Eu te peço perdão por te amar.
19 Sentimentos.
Uma parte minha queria volta o que era antes, e a outra me dizia que eu estava diferente de mais e tinha mudado e deveria tenta coisas novas.
Não serei mais o mesmo! Já sabia disso.
Fiquei 2 dias na casa de virgem meditando, mas não conseguia me concentra totalmente. Tinha coisas para resolver, pra começar sobre meu pai adotivo.
Me levantei e subi ate o templo de Athena e lá a encontrei sentada no trono.
— Com licença Athena. – falei me curvando.
— Sim, Shaka deseja alguma coisa? – perguntou Saori.
— Eu gostaria muito de pedir sua permissão para sair do templo por um tempo. –falei ainda com a cabeça baixa.
— Posso saber o motivo? – perguntou.
— Como sabe minha vida viro uma bagunça, e eu sei que meu pa... quer dizer o senhor Fuji. – falei.
— Seu pai. Não tem nada de errado chama-lo assim Shaka. – Falou dando um sorriso para mim. E continuou falando : — Eu intendo que você tem muitas coisas para resolver, principalmente com ele. Por isso tem minha permissão.
— Muito obrigado senhorita Athena. – falei me levantando e me dirigindo ao templo.
Sabia de todas as minhas memorias, e como se meu EU antigo se fundiu com o novo. Não podia ignora as coisas tinha quer resolver! Mas pra começar seria o senhor Fuji.
Depois que arrumei minhas coisas do templo eu desci as casa, quando chego a de Aries , Mu me viu e falou :
— Já vai embora?
— Não se preocupe Mu, desta vez eu vou volta prometo! – Avisei ao meu amigo.
— Pode aposta que vou cobra! – disse sorrindo.
E com isso segui meu caminho, mas desta vez irei voltar.
Chegando em frete a mansão, apertei a campainha e fui recebido pelos empregados que estavam surpresos e preocupado com meu desaparecimento. Soube que ate que colocaram uma recompensa sobre alguma informação minha.
Sentei no sofá esperando o senhor Fuji aparecer, os empregados insistiram que eu toma-se um banho e trocar de roupa. Mas aqui não era mais meu lar, não tinha esse direito.
— Shaka! – Falo surpreso e com lagrimas nos olhos. Me levantei mas não conseguir fala nada, porque ele já veio me abrasando e chorando.
— Eu fiquei tão preocupado! ONDE VOCE ESTEVE!? – falou Fuji. Não saberia dizer ao certo se ele estava brava ou triste, ou os dois.
— Me desculpa ter te preocupada. – falei com uma voz triste.
— Bom, mas o que importa e que você voltou e esta aqui. – falou me dando um sorriso.
— Sobre isso... Precisamos conversar.
Contei tudo para ele, bem não tudo tirando a parte em que eu sou um cavaleiro de Athena. Mas o mais importante eu contei que eu fui sequestrado e que por causa disso perdi a memoria, mas agora já sabia quem eu era e de onde vim. E que ele não poderia mais fica comigo, por isso pedi a ele que retira-se a adoção. Doeu eu ter de pedi isso, e ele também parecia muito triste.
— Eu entendo Shaka, não se preocupe vou cuida disso. – falou
— Me desculpa por te causado tantos problemas. – falei com uma voz baixa.
— Não se preocupe, acredite ou não quando te encontrei, já tinha esse sentimento que você ia embora. – falou
— Mas antes, eu vim aqui também pela promessa que você me fez.
— Você ainda lembra ?
— Claro que sim! Eu ainda te considero como pai, mesmo você não sendo mais, e vou sentir muita sua falta.
Não precisava dizer mais nada, nos dois choramos e rimos.
14 dias depois
Passei um tempo muito bom com o senhor Fuji, viajamos ele me ensinou a pescar, ficamos na natureza. Parecia ate que eu estava meditando. Sempre guardarei essas lembranças.
Estava de volta ao templo, finalmente voltei! Mas antes tinha que fazer uma coisa.
Escolhi um lugar bem afastado onde tinha uma bela árvore, fiz a lapide e escrevi o nome “guardião” na pedra. E deixei muitas flores, e fiz uma oração, para que ele finalmente fique em paz.
Eu não acredito que depois de tudo que ele te fez passa, você ainda resolve fazer um tumulo para aquele monstro. – Me virei para saber quem era o dono desse comentário. Não fiquei surpreso quando vi que era o Ikki.
— Por favor Ikki, não fale dele assim. – falei
— Falo daquela coisa do jeito que quiser. – Disse irritado.
