Notas iniciais
Boa Madruga Tripulantes!!!!!!!! Depois de muito tempo sem posta nada ( e consequentemente sem escrever tambêm ), pois o tempo e algumas coisas me tomaram muita atenção vou postar o capitulo 10 da nossa fic...agora veremos qual será o desfecho da nave dos infernos hehehehe

— Bem, antes de falar quero dizer que o que tenho a dizer sobre o ocorrido pode não agradar a todos ou ser muito forte, mas peço para que todos escutem com muita atenção e por favor, se eu tiver que pedir algo não hesitem ou questionem, apenas façam e confiem em mim – Disse Peters e já começando o seu relato. – Antes de eu morrer comecei a ver meu filho que ainda era pequeno na época, pela nave...o último lugar que eu o vi foi no setor de engenharia onde eu subi para o segundo nível para poder ir até ele, – enquanto falava vinha em sua mente flashes de tudo o que tinha acontecido – quando cheguei lá não me dei conta de que havia um buraco enorme na minha frente e cai por ele até que bate com muita foça no chão e acabei ‘’ morrendo ‘’... mas até aquele momento sim eu estava morta, mas depois que a nave entrou no buraco negro causado pelo portal que fica lá atrás a nave chegou em um lugar que não parecia ser o espaço ou o destino dela mas sim em algum lugar muito parecido com o inferno – Disse com uma expressão de medo na voz ao mesmo tempo em que todos a olhavam com a mesma expressão em seus rostos – foi quando eu comecei a voltar a consciência e vi o capitão Miller me chamando, achei que não tinha acontecido nada mas quando eu acordei me vi toda ensanguentada e não sentia nenhuma parte do meu corpo, todos os meus ossos estavam quebrados e doía muito, perto de nós estava vindo o Dr. Weir mas ele estava totalmente transformado...diferente e sem olhos, e quando olhei a nossa voltar eu via todos os tripulantes da nave morrendo e voltando a vida e morrendo de novo num círculo sem fim, algo muito horrível de se ver – Dizia a moça que chorava ao se lembra.

— Mãe, se quiser não precisa mais falar, pode continuar quando estiver melhor – Disse seu filho indo de encontro com a mãe, mas essa fez um sinal e então ele parou onde estava e ela continuou.

— Ele me disse que aquilo era apenas o começo e que iria voltar para pegar todos os que faltavam, todos os que eram ligados a mim de algum jeito, meus filhos...amigos...todos vocês, perguntei como ele iria fazer isso e ele que iria voltar com a outra parte da nave e que assim a nave estaria com sua carga de pessoas completar...mas ai quando ele estava vindo na minha direção e do Miller uma luz muito brilhante apareceu que o impediu de chegar até onde estávamos e uma outra voz me disse que aquela nave que estávamos não era a verdadeira mas sim uma cópia fiel e que a verdadeira havia sido tirada dali no mesmo momento em que entrou naquele lugar e que os tripulantes estava bem e vivos e que eles iria mandar na nave de volta e comigo dentro mas com um único propósito...que toda a tripulação da Event Horizon fosse retirada na nave e esta fosse completamente destruída pois só assim seria fechado de vez a passagem para o outro lado e ninguém mais iria morrer – Disse por fim.

— Então quer dizer que está nave que estamos é a verdadeira e aquela era a nave ‘’ fake ‘’? Como assim? – Perguntou, Cooper sem entender nada.

— Quando a nave foi atravessar o buraco negro para atingir o objetivo final, ela abriu uma fenda enorme no meio do buraco e foi para em outra dimensão, essa dimensão que se parece muito com o inferno que muitos falam que existe está cheio de naves quase igual a Event Horizon e todas tem um ‘’ lado ‘’ por assim dizer, o bom e o ruim, o lado bom é o verdadeiro que é intocado pela energia negativa que emana do lugar e o lado ruim é a nave do que vimos quando chegamos a quinze anos atrás, é como se fosse uma armadilha que atrai outras naves para assim matar os tripulantes, é uma nave com consciência e que explora o que temos de pior...os nossos medos, traumas, e fraquezas, no meu caso foi meu filho – Disse olhando para Marcelo que olhava para a mãe e chorava – a nave que estamos agora é a verdadeira mas temos que sair dela e destruí-la por completo...senão fizermos isso aquele portal do outro lado na nave vai abrir e o que tem de ruim lá vai vir pra cá e vai matar a todos nós – Falou num tom sério – por isso falo pra vocês agora, temos que sair daqui enquanto temos tempo...enquanto o que está do outro lado não está influenciando ninguém a matar o restante de nós, por que quando isso acontecer...vai ser tarde demais – Falou por fim. Todos que estavam presentes não sabiam o que falar ou que reação ter no momento, pois o que ouviram era por demais muito forte ou para alguns fantasioso demais.

