Eu odeio amar você

12 Capítulo 11- Quem quer rosas, ganha espinhos


Notas iniciais
Bom dia, hoje minhas notas estarão fraquinhas, estou triste, vou explicar : Deletaram meu facebook da Izis Cullen Fanfic. sim a nova politica de privacidade do facebook acusou a minha conta como sendo falsa, então eu estou muito chateada com isso. quem quiser me adicione em meu facebook pessoal LINK: https://www.facebook.com/adilete.nepeldossantos (Adilete Nepel) Dila Nepel Vou usar somente essa no momento

Capitulo 11

Quem quer rosas, ganha espinhos.

EPOV

Eu não estava completamente certo de dizer-lhe a verdade, mas também não queria mentir e acabar com a confiança que ela tinha em seu Dom.

Observei seu olhar, porra de olhar maldito, fora ele que acordou o outro Edward.

− Eu deveria ter te dado sua gratificação por aguentar a punição até o final. – eu falei firme, e o Dom sorria, mas Edward estava novamente se recolhendo −, mas não poderia ter sido daquela forma.

− Como assim? – ela estava jogando eu sabia.

− Não envolvendo...

− Sentimento – ela me cortou e eu a encarei firme novamente.

− Tome cuidado com as palavras, eu não usaria essa, mas se prefere, eu fui além de uma linha que não podemos ultrapassar, foi errado.

− Se foi errado porque fez? – ela não iria parar? – Sabe o que significa aquela musica para mim? Porque começou a toca-la?

− Quando assumi ser um Dom eu eliminei tudo que fosse ligado a sentimento, eu realmente...

− Não quero sua história de Dom.

− Isabella, cuidado com o Tom de voz.

− Posso pedir uma coisa? – eu consenti – Não faça mais nada que não seja para me treinar como uma submissa, é só esse nosso acordo.

Eu concordei mesmo relutante, Edward pode voltar a se recolher e lamentar, ela está quebrada e de alguma forma eu comecei isso no passado, merda!

− Então você quer treinar mais?

− Você pode até retirar essa de liberdade na viagem, eu aguento, só quero que não fique estranho mais, quero que esse acordo de certo, ou quando voltarmos eu porei um fim nisso. – ela estava me intimando ou a ela mesma?

− Não vou retirar nada, é minha decisão de Dom você não pode contestar, mas aqui dentro então se deseja, serei seu Dom, e estão finalizados os diálogos livres dentro desse quarto! – gritei, sim eu gritei.

Mas Bella não se intimidou ela me encarou firme antes de baixar seu olhar.

− Sim senhor!

Estávamos esclarecidos.

− Vamos jogar então! – falei duramente e o Dom agita seu chicote. – Dispa-se e sente-se na cama.

Eu trouxera alguns apetrechos não muitos, uma viagem de avião limitava meu arsenal porém o suficiente.

Chicote, mordaça, venda, prendedor de seios, esse me animou muito.

Observei atentamente ela fazer o que mandei e eu tinha algemas ou cordas, qual usar?

O Dom apontava para as cordas, sorri com a possibilidade, eu trouxera um vibrador e um consolo ambos de formas e tamanhos diferentes.

Deixei tudo espalhado na mesa do hotel, a cama não iria me ajudar, mas a ideia da corda fora muito boa.

− Hoje Isabella eu testarei sua resistência a dor, você pode usar as palavras de segurança, lembre-se, mas se eu a amordaçar, teremos um código.

Ela me encarou.

− Responda se entendeu.

− Sim, entendi.

Uma falta Isabella, porque faz isso? Cheguei próxima a ela e segurei os bicos de seu seio com firmeza.

− Entendeu o que? – Ela gemeu, mas não falou, eu pressionei mais.

− Entendi senhor! – boa menina.

Acariciei a região onde apertei

− Eles gostam de dor Isabella! Eu sinto isso.

Fui até a mesa e peguei o prendedor de seios, e coloquei em cada um de seus mamilos rosados.

Ela gemeu, e eu amava esse som, observei ela se deliciar quando eu puxava as correntes presas neles.

− Você deve ser amarrada, eu amo uma submissa amarrada.

Eu retirei minha camisa, e meus sapatos ficando somente de calças, fui ate a mesa e peguei a corda.

− Coloque suas mãos para trás. – eu ordenei – ela o fez, eu peguei a ponta da corda e dei algumas voltas, não muito apertadas.

− Lembre-se, ainda tem as palavras.

Abaixei-me e envolvi a corda em sua cintura e com o resto dela eu envolvi em seu tornozelo esquerdo.

− Agora vamos deitar Isabella. – ela deitou virada para cima, eu amarrei a corda ao pé da cama, ela estava somente com uma perna solta.

