Eu sei como você se sente. Eu gosto de uma pessoa e essa pessoa nem parece ligar para mim. – Mikey disse se sentando do meu lado e me abraçando pelo ombro. – A paixonite que eu tive por você já passou não se preocupa.
Senti-me muito aliviado ao ouvir aquilo, talvez ele dissesse aquilo só para me deixar mais tranqüilo, mas com certeza me deu mais confiança de me reconciliar com Frank.
- Pode ir lá... Fala com ele. – Suspirou e sorriu para mim.
Sorri de volta para ele e corri direto para a porta, a fechei com certa força, mas eu não liguei para o barulho. Apenas desci as escadas como um maluco e acabei escorregando os pés nos últimos degraus e cai na escada.
- Você é mesmo muito desastrado! – Ouvi a voz amigável de Linda Iero dizendo, ela estendeu sua mão para me ajudar a levantar, aceitei a ajuda e me levantei.
- Obrigado. – Ri baixo balançando a cabeça negativamente. – Você viu o Frank? – Perguntei animado.
- Ele já foi para casa, ele saiu daqui bufando. Vocês dois brigaram novamente? – Perguntou arqueando uma das sobrancelhas, eu apenas neguei com a cabeça. – Então o que será que foi? –Balancei os ombros. – Hm... Estranho, meu filho não bate muito bem da cabeça às vezes.
- Eu sei disso, sei bem disso. – Falei dando uma risada desanimada. Perdi mais uma chance de falar com ele. – Mas bem... Obrigado, senhora Iero, eu vou subir.
- Okay okay... – Ela pareceu estranhar, afinal, eu estava descendo com tanta euforia que acabei caindo, no fim voltei para o meu quarto.
Olhei para o meu telefone do quarto umas quinhentas vezes, já que o meu celular estava sem créditos para ligar. Liga ou não liga, liga ou não liga...
Liga.
Disquei rapidamente os números que eu já havia me acostumado a digitar, pelas tantas vezes que eu já havia ligado para Frank de madrugada. Eu sinto falta dessas noites...
Primeiro toque... Segundo toque... Terceiro toque... Quarto toque...
- Alô? – A voz de Frank, era definitivamente a voz dele, ele pareceu fungar do outro lado da linha. – Alou?? – Sua voz pareceu chorosa.
- O-oi... Sou eu o Gerard, não desliga, por favor! – Falei mordendo o lábio inferior.
Notas finais
tchan tchan tchan tchan...
deixei um suspense, porque se não não tem graça!!!
Eu espero que vocês tenham gostado e não me joguem pedras caso o contrário... ^^
beijokas, o novo capitulo não vai demorar tanto, prometo de mindinho!
:*
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