Notas iniciais
Oie. Esse capítulo ficou bem grandinho 1.588 palavras e 10 páginas no word o/ Bom, 17 pessoas acompanham a história, isso é pouco, mas 7, só 7 favoritam, uns 5 comentam, e 0, 0 pessoas recomendaram. E isso é bem chato mesmo, e tais coisas estão me frustando, a ponto de que eu me decidi, que se este quadro não se reverter, eu vou deixar a fic, sim eu havia pensado em muitas coisas legais para fazer aqui, a fic mal começou, ainda há muita coisa boa que tenho em mente para acontecer, uns momentos "ui" de seddie, uns de Carly com seu futuro namorado, mas não adinanta eu ter idéias, gastar minha mente, para nada, para menos de 10 pessoas se importarem, nenhum "escritor" vive assim, isso desanima qualquer um. A História "Eu não Quero Você Eu Preciso de Você" vai ter um final em mais ou menos 2 capítulos, e não será um final muito bom, já que terei de parar a história em um ponto bem longe de terminar. Mas isso pode ou não acontecer, por que está na mão de vocês, o futuro da história está na mão de vocês se amam memso a fic como dizem, não deixem ela morrer, obrigada a Laura por se preocupar comigo quando desapareço, e aos outros Janderson Rodrigues, Pkn Girl, MccurdyaninhaSeddie, Marília Almeida por comentarem e se importarem. Bom se vocês que dizem "ai sua fic é perfeita continua" bom tenho a dizer a quem diz isso mas não favorita, acompanham, e mais não recomendam, vou achar que você está mentindo, e só vou continuar mesmo e não acabar com a história se provarem que realmente gostam da fic o suficiente para não deixa-lá acabar. Desculpem estar sendo grossa, mas estou sendo realista, é duro ver que quase ninguém realmente se importa com a fic, quem tem uma história ignorada sabe como é. Espero vocês no final da fic, ou não depende de vocês. Bjos espero que gostem.

O olhar sóbrio e sem foco de Sam, vagava sem rumo pelo quarto, ela nunca perguntara sobre isso a sua mãe, pois uma vez quando tinha apenas cinco anos, perguntara por que todos de seus colegas de escola tinham um pai e ela não, Pam sabia que seria insignificante brigar com uma garota de apenas cinco anos, e disse-lhe "Samantha nem todas as famílias são iguais, não tem que serem iguais, mas lhe peço que jamais em toda sua vida me pergunte isso novamente, nem ao menos toque neste assunto" depois a abraçou, Sam jamais perguntara isso novamente, mas também nunca se esquecera desse dia.

– É claro que já me perguntei, eu já toquei neste assunto uma vez e a senhora me proibiu de falar isso por toda minha vida, está lembrada? – Sam estava enfurecida.

– Você vai ter coragem de brigar comigo mesmo?! Pelo amor de Deus Samantha, não vê que não estou bem, sou sua mãe mereço respeito! – Pam levantava se para confrontar Sam.

– E você, como teve coragem de me esconder isso por tanto tempo? Como acha que eu me sentia, quando todos os meus colegas de classe, falavam de seus pais? Como acha que eu me sentia quando tínhamos que fazer lembrançinhas para nossos pais nos dias dos pais, e eu tinha que entregar para seus namorados inúteis? Por que você me obrigava, porque se fosse por mim jogaria todos no lixo! – continuou – Só precisava dizer "Ei, garotinha besta, seu pai era um nerd que me abandonou grávida de você para ficar com uma garota melhor." Mas não você preferiu me esconder tudo durante 18 anos! 18 anos da minha vida inteira, sem saber nada! –

– Mas você não entende que é difícil dizer isso, meu passado não é um passado legal, ainda mais o que envolve seu pai! –

– Mas ele é meu pai! Era sua obrigação me contar tudo, ele te engravidou, foi seu namoradinho, mas ele também é meu pai! –

– Mas é difícil, você não entende! –

– Não me ponha como a idiota da história você me fez de otária todo esse tempo, mas agora já chega! Você foi uma irresponsável, você engravidou de um cara que julgava conhecer, e ainda por cima de tudo escondeu a verdade da única pessoa que devia saber. Se não conseguia falar para mim pedisse para algum dos meus tios presidiários, me contar, por que com certeza eles sabem da história toda. Ou talvez escrevesse uma carta para mim, já que não conseguia dizer. Mas não me esconda coisas importantes! – Sam estava vermelha de ódio, e engolia um choro de raiva.