— Bem – disse o capitão Kilpack – juntando com o que você disse e o diário de bordo que foi encontrado naquele outra nave e que o capitão nos mostrou juntamente com a gravação de pedido de socorro podemos levar em conta de que isso tudo poder ser verdade não acham? Afinal temos provas mais do que o suficiente para acreditarmos nisso – falou pensativo e encarando todos que ali estavam – se todos concordarem acho que sim devemos pegar algumas coisas, pelo menos o que é nosso aqui e irmos para a Sevastopol e destruirmos essa nave – Assim que o capitão terminou muitos começaram a discorda e outros com medo concordaram, e assim começavam de novo uma falação que ninguém entendia ninguém ali, quando o capitão Conrado deu um tapa muito forte na mesa que ecoou pela sala inteira e depois pela nave.

— Silêncio pelo amor de deus minha gente, isso aqui parece mais um mercado do que uma nave – Disse o capitão colocando ordem na situação – eu seria do contra se a situação fosse outra, mas concordo com o capitão Kilpack, até por que eu não iria falar disso agora, mas como assunto está nessa parte vou falar... antes de vir para cá escutei ao que parecia alguém pedindo socorro e quando me dei conta estava perto daquele campo de força que tem o buraco negro, quando cheguei mais perto percebi que a voz vinha de dentro daquela coisa e ai de repente ela se abriu e o interior era muito transparente parecido com vidro e o dono da voz apareceu e disse que todos nós vamos acabar indo para o outro lado e que ele quer todos nós...quando dei uns passos pra trás o campo de fechou mas em volta dele está como se um lago de sangue, e sangue vivo ainda – Disse por fim o capitão e olhando para todos ali presentes – eu concordo com o capitão da nave e sim devemos todos sairmos daqui e agora.

— Bem, se o capitão Conrado concorda com a minha decisão acho que agora teremos que correr contra o tempo para sair daqui e vivos, não é? Falou o capitão quando um de seus tripulantes falou

— Capitão o senhor acredita mesmo nisso? Parece muito improvável uma coisa dessas – disse a pessoa que todos chamavam de Hércules – não teria possibilidade nenhuma dessas coisas acontecerem...eu insisto para a gente ficar e verificar melhor essa história – disse acompanhado de algumas pessoas que ali estavam enquanto as outras queria pegar suas coisas e irem embora dali o mais rápido possível

— Vamos fazer uma votação então Hércules – falou Conrado – vai ser mais justo já que a nossa palavra de capitão não vale né – Falou olhando para todos – o que acha kilpack? Pode ser? Tudo bem para você? – Perguntou o Capitão ao outro.

— Por mim tudo certo, vamos fazer a votação então – Disse por fim Kilpack

— Bom – Começou Conrado – Aqueles que forem a favor de pegamos nossas coisas irmos para a Sevastopol e destruirmos a Event Horizon levantem a mão – Ao termina frase mais da metade do pessoal foi a favor — E quem acha que devemos ficar? – Perguntou de novo o capitão, ao que algumas pessoas levantaram – Bem – Disse Conrado – acho que quem ganhou foi o pessoal que optou por irmos para a sevastopol e Destruirmos por definitivo essa nave né – falou – então as ordens são as seguintes: para a tripulação da Event Horizon, peguem todos os seus pertences e reúnam se aqui mesmo na ponte de comando daqui mais ou menos uns quarenta minutos pode ser Capitão Kilpack? – Perguntou Conrado ao colega de nave.

— Pode sim Capitão Conrado – Disse o Capitão da nave – como o capitão Conrado disse pessoal peguem todos os seus pertences e reúnam se aqui dentro de quarenta minutos, vamos ficar aqui esperando vocês.

— Isso, e enquanto isso a tripulação da Sevastopol...vocês vão prepara a nave para que assim que estivermos prontos já saímos daqui...quero a nave pronta em exatamente uma hora, por tanto podem começar agora, não temos muito tempo – Disse Conrado indo para perto da sua tripulação e dando as ordens enquando o Capitão Kilpack ia dando ordens para a sua tripulação.

Toda a nave estava em movimento, pessoas subindo e descendo escadas pegando muitas coisas, pessoal e algumas importantes da nave como papeis e coisas de estudos enquanto o pessoal da Sevastopol ia preparando a nave para que assim que todos estivesse pronto fosse só embarcar na nave para assim lançarem um único míssil para assim destruir a nave que tanto estava dando problemas...

