Eu odeio amar você
13 Capítulo 12- Meu sacrifício
Notas iniciais
Capítulo 12
Meu sacrifício
EPOV
A semana fora tão boa que passou voando, de volta a viagem de avião com a tagarelice de Alice e Bella, e quando chegamos Bella teve de ir imediatamente para sua casa, ela pegou outro taxi, não queria dar indícios a seu marido que certamente a esperava.
Pelo caminho até a casa de Alice eu me mantive calado, escondi meus olhos por trás dos óculos escuros.
Paris fora outra realidade, Bella fora somente minha submissa, sem nenhuma complicação, ela estava aprendendo muito bem.
− Você já está sentido falta dela? – Alice me retirou de meu momento.
− Não é isso. – como explicar a Alice o que acontecia? Se nem eu mesmo entendia.
− Vamos entrar, sinto que precisa conversar.
Não recusei seu convite, descarreguei nossas malas e seguimos para dentro de sua casa.
− lar doce lar, não há nada melhor! – ela disse ao entrar.
− Não sei se posso dizer o mesmo – a encarei – quando chegar a minha casa, digo.
− Edward, vamos solte essas malas e sente-se aqui.
Seguimos até a sua sala, toda decoração de Alice era uma mistura de coisas sem combinação, e ela tinha várias coisas referentes a fotografia espalhadas pelas paredes e prateleiras.
Sentei-me no sofá e ela se jogou deitando a cabeça em meu colo.
− Vamos, me diga o que achou dessa semana em Paris? – sua pergunta não fora direta, mas eu sabia o que ela estava se referindo.
− Alice, eu tenho que descarregar isso que está aqui dentro antes que eu exploda.
Ela levantou-se e me encarou.
− Tem algum problema com Bella?
− Bella é perfeita.
− Então o que há de errado?
− Eu! – ela ficou esperando que eu continuasse. – Eu sou a porra de um Dom de merda – o Dom não gostou de minha forma de falar e franziu o cenho −, e sou um filho da puta pior que Mike Newton – Edward aplaudiu essa parte.
− O que você fez? – ela se debruçou – você a machucou? Fez algo ruim?
− Não! Esse é o problema, Bella está se saindo melhor que eu imaginava, para você entender, é meio privado isso, mas ela sente prazer em tudo, com uma facilidade impressionante ela nasceu para isso.
− Até agora eu não entendi! Esse não é o objetivo?
− Bella é casada! Eu não deveria estar fazendo o que estou fazendo, não agora.
− Como assim não agora?
− Alice! Fiquei pensando muito no passado esses dias, e se eu tivesse voltado como prometi? Mesmo sendo Dom, ela estaria ao meu lado agora, eu a teria treinado antes.
− Edward – Alice segurou em minha mão – não adianta pensar no que já foi você tem que pensar no agora, ela é casada e dai? Ela está te dando uma chance de treina-la faça sempre o seu melhor se é isso que ela quer e gosta.
− E o marido?
− Divórcios acontecem a todo tempo, mais rápido que casamentos e mais lento que bebes.
Alice tinha um pouco de razão, ela não estava contente nesse casamento, e eu poderia dar tudo que Mike da a ela e mais ainda, daria a vida de uma verdadeira submissa.
− Mas eu não sei como á fazê-la pensar assim?
− Tente! Á faça ver que ela poderia ter uma vida especial ao seu lado mesmo com essa coisa esquisita que vocês gostam.
− Alice. Você tem certeza que ela jamais falou em mim?
− Edward, mesmo se falasse o que isso mudaria? Passou.
Sim ela falava, Alice se entregou ali, eu havia quebrado Bella muito antes de Mike, e eu teria de reverter isso.
O Dom e Edward aplaudiram e sim eu estava ferrado, as duas partes em minha mente estavam trabalhando juntas.
(***)
Quando cheguei a minha casa, eu senti um vazio tão estranho ao qual eu jamais senti, era como se agora minha vida fosse regrada a esperar quando Bella poderia novamente estar aqui.
Combinamos que mesmo que sendo o Dom, ela quem ditaria nossos dias, era um caso especial, mesmo eu sabendo os horários de Mike não queria complicar as coisas para Bella.
Caminhei ate o bar servi de uma bebida, quando o som do salto de Rose fora ouvido.
− Enfim em casa! – ela disse batendo seu pé.
− Estava trabalhando.
− E sua submissa junto. – ela me encarou e percebi um jornal em sua mão.
Merda o que estava nele?
Ela estendeu o jornal em minha direção.
− O que tem ai?
− Veja você mesmo.
Peguei e observei a foto do desfile, Bella sorrindo ao meu lado graças a Deus Alice estava no evento, mas a merda estava em outro detalhe na noticia: Amiga do suposto casal Edward e Alice, estava os acompanhando, segundo fontes se trata de Isabella Newton esposa do executivo Mike Newton.
