Eu odeio amar você
8 Capítulo 7- Você é minha submissa
Notas iniciais
Capítulo 7
Você é minha submissa
EPOV
Assim que deixei Alice em seu estúdio eu voltei para casa queria revisar o contrato. Entrei no escritório e abri o arquivo, eu sempre fora um bom Dom, eu gostava de uma cumplicidade ao montar o contrato, por isso fazia as perguntas que Bella respondera em um questionário.
O que muitos não entendem é que você não perde sua privacidade se não desejar isso, não irá para uma tortura maior se essa não for a sua vontade, eu já participei de uma cena sendo um Top foi de longe uma das maiores gratificações, mas é algo que almejo raramente.
Voltando a minha atenção ao questionário de Bella:
Oral, ela respondeu sim, grau de prazer me surpreendeu ela colocar 5.
Explicando meu questionário era basicamente montado com algumas opções para serem marcadas sim ou não e em uma escala de 1 á 10 quanto lhe deu prazer.
Anal, ela respondeu sim, o meu espanto fora que a sua letra tremula estava escrito:
Obs: não foi consensual. Isso me deixou curioso, grau de prazer 0.
Vendada, ela respondeu não.
Espancada, nesse instante meu coração saltou e o Edward dentro de mim gritou desesperado, ela respondeu sim, e um grande 0 de nota.
“Você vai destruí-la”, essa voz gritava dentro de minha mente.
Meu espanto fora quando a pergunta: De todas as opções acima qual não deseja realizar, ela respondeu: Nenhuma, posso experimentar todas.
Com base em seu questionário e minhas exigências comecei a elaborar o contrato para Isabella.
− Edward. − a voz de Rose me retirou da concentração nas mudanças do contrato.
− O que foi?
− Estou te procurando a manha toda. − ela cruzou seus braços .
− Você é muito possessiva. − falei sorrindo − Fui comprar a coleira de Bella.
− Mas já? Você irá persistir nisso? − Rose batia seu pé freneticamente no chão.
− Se ela vier ate mim amanha já devo estar com a coleira.
Falei naturalmente como se falasse de uma de minhas subs de costume.
− Isso está indo longe demais. − ela sentou-se a minha frente. — Você não esta envolvendo sentimento nisso?
"Estou?"
− Não!
− Pois não é o que está parecendo. — ela se debruçou me encarando firme − Você não está tendo recaídas? Pois foi algum tipo de namoro em Forks.
− Definitivamente você não me conhece Rose − talvez conheça.
− Espero que pense como Dom nessa situação... Ah! Espere! Você não pode pensar como Dom. Ela é casada.
− Rose. Qual é? Pare de duvidar de minhas intensões. Eu estou somente tendo novas experiências.
− Edward, espero que para seu bem e de sua sanidade de Dom isso seja verdade, não deixe essa garota destruir tudo que você lutou para conseguir.
Ela Retirou-se me deixando intrigado com a sua atitude.
Voltei minha atenção ao computador novamente verificando cada ponto do contrato. Mas a merda era que teria que mudar muitas coisas eu estava disposto a sair mais uma vez de minhas regras.
(***)
A manha foi ocupada por meus tradicionais exercícios. Depois de um reconfortante banho decidi sentar ao piano. Fazia anos que eu não tocava uma musica em especifico a que fora a minha preferida antes e depois algo em meu intimo travou.
Clair De Lune, o problema era que o Edward adormecido acordara e era ele a assumir as teclas.
Para fazer sucesso eu tive de trancar essa parte sentimental que existia dentro de mim. Quando fui apresentado ao mundo BSDM isso fora util. Mas algo mexeu comigo eu evitava pensar o verdadeiro motivo.
O Dom estava adormecido nesse instante e as notas suaves me trouxeram uma lembrança distante e que achei ter apagado por completo.
Bella sentada ao meu lado enquanto eu tocava para ela as notas de Debussy.
Porque eu estava sendo testado dessa forma? Era como se estivesse levando um soco no estomago
− Senhor Cullen? − a voz de Carmem me fez parar com a musica graças aos céus por isso.
− Diga. − fechei a tampa do piano.
− A senhora Newton está a sua procura.
