Notas iniciais
opa! A quanto tempo sem lançar um capítulo, hein? Devo falar que essa fic tá me impacientando hehehe.. acho que é pq n tô tendo planejamento demais sobre ela, mas foi uma coisa que gostei sinceramente. Quando comecei a escrever esse capítulo, não sabia muito bem o que teria nele, foi loucura demais e o final me surpreendeu porque NEM mesmo eu sabia o que eu estava escrevendo e no final, deu tudo certo! As palavras chegaram e fluíram na escrita e finalmente terminei o capítulo ^^ espero que gostem :3

Já fazia algumas horas desde que John Lee se enfiara na sala de reuniões do lado E do castelo. A guarda tinha reunido Sarah, Terry e o militar Poul McCoy.

Amy adentrou na sala do piano e lá ficara desde então. Seus olhos pediam por descanso, ardiam de tantas lágrimas derramarem.

– Me odeio por respirar sem você* — declarou Amy, pensava ela que Bonnie, depois de tantas horas, já estava morta

Amy avistou a coroa — pela primeira vez desde que chegara ali — e caminhou até esta. Enquanto andava, seus pensamentos a confundia e ela se perguntava se ela ainda tinha alguma concepção de o que fazer naquele momento; "Então não posso mais confiar em mim mesma?"**. Pensara em que realmente ela dominava.

A política do reino constituía em heranças — mesmo antes da hora -, Amy fora escolhida, mas não se sentia assim. Ela sabia que no mundo em que vivia não valia a pena ser governante. Pelo menos não como todos acham que é, ora, seja ela uma princesa eleita que não pode mudar o pensamento de simples conselheiros? Será em outros reinos dessa mesma forma? Será em outros reinos pessoas da corte escolhidas para sacrifício? Quão desesperançoso alguém conseguiria ser para ter pensamentos cruéis? Como pode as trevas se sentir tão erradas***?

Onde está a luz? Destruiu seu dia.****

Amy passou os dedos em sua mecha caída, suspirou. Olhou para o espelho e pareceu ver Bonnie ali.

– Olho para o espelho e vejo sua face *****- falou ela, assim como se sua irmã estivesse realmente lá — e se eu olhar profundamente — Amy arrepiou-se. A imagem de Bonnie havia desaparecido, estava naquele espelho somente seu próprio reflexo. Tão chorosa ele estava. Quase sentiu pena de si mesma.

Uma mesa de madeira petrificada cruzava uma sala com bandeiras e fachadas com o símbolo do reino de Evanescere, um povo dançante. Em cinco de doze cadeiras, também de madeira petrificada, estavam sentados alguns principais prontos para discussão. John Lee sentava na fronte de todos. Uma das cadeiras da mesa era de mais formal beleza, direcionada especialmente para ele. Estavam também Terry Balsomo, Paul McCoy — o homem, antes, encapuzado, no qual Terry encontrara para a discussão e que se oferecera para esta mesma -. De um lado mais distante, Rocky Gray.

Rocky Gray foi salvo do lago congelado e trago para a ala de enfermaria por alguns soldados do lado L (lado esquerdo). Ele ainda estava a recuperar-se. Não sentia dores, mas estava em completa confusão mental. Ele parecia estar incomodado com qualquer coisa, mas não falava.

Ao lado direito da mesa, numa cadeira também afastada, Ben Moody mantia o rosto fechado para todos

Ben Moldy fora encontrado na floresta densa, ao lado de uma manada. Guerreiros da procuração real foram à procura dele. Após uma pequena audiência — durou apequenas três ou quatro minutos. Ben Moody tinha sempre uma forma rápida e impulsiva de resolver as coisas. Ele falou na audiência para o juiz, Troy McLawhorn que tudo tinha sido apenas um mal entendido.

– Cheguemos à um acordo final — anunciou John, mostrava uma cara um pouco tensa — tive uma conversa com cada guarda que flagrara o momento. Tenho que admitir que ouvi mais de duas versões.

Cada pessoa naquela mesa trocou um olhar confuso com os outros. Ben Moody prendeu-se para não sorrir, estava feliz, era considerado pelo rei e dependia dele para sua vida de lucro, mas era um homem bom. Ben adorava a Amy, ele mesmo falava que os dois eram amigos.

– Confio em cada homem que se encontra nesse reino — admitiu John -. Acredito em cada um que está aqui comigo nesse momento, e por esta razão, vocês sãos os únicos que podem trazer a Bonnie de volta para Evanescere.

Ben Moody, que se deliciava com goles de Whisky 300 anos, soluçou e quase pareceu escandaloso com uma tosse muito que forçada, todos perceberam. John Lee o olhou furioso e falou:

– Já que tão — houve uma pausa — relaxado estás, senhor, General Ben Ynos Moody — ele levantou-se de seu lugar e caminhou com as duas mãos para trás — Diga-nos por qual motivo lutastes contra o respeitável Rocky Gray.

