Eu não te perdi, eu me encontrei!

13 Duas almas livres, não permanecem juntas.


Notas iniciais
Sejam bem-vindos a mais um capítulo dessa história maluca, que parece nunca ter fim, e ser completamente difícil de acompanhar por ser postada fora da ordem cronológica, até eu fico confusa! Hoje eu iria postar algo que encerraria isso aqui, gravem a data de hoje 15 de outubro de 2023, hoje escrevi algo muito importante, mas sinto que ainda tenho muita coisa em meu drive pronto para postar, e quando for a hora certa irei postar o que acabei de escrever, por enquanto fiquem com este poema não tão recente.

Eu era um coração cheio de amor,

E uma alma vazia de tristeza,

Pois sua presença me causava calor

E meus olhos brilhavam diante tanta beleza.

O medo de tudo isso acabar

É o que me tornava intensa, de verdade!!!

Isso sempre te causou medo

Medo de perder toda a sua liberdade...

Logo eu que sou geminiana

Com lua em aquário, entre tantas luas...

O que me torna mil vezes mais livre de tudo

Duas almas livres não permanecem juntas!

Éramos tão bons na cama

Uma conexão tão forte e nua

Me tornava tão sua, e zero do mundo

Nossos corpos só nós sabíamos tocar — como runas.

Mas, apesar de tantas falas bonitas

Tantos olhares brilhantes que trocávamos,

Não era o suficiente pra nenhum de nós.

Éramos o avesso um do outro,

Você era uma alma livre em uma mente tão velha quanto artefatos em um museu.

Eu livre em todos os aspectos,

Em alguns que você jamais compreendeu,

Isso foi o que apagou você e eu.

Eu jamais mudaria por você,

E você jamais me aceitaria como eu sou,

É por isso que não fui feita pra você

Nem você pra mim, por isso acabou!

E acabamos tudo, por onde começou,

No amor intenso, no calor ofegante,

No toque firme, e no olhar brilhante...

Um simples adeus jamais seria o suficiente.

Silva Vitória

Notas finais
Ainda tenho muito o que postar aqui, eu disse que abriria esse "cemitério de poesias", e o farei. Obrigada por estarem comigo nessa, tenham uma excelente semana e até a próxima!