Se eu tivesse mais corda resolveria isso, mas por hora estava muito bom.

Subi em cima de seu corpo e segurei em seu pescoço.

− Você quer provar da dor que dá prazer Isabella? – seu peito subia e descia na expectativa, sim ela queria, entretanto eu precisava ouvir.

− Quero senhor!

Coloquei minha mão em sua intimidade, estava totalmente encharcada, pelos céus! O que essa mulher tem? Já vi submissas experientes demorarem mais para começar a sentir.

Sai de cima dela e cheguei a mesa pegando a venta e a mordaça. Voltei a seu corpo estirado na cama.

− Vou te vendar, e te amordaçar, cuidado ao mover a cabeça, se você quiser parar você ergue a sua cabeça do travesseiro imediatamente, eu paro! Se desejar que eu somente vá mais com calma você mova sua perna solta, então está ciente que terá de se manter imóvel se quiser ir até o fim?

− Sim senhor! – muito bem Isabella, você mal sabe que eu já fui um Top, isso se você sabe o que é, mas eu sei pegar leve.

A coloquei a venda e a mordaça, ela estava agora imóvel, e eu teria trabalho a fazer.

Peguei o chicote, e o vibrador, céus em uma única cena eu usei quase tudo que trouxe.

Eu teria trabalho para bolar cenas diferentes.

Ergui a perna dela que estava solta, e me coloquei a frente de sua vulva melada. Introduzi o vibrador em sua entrada, observei que ela estava muito excitada com a situação, eu a desejava, mas agora eu tinha um trabalho.

Ela gemeu, mesmo amordaçada eu escutei o som abafado.

− Vou começar! – avisei e bati com o chicote em sua vulva, não tão fraco como a primeira vez no quarto de hospedes, entretanto não forte para uma submissa experiente.

Ela somente gemeu, eu passei minha mão em seu clitóris e ela estava gemendo, eu bati mais uma vez com o chicote, ela era boa!

Nesse instante intensifiquei, puxei as correntes do prendedor de seios e ao mesmo tempo chicotei, ela iria levantar a cabeça, mas se manteve firme, a vi relutar em mover a perna.

− Você está achando forte demais para você? Mova a cabeça em resposta.

Ela moveu de um lado a outro, não.

Então eu puxei com mais força as correntes e bati mais uma vez, sua entrada escorria.

− Você gosta disso, você é minha submissa, e gosta de sentir dor.

Eu continuei a sequencia quando notei seu corpo se contorcer, sim ela era perfeita, ela estava atingindo um orgasmo durante a dor.

Isabella, você nascera para ser uma submissa. O Dom em minha mente aplaudia, eu estava no caminho certo.

Quanto a Edward recolhido, ele espiava, ele realmente não acreditava que ela conseguiria, porém ela conseguiu.

− Isabella, você está de parabéns.

Eu comecei a solta-la, e assim que retirei a sua mordaça ela estava com aquele rubor pós sexo, eu amei aquela cor, passei minhas mãos em seu rosto suado.

− Você aguentou muito bem! – ela estava ofegante. – Pode falar se quiser dizer algo.

− Eu tive um orgasmo! – ela disse como se isso fosse raro, eu já á senti tendo um orgasmo, entretanto ela se referia a ter um orgasmo daquela forma.

– Sim você teve.

Peguei o material todo e entreguei a ela.

− Você vai até a pia do banheiro e lave tudo, sempre será responsável por cuidar de seu material.

Ela concordou e vi que saiu meio tonta, eu ri com a imagem, deitei minha cabeça no travesseiro enquanto ela fazia seu trabalho, estava realizado, minha ereção era incomoda, mas já iria dar uma gratificação a Bella.

Ela voltou e eu encarei as leves marcas em seu seio, nada que não fosse desaparecer logo.

− Isabella, você chegou a seu orgasmo, agora deve me recompensar.

Ela estalou seus olhos em minha direção.

− Deite-se, quero foder você como uma cadela hoje, de quatro.

Ela subiu na cama de uma forma tão sexy que minha ereção estava pulsando, ela era sensual.

Retirei minhas calças imediatamente liberando meu pau rijo.

Posicionei-me atrás dela, passei minha mão em sua entrada e céus ela estava molhada já! Dei um leve tapa em seu traseiro e coloquei-me dentro dela de uma só vez, ela choramingou, mas logo relaxou.

Acomodei-me dentro dela, segurei seu corpo firme e comecei a foder intensamente, minha mão deixou seu quadril quando o ritmo estava constante e passei por suas costas, ela estava gostando, meus dedos enroscaram em seus cabelos os puxando para cima, deitei meu corpo de modo a morder seu ombro.