Demorei assimilar Isabella ao sobrenome, não combina com ela.
A lembrança retida veio de uma conversa engraçada de nos dois juntando nossos nomes.
Mandei o Edward fraco voltar a se recolher se eu ia vê-la ele deveria estar seguro sem se manifestar. Já é complicada demais essa situação.
− Obrigada Carmem.
Segui ate a sala de entrada Isabella estava em pé ao lado de um dos moveis repleto de fotos.
− Vejo que ainda lembra-se de Forks — muitas das fotos eram antigas de meus pais Rose e eu − Ouvi que tocava Debussy assim que cheguei.
Merda! Ela queria mesmo me derrubar.
− O que veio fazer aqui? − soei rude, o Dom assumia sua posição.
− Precisava esclarecer algumas coisas. − o seu tom era mais arrogante do que estava acostumado a ouvir.
"Cuidado Isabella" estou vendo que terei um pouco de trabalho.
Porra mas se ela estiver aqui para desistir? O Edward sensato vibra, mas meu ego agora quer ir até o fim.
− Você deve medir a forma que profere as palavras.
− Não. – ela disse petulante − Eu realmente quero falar dessa forma. Antes de aceitar qualquer acordo eu quero deixar uma coisa clara.
− Justo! − claro que uma submissa jamais faria isso, mas fiquei curioso em saber o que ela queria dizer.
− Assim que eu colocar a sua "coleira" − ela enfatizou com aspas no ar − saiba que tudo que fizermos ou você me ensinar e até mesmo minhas ações serão baseadas nisso.
− Eu não espero diferente. — respondi firme, mas estava vibrando com fogos interiormente assim que ela confirmou q iria aceitar. − mas isso iriamos tratar a noite?
− Sei que como Dom eu devo seguir as suas ordens, entretanto não estou usando ainda sua coleira e meu marido quer ter uma despedida hoje antes de viajar, não poderei me ausentar.
− Entendo — esse é um preço a pagar por ser Dom de uma mulher casada.
− Outra coisa importante – ela continuou ainda mais firme − Eu fui, sim em busca disso, em busca dessa relação e não sei porque raios Alice indicou a Pandemônio e o Antony. Mas aceitei porque realmente tive receio de procurar outro lugar. Que fique bem claro que não há sentimento nenhum.
O Edward interno ficou desolado correndo para o canto se encolher, enquanto o Dom estalou seu chicote Você está no caminho certo Isabella esse é um ponto importante.
− Já deixou claro sua posição? — perguntei friamente.
− Sim, mas tem mais.
Santo Deus essa mulher é o inferno.
− Prossiga. -− usava meias palavras, não confiava em mim falando com ela. A fodendo seria outra história, mas conversar era complicado.
Bella sempre fora inteligente, isso que atraiu nela. Serio eu me interessei no poderoso cérebro dela. Ela é linda nunca vou negar isso, mas ela sempre fora única. Por esse motivo que conversar era território perigoso.
− Meu marido viaja hoje para Seattle irá resolver muitas coisas e em seguida ele ainda ficará um tempo resolvendo algumas pendencias, me recusei ir com ele e você viu o resultado disso, espero que sempre que isso acontecer você faça como ontem: ignore.
− O farei − ignorar? Mal ela sabe como me afetou ver ela marcada. Se ela soubesse que um Dom nunca admitiria isso.
− Mas ele hoje aceitou que eu viaje com Alice para Paris. − eu já sabia dessa possibilidade, mas mesmo assim eu estava estalando o chicote em minha mente.
− Isso nos dará dias tranquilos para trabalharmos não acha?
− Sim, mas tenho que atender qualquer ligação dele a qualquer hora.
− Acho que terá horas em que isso será impossível. − levantei a sobrancelha encarando a sua reação.
− Digo... − sim ela imaginou. E eu gostei de sua expressão imaginando o que eu farei com ela.− na maioria das vezes.
− Se você Isabella citou todos seus argumentos isso só pode dizer que irá aceitar.
Ela protelou um pouco.
− Sim eu irei aceitar.
