Na maior parte do tempo eu me odeio, mas há alguns pequenos momentos que eu me amo tanto e sinto um orgulho grande por mim.

Um deles foi em relação às minhas histórias; a minha vontade de contar uma história foi tão grande que, embora o feedback modesto, eu não desisti de escrever.

No início foi ainda mais difícil porque não sabia escrever. Eu não sabia mesmo escrever.

E desde criança eu sonho imagens na cabeça, talvez por isso eu desenhe bem.

Mas é óbvio que veio momentos que me senti (ou sinto) tola, que quis deletar minha conta, que achei que o motivo de ter poucos favoritos foi porque tudo que produzia era ruim.

Esse é um pensamento persistente que acaba só quando vejo um filme, leio um livro; algo inspirador que me faz entrar num êxtase e paro de me odiar. Na verdade, me torno uma pessoa melhor, porque o desejo de fazer algo inspirador tão quanto é maior que o desejo de por fim a minha vida.

Eu quero muito um dia contar uma história.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!