­­­­­­Enquanto nisso...na Sevastopol os tripulantes estava deixando a nave e fazendo uns reparos que tinha de ser feitos antes de zarparem dali, para que nada desse errado ou acontecesse com eles ou qualquer um dos membros da outra nave, quando Marcelo estava na ponte de comando da Sevastopol já colocando uma rota de saída e ajudando seus colegas Thomas veio em sua direção...parecia muito nervoso mas estava certo do que queria fazer pois queria muito conversa com o ex e acerta o que não estava certo entre eles, enquanto ele estava chegando Elias e Felipe notavam que ele estava indo em direção ao Marcelo e se entreolharam como que dizendo que aquilo não iria acabar bem, pois sabiam como o amigo e companheiro de trabalho ficava quando tocavam no assunto, ou mesmo , quando o ex-companheiro insistia em falar com ele, ainda lembram que momentos antes de embarcarem na Sevastopol tiveram que todos se juntarem para tirar ele de cima do outro, senão ele teria acabado com ele ali mesmo.

— Marcelo, estou preci... – ia começa a fala quando foi imediatamente pelo outro

— Estou muito ocupado agora e não posso sair daqui...aliás... coisa que não só eu estou, mas como todos e com certeza você também, então faz um favor tá, faça a sua parte do trabalho para nós todos podermos ir embora daqui e logo, o capitão quer tudo pronto pra ontem...e sai daqui que você me atrapalhando!!!!! – Disse Marcelo muito irritado com a insistência do outro e querendo termina logo o serviço para aí sim ajudar os outros colegas e suas irmãs também, pois não aguentava mais ficar ali...queria logo ir embora e levar sua mãe para casa novamente. Enquanto Thomas ia se afastando Marcelo voltou aos seus afazeres e em seus pensamentos, não podia deixar em tudo o que sua mãe falou e como ficou o filho do Dr. Weir ao ouvir tudo aquilo...para ele deveria ser difícil saber que eu pai fez uma nave que não saiu como planejado e ainda se tornou uma parte de uma coisa muito diabólica e que quase matou a todos que ali estavam para poder recupera a nave e a tripulação, tudo estava indo muito bem e estava tudo quase pronto para só espera o restante da tripulação quando escutaram o que seria um tipo de alerta vinda da Event Horizon, todos ali se entreolharam e correram como foguetes para lá e fora direto para a ponte de comanda do nave já imaginando que poderia estar acontecendo alguma coisa que não seria nada legal, quando chegaram lá a tenente Stark estava vendo pelos monitores de navegação e viu que era um alerta de que o campo gravitacional que abria o buraco negro estava em atividade, tão todos foram para onde ficava a o campo.

Chegando lá não conseguiram encontra nada de diferente ou qualquer tipo de coisa que denunciasse que tivesse entrado em atividade, quando o engenheiro na outra nave foi verificar se tinha alguma coisa a ver com os circuitos da nave, quando voltou disse que era apenas um alarme falso e que era somente um defeito em uma parte da fiação, mas que já havia sido solucionado, com isso estavam todos voltando para seus afazeres quando um dos tripulantes veio correndo até eles e disse.

— Senhor capitão, por favor venha até a ala médica, o senhor precisa ver isso, é muito urgente – Disse um dos cientistas da nave que estava muito apavorado e quase em choque pelo que tinha visto ou presenciado.

— Mas o que foi Ortiz? O que aconteceu? – Disse o capitão tentando acalmar o homem que estava à sua frente muito apavorado.

Mas não teve tempo pois logo ele saiu correndo para leva-los até a ala medica, chegando se depararam com uma cena digna dos filmes de terror mais Gore* que existia: Todo o lugar estava cheio de sangue, os instrumentos cirúrgicos e de exames estavam com marcas de mãos mas não para distinguir de quem eram, e logo mais à frente estava pendurado um corpo de um dos integrantes da Event Horizon, estava com cortes muito fundos pelo corpo todo, seus olhos haviam sido arrancados e colocados em suas mãos que estavam viradas na direção da porta da ala médica, também havia um corte que começava perto dos pulmões e ia até um pouco para baixo do umbigo e todos os órgãos internos estavam expostos na mesa que estava abaixo dele... quando chegaram mais perto Marcelo chamou os capitães pois havia duas mensagens escritas com sangue na maca... a primeira estava escrito: SE SALVEM, SAIAM DESSE LUGAR... e a outra mensagem estava escrito: TODOS VOCÊS VÃO MORRER AQUI. Quando o restante do pessoal chegou para ver o que havia acontecido mal podiam acredita na cena que tinha na frente deles, alguns sentiram ânsia, outros ainda passaram mal e ainda teve aqueles que começaram a chora de medo e estava faltando pouco para se instaura uma histeria coletiva quando os capitães deram ordem para que todos pegassem suas coisas o mais rápido possível e fosse imediatamente para a Sevastopol, e foi o que começaram a fazer no mesmo instante.