Edward molenga e sentimental estava em prantos ele gritava: isso não ira dar certo alguém irá se machucar, mas o Dom, esse estava dando pulos de alegria.
− Vamos a meu escritório podemos resolver isso agora.
Caminhei sem observa-la por deus queria olhar para ela estudar suas reações, me faltava a coragem necessária.
O Dom pegou seu chicote e sem piedade chicoteou o Edward volúvel o fazendo voltar choramingando para o canto se encolher em uma bola e lá ficar.
Corra Isabella, corra enquanto é tempo, eu posso ser perigoso, mas o Dom proferia essas palavras em minha mente não com pesar, mas se enaltecendo.
− Sente-se. – disse pegando a cadeira e colocando no centro do escritório.
− Isso é... – imediatamente a encarei, ela não deveria falar sem que eu a permitisse.
Virei-me e passei a chave na porta, com uma irmã louca pairando e persistindo que eu parasse, andando pela casa, teria de me prevenir.
− Muito Bem Isabella, sua cabeça sempre estará baixa, você leu os papeis e sabe que não pode falar sem ter meu consentimento. – esperei e bom, ela não disse nada – pode responder.
− Sim eu sei ... – vamos Bella não espere eu lembra-la – Senhor – um suspiro de alivio foi solto, ela estava se saindo bem.
− Essa é a sua coleira – eu peguei a caixa em minha mesa de veludo preto e cheguei até ela – pode olhar.
Que porra de olhar, era o olhar que iria despertar o Edward encolhido, o Dom somente levantou o chicote em mostra que aquele é o momento dele.
Abri a caixa revelando a gargantilha delicada de brilhantes.
− Assine os papeis, e eu á colocarei em você. – ela levantou-se foi até a mesa, nem ao menos leu nada e assinou.
− Você deveria ter lido, porque não leu? – ela continuou calada – Isabella quando eu faço a pergunta diretamente a você, pode responder prontamente.
− Confio em você... – ela mordeu o lábio inferior – Você é meu Dom, devo confiar, e eu já li o contrato, creio que não mudou muita coisa.
Ela queria me retirar a sanidade mesmo, porra ela agiu perfeitamente. Realmente eu mudei pequenos detalhes.
− Sente-se. – ela novamente sentou, peguei seus cabelos afastando para o lado revelando seu pescoço e pequena tatuagem que ali estava, desta vez eu consegui ver a Clave de sol.
Evitei o sentimentalismo e envolvi seu pescoço a corrente, fechei e dei a volta para observar ela usando o adereço.
Aquele parecia o lugar exato em que a coleira deveria estar, seu colo perfeito, o Dom agora estava se desmanchando, perdendo o controle, minha ereção se intensificou.
Minha mão foi por puro instinto a seu pescoço, sim ela pertencia ali.
Desci por seu corpo sem aviso, ela era minha, minha submissa agora que estava encoleirada, eu não precisava pedir.
Minhas mãos chegaram a sua coxa, ela usava um vestido leve, tentador! Subi e senti o calor que ela emanava em meio a suas pernas.
Continuei a passar as mãos em seu corpo, meu corpo, chegando aos seios eles estavam endurecidos, sim ela estava sentindo prazer.
Fiz uma pinça com o polegar e os indicadores, pressionando forte em cada um dos mamilos sob a roupa.
Ela soltou um gemido! “porra que som delicioso”.
− Você gosta disso? – eu estava sendo rude propositalmente.
Quando ela se demorou em responder eu pressionei mais forte, eu sou um Dom, repetia mentalmente.
−Sim... – ela gemeu e eu pressionei mais forte – Sim senhor!
Muito boa garota. Soltei seus mamilos e levantei me corpo, encarando a cena, montando a minha primeira marca de território, eu teria de toma-la de uma forma ou de outra.
− Retire suas roupas− eu disse firme.
Ela levantou-se e deixando as alças do vestido caírem por seus ombros, a visão de seus seios a mostra me deixou mais duro, eu deveria resolver isso logo.
− Agora retire a minha roupa – ela não protelou, chegou próxima a meu peitoral, ela desabotoou os botões de minha camisa, revelando as tatuagens em meu peitoral, graças aos céus ela não decidiu passar suas mãos em minha pele, ela foi diretamente a minhas calças, retirando tudo, eu estava somente com minha cueca box, mesmo assim ela pode perceber a intensidade de minha ereção e corou de uma forma absurda para a uma mulher.
