Eu odeio amar você
14 Capítulo 13- Jantar e Bolinhas
Notas iniciais
Capitulo 13
EPOV
Eu estava descendo as escadas de casa quando meu dia acabara de melhorar em cem por cento. Bella estava linda vestia um vestido drapeado de alças finas que deixava seu colo longo e seus ombros a mostra. Seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo alto o que me deu mil ideias sádicas. Minha coleira estava lá, representando meu território.
− Isabella
− Senhor Cullen!
Senti falta da parte "meu", mas nem tudo e perfeito.
− Esta livre essa tarde?
Eu já comecei a imaginar como colocar parte de meus planos em ação.
− Na verdade eu não posso ficar estou aqui por um motivo especifico.
Meu desapontamento deve ter ficado evidente!
− Diga-me então, a que devo a honra de uma visita a essa hora do dia? − tentei soar tranquilidade
− Mike esta de aniversario, ele pediu que eu o convidasse depois que viu as fotos em paris nos jornais ele insiste que tem que devemos nos aproximar do senhor.
− Interessante! − ele querendo se aproximar do homem que fode a mulher dele da forma que ele não sabe fazer.
− É somente um jantar entre amigos, o senhor vai?
− Porque esta tão nervosa Isabella? − ela falou tanto e rapidamente que era visível seu estado.
Cheguei próximo a ela e inalei seu perfume em seu pescoço.
− Ter o meu senhor e Mike no mesmo ambiente... – ela mordeu o lábio inferior – será complicado!
− Hum! Isso é bom. − ela sabia que a situação seria tensa. – lembra-se que não importa onde esteja: você e minha submissa!
− Sim senhor eu lembro.
− Isso é ótimo. − sorri para ela − Você terá de fazer algo para mim durante esse jantar.
Passei meus lábios sobre a sua pele a mostra próxima a coleira.
− Oh Deus! — ela exclamou — senhor Cullen eu...
− Isabella. Só há um Deus aqui, eu. Não adianta, você sabe das regras. Se achar demais se recuse, mas aconselho a experiência.
− Posso perguntar do que se trata meu senhor?
Claro! Isabella você pode tudo aposto que se me fizesse se ajoelhar em seus pés eu o faria para tê-la somente para mim.
− Vamos −, peguei em sua mão − eu prefiro mostrar.
A conduzi ate a porta do porão.
− Essa e sala de castigo! – ela protelou, e ficou parada.
− Isabella esta passando os limites do dialogo livre. − soei feito um bastardo, mas ela não poderia ficar passando essa linha.
− Desculpa meu senhor! – eu coloquei a ponta dos dedos em seu queixo, levantei sua face, observei os olhos claros e temerosos.
Segurei firme a sua mão, precisava que ela confiasse sempre.
− Não é castigo, mas guardo algumas coisas aqui.
Ela ficou visivelmente tranquila, porém ao entrarmos começou a examinar a sala.
Bella não vá tão fundo que os espinhos são mais afiados.
Ela observou vários objetos que eu tinha disposto em uma mesa para o castigo.
Suas suaves mãos passaram por cada um deles. Ate que ela segurou em sua mão um dos objetos: uma palmatória com alguns Spikes em sua ponta.
− Isabella não mexa onde não deve. – falei calmamente retirando de sua mão.
− Quero esse. – ela disse firme.
− Como? − arregalei meus olhos para ela.
− Quando eu fizer algo que mereça castigo, o que e bem provável, quero que seja esse − o dom se levanta e aplaude Bella em pé.
Abri uma gaveta repleta de adereços novos e embalados.
− Isabella! Essas são bolas Tailandesas – estendi a ela duas embalagens − já ouviu falar?
− Sim, mas nunca as vi realmente.
− Pode abrir e pegar, analise.
Ela abriu uma das embalagens onde as bolas metalizadas eram unidas por um cordão, a outra embalagem continha o mesmo adereço, mas de plástico.
− O quê eu devo fazer? – ela perguntou, eu vi certo brilho de expectativa em seu olhar.
− Hoje durante o jantar em sua casa, você ficará com elas dentro de você, fara tudo, receberá convidados, conversará, irá andar e sentar sem retira-las – eu fui próximo a seu ouvido – o mais importante, eu estarei observando você, e acredite, isso será interessante.
− Simples – ela deu de ombros − achei que teria de recusar!
As vezes essa petulância me irritava outras ne causava admiração, o Dom estava satisfeito .
− Desculpa meu senhor, mas tenho que ir!
− Escolha?
− Essas – boa escolha Isabella, as outras usaremos para outra finalidade.
As bolinhas de metal são mais pesadas e isso fará com que ela tenha que ficar contraindo mais a sua musculatura interna.