O capitão Conrado Ordenou que Marcelo e Stark voltasse para a nave deles e avisassem que ligassem a nave e ficassem todos a postos para receberem os tripulantes da outra nave, chegando lá disseram o que havia acontecido e que era para todos se prepararem pois iriam zarpar dali naquele mesmo momento, quando terminou de fazer as últimas checagens Marcelo foi até suas irmãs para ver como estava a sua mãe e estava tudo certo para receberem o pessoal que iria vir a seguir.

— Meninas, como estão as coisas por aqui? Está tudo pronto para que possamos trazer o pessoal da Event Horizon para a nossa nave? E como a nossa mãe está? – Disse vendo que as duas olhavam apreensivas para a mãe que estava com um semblante muito sério, mas ao mesmo tempo com um ar de medo

— Ela está assim desde quando as coisas começaram a acontecer lá e você voltou mano – Disse Camila com uma certa preocupação.

— Ela não falou nada até e se manteve assim do jeito que ela está mano – Disse Ivana também preocupada com a mãe, pois não queria perde-la de novo afora que estavam todos juntos, mas estava tendo um pressentimento de que algo nada bom iria acontecer a partir daquele momento

— Ele voltou – Disse por fim Stark – Weir deve ter voltado também, mas pelo campo gravitacional, algo deve ter feito o campo se abrir assim liberando a passagem para entrar nesse mundo e matar a todos nós, principalmente eu – Disse olhando para seus filhos e completou – Não era pra eu estar aqui e viva, era pra eu ter permanecido morta mas eles me trouxeram de volta a vida e me falaram que eu não poderia ir embora e deixar vocês, mas sabiam que Weir iria vir atrás de mim e me alertaram sobre isso, meus filhos, temos que sair daqui o mais rápido possível e destruir essa nave maldita o quanto antes – Disse indo para a outra nave para falar com o capitão para que saíssem o mais rápido dali.

Quando os três estavam já na outra nave começaram a ouvir uns sons muito estranhos vindo da ponte de comando e da área de engenharia onde se encontrava o campo, tão logo chegou o restante da tripulação das duas naves e os capitães que, ao se reunirem foram investigar para ver o que estava acontecendo, quando chegaram no campo gravitacional viram que ele estava aberto e que o som vinha dali de dentro quando de repente uma voz que já era muito conhecida por pelo menos quatro dos tripulantes que ali estavam ninguém podia acreditar, muito menos Bill Weir, ele reconheceria aquela voz em qualquer lugar, era a voz de seu pai, o Dr. Weir, o homem que construiu e projetou não só a Event Horizon como o campo gravitacional

— Finalmente todos vocês estão reunidos – Disse dando uma gargalhada que ecoava por toda a nave – E vejo que trouxeram meu filho junto...isso é muito bom pois agora todos nós iremos viajar pelo espaço por toda a eternidade, mas é claro, todos terão que passar por.…como posso falar...umas mudanças, para assim se adequarem à nova realidade que vocês iram enfrentar – Disse saindo de dentro do campo.

— Isso nunca...jamais você irá nos levar junto com você seu maldito miserável – Disse Stark – você matou nossos amigos e levou o capitão Miller com você, mas agora chega, você não vai levar mais ninguém – Disse com uma carga de raiva muito grande

— Nos deixe em paz Weir – Disse Peters se colocando na frente de todos – você já conseguiu o que queria, agora volte para o seu lugar que é no inferno e suma de nossas vidas para sempre.

— Hahahaha...isso eu não fazer, vocês estão na minha nave e me pertencem agora, por tanto todos vão voltar comigo agora – Disse indo na direção deles, mas antes que pudesse chegar perto Weir foi atingido por um tiro de arma que o fez voltar para dentro do campo e assim que ele sumiu o que campo de fechou novamente...quando todos olharam viram que quem tinha feito aquilo era Bill, o filho do dono da nave

— Nós vamos sim, mas vamos voltar para casa e mandar essa porcaria de nave para o quinto dos infernos – Disse e olhando para todos ali – vamos ver o que está acontecendo com o restante da tripulação na ponte, mas temos que ser rápidos pois o campo não vai aguentar ficar fechado por muito tempo...pois a força que está dentro dele é maior do que a nossa – Quando terminou de falar todos saíram dali e fecharam as portas atrás deles e como garantia Bill usou uma tranca especial que seria muito difícil de abrir caso seu pai ou qualquer outra coisa resolvesse sair dele lugar, estava explicando isso para eles quando chegaram na entrada da ponte de comando a porta estava fechada e o barulho que antes vinha dali tinha parado.