Porra essa cor de sua pele nunca vai mudar, sempre será a mesma garota que cora com tudo?
Merda, até mesmo o Dom agora se rendia aos encantos de Bella.
Sua calcinha de renda branca era sensual a seu modo, eu me demorei em analisa-la novamente, o que eu faria? Estava me perdendo e nunca me perdera em uma cena antes.
O Dom se deixou levar por um instante, ele protelou, ele não mais queria domina-la ele queria se compadecer de Edward encolhido e acalenta-la, a fazer se sentir mulher a maneira certa, esquecer que aquele ferrado do Mike a fazia sofrer.
Não! Eu deveria ser forte, isso não iria mudar nada, ela deixou claro, somente um contrato e eu deveria ensina-la como ser uma submissa.
Isso não vai acabar bem! Não vai.
Segurei firme em seus braços e vi temor em seu olhar. Não tema Isabella, eu não vou machuca-la, não por enquanto!
Movi seu corpo até a mesa, e em um movimento eu debrucei seu corpo sobre ela, em um movimento a sua calcinha de renda estava abaixada ate seus joelhos. Peguei uma camisinha em cima de minha mesa.
Retirei meu pau o libertando e o envolvendo na película, observei a posição dela, cheguei com a ponta dele em sua entrada, estava melada, sim ela queria.
Debrucei meu corpo, e cheguei a sua orelha, prendi o lóbulo em meus dentes.
− Entenda Isabella, como sabemos isso não é nada, nada além de você entregar a sua submissão, entendeu, é você aceitando eu como seu Dono. Mova a cabeça provando que entendeu.
Ela moveu a cabeça e eu pude ver um singelo sorriso, aquilo foi lindo.
Segurei firme em seu quadril e me enterrei dentro dela sem dó, senti as suas paredes me receberem, ela gemeu eu senti agora ela se ajustando ao meu tamanho.
− Você é apertada Isabella – sim era, ainda era, empurrei as lembranças e comecei a fode-la sem protelar ou parar, estava a caminho do inferno eu sabia, mas nesse momento estava no céu.
Debrucei sobre ela beijando sua coluna e pescoço, fiquei ereto e em um ritmo constante de vai e vem sentindo meus testículos baterem em sua intimidade.
Minha mão seguiu o caminho de sua coluna, e eu agarrei seus cabelos com força, a puxei para que eu sentisse meu peitoral em sua pele.
Minha mão foi direta em seu pescoço, sim ela estava sendo fodida e dominada.
Sua intimidade melava cada vez intensamente meu pau rijo, eu estocava intensamente.
− Fale Isabella! – incentivei, queria a ver ter reações.
− Está muito bom, mais rápido Edwar... – eu nem iria ligar se ela falasse meu nome, mas ela corrigiu – Senhor, mais rápido – ela gemeu mais intensamente, estava sentindo as paredes me apertarem mais.
− Vamos Isabella, goza em meu pau, agora.
Foram mais investidas, batendo meu corpo ao dela, estalos poderiam ser ouvidos, a mesa se movia fazendo um som agudo no piso de madeira, mas eu só queria sentir.
E então ela se derramou, ao mesmo tempo que eu me liberei, que porra de sexo bom.
Dei um leve tapinha em sua bunda.
− Ainda quero deixa-la bem vermelha. – sai de dentro dela retirado a camisinha, erguendo a minha cueca e pegando minhas roupas.
− Se vista! – neste instante eu me lembrei de um detalhe, dei um suspiro – seu marido está em casa?
− Não senhor – muito bom, mas vi seu semblante se decair ao mencionar o traste.
− Lembre-se – cheguei até ela antes que vestisse sua roupas, segurei seu seio firme, e cheguei a seu ouvido – Você é minha agora, minha submissa, e mesmo estando casada com ele, deve lembrar-se disso o tempo todo, principalmente quando ele foder você.
Sabia que isso era baixo e arrogante, mas ela pedira por isso.
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