Peguei em sua mão e a colei em meu corpo, minhas mãos passaram em seu corpo, ela estava nervosa, ela tinha pouco tempo, confesso que essa experiência de fazer coisas escondido estava me excitando muito.
− Vou coloca-las em você. – em um único movimento eu segurei em sua bunda e a impulsionei em cima da mesa.
Segurei seus joelhos e a fiz abrir a perna, ela estava ali exposta, aberta, e com uma calcinha que me deixou enlouquecido.
Abaixei-me e inalei seu cheiro, sua intimidade estava começando a ficar molhada.
− Você não tem freio Isabella, eu mal te toco está escorrendo entra as pernas.
− Meu senhor é muito bom! – uma reação, ela estava se soltando, sabendo a hora de falar.
Arrastei a sua calcinha para o lado, suavemente eu passei meus dedos em sua umidade, peguei de sua delicada mão as bolinhas.
Elas estavam geladas, eu passei em seu clitóris ela escorreu em meu dedo, eu movi as bolinhas as lubrificando.
− Agora eu vou as colocar, elas tem que ficar bem fundo, não pode sentir desconforto, se sentir vá ao banheiro e as coloque mais para dentro, mas não as retire.
− Sim meu senhor! – ela mordeu seu lábio.
Eu introduzi as bolinhas dentro dela, ela deu um gemido tímido, mas logo relaxou, eu pensei em fazer alguma coisa a mais, porém ela estava sem tempo.
−Vamos, ande.
Isabella deu umas voltas e eu vi o rubor se formar em seu rosto.
− Isso é interessante!
− Você nem imagina o quanto irei me deleitar essa noite te observando.
Isabella saiu, e eu estava ansioso para essa experiência, esse jantar viria a calhar por dois motivos primeiro: Mike! Eu teria uma aproximação com ele, isso me faria preencher algumas lacunas desse casamento; segundo: eu deixaria Bella corada e envergonhada publicamente seria nosso primeiro ato de humilhação, mas uma humilhação leve somente para meu deleite.
Fechei o porão e assim que me virei Rose estava parada ao lado da escada.
− Olá minha irmã!
− Ela estava usando as bolinhas não?
− Você é detalhista. – falei passando por ela.
− Observadora, e você a mandou para casa assim?
− Melhor, ela ficará com elas durante o jantar de aniversário de Mike, e melhor, eu estarei presente a observando!
− Você perdeu a noção Edward, sério, eu achei que estava somente aproveitando a novidade, mas de repente você está se afundando cada dia mais.
− Qual é o seu problema? – falei duramente – eu estou te incomodando? Se for o clube, ele já está em suas mãos, agora o resto é comigo!
− Você é louco, está se apaixonando por ela – ela ficou em minha frente – é isso – ela viu algo em meus olhos que nem eu mesmo havia notado – Você está se apaixonando novamente por ela, sabe como isso é insano? Poderia se apaixonar por qualquer submissa, isso acontece, sabemos de muitos casais em nossa comunidade, entretanto você foi logo se apegar aquela que é impossível.
− Nada é impossível.
− Algumas coisas não estão sobre nosso Domínio meu irmão, só digo que você está entrando em um caminho sem volta, foi tudo por que sempre lutei contra.
− Como assim?
− Esquece, se eu estou a seu lado a tanto tempo é porque de alguma forma eu lutei também por isso, agora se quer jogar fora, faça isso sozinho.
Rose pensava como Dom, isso era um fato, mas o que ela disse de ter feito algo para me manter onde estou, isso não tinha sentido algum.
Peguei as chaves da moto e sai em busca de algum presente, se eu iria ao aniversário de Mike, teria de levar algo.
Chegando a uma loja de departamentos eu decidi comprar algo básico, ele usava gravatas, ai odeio isso, então prefiro ter ajuda.
Dedilhei meu telefone e logo estava ouvindo a voz de sino de minha amiga.
− Alice! Preciso de ajuda!
(***)
Em alguns minutos Alice estava comigo escolhendo presentes ao marido de Bella, a situação poderia parecer cômica se não fosse tudo que estava envolvido.
− Um relógio? – Alice me mostrou alguns, eu sinceramente estava sem humor algum.
− Pode ser! – respondi observando a floricultura a frente da loja.
Assim que compramos o presente de Mike, eu resolvi comprar uma flor para Bella.
− Você acha viável chegar a casa de um homem trazendo flores a sua esposa?
− Alice! Estarei visitando pela primeira vez a casa deles, é uma gentileza.
Eu não comprava nada a Bella, a não ser a coleira, isso me deixava em falta, ela estava me dando tanto, e eu não podia a recompensar, tinha medo de ela começar a aparecer com presentes e Mike desconfiar.
