Notas iniciais
Oba! Mais um capítulo rssssss Me senti meio idiota escrevendo esse capítulo mas enfim, espero que vocês gostem xD Ideias, sugestões, correções, fiquem à vontade. E acho melhor eu nem falar de capa mais, que vergonha rs Boa leitura!

Quando Lucas acordou, sua mãe já estava atendendo clientes em casa e seu pai já havia saído. O garoto preguiçosamente tomou café da manhã, ainda de pijamas, e sentou-se na sala para assistir um pouco de televisão, mas no final das contas não achou nada que prestasse, por isso desistiu e foi mexer um pouco no computador.

Lucas estava vendo algumas notícias na internet quando a última cliente da manhã foi embora e dona Luiza foi para a cozinha preparar um almoço.

Enquanto os dois almoçavam, Lucas explicou para a mãe que iria a pé para a casa de Marcelo, e que ele já havia pegado o endereço com seu amigo. Depois do almoço, Lucas lavou a louça, como de costume, e depois deitou no sofá enquanto mexia no celular.

Em um dado momento, recebeu uma mensagem de Marcelo, que perguntava quando Lucas apareceria. Então, o garoto deu por si que já havia mexido bastante no celular, e foi se arrumar para ir à casa do amigo.

Lucas banhou-se, vestiu-se, despediu-se da mãe e foi caminhando até a casa de Marcelo. No caminho demorou mais ou menos vinte minutos, por sorte conseguiu abrigar-se do sol em algumas árvores. Quando percebeu estar chegando, procurou a casa, que, segundo a descrição de Marcelo, deveria ser amarela com um portão marrom.

Tocou a campainha.

Marcelo veio lhe receber sorridente, de camiseta e bermuda, abraçando-lhe ao abrir o portão. Lucas ficou um pouco constrangido, pois tinha a testa um pouco molhada de suor, mas o amigo não pareceu se importar.

— Meu vídeo game é um Play Station 2 velhinho, espero que você não se importe.

— Claro que não – respondeu Lucas, sorrindo.

Entrando na casa, os dois atravessaram a sala.

— Vou te apresentar para os meus pais – disse Marcelo.

O amigo chamou os pais, que estavam dentro do quarto. Os dois saíram para cumprimentar Lucas.

— Prazer, Lucas – disse a mãe, acenando-lhe – fique à vontade.

— Obrigada, como vocês se chamam? – perguntou.

— Leonardo e Patrícia – respondeu o pai.

Os dois amigos então voltaram para a sala, Lucas sentou-se no sofá de três lugares enquanto Marcelo pegava os jogos.

— Que tipo de jogo você gosta? – perguntou Marcelo.

— Não sei – respondeu Lucas – raramente jogo vídeo game.

— Bom, então vou mostrar os que eu tenho aqui pra você.

No meio daqueles jogos, Lucas já conhecia alguns famosos, como o GTA e Resident Evil, outros nunca havia visto. Sem saber o que dizer, sugeriu que Marcelo escolhesse.

— Vou escolher um pra gente jogar junto – ele disse – de luta.

Então, escolheu o Mortal Kombat. Marcelo dirigiu-se para a televisão, o Play Station já estava arrumado, e colocou o jogo para rodar, levando um controle para Lucas.

— Já jogou antes? – perguntou Marcelo.

— Já – respondeu Lucas – faz muito tempo. Lucas já havia jogado na casa de seus amigos quando era mais novo, mas não conhecia todos os personagens.

Quando o jogo começou, Lucas se perguntou com qual personagem ele gostava de jogar, ele não conseguia lembrar direito, por isso foi olhando e escolheu um que parecesse interessante.

“Quais eram os poderes dele mesmo?”, perguntou-se.

No fim das contas, Lucas acabou perdendo feio. Ele resolveu trocar de personagem, mas não pareceu uma boa solução, já que perdeu de novo.

— Acho que sou meio ruim – comentou, rindo.

— Liga não – disse Marcelo – com certeza você ainda vai ganhar de mim hoje.

Realmente, Lucas conseguiu ganhar algumas vezes. Lembrou-se de alguns poderes, Marcelo também lhe deu algumas dicas com os botões, e no final acabou se divertindo.