Ferrou, a comunidade iria ver isso de uma forma ou não, e ai eu seria tachado como Dom de uma mulher casada, estava indo contra a própria regra.
− Viu a bagunça que você fez? – Rose estava nervosa – ninguém irá te respeitar o Pandemônio será igual àqueles lugares da ralé, seremos tachados como uma sociedade sem regras entre a comunidade.
Eu sabia de tudo isso, eu estava ciente de meu erro e só bastava me sacrificar.
− Rose, só tem um caminho a seguir, você deve assumir meu lugar na hierarquia do Pandemônio.
Tudo que construí estava indo por terra, mas Rose é minha irmã, e mesmo que aos olhos de todos estivéssemos em uma divergência, isso era bom, mostrava que o clube manteria sua ordem, mas meus planos de levar Bella mais vezes ao clube estava vetado, eu seria ridicularizado.
Inventamos uma história, Bella não sabia das regras da casa e nem se apresentou como casada, isso pode acontecer, o problema é que eu estaria sacrificando Bella, ela jamais pisaria no clube somente se meus planos dela abandonar esse casamento e ai eu poderia ate mesmo ter meu posto novamente.
Nenhuma de minhas partes se manifestou, estavam ambos se sentindo culpados.
Mesmo com esse inconveniente eu não lamentava Bella ter entrado novamente em minha vida, era como se tudo que eu fizesse agora tivesse que girar ao redor de minhas decisões referentes a ela.
Estranho e complicado de entender, mas fácil, o fato é: meu mundo agora é Bella.
(***)
Primeiro, eu teria de fazer de tudo para conquistar a confiança de Bella a um ponto que ela me chamasse de Mestre. Segundo eu deveria provar a ela que viver ao meu lado como minha submissa era a melhor opção.
Uma semana se passou e Bella não ligou, eu não a vi, e isso estava me matando, tive uma semana agitada também, pós semana da moda, entrevistas e fotos, enfim um pouco de paz.
Fiquei sem poder ir algumas noites ao clube, Rose me puniu perante os outros Dom’s isso era para dar sinal de respeito e ordem, eu me dediquei a voltar a compor musicas.
A folha em branco estava aos poucos ganhando notas, quando Carmem entrou.
− Senhor Cullen, Isabella pede para chama-lo.
Saltei imediatamente da cadeira, ela estava lá.
Não sou um romântico tolo, mas estava sem jogar, sem diversão e isso me deixou ocioso.
− A que devo a honra? – falei a encarando e verificando, ela usava a coleira, bom sinal.
− Senhor, desculpe a ausência, mas Mike teve muitos compromissos eu tive que organizar muita coisa para ele, trabalhei essa semana intensamente, mas hoje ele teve um jogo, reunião de homens isso leva horas ele volta sempre de madrugada, não tive tempo de ligar, me desculpe, mas vim o mais rápido que pude.
Por Deus, ela estava nervosa, falou com rapidez atropelando as palavras, quase não entendi o que ela disse.
− Você realmente fala quando está nervosa Isabella.
− Desculpa meu senhor!
Ela sabia como me derreter, eu não estava bravo, mas gostei desse nervosismo.
− Sabe que já se foram uma semana? Sabe que eu fiquei me coçando aqui para ir atrás de você e não á trazer pelos cabelos até minha cama? Isabella você me deixou irritado.
− Não tenho medo do senhor! – eu repuxei meus lábios, ela realmente regrediu um pouco, devo-lhe provar quem é o Dom aqui.
− Você não deveria ter dito isso! – eu subitamente a peguei em meus braços sem nenhum aviso, joguei seu corpo sobre meu ombro, era algo ogro e retórico.
Ela se debateu, mas logo se deixou levar, eu corri as escadas, realmente queria jogar com ela, mas também queria me deliciar, era muito para pouco tempo.
(***)
Corrente? Será que era cedo demais? Bom, Bella estava se superando, isso mostra que eu poderia avançar.
− Isabella, retire sua roupa, mantenha suas sandálias.
Ela começou a se despir prontamente, nunca relutante. Retirei minha camisa, e meus sapatos, mantive minha calça.
− Hoje, você vai evitar se debater, ou ficará muito marcada.
Ela suspirou, somente isso, ela estava na expectativa.
Fiz barulhos com a corrente para ela ficar ciente do que a aguardava, peguei a venda e caminhei até ela.
Como sempre ela ficava de costas eu mordi seu ombro arrancando um suspiro pesado.
− Vou envolver você em uma corrente. – afastei seus cabelos e beijei seu pescoço – vamos deixar as coisas mais divertidas hoje, coloque suas mãos para trás.