− Nos vemos a noite então para o grande show! – disse a Alice quando ela entrava em seu carro.
− Você está tramando algo? – ela me encarou.
− Você me conhece! – sorri antes de colocar o capacete.
Resolvi que ela não precisava saber de detalhes, o show seria somente entre Bella e eu.
(***)
Assim que entrei na residência dos Newton eu fiquei admirando a decoração da casa ela me diria muito sobre Bella e estava visível que sim, fora ela a decorar algumas coisas.
Ela não perdera algumas manias e agora que o antigo Edward passeava livremente em minha mente, as lembranças vinham com força total.
A forma que ela dispusera os moveis lembrava a casa de Forks.
− Edward meu velho amigo − a voz irritante de Mike era ao mesmo tempo falsa, eu nunca fora amigo dele.
Senti um embrulho no estomago por ser atacado pela lembrança dele sempre nutrir um sentimento por Bella, mesmo quando namorava ela.
“Meu caro, você sempre querendo o que é meu” era um conflito mental, quem pegara o que é do outro aqui mesmo? O Dom ainda estava em pé, ele me dizia a resposta, Bella era minha.
− Mike Newton! Você deu um salto em sua vida, e fora grande. – estendi a minha mão, igualmente com falsidade.
− Meu caro eu tirei a sorte grande casando com Bella, se não fosse seu olhar visionário e tato pra bons investimentos, nada disso seria possível.
− Bella? − eu já ouvira algo sobre Bella ser a responsável pelo salto de Mike, mas agora estava mais interessado!
− Sim. Vamos me acompanhe em uma bebida que eu lhe conto minha grande virada!
− Antes de tudo – estendi o embrulho em sua direção – é um presente.
− Obrigado, acho que as flores não são para mim?
− Não! – sorri – não estou te cantando ainda, são para a dona da casa.
− Bella já vem, ela está tendo um trabalho enorme nesse jantar.
Seguimos até a sala de jantar, era iluminada e a grande mesa de vidro ao centro estava posta para um jantar, e pela quantidade de lugares dispostos, teríamos companhia.
Sentamos em duas poltronas afastadas da mesa, próxima a um pequeno bar.
− Mike, irá começar na bebida cedo querido? − seu tom leve pra Mike contrastava com seu olhar de acusação.
Bella, linda como sempre usava um vestido ao qual deixava seu corpo visível e a coleira estava em seu pescoço.
− Bella você vai começar na frente das visitas a me frear? − Mike soou rude e vi o medo no olhar de Bella, um medo que eu jamais vi, nem a menção da sala de tortura nem quando achei que ela deveria temer oque eu faria a ela.
Mike Newton era um filha da puta de carteirinha, ele intimidava a ela e isso fez minha mão se fechar em punho.
Desgraçado, enquanto você intimida sua esposa, eu a espanco dando lhe prazer!
− Vou servir o jantar em meia hora, acho que Alice logo chega – ela ainda não olhou em minha direção, somente para seu marido − e seus amigos vem?
− Vem, estão quase chegando; agora faça algo bom e nos traga aqueles aperitivos que você preparou.
Ele a tratava como empregada, me deixando enojado.
Hipocrisia vindo do homem que a manda limpar os objetos que usa em suas cenas? Não! Ambos gritaram em minha mente: eu sou um Dom e Mike é um intimidador.
O Dom em minha mente está enojado e Edward esta bufando perdendo o pouco da paciência.
− Senhor Cullen! – ela desta vez olhou em minha direção com um rubor visível, eu sabia o motivo.
− Trouxe para você! – estendi as flores.
− São lindas, fora muita gentileza.
Por um pequeno instante ela manteve seus olhos aos meus, ela gostou do gesto, ela gostava de flores, sua casa era repleta delas.
Assim que ela se afastou voltando a cozinha, olhei na direção de Mike, que analisava seu novo relógio.
− Bella me disse que a semana em paris fora bem divertida, − ele agora estava usando o relógio e bebia sua bebida – agradeço, eu não posso leva-la á viagens que eu faço, o custo seria alto e segundo a minha economista não se é rico esbanjando dinheiro.
− Ela deve ser muito esperta. – afirmei dando um bom gole em meu copo.
Mike gargalhou.
− Sim! Bella é espetacular ela deixa de fazer muitas coisas para economizar, acho que mesmo agora ela pode ter tudo e mesmo assim ela não perde os hábitos.
− Há hábitos que são difíceis de perder − sim Mike seu telhado é de vidro.
Essa desculpa esfarrapada para não levar Bella em suas viagens, isso era uma forma de ficar sozinho, muitos homens violentos em casa tem histórico de traição, isso seria algo interessante a se descobrir.
Todos chegaram, alguns conhecidos de Mike e Alice que era a única que eu conhecia.