Em alguns momentos, pensou que estava prestes a perder, mas consegui reverter a situação. Em outros, era ele que acabava sendo derrotado, ou jogado pra fora do cenário, quando tudo indicava o contrário.

Os dois xingaram e riram muito – coisas que não irei reproduzir aqui – eram dois meninos jogando, afinal de contas.

— Vamos fazer um lanche? – sugeriu Marcelo.

— Vamos, estou ficando com fome.

Marcelo parou o jogo e os dois foram para a cozinha. Havia bolo de cenoura e também suco. Cada um serviu-se de uma generosa fatia e sentaram-se na mesa para comer.

— Nossa, esse bolo tá uma delícia! – disse Lucas.

— Foi a minha mãe que fez.

— Ficou perfeito – elogiou.

Os dois comeram enquanto conversavam.

— Não aguento mais assistir a aula do Fabrício, ele é muito chato! – reclamou Marcelo.

— Ele já brigou várias vezes comigo por conversar – comentou Lucas, rindo.

— Eu fico só desenhando.

— Você desenha?

— Desenho sim.

— Me mostra seus desenhos? – perguntou Lucas.

— Claro, daqui a pouco eu te mostro.

— Aceita mais? – perguntou Marcelo.

— Com certeza! Obrigado.

Depois de terminar de beber o suco, Lucas recolheu seu prato e seu copo e foi lavá-los à pia.

— Não precisa, Lucas!

Lucas terminou de lavar, rindo, e voltou para a mesa. Marcelo então foi lavar a sua própria louça. Quando acabou, chamou o amigo para conhecer seu quarto.

Ele era simples, uma cama, ainda bagunçada, guarda-roupas, uma mesinha com alguns livros. Enquanto Marcelo procurava seus desenhos, Lucas aproximou-se dos livros.

— Você está lendo Harry Potter?

— Estou terminando o último livro, você já leu?

— Não, só vi os filmes mesmo.

— Se você quiser eu posso te emprestar.

— Ah, obrigado, tenho vontade de ler.

— Então pode pegar o primeiro que está aí na mesinha pra você levar hoje.

— Posso demorar pra devolver? – perguntou Lucas.

— Não precisa se preocupar – disse Marcelo, rindo – desde que devolva um dia, né.

— Haha, obrigado!

Marcelo sentou-se na cama com uma pasta na mão. Tirou alguns desenhos, chamando Lucas pra ver. O menino sentou-se também e pegou os desenhos na mão.

— Nossa, são perfeitos! – elogiou.

— Obrigado – agradeceu – não são tão bons assim – disse sem graça.

Eram vários desenhos diferentes, algumas pessoas, homens vestidos de lutadores, de cavaleiros, desenhos de objetos, paisagens.

— Deixa eu ver esse aqui! – disse Lucas.

— Não, esse não, esse é feio! – tentou esconder Marcelo.

— Não é nada, deixa eu ver.

Marcelo, finalmente, mostrou. Era um desenho de um homem montado num cavalo. Lucas não entendeu por que o desenho era feio.

— Está lindo, o que tem de errado?

— Ah, acho que não ficou muito bom – disse Marcelo – olha, esse aqui é o meu melhor desenho.

Lucas pegou para observar. Era um dragão, perfeito. Marcelo desenhou cuidadosamente suas escamas com o grafite, sombreando-as com paciência.

— Nossa, que lindo!

Enquanto admirava o desenho, o celular de Lucas começou a tocar. Era a sua mãe.

— Alô, mãe?

— Oi, Lucas, onde você tá?

— Tô aqui na casa do Marcelo.

— Você vai ficar muito tempo aí? Daqui a pouco vai ficar tarde.

— Já vou pra casa, mãe.

Lucas se despediu da mãe e guardou o celular.

— Minha mãe pediu pra eu voltar pra casa.

— Ainda está cedo, está sol ainda.

— É que a minha mãe fica preocupada.

— Ok, vou te acompanhar até a porta – falou Marcelo, antes, ele foi até a mesinha do quarto pegar o livro que iria emprestar a Lucas.

Os dois amigos chegaram ao portão, Marcelo entregou o livro a Lucas e os dois se abraçaram.

— Até mais, Marcelo.

— Até mais.

Notas finais
É isso aí, até o próximo capítulo, pessoal.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.