Ficaram parados ali por um momento e apreensivos com o que poderia encontra quando abrissem, mas ates de abrirem mais tripulantes apareceram...esses estavam com cara de extremo pavor e amedrontamento, mas vestes estavam ligeiramente rasgadas e era difícil dizer onde não tinha sangue.

— Não abram essa porta pelo amor de deus – Dizia uma das pessoas muito assustada e a mais consciente de todos pois os outros estava tomado de terror e em estado de choque.

— Mas o que houve aqui, e por que vocês estão todos nesse estado? – Perguntaram e uníssono os capitães

— Estávamos todos reunidos aqui e esperando a ordem de vocês para irmos para a Sevastopol quando de repente...quando de repente... – Não conseguiram termina de falar pois estava todos muito apavorados com o que presenciaram.

— Escuta – Disse Marcelo – vão para a nossa nave está bem, Camila e Ivana vão acompanha-los para cuidar de vocês lá, Felipe e Elias vão com elas e fiquem de olho em tudo, qualquer coisa nos chamem pelo transmissor está bem? – Ordenou Marcelo que teve o consentimento do capitão Conrado e assim seguiram o que lhes foi ordenado – vamos ver o que aconteceu e já vamos estar com vocês lá, já passamos da hora de sairmos desse inferno – O rapaz falou já muito alterado.

Quando abriram pôr fim a porta da ponte de comando o que viram era pior do que aconteceu na ala médica...metade da tripulação da Event Horizon estava morta...não conseguiam distinguir os corpos pois todos estavam totalmente despedaçados...rasgados... e espalhados por toda a ponte, havia corpos que estavam pendurados no teto da nave...outros na parede...outros ainda estavam flutuando como senão existisse gravidade ali naquele local, era uma cena que jamais iriam se esquecer. Pegaram o que era de mais importante e junto o diário de bordo, pois sabia que ela deveria ter algo gravado do que acontecera ali e fecharam a porta da ponte de comando para irem embora dali, quando estavam chegando perto do corredor central da nave, Justin parou de repente e ficou estático no lugar em que estava, seus olhos estavam voltados para o caminho que dava para o outro lado da nave...onde ficava o campo gravitacional da nave...era como se estivesse em algum tipo de transe ou coisa parecida quando Conrado tentou chama-lo por diversas vezes, quando o rapaz se virou para ele e falou com uma voz que não parecia ser dele

— Ele está aqui e veio nos pegar para levar para o outro lado – disse apontando para o outro extremo do corredor e, quando todos se viraram viram que Weir tinha conseguido sair da área onde estava o campo gravitacional – ele veio nos pegar, eu não quero voltar para lá...não quero...não quero...não querooooooooooo!!!!!!!!! – Disse Justin que agarrou os braços do capitão e saiu correndo para o corredor central, quando os três iam correr atrás de Justin algo como se fosse uma força invisível os segurou no chão, parecia que tinham sido colados ao chão da na nave, e no mesmo instante Weir começou a se aproximar rindo com um ar triunfante para perto deles dizendo que a hora de todos tinha chegado e que faltava pouco para que o portal se abrisse e fossem para o outro lado...e dessa vez seria definitivo pois todos que precisavam ir estava ali reunidos na nave e outros mais na Sevastopol...os três lutavam para conseguir sair do lugar e saírem dali o mais rápido possível para que não fosse pegos pela criatura que estava vindo na direção deles e serem mortos assim como foram metade da tripulação da nave, quando faltava apenas poucos passou para que chegasse neles Weir bateu em algo ao que parecia ser uma parede invisível...tentou de várias formas quebra e passar por ela mas não havia como passar por ela.

— Você achou mesmo que eu iria deixar você levar meus amigos que o restante da tripulação dessa nave Dr. Weir? – Disse uma voz que Marcelo conhecia bem, esse era o capitão Miller que havia explodido o corredor central da Event Horizon e separado a nave em duas salvando assim a Tenente e seu especialista em salvamento – você pode ter levado eu, a Peters e o Smith, mas esses você não vai levar mesmo seu maldito miserável...isso acaba aqui e agora – Disse Miller conseguindo fazer com que todos que estavam presos no chão da nave conseguissem andar novamente – pronto, agora vão embora daqui e explodão essa porra toda ago... – Antes mesmo de termina de falar Weir veio por trás dele e o golpeou com um pedaço de ferro que atravessou suas costas e saiu pela sua barriga.