Bella estava corada, e oras eu percebia suas expressões, isso estaria interessante se não fosse seu olhar de preocupação.
A cada copo que Mike enxia, Bella se mostrava mais temerosa, essa brincadeira estava saindo de seu objetivo, era para Bella se divertir também.
Todos reunidos na sala, Bella se recolheu a cozinha.
− Vocês não tem empregados Mike? – Alice perguntou.
− Temos poucos, mas Bella cuida da casa, acho que isso é trabalho dela não acha? – machista ignorante.
− Mas a residência é muito grande! – afirmei.
− Ela dá conta, pense o que ela fica fazendo? – ele estava alterado na bebida, vi que seus amigos se olharam – Se uma mulher não puder cuidar de uma casa, ela não merece o que tem.
Minha mão se fechava em punho, Eu poderia amarra-lo e cortar as suas bolas, não podia? Alice colocou a mão em meu ombro, isso me fez relaxar.
− Se me deem licença, vou usar seu banheiro – falei e Mike estava tão passado no álcool que somente fez um gesto com as mãos. – Cuide para que ele não vá atrás de Bella – sussurrei no ouvido que Alice.
Cheguei a cozinha e Bella estava colocando os pratos na lava louças.
− Você nem participa muito do jantar, fica correndo de um lado a outro – falei fazendo ela dar um salto.
− Que susto Edwar... – ela parou e se apoiou na bancada. – Senhor!
Caminhei em sua direção, dei a volta na bancada e pousei minha mão em sua bunda.
− Você está tão linda para ficar escondida aqui.
− Mike! – ela falou entre um gemido, não gostei dela falar o nome dele em meio a esse som, mas sabia que ela estava sensível pelas bolas tailandesas e ao mesmo tempo preocupada.
− Não se preocupe, ele estará logo mais em coma alcoólico. – sussurrei em seu ouvido arrancando sons gostosos de seus lábios.
− Vamos se solte, Alice não o deixará vir aqui agora.
− Ele nem virá, senhor.
− Hum, e ai como está? – eu prendi meus dentes em sua orelha.
− Excitada e frustrada, senhor!
− Bom!
Eu a imprensei na bancada, ela estava sim sensível ao extremo.
− Desculpe por isso senhor – ela disse e no mesmo instante ela segurou firme a minha mão e me puxou.
Gostei disso!
Ela abriu a porta da cozinha que dava acesso a um pequeno jardim, e abriu outra porta revelando a dispensa, sorri com sua ideia.
− Pronto!
Sorri para ela, sim, mas eu teria de brincar com isso.
− Quem disse que pode comandar a situação?
Ela gemia enquanto eu beijava seu pescoço, seus gemidos intensos eram um som reconfortante, eu planejava a frustrar e a deixar assim, mas não poderia perder esse fogo.
− Eu disse que não iria demorar para eu ser punida senhor! – ela estava brincando com fogo.
Levei minha mão direita a seu centro, e céus, ela estava mesmo precisando de um alivio.
Busquei o pequeno fio e puxei de uma vez as bolas de dentro dela.
−Hum, meu senhor! – ela gemeu, eu queria a ver gemer mais, me senti um adolescente estando escondido dentro de um armário.
Coloquei as bolinhas em meu bolso.
− O que você quer Isabella? – continuava a beijar seu pescoço e a dar leves mordidas.
− Quero o senhor dentro de mim agora! – isso era um pedido que eu faria questão de atender.
Abri minhas calças somente para liberar meu pau rijo, em instantes eu segurei em suas nádegas a elevando o vestido curto e a calcinha afastada ela se encaixou perfeitamente em mim.
− Isso, agora rebola, vai, quero te comer na sua casa, debaixo do nariz de seu marido machista e idiota.
Isso foi uma frase ridícula de se falar, mas deu um impulso em Bella como se ele quisesse realmente que isso acontecesse.
Estava entendendo que ela estava se vingando de algo, eu mandei um foda-se a minhas indagações, que se dane os motivos dela, por hora quero mesmo é realizar isso.
Ela estava agitada, eu a apertava intensamente, suas pernas em volta de minha cintura, ela deitou a cabeça em meu ombro.
− Você está livre, faça o que sentir vontade.
Ela então começou a beijar meu pescoço, eu estava me deliciando com Bella livre, ela movia seu quadril fazendo meu pau entrar e sair por completo enquanto ela movia seus lábios em minha pele.
Não resisti ao momento, e quando ela passava sua língua em minha orelha, eu virei o rosto para o lado, capturei seus lábios, estava a beijando novamente.
Rose estava errada, eu não estava me apaixonando por Bella, eu estou amando ela, com todas as minhas forças, mas eu me odeio por isso!
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