Como ele ousara? O rei John Lee só usava o termo respeitável referindo-se à Moody.

– Eu já tive meu interrogatório, vossa majestade — murmurou Moody.

– Sabemos disso, mas ao contrário de McLawhorn, sou o rei, e só eu, apenas eu, tenho o direito de libertar alguém de um julgamento!

– Não tão rápido — advertiu Sarah para o esposo — McCoy estava lá. Ele viu o que realmente houve.

– Sim, vossa majestade — admitiu Paul Mccoy — mas, infelizmente, não tenho as palavras tão igualmente em minhas memórias. Mas, se me permite, poderei entregá-la o relatório em escrita que o escrivão fez do julgamento.

E assim o fez. Paul McCoy saiu da sala pedindo licença e indo direto as escadarias de mármore e gelo. Os degraus perfeitamente simétricos à extensão da escada, levavam-no para onde ele quisesse. "Sala do tribunal" pensou ele. Ele subia e subia até alcançar uma porta que se segurava em um cordão, preso à um lustre, que estava a flutuar no ar. Dos ambos lados da escada, outras escadas, tal como a de fogo; levariam você para a fonte de água com estátuas no meio da cidadela; a escada de bronze, o levaria para o corredor dos 4000 quartos, que haviam no castelo. Não importava qual andar o quarto estava se você estivesse nesse corredor, o encontraria; a escada de madeira — o levaria para Kohj, grupo de florestas. Todas estas escadas eram revestidas por mármore.

Ele abriu a porta e adentrou nesta, seu corpo se perdeu no espaço e tempo e se encontrou parado, em pé, tonto, no corredor do tribunal de justiça e segurança de Evanescere. Sua visão falhara durante alguns segundos, então, logo que pode, caminhou até a porta dupla um pouco a frente. O corredor estava repleto de gente com roupas altamente luxuosas e com detalhes de cristais. Quando entrou no tribunal, avistou à sua fronte, Troy McLawhor, que por coincidência, estava a procura da papelada; prova que Ben Moody tentara matar Rocky Gray. Os dois conversaram sobre o assunto e chegaram a um acordo: Ben Moody seria interrogado novamente, sendo dessa vez, na frente do rei e da rainha. Após um dia, seria feita a interrogação.

A volta de Paul para a sala das reuniões não foi tão rápida e fácil. Teve que ir pelo caminho normal, mas pegara atalhos. Saindo do corredor da corte, descera as escadarias direto para o salão das conferências, uma porta de vidro negro o levou até um corredor, onde centauros tomavam chás e conversavam sobre mais uma daquelas chatas noites que estavam de vigia. Fora desse corredor, o salão de festas, então a escadaria que subia para baixo — de cabeça para baixo, para ser mais certo — e então, a entrada para os cômodos particulares do castelo. A porta da sala de reuniões estava logo ali.

– Então, o que sucedera? — questionou a rainha.

– Ben Moody será levado como réu, mais uma vez, amanhã. Desta vez, julgado a frente da corte real será.

Ben Moody bufou e girou os olhos em discordância. E assim foi feito.

No restante do dia, o silêncio prevaleceu em todo o castelo e Amy continuava a se perguntar se ela ainda teria esperanças. Chegando a noite, Amy Lee não conseguiu dormir tão fácil. "E se eu for dormir, só para pensar em você.. acordarei sem você aqui"****** . Isso era uma tormenta, que a tomou completamente e não conseguiria tão facilmente se libertar.

A manhã do dia seguinte foi uma das manhãs mais movimentadas de Evanescere. Alguns soldados de vigília espalharam para algumas pessoas do reino o que tinham visto ou ouvido. Isso se tornou uma polêmica, pois todos em Evanescere já sabiam o que tinha acontecido. Mas a pergunta era: Por qual motivo Ben Moody tentara matar Rocky Gray? Isso era impensável e levou muitas pessoas a acharem que Ben Moody estava a trair o reino. A realidade estava a breve ser revelada.

A sala do tribunal era simples e um pouco modesta demais. Troy McLawhorn estava sentado em uma cadeira de pernas extra grandes, estava vestindo uma túnica formal com laços pretos, a cor de seu vestiário era preto. Seu longo e liso cabelo negro descia até seu cotovelo, dobrado em forma relaxante. O Rei, a Rainha, Ben Moody e Rocky Gray. O juiz, então dera inicio a corte. Diferente de como deveria ser, Ben Moody começou a falar, mesmo sem a ordem, e todos o escutaram:

– Sabemos todos que Bonnie Lee foi escolhida para o sacrifício do Non-Semàt. Embora, nosso reino seja um dos mais fortes, o elenco que compõe a corte, nada pode fazer sobre tal. Ouvi, ainda antes da minha primeira audiência, que um velho levara Bonnie Lee em uma carroça, guiada por um cavalo simples. Também, esta pode ser confirmado por Rocky Gray — ele enfatizou o vocativo -. Aquele homem, no qual não fora reconhecido pelos guardas do lado L, era Sr. Mark; o mesmo que exporta as mercadorias de Evanescere para a cidade de Penellope. Contratei-o a para que levasse a pequena Bonnie Lee para as direções do lago verde no lado S..