— Ninguêm vai destruir nada aqui e vocês venham comigo agora – Disse indo na direção deles novamente quando Marcelo foi em seu encontro e assim começaram uma briga muito violenta, com direto a socos e pontapés – você acha mesmo que vai conseguir sair vivo daqui Marcelo? – Dizia Weir e conseguindo derrubar Marcelo com uma pancada forte nas costas que o fez com um baque surdo no chão e com tanta força que teve a impressão de que tinha quebrado pelo menos duas costelas – como já disse daqui ninguém sai hoje, por que querem tanto voltar para terra hein? Por que voltar para a vidinha medíocre que vocês levam lá? Para onde vamos é bem melhor e todos aqui ficaram sempre no espaço num mundo de extremo ódio, violência e muita morte e sangue, para onde vamos todos poderam encontr as pessoas que os machucaram e vão poder descontar neles toda a ira de vocês... e principalmente – Disse pegando Marcelo pelo pescoço e o levantando no ar, esse arfava de mal conseguia respira – não precisaram que olhos para enxergar – E já preparava para furar os olhos no rapaz quando Conrado deu-lhe um empurrão que o fez voar longe e jogar Marcelo no chão, que foi ajudado pelo capitão Kilpack e sua mãe que acabara de chegar e presenciar a cena toda

— Weir pare já com isso, você não vai nos levar para enhum lugar...Conrado se afaste dele agora – Disse Peters indo em direção dos dois e empurrando o Capitão para trás – Deixa que dele eu cuido, agora o assunto é comigo...ninguêm mexe com os meus filhos e fica por isso mesmo – Disse decidida e quando chegou perto do Wier o pegou pelo pescoço e o levantou no ar e arremeçou para o outro lado da nave – você já fez mal para muita gente, até cegou uma das minhas filhas, mas conseguir fazer ela enxerga de novo e quase matou o meu filho...você vai ver como uma mãe vira o demônio para defender os filhos – Disse quando Wier veio em sua direção para mata-la pela segunda vez, mas não conseguiu pois a médica da tripulação da Luis & Clark conseguiu desviar do golpe o acertando no meio das costas e fazendo ele cair no chão – Nossa, você que se diz invensivel sendo derrubado tão facilmente por uma mulher? Grande piada – dizia rindo – Agora eu vou tira todos eles daqui e vou com os meus filhos embora e você vai explodir com a sua droga de nave e numca mais vamos nos ver, desgraçado maldito... – Quando terminou de falar suas ultimas palavras e ia se reunindo para com os outros para finalmente sair dali, ouviu-se um barulho e uma voz que dizia que dali quinze minutos iria iniciar a viagem pelo campo gravitacional...senão saíssem dali logo e destruíssem a nave tudo estaria perdido.

— Vamos pessoal não temos muito tempo temos que sair daqui nesse momento – Disse o Capitão Conrado quando viram que novamente Weir estava vindo até eles...mas dessa vez não sozinho...junto com ele estava todos que haviam morrido na nave, era como se fosse sua própria tripulação mas essa havia vindo do inferno

— Eu quis fazer pelo melhor método...mas como vocês não querem colabora então terei que usar a força da minha equipe...peguem eles agora – Falou apontando para eles e no mesmo instante as pessoas que morreram ali na nave foram correndo para pega-los e os levarem para o campo gravitacional, na mesma hora o grupo começou a correr para o corredor central para irem para a Sevastopol e fecharem a entrada da nave para impedirem eles de chegarem perto dos outros tripulantes quando Marcelo foi pego de surpresa por um deles...um dos técnicos de engenharia que havia sido morto dentro da ponte de comando.

— Onde pensa que vai hein? Seu lugar é aqui nessa nave com a gente...sabia que sempre ficar assim...bem colado com você? Agora eu sei por que aquele saco de banha queria te encontra...você deve ser muito precioso pra eles, mas agora você vai ficar comigo aqui e pra sempre – Falou rindo e segundo o rapaz com uma força muito que era impossível de se soltar

— Não Solte meu filho agora – Disse Peters indo soltar o filho das garras daquele ser quando seu filho fez um sinal para que ficasse no mesmo lugar.

— Não mãe, vai embora com os outros e destrua essa nave...eu vou ficar bem, a Camila e a Ivana precisam muito de você, quero que fique com elas... – Dizia isso quando chegaram suas irmãs Estelam Felipe, Sara, Elias e Thomas – quero dizer que amei poder ter conhecido todos e fazer parte dessa tripulação a qual se tornou mais do que amigos ou companheiros de trabalho...mas sim minha segunda família – Dizia o jovem com um sorriso suave no rosto como quem já sabia o que poderia vir a qualquer momento – quero que vocês os tirem daqui logo e lancem os misseis nessa nave e a destrua logo, não temos muito tempo...VÃOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!

