Even Love

3 Capítulo II - O sinal.


Notas iniciais
Oi, oi gente. :))
Olha eu de novo. ~WEWEWEWEWEWE~ O capítulo tá pequeno, mas eu queria explicar no ponto de vista do Patch e do Eric. Eu não gosto, e também sou horrível fazendo isso, parece que eu só consigo fazer o pvo da Nora.
Maaaaas enfim... Nem ia postar hoje, esse foi por insistência de uma leitora que ficou me mandando ask de 5 em 5 minutos no tumblr. HAUSHAUSHAHSUAHSU. Talvez, bem talvez, eu poste mais hoje, fiquei animada escrevendo esse.
AAAAAAH, e também teve uma leitora que disse que minhas cenas hots estão hots demais. Vocês acham isso? '---' Por que eu, sinceramente, acho que minhas cenas são super lights, só vou apimentar mais um pouco. osh. q

– POV Patch Cirpriano

O tal de Brian segurava Nora pela cintura.

Ela o olhava com um olhar que eu conhecia bem. Nora estava admirada, pensativa e em duvida. Deduzi. Os dois se beijaram bem á minha frente, e eu tive uma vontade enorme de avançar naquele garoto e tirar aquele sorrisinho de conquistador do rosto do mesmo. Mas eu não conseguia me mexer, era como se eu fosse um telespectador que assistisse tudo de cima. O beijo e as caricias que eles trocavam me enojavam.

Ele estava tocando em minha Nora.

De repente tudo ficou embaçado e eu fui sugado por um redemoinho.

– Anjo! Gritei.
Acordei e sentei-me num pulo.
Fazia mais de anos que não me dava ao luxo de me deitar e realmente dormir. Eu estava obcecado em encontrá-la. Quando finalmente, depois de quase 6 anos sem descansar, resolvi parar num motel barato para passar a noite tive um sonho.
Um sonho com ela.
E agora o quarto parecia estar impregnado com seu cheiro. Aqueles olhos cinza tempestuosos. O cabelo quase não mudara. E aquela boca... Tão provocante, mas ela estava beijando outro. Nora realmente não se lembrava de nada?
Eu respirava com dificuldade, puxava o ar para dentro com força, mas parecia não ser o suficiente. Minha cabeça começou a digerir o que eu tinha visto e eu pulei para fora da cama de imediato. Coloquei de volta a camisa, e puxando minha mochila do lado da cama, sai correndo do motel.
Minha vontade era de pular e gritar. Depois de dezessete anos eu tinha, enfim, sentido a presença de Nora, tudo que eu queria era encontrá-la o mais rápido possível e beijá-la, estar na presença dela, tocá-la. Sabia que não ia ser fácil, mas ela era minha. E sempre irá ser.
Eu tinha o lugar em minha mente. O estado, a cidade e a casa. Eu ia achá-la.

– POV Eric Northman

A mulher em baixo de mim gritava e tentava me empurrar para longe, pelas fortes investidas que eu dava contra ela. Eu estava pouco me importando se ela ia morrer ou não, afinal, eu ia tomar seu sangue de qualquer maneira.
Minhas presas cresceram e eu estava prestes á morder o pescoço da pobre alma quando um cheiro chamou minha atenção. O cheiro dela. Nora Grey de novo tomou conta de minha mente. Já devia ser a sétima ou oitava vez só naquele dia. Mas dessa vez foi diferente.
Um redemoinho pareceu puxar meu corpo e num piscar de olhos eu estava em um quarto desarrumado e sujo.
Dois adolescentes estavam se beijando em cima do ninho de ratos que era a cama. Eu podia quase sentir o cheiro de seus hormônios, ia me perguntar o que estava fazendo ali, mas parei quando a garota virou seu rosto e olhou para a direção em que eu estava.
Nora Grey estava ali, do mesmo jeito, mesmo cabelo, mesmo corpo, os mesmos olhos. Só que ela estava sentada no colo de um garoto branquelo e que parecia asmático pelo jeito bobo e inocente que respirava quando estava perto dela. Eles se beijaram e meu coração que já não batia pareceu se apertar ao ver aquilo.
Era o sinal que eu tanto esperava. Agora eu sabia onde e como encontrar Nora, todas as informações pareceram brotar em minha cabeça como se eu tivesse apenas esquecido-as.
O redemoinho voltou e levou-me de volta para o lugar onde eu estava. Os fundos de meu bar.
– Nora. — Sussurrei sem pensar e a garota em baixo de mim continuava á me estapear.
– Me solta! Por favor, por favor! — Ela implorava e eu sai dedentro dela, e cambaleei para trás ainda anestesiado pela visão de Nora.
Ainda chorando, a garota saiu correndo enquanto abaixava o vestido que usava. Fechei o zíper de minha calça e virei-me indo em direção ao escritório. – Pam! — Rosnei. Ela apareceu em segundos, usando um conjunto de saia e blazer rosa bebê, o cabelo estava todo penteado para o lado.
– Eric?
– Eu a senti. — Parei por ai, era isso mesmo que tinha acabado de acontecer ou era coisa da minha cabeça? Não seria a primeira vez.
– Nora de novo? Por favor, Eric! Faz mais de anos que você não toca nesse nome, por que isso agora? — Pam resmungou e curvou-se para arrumar seus sapatos de salto.

– Sairemos amanhã a noite. Compre as passagens e feche o bar.

– O que? Como assim, Eric? Ela estava com o olhar preocupado e parecia uma mãe dando bronca no filho. Para onde vamos?

– Califórnia. — Respondi, grosso, e rumei de volta para os fundos do porão.

Eu ia encontrar Nora Grey. Antes que Patch fizesse isso e toda a história se repetisse.

Notas finais
Pessoinhas. Favoritem a história. Recomendem. Deixem comentários, opiniões, sugestões.