Notas iniciais
Quem desejava um POV Bella? Sei que ta fraquinho, mas prometo compensar fim de semana, fim de semana ta atarefado vou tentar passar aki e postar, mas talvez fiquemos sem fic até domingo ok BEIJOS

Bônus Bella

Não podia acreditar que estava diante dele depois de anos, assim que meus olhos alcançaram Edward em sua festa de aniversário em que Alice me convidou, eu fiquei em estado de choque.

Sabia ser uma possibilidade encontra-lo assim que decidi que meu rumo seria LA, porém eu não estava preparada, ele não me viu quando cheguei, estava ocupado demais sorrindo para muitos de seus convidados.

A ansiedade me dominava, eu sabia que uma hora eu teria de enfrenta-lo de frente, me afastei de Mike por alguns instantes e fui fumar um cigarro, eu adquiri o vicio em minha depressão.

As tragadas firmes me deixavam pensar em algumas palavras que eu poderia falar, mas nada me vinha a mente.

E quando eu finalmente fiquei cara a cara com ele, eu não consegui dizer nada.

Mas que merda! Eu ainda senti toda aquela emoção, pior, eu ainda me senti dele, como se uma força invisível exercesse sobre meus sentidos uma influencia forte.

Eu estava condenada, sim condenada a morrer me sentindo propriedade de Edward Cullen.

O dia seguinte a festa veio com a decisão firme que eu já havia tomado em Forks e Alice me prometera ajudar.

− Você tem certeza disso Bella? – ela me perguntou firme assim que tive a certeza que Mike não voltaria para casa naquele diz.

− Sim Alice, se eu não fizer isso jamais conseguirei aguentar o que vivo.

Minha mente focava em cada dia em que minhas brigas com meu marido levavam a eu ser agredida, a dor era minha inimiga.

Mike se continha com amantes as quais eu sabia, entretanto ele sempre tentava algo mais profundo em nossa relação conjugal, e como sempre eu travava.

Sim, se eu disser que jamais tive um orgasmo? Seria estranho?

Não digo jamais, pois eu realmente tive a muito tempo, porém eu podia dizer que esqueci de tudo referente a prazer.

Sim eu não sentia nada!

Raiva? Não, eu aceitei que a vida de Edward Cullen o modelo famoso não cabia uma namorada gravida.

Dor? Sim, acho que era a única coisa que me mantinha humana, eu sabia que a dor era a única coisa que me ligava a ele de uma forma masoquista.

Então seguindo a linha masoquista eu sabia que em algum lugar nesse mundo haveria uma forma de sentir dor e sentir prazer, para alguém que não sentia nada.

Segui com Alice até um clube, Pandemônio.

Ela me garantiu que era discreto e sério, que aqui eu poderia sentir alguma coisa intensa a um grau que eu jamais poderia evitar.

O fato de sentir algo, o simples fato de poder ser uma mulher novamente me deixou na expectativa, isso era bom, eu estava começando a ter emoções.

Mas o destino ou a pessoa chamada Alice, tinha outros planos, Edward! Não podia ser, Antony era na verdade ele.

Eu sempre tive plena certeza que Edward desenvolvia uma personalidade Dominante, era dele, nasceu com ele.

Estava em todos os seus gestos em nosso namoro, ele transpirava dominação e controle, isso fez com que meu coração abrisse uma pequena ferida cicatrizada.

Empurrei todo meu orgulho assim que percebi que se não fosse ele, seria um outro desconhecido ao qual eu poderia ter experiências dolorosas e sem nenhum objetivo alcançado.

Minha mente focou em uma ideia: se era para sentir Dor, que fosse completa.

Assim que deixei a Pandemônio naquele dia, eu ainda estava incerta.

Os negócios de Mike estavam indo por agua a baixo, a mudança a compra da casa tudo fora uma junção para seu humor naquele dia estar péssimo.

− Bella acredito que se quer essa casa enorme deixará ela em perfeita ordem?

Ele disse assim que terminei de servir o jantar.

− Preciso de ajuda Mike, − falei temerosa sem ao menos encarar como ele interpretou isso – Sabe que é muita coisa para uma pessoa só.

− Vá a merda – sua mão bateu na mesa – você não percebeu que estamos em crise, e ainda inventou essa mudança, agora aguente eu não vou gastar mais um centavo com seus caprichos.

−Caprichos? – indignei-me com sua suposição – eu sou a porra da tua esposa que lava passa cozinha e ainda se não fosse por mim essa empresa de merda estaria mais que falida...

− Como ousa – ele se levantou em um salto que fez seu prato de comida virar, o molho deixou uma cor intensa alaranjada em cima da tolha branca. – Você não e dá o mais importante em um casamento!

Nesse instante eu deveria refrear meu temperamento, refrear a minha boca, mas não consegui.

− Você come toda vadia que te abre as pernas Mike, para quer algo que já sabe de cor o sabor.

Meu rosto ardeu e esquentou com sua mão, eu senti o chão assim que meu queixo encostou na lajota fria.

− Você nunca aprende Bella! – meus cabelos foram puxados para trás – Eu posso comer toda vadia sim, mas quero foder você, minha vadia particular.

Eu fora arrastada, e nesse instante eu liguei meu modo OFF, sim eu me desligava de tudo.