— Não...não vamos a lugar nenhum sem você...solte o meu irmão agora seu monte de carne inútil – Falou camila tacando um pedaço de ferro que pegou no ser abominável que jogou seu irmão de imediato no chão e se afastou..., mas tão logo veio novamente Weir dessa vez com um ferro pontiagudo nas mãos decidido a levar pelo menos um...e esse um seria Marcelo.

— Se eu não vou levar todos...pelo menos você vai comigo – Disse chegando perto do rapaz que recuava para tras sem poder se levantar até que o outro parou bem na sua frente e disse – Agora não se mova...serei rápido – Disse rindo e levando o pedaço de ferro na direção do rapaz..., todos ficaram gritaram em uníssono horrorizados com o que iria acontecer em seguinda quando...Thomas entrou na frente do rapaz recebendo o golpe que o perfurou e atravessou suas costas...ninguem podia acreditar no que viam, justo aquele que havia deixado a pessoa que mais o amava por motivos tão...nojentos...havia entrado na frente de Marcelo, mesmo ele acrediatava no que via, Marcelo se afastou para atrás e foi levantando devagar, Thomas foi caindo devagar e antes de dar o ultimo suspiro...o suspiro da morte olhos nos olhos daquele que foi seu amado e disse

— Marcelo, eu sinto muito pelo que te fiz e por ter machucado você do jeito que eu fiz, fui muito burro e patético eu fui de ter feito o que fiz...eu não o culpo por me odiar do jeito que você me odeia, mas agora eu peço o seu perdão...por favor – Disse o jovem que aos poucos ia esmorecendo no chão perto de Marcelo e fiacava cada vez mais com a respiração mais fina e fraca, Marcelo ficou em silencio por uns minutos...seus olhos marejando pelo que o ex companheiro havia feito e disse

— Sim...eu o perdoô Thomas pelo que você fez, mas não deveria ter feito o que fez, e agora o que vou falar para sua irmã? Como darei a noticia de que você morreu? Eu não vou aguentar – Disse o jovem começando a chora e olhando para o outro que estava ali perto dele

— Fale para ela que o irmão dela optou por fazer a única coisa certa que poderia ter feito pelo menos uma vez na vida dele, e que o fez em nome dela e da pessoa que ele mais amou no mundo depois dela...você – Disse já quase morrendo – mas agora eu quero que você faça o seguinte...saia dessa nave, exploda ela e vá embora daqui tá, e por ultimo...quero que você seja muito feliz com o Elias, sei que ele gosta muito de você e também sei que ele o fará feliz de uma forma que jamais fui capaz de fazer – Disse e chamando o companheiro de trabalho falou – Elias, quero que cuide muito bem do meu anjo...ou melhor dizendo...do nosso anjo, e que não deixe faltar nada a ele tá.

— Pode deixar cara, eu prometo que não deixarei nada faltar a ele e cuidarei muito bem dele – Disse o jovem

— Agora, tire ele e os outros daqui logo, senão todos voc~es vão ser levados juntos, e Marcelo...você foi a melhor coisa que já me aconteceu – Disse por fim e fechando os olhos e dando o ultimo suspiro. Todos ali começaram a se apressarem para saírem dali e Elias teve muita dificuldade para tira Marcelo de perto do corpo de Thomas..., mas antes que eles pudessem sair dali Weir apareceu pela uma vez e tentado leva-los com ele para o campo gravitacional foi impedido por ninguém menos que Thomas havia voltado a vida..., mas que não poderia voltar com eles pois ele fazia parte da nave agora

— O que pensa que esta fazendo seu idiota? – Disse olhando para o outro de tentando se soltar.

— Já chega Weir...isso acaba agora e hoje seu miserável...vão agora senão não vai dar tempo – disse segurando o outro enquanto os outros dois seguiam pela passagem do corredor e iam para Sevastopol, quando fecharam as ortas foram para a ponte de comando onde tomaram seus lugares juntamente com o capitão Conrado, Justin e os outros e se soltaram a nave da Event Horizon para assim se prepararem para lançarem os misseis

— Felipe, está tudo certo? Estamos ha uma distancia segura? Justin e Elias, os misseis estão prontos? Vamos acabar com isso logo, Stark e Romanoff 1, podemos soltar os misseis? – Perguntou o capitão firme e querendo que aquilo acabasse logo

— A distancia de segurança foi alcançada capitão – Disse Felipe

— Os misseis estão prontos e aguardando ordens para solta-los – Disse Justin e Elias

— Autorização concebida capitão...pode solta os misseis na hora que quiser – Disse Marcelo e Stark, que tão logo viram o capitão soltando os misseis que atingiram em cheio a Event Horizon causando uma enorme explosão, parecendo mais com um espetáculo de fogos de artificio no espaço...quando não havia sobrado mais nada e nem vestígios da nave tomara a rota para a terra e assim começaram novamente a preparação para voltarem para casa.