— Se você estive-se no lugar dele faria o mesmo. – falei o encarando, ele não respondeu.
Ficamos um tempo em silencio, ate que resolvi falar: — Precisamos conversar.
— Estou aqui pode falar! – falo Ikki.
— Gostaria de conversar no meu templo. – Falei dando sinal para ele me seguir.
Quando finalmente chegamos, pedi para ele me seguir ate o quarto.
— Vocês tem um quarto no templo? – Ikki disse surpreso.
— Como você acha que dormimos? – Perguntei.
— Achei que era no chão, pra ser sincero. – falo Ikki.
Ignorei o comentário idiota e fui direto ao assunto.
— Eu me lembro de tudo quando estava sem memoria! Me lembro ate do beijo que você me deu. – disse olhando para o Ikki, que estava com uma cara branca sem palavras.
— Pela sua cara, esta querendo me dizer que você não ia me conta nada ne. Se eu não tivesse recuperado a memoria ia mante segredo de mim? – Olhei meio que bravo para o Ikki.
— E você queria que eu falasse oque? : Oi Shaka você não se lembra mais nos beijamos, quando você estava desmemoriado. – Disse meio que sem jeito.
— Tudo bem eu entendo. – falei. Ficamos um tempo sem fala nada. Quando eu conseguir ter coragem para falar.
— Só queria dizer que, eu gostei. – Falei e o meu rosco começou a esquenta. E o Ikki fico parado me olhando com uma cara de choque. Talvez ele deve esta achando que tudo isso e um sonho. E eu estava muito envergonhado para fica muito tempo encarando.
— Esta falando serio? – pergunto Ikki.
— Sim... – falei baixo e tímido. Então ele se aproximou de mim, se deitando por cima do meu corpo na cama.
— Ikki, você sabe que isso não tem mais volta. – falei.
— Eu sei, você não sabe o quanto eu esperei por esse momento. – Ele nem me deixou responder já estava me beijando.
Me beijava como se estivesse com fome dos meus lábios, se aprofundando mais, e eu abria dando espaço para a língua que invadia minha boca.
Dando um tempo para respira e voltando.
Senti sendo despido, suas mãos me acariciava por todo meu corpo tirando a minha roupa, ate que eu estava completamente sem nada. Foi então que ele se levantou e tirou as suas roupas, e voltando a me envolver. Desta vez sentindo sua pele na minha e o calor do seu corpo no meu.
— Shaka. – ele gemia falando meu nome. Entre beijos e ruídos. Enquanto eu gemia seu nome cada vez que ele mexia no meu órgão genital.
— Ikki.. eu.. – falei timidamente.
— Eu sei, você e virgem. Não se preocupe serei gentil. – falou continuando a me estimular.
O toque da sua mão na minha parte me excitava, me enchendo de prazer. Então resolvi fazer o mesmo, peguei na sua parte ereta, dura e rígida. Acariciando para frente e para trás, fazendo mais gemidos.
Ate que ele me viro de costas, me preparando para recebe-lo. Enfiando o dedo quente no meu anus, doía mas com o tempo a dor diminuía e vinha o prazer. Sentindo aquele dedo quente dentro de mim.
Então senti uma coisa maior e dura me entrando, me rasgando por dentro fazendo com que eu gritasse de dor e prazer ao mesmo tempo.
— AHHHHHHH !! AHHHHH – gritava. Enquanto Ikki me beijava no meu pescoço, e indo pra frente e para trás. Fazendo com que meu corpo ia no ritmo.
Depois disso o prazer foi tão grande que gozei, expelindo liquido por toda a parte enquanto sentia o mesmo liquido dentro de mim.
Aquilo me levou ao limite pior do que uma luta, eu estava exalto! Quando senti ele me deixando, me deitei com tudo na cama ofegando.
Ikki me abraçava deitado ao meu lado, e então tudo ficou escuro.
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Não sei quanto tempo tinha adormecido, mas estava muito confortável que não queria levantar.
— já acordou? – perguntou Ikki.
— Sim. – falei envergonhado me lembrando do que tínhamos feito.
— E agora ? – perguntou Ikki curioso.
— Como assim e agora? – Falei.
— O que nos somos? – perguntou meio preocupada. Eu ri baixinho e então sorri e disse.
— Acho que nos temos um relacionamento, que tal namora pra começar ? – perguntei animado.
— Por min esta ótimo! – Falou muito contente.
Então ele me abraçou e me beijou, um beijo muito romântico.
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