Enquanto Mike realizava seu desejo insano de me possuir, mesmo sabendo que eu nçao estava sentindo nada, eu deixava minha mente vagar para meu lugar feliz.

Meu lugar feliz, era Forks, minha mente viajava pelas florestas imaginado as arvores viscosas cheia de musgo verde.

Mike estava estocando sem dó dentro de meu corpo, mas eu não estava sentindo, agora eu percorria as ruas de Forks e chegava a casa da Familia Cullen, o piano estava lá, como sempre em seu lugar.

E eu estava ao lado de Edward tocando nossa musica.

Eu não sentia nada, nem saudades, nem amor, nem dor. U somente deixava que as imagens tomassem conta de minha mente até que Mike terminasse o que ele desejava.

Quando Mike deixou nossa casa, com certeza para ir atrás de algo que lhe desse mais prazer que uma esposa zumbi, eu pensei em minha mente masoquista: a dor será o caminho.

As lagrimas grossas e tensas chegaram, eu levantei meu corpo e me vesti, respirei fundo, jamais saia de casa sozinha, eu não conseguia, entretanto uma força além do normal estava me guiando.

Eu vou sentir todas as dores, isso me fará sentir algo! E qual maior dor se tem se não for mexer com passado?

Fui até Edward, eu aceitaria sim ser treinada por ele, mesmo sabendo que estava indo a um caminho sem volta.

Eu me odeio por isso.

(***)

Me odiei, mas também dei um voto de confiança a mim mesma assim que percebi que tudo isso além de me fazer sentir algo, ele reviveu os sentimentos recolhidos.

Eu ao Edward Cullen.

Eu pertenço a Edward Cullen.

Mesmo evitando, mesmo sabendo que poderia me machucar mais, eu tinha plena certeza que o amo.

E eu tenho certeza que poderemos enfrentar tudo juntos!

−Eu preciso ir para casa. – disse sabendo que estávamos avançados nas horas.

Edward me encarou pesaroso, era um contraste com o Edward Dominante, ele estava fragilizado, eu não estava satisfeita com isso, eu queria forte para estar ao meu lado, eu necessitava disso, precisava de seu apoio e força.

−Prefiro que vá até a minha casa Bella – porra Edward não prefira exija, você é meu Dom.

− Vocês fizeram sexo em meu sofá! – Alice deu um grito ao qual eu me assustei.

−Desculpa Alice, mas fora necessário – Edward respondeu dando de ombros _ compro um para você...

−Esse modelo é exclusivo! – ela estava realmente chateada, isso me retraiu, eu já a magoara bastante a agora sabia que estraguei seu sofá.

− Desculpa Alice – eu disse.

−Bella, me poupe, Edward é culpado e ai dele se não achar um modelo idêntico.

−Vou te levar para casa – Edward disse esmagando meu peito, quando ele tomaria a atitude de Dom?

Alice emprestou seu carro que tinha vidros escuros, eu estava calada, afinal eu ainda não tinha noção de que assuntos tratar com Edward diante a tantos acontecimentos.

−Não quero que vá a sua casa.. – ele apertou s lábios apoiando seu braço no vidro.

− Não me permita! – deixei escapar um sussurro, ele brevemente me encarou e log voltou a sua atenção a estrada.

− Não tenho esse direito, não depois de você retirar a coleira e finalizar tudo. – ali estava o ponto, querendo ou não ele jogava a bola da vez em minhas mãos.

− Não preciso de coleira para ser sua!

Fora o que bastou, Edward dirigiu mais apressadamente, ignorou a mudança de alguns sinais e logo estávamos em frente a sua casa, onde abutres estavam espalhados.

Edward ignorou e assim que os portões foram abertos eu me sentia segura novamente.

− Tem certeza de que quer isso? – ele me perguntou assim que estacionou em sua garagem.

Que tipo de pergunta era aquela?

− Você não deveria me perguntar. – respondi naturalmente.

Ele me encarou com sua testa franzida, ele estava sentindo algum tipo de dor, ou era devastado por algum conflito interno.

Durante meus dias de submissa eu notei que ele intercalava sua personalidade, Edward deveria enfrentar uma luta interna a qual somente ele poderia livrar-se.

Porém, eu entendi que eu era a chave para essa divisão em sua mente.

Joguei meu corpo sobre o dele sem restrições, deixei que meus lábios chegassem aos dele, ele não hesitou, suas mãos habilidosas e urgentes tomaram minha cintura me colocando em seu colo.

Seus dentes cravaram em minha língua, eu suspirei.

− Sou sua, não há nada que eu deseje mais – ele cravou seus dedos em minha coxa fazendo minha pélvis pressionar seu membro.

− Minha!

− Sua em todos os sentidos, eu te pertenço.

Suas mãos deixaram minha coxa e chegaram a meu rosto firmando nosso olhar.

− Eu vou cuidar de você, eu vou te dar tudo que merece, não importa todas as merdas.

Eu o calei com um beijo, não queria nada do passado quero um novo rcomeço.

− Me possua, sou sua é o que importa, temos o agora e nada mais.

− Está enganada, temos o futuro.

Depois de anos eu me permiti pensar em um futuro.

Notas finais
Bejos até o proxi
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.