Ben foi interrompido por McCoy, que levantou a mão na direção dele em protesto, falando:

– Mas para irmos para o lado S, não precisamos sair do reino.

– Sim! — confirmou Ben — Porém, eu tinha que criar um ar de possessão sobre Bonnie.

Nesta hora, todos os membros naquela mesa o olharam mais intensamente indignados.

– Eu tinha que criar suspeitas — continuou Ben -, tinha que fazer guardas me olharem, me fazer de bobo. Rocky Gray apareceu na hora perfeita. A simples explicação era: Havia um homem escondido perante as árvores andarilhos por ali. Ele vestia uma capa avermelhada.

Todos ali sabiam o que aquilo significava. Troy engoliu em seco, mau pode dizer nada. Mas por qual motivo Ben Moody não contara isso na primeira audiência? Estaria ele querendo verdadeiramente a presença do rei? Isto era indubitável.

– Você viu alguém a mais, como na descrição do Capitão Ben Moody, Sir Rocky Gray? — questionou a rainha indignada.

– Não — respondeu ele, também indignado.

Ben Moody levantou-se da cadeira e rodeava a mesa enquanto falava:

– Bonnie Lee está em Penellope City, na companhia de William Boyd. Estive desconfiado desde o começo, quando, na semana passada, William saíra do reino para uma missão secreta. Ele nada me falou, mas adiantou-me o principal caso: Non-Semàt. Tive muito medo do que poderia ser! Um medo que me levou a seguinte atitude. A explicação na qual descobri que Bonnie era a escolhida foi as evidências. Ninguém neste reino soube ficar calado.. ninguém. Josh Hartzler, conselheiro principal de vossa majestade pronunciara o nome de Bonnie Lee de uma forma desesperada numa conversação com William Boyd, não pude deixar de escutar. Sei que é a falta de privacidade em uma conversa que a faz aberta, mas, a de alguma forma eu sabia que ela será a este o reino à sacrificar alguém. Outra razão de sabedoria foi que, na cidadela, o movimento de guardas e monitoramento de arqueiros na parte superior do castelo estava sob medidas precárias; novos guardas estavam sendo chamados sem nem mesmo terem completado os seus treinamentos especiais. À 7 anos foi da mesma forma, quando sacrificamos aquela mulher plebe. Eu estava recebendo missões de ordens estúpidas, exageradas de armamentos e vigílias pelas redondezas. As vezes, fiquei sem soldados para proteger o próprio quartel, pois estavam todos em missões — muitas vezes absurdamente terríveis. Quando avistei Bonnie e Amy Lee saindo do castelo sozinhas — ele enfatizou esta palavra — me preocupei. Sabia que muitos homens não estariam em seus postos, mas sabia que aqueles que estão aqui dentro do castelo, não tinham como sair. Então, como a Princesa e Bonnie saíram do castelo sem ninguém a interrompê-las? Isso me lembrou da mulher plebe! Três dias antes de seu sacrifício, lembro que ela teve a oportunidade em fazer andanças por onde quisesse, e ninguém a impediria. Pouco depois quando Bonnie correu e deixara Amy para trás, a levei para o lago do lado L. Espiões encapuzados já estavam prontos para me destronar. Vi o velho resmungão da carroça e o dei ordem para levá-la para Penellope City. Ele o fez, mas ainda antes de ter sucesso, Rocky Gray me alcançara enganado totalmente. E quis me impedir e fiz com que aquele espião tivesse uma ideia mal sobre mim. Congelei o lago com Rocky Gray, mas sem medo. Sabia que ele é imortal quando no gelo! Dei sinal para os guardas que assistiam a cena do cume do lado L, eles então correram para avisar aos soldados. Eu sorri glorioso no final, sim, admito. Estava feliz por ter conseguido aquilo, então corri para a floresta mestiça, na direção onde vi o espião adentrar.

Todos boquiabriram com a versão de Ben Moody. Troy estava trêmulo e engolia em seco, nervoso, mau conseguiu pensar no que dizer. Este era o caso mais sério que já tivera.

Rocky Gray o fitava os olhos e lentamente, olhou nos olhos de John Lee e na tentativa de falar, sussurrou: "Perdoe-o". O rei por sua vez, nada falou. Um silêncio profundo invadiu a sala. No momento que Ben sentou-se novamente, viu a rainha derramar lágrimas, lágrimas de alegria, pois Bonnie estava bem, estava salva.

Notas finais
.:frases de músicas citadas no capítulo: * Like You ** Going Under *** Your Star **** If You Don't Mind ***** Taking Over Me ****** Missing