Ela gostava de dor, e isso a fez rebolar.

− Vamos Isabella pode rebolar, se solta eu deixo.

Ela rebolou mais, sim ela teria outro orgasmo, Dom você esta vencendo, é isso mesmo que ela quer.

− Vamos mostre que você gosta de ser fodida igual a uma cadela no cio.

− Sim senhor eu gosto!

Muito boa Isabella.

E eu terminei meu trabalho nela, deixando ambos desfalecidos e cansados.

Pensei em um banho, porém estava cansado demais, a puxei envolvendo seu corpo com um lençol ela logo adormeceu.

(***)

Desta vez acordei na hora certa, meu corpo estava relaxado, observei Bella ainda adormecida, a deixei e fui ao banho, eu teria meu desfile.

A agua estava revigorante, hoje ambos em minha mente estavam calados, acho que tanto o Dom e Edward estavam satisfeitos com o que ouve, fui um ótimo Dom e Bella gostou.

Isso estava se mostrando fácil novamente.

Depois de um longo tempo ao sair minha roupa estava esticada em cima da cama, completamente alinhada, Bella estava me mimando.

Mas ela não estava lá. Suas roupas estavam no quarto de Alice, então ela deveria ter ido se trocar.

Assim que estava pronto eu verifiquei todos os objetos limpos e os coloquei na maleta.

Passei o cartão na porta e assim que eu abri a minha porta a porta do quarto de Alice fora aberta também, revelando uma Bella estonteante, a gargantilha combinava com todo o conjunto, ela estava de saltos um vestido bege que delineava todo seu corpo, digna de estar em um desfile.

A maquiagem sempre suave, estava agora preenchida por um forte batom vermelho, seus cabelos estavam para um único lado, eu amei aquela visão com a força total, eu iria ao inferno com certeza.

Eu poderia dar o braço a ela, mas isso seria errado não em publico, que merda você ser casada Bella.

− Você está perfeita Isabella! – ela ruborizou.

− Obrigada meu senhor! – “meu” eu ouvi isso? Eu poderia frear ela e não a deixar me chamar assim, mas eu gostei de como isso soou.

Seguimos a uma distância torturante, o carro nos levou ao evento. Câmeras e mais câmeras, tapete vermelho, coisas de sempre, e enfim estava nos bastidores.

Eu amava essa agitação, mais que sessões de foto, eu aprendi a gostar do meu trabalho.

Depois de um tempo eu estava na fila dos próximos a entrar. Se você acha que temos um tratamento vip nesse meio por sermos um pouco famosos? Esta enganado, na hora da empolgação somos somente um corpo vestindo as roupas caras de estilistas que dão um barraco se algo der errado.

Assim que entrei na passarela eu assumia outra posição, eu deixava que tudo ao redor sumisse, eu era dono de outro mundo, eu era o rei. Mas uma pessoa na plateia me fez sair desse mundo perfeito, Bella estava sorrindo.

Depois do desfile e retirar a roupa, eu estava apavorado para estar ao lado dela, Alice estava tirando as fotos, Bella estaria se sentindo sozinha.

Eu queria protege-la, era um instinto primitivo de Dom.

Espanto foi tamanho ao observar ela sorridente conversando com outras modelos e pessoas do meio, ela era adaptável, Bella se dava bem em qualquer ambiente, fiquei aliviado.

Mas que merda, porque eu a abandonei? Se ela estivesse ao meu lado em minha vida, eu teria conquistado tudo eu tenho certeza, ela jamais iria atrapalhar em nada.

A dor da consciência estava em meu peito, ela não estaria com aquele covarde, e melhor, eu poderia ter uma mulher perfeita.

Mas eu não teria conhecido o meu lado Dom que estava nesse momento batendo o pé assim como Rose, tem coisas que devem seguir seu curso.

Merda. Eu queria que o tempo voltasse, vendo-a sendo educada com todos, seus dedos jogavam seus cabelos para trás, eu me atinha a cada detalhe.

Bela seria a submissa perfeita em todos os sentidos.

Segurei a onda de meus pensamentos e fui até ela.

− Vejo que fez amizades! – falei assim que algumas modelos se afastaram.

− Eu costumo conversar muito quando estou nervosa.

− Esta nervosa porque?

− Não sei, isso tudo é tão grande e lindo, estou acostumada a ver pela tv, pelas revistas e jornais, mas estar aqui é tudo tão magico!

− Cansativo também.

Mal falei e ao meu redor vieram os microfones.

O dia de desfile fora produtivo e cansativo, quando finalmente conseguimos sair para comer, eu estava farto, não vendo a hora de acabar, mas teria mais dois dias, o que me dava energia era saber que a noite eu jogaria com a “minha” submissa.