Voltei pegando a corrente em mãos, ela era fria e dura, se Bella se movesse muito ela ficaria marcada, mas eu teria de ser cauteloso.
Segurando no meio da corrente eu ergui meus braços passando por cima da cabeça de Bella, e coloquei a corrente em seu pescoço, cuidando para não ficar em cima da coleira.
Bella soltou um ruído temeroso, eu beijei novamente seu pescoço lhe trazendo segurança, eu não a machucaria, nem a enforcaria, cruzei a corrente na parte de trás deixando uma folga e desci com ela fazendo o mesmo caminho abaixo dos seios, votando a cruzar nas costas e envolvendo seu ventre, terminei em seus pulsos mantidos para traz.
− Sinta, − eu disse puxando suas mãos – é você quem tem o controle sobre essas correntes, se mover errado, pode se machucar ou se enforcar, entretanto, a dor pode ser tentadora. – mordi o lóbulo de sua orelha.
− Vamos Isabella, abra suas pernas. – ela prontamente estava de pernas abertas, a visão era excitante, minha submissa minha escrava na expectativa, ela deveria ficar imaginado o que lhe aguardava.
Dei um tapa em sua bunda empinada e acariciei o local descendo minha mão em direção a seu centro, completamente molhado, ela era boa, muito boa.
A deixei ali e fui a busca de um grampo, seria cedo para isso? O dom balançava a cabeça, não ela é forte ela aguenta. Edward somente assistia e algo me dizia que ele estava gostando de ser espectador.
− Se curve Isabela! – ordenei e ela o fez− Isso vai ser intenso! – disse ao colocar o grampo em um de seus lábios internos, ela gemeu com a dor, mas o grampo estava bem preso, puxei levemente escutando ela gemer.
− Boa garota. – levei minha mão ao alto e a deixei cair com uma velocidade e força em um grande tapa em sua genitália, isso a fez gemer alto, ela estava sentindo o efeito do grampo.
Repeti o gesto por cinco vezes, e ela estava escorrendo liquido entre suas pernas, no ultimo tapa mantive minha mão na região, e comecei a estimula-la, ela estava gostando.
− Diga Isabella, está gostando?
− Sim senhor, muito! – ela gemia intensamente, ela movia-se fazendo as correntes arrastarem por sua pele, eu não a detive, ela sabia o seu limite e eu sabia que ela aguentava.
Meu pau latejava, mas eu queria ir além.
− Você vai sentir esse grampo muito mais Isabella. – não precisava lembrar ela das palavras, não mais, se ela quisesse, ela o faria.
Fiquei em pé observando ela curvada acorrentada e grampeada, retirei meu cinto, e o movi no ar, dei um impulso e ela gemeu quando o couro atingiu sua bunda, então eu novamente impulsionei e atingi seu centro.
Isso Isabella, você nasceu para isso!
Edward estava relaxado observando o Dom satisfeito, minhas partes estavam se entendendo.
(***)
Bella estava com as costas vermelhas das correntes, eu poderia imaginar que sua intimidade estava dolorida, eu havia pegado um pouco pesado desta vez, estava tudo muito acumulado, mas ela não usou nenhum gesto e nenhuma palavra de segurança.
Eu a observava deitada de bruços e comecei a passar um óleo em sua coluna para acalmar as marcas.
− Você não deve deixar Mike ver isso. – queria me desculpar, mas era um Dom, e eu não poderia me rebaixar.
− Não está doendo não deixará marca, logo estarei branca novamente.
Desci minhas mãos envoltas em óleo ate suas nádegas e deslizei meus dedos ate chegar a seu ânus.
Ela enrijeceu seu corpo, eu acariciei o buraco apertado.
− Eu quero ainda foder esse buraco. – ela nada disse – sabe que da forma certa se sente um prazer ainda maior que outras regiões, até homens têm prazer nessa região.
− Imagino que sim. – ela sorriu.
Eu a deixei solta, ela ficou em Paris por tanto tempo assim, e eu a liberei em meu quarto.
− Então, eu vou prepara-lo com todo cuidado, li em sua ficha que sua experiência não foi tão boa, isso traumatiza, mas podemos reverter isso.
− Espero que sim, você tem conseguido tantas coisas, confio que irá conseguir isso. – confiança
Estava na hora de termos a nossa confiança.
Não, é cedo, vou preparar tudo para que ela tenha uma noite maravilhosa o dia que eu fode-la e seu ânus, ai ela poderá me chamar de Mestre.
− Eu tenho que ir meu senhor.
− Está liberada depois de arrumar tudo.
Ela prontamente levantou-se e lavou o material e deixou organizado em cima da cama, e logo ela se fora.
Que merda de Dom eu era! Mas meu Dom interior não estava nervoso, ele estava concordando, se eu fosse paciente talvez a convencesse a deixar esse marido de merda e enfim ser totalmente minha.
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