Marcelo ficou por muito tempo, ali parado, relembrando tudo o que havia acontecido, e o que Thomas havia feito...jamais poderia pensar que alguma coisa daquelas aconteceria com ele, não sabia o que estava sentindo naquele momento pois era tudo um turbilhão e sentimento e sensações, ficou ali por mais um tempo até que foi levado para a área medica onde estava sua mãe e suas irmãs.

— Mano, não fica assim não, sabemos que é difícil o que aconteceu lá e o que você presenciou, mas não se culpe, ele fez aquilo para salvar você – disse Ivana abraçando o irmão

— Verdade Tchelim...o que ele fez foi um gesto de bravura e altruísmo...coisa que é difícil hoje em dia, e ele o fez por você, olha...tudo isso vai passar viu, estamos aqui com você para o que precisar, eu a Ivana, a mamãe e o Elias assim como todos os nossos amigos...você nunca estará sozinho viu, sempre estaremos aqui com você – Disse a irmã mais nova também dando um abraço reconfortante no irmão que foi seguida por sua mãe também – Agora temos que entra no campo de imersão...daqui a alguns dias estaremos juntos de novo tá – disse para o irmão que ascentiu com a cabeça e foi para o seu tanque...deu uma ultima olhada em volta, olhou para o tanque onde thomas ficava, entrou no seu e mergulhou num sono pronfundo assim como todos que estava ali na nave...

120 dias depois...

A nave estava calma e perto da terra, estava estavam voltando a funcionar e o primeiro tanque foi esvaziado...Marcelo acabara de acorda de seu longo sono quando se pos em pé e viu que todos ainda estavam em imersão, caminhou pela nave para ver como estavam as coisas e assim que garantiu que estava tudo em ordem, foi para o local de imersão para acorda os outros quando de repente ouviu um barulho vindo da sala de reunião...antes de chegar lá pegou um pé de cabra que estava ali perto e foi chegando devagar quando entrou na sala de reunião e viu que tinha alguém sentado ali, e sabia quem era pois o reconheceria em qualquer lugar.

— Thomas...é você? — Disse chegando cada vez mais perto do rapaz e pegando suavemente em seu ombro

— Sim...sou eu... e agora eu vim te buscar para ficarmos juntos eternamente no espaço – Quando disse essas palavras e se virou para encara o rapaz, ele estava sem olhos, ainda estava com o ferro atravessado no meio da barriga e todo cheio de marcas de unhadas e quando para cima de Marcelo esse gritou muito algo fazendo com que voltasse para o mundo real, todos haviam acordado e estavam a poucas horas de entra na orbita da terra novamente, conseguiu se recupera e foi tão logo para o seu posto, a descida foi como sempre suave e quando terrizaram e desceram da nave os agentes da U.S.A.A.C estavam esperando eles e o restante dos sobreviventes da Event Horizon, sabiam que nos próximos dias iriam enfrentar varias seções de interrogatório, ainda mais por ter morrido uma parte da tripulação da Event Horizon e um tripulante da Sevastopol, mas sabiam que logo aquilo iria acabar.

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Alguns meses já haviam se passado desde que tudo havia acontecido, todos pediram para sair da agencia pois jamais iriam querer voltar para o espaço...a agencia e a NASA concordaram e assim fizeram como uma ‘’aposentadoria’’ na qual jamais iriam precisar trabalhar novamente, todos haviam retomado suas vidas e suas atividades, mas todos os finais de semana sempre se reuniam para celebrarem por estarem vivos e para lembrarem da bravura de quem deu a vida para salvas eles e daqueles que morreram naquela nave dos infernos... todos estavam bem, principalmente o Tenente Marcelo que havia retomado o seu antigo trabalho de Enfermeiro e agora estava casado com o mais renomado e respeitado engenheiro civil, Elias...e mais ainda, estava mais feliz por ter sua mãe de volta e ver que todos estavam bem e vivos e que jamais iriam voltar para o espaço, agora que tudo estava bem com todos ali e com sua família poderia dormir em paz e sem ficar com medo de que algo acontecesse a qualquer um que fosse, pois se algo os ameaçasse, saberia muito bem o que fazer...mas não seria o caso de falar o que, pois a ameaça maior havia sido dissipada para sempre e todos iriam viver seus dias em paz e união e harmonia... pois não eram pessoas comuns, e sim os tripulantes da nave Sevastopol e sobreviventes do inferno no espaço.

Notas finais
Mesmo que tenha demorado um bocado de tempo para postar esse capitulo final espero que tenham gostado, em breve voltarei com mais uma história que eu estou maquinando para escrever e que será bem diferente dessa hehehe