– Eu sei que estou errada, e que não devia ter cometido esse erro por tanto tempo. Mas saiba que todo esse tempo que escondi isto de você, eu queria lhe contar, mas me faltou coragem, me desculpe Sam de verdade. – Ela levantou secou as lágrimas e continuou. – E se eu fosse você aceitava minhas desculpas já que não é sempre que isso acontece. – disse forçando um sorriso malicioso, que não conseguira conter a face de preocupação.

– Não sei, pode até ser que sim, se... – disse Sam com um tom de maioridade.

– Se o que? Desembucha Samantha! – Pam estava com raiva odiava condições.

– Se você me levar para conhecer meu pai. – Sam olhou nos fundos dos olhos de Pam, que por sua vez sentia uma maré de raiva.

– Se o quê?! – gritou, ou melhor, berrou. – Você ficou maluca! Você quer me destruir? Por que você quer conhecer o homem que abandonou sua mãe grávida? Você deveria estar com raiva dele! – Disse Pam abismada com o que acabar de ouvir.

– E quem disse que não estou? Mas ele é meu pai, quero ver a cara dele quando descobrir quem eu sou, as coisas que ele irá me dizer, e obviamente como ele nunca me registrou, marcar a cara dele com a minha meia com manteiga. – Sam sorria maliciosamente, com um brilho nos olhos assustador, um brilho de vingança.

– Não sei Sam, não acho uma boa idéia, mesmo não te registrando ele continua sendo seu pai. – Pam tinha certas dúvidas quanto à idéia de Sam, ao mesmo tempo em que queria muito, não achava uma boa idéia.

– Por que não? Tem medo do que ele possa pensar de você é? Com seu atual amor platônico que lhe trocou por uma patricinha? – Pam cerrou o cenho pronta para uma longa discussão, Sam percebeu e logo continuou. – Pois bem, se você não quiser não precisa ir apenas me dê o endereço, e eu apareço lá e bato um papo com o inútil do meu pai. E ele não vai chamar a polícia se eu espancar ele, seria muita frieza dele, afinal não daria muito problema ele não teria como provar que sou filha dele, e teste DNA sem minha permissão e de minha família no caso você, não rola. – Pam por um instante ficou pensativa, e Sam a olhou com curiosidade.

– Pode até ser, mas, eu não tenho o endereço dele, na verdade não sei nem se ele está vivo, como você vai encontrá-lo então? –

– Você não sabe onde ele mora? Não sabe! Meu Deus como uma pessoa não sabe onde está o pai da filha dela?- Sam ergueu os braços pra cima de forma sarcástica. Continuou – Ok, deixe que isso eu resolvo, não se preocupe. – Mas um ponto importante que ainda não sei. Qual o nome dele? Isso ajuda nas pesquisas. –

– Hum... Er... – Sam interrompeu

– Por favor, não me diga que esqueceu o nome do pai da sua filha? – E olhou para Pam como um modo de questionamento, e Pam fez que não com a cabeça. – Bom então diga. –

– Hum... É que assim não é muito bonito... Mas assim o nome dele meio que é... Alfred – Pam obviamente esperou Sam e sua brincadeirinhas.

O que se seguiu foi uma onda de gargalhadas sem fim, Sam quase caiu no chão de tanto rir, claro que não poderia já que não "estava" de repouso por causa do acidente. Pam a olhava não achando graça alguma naquele escândalo todo.

– Ai – riu mais um pouco procurando fôlego, para continuar. – Quer dizer... Que ai... Você engravidou de um cara chamado Alfred... Ai meu Deus meu pai se chama Alfred, pior mesmo só se fosse Alfredo. – e voltou a dar gargalhadas sem fim.

– Pra sua informação minha filinha – disse ironicamente – Quando sua mãe engravidou dele estava no Brasil, e engravidou de um brasileiro, bom o nome do pai dele é Alfredo Vieira Lopes, e antes de rir, fique sabendo que o nome de seu pai é Alfredo Vieira Miller. Só não é o Júnior da família porque tem o nome da mãe no meio. E como é mais fácil falar Alfred aqui, ficou assim – Pam cruzou os braços esperando outra crise de riso.

Sam ria descontroladamente, parou para respirar e disse:

– Ai, não creio nisso, que falta de criatividade. É parece que os "Freds" fazem parte da nossa vida mesmo. Quem diria quem Pamela Puckett rendeu aos encantos de um nerd com o nome de Alfredo – Pam estava com sua cara de quase sempre a de poucos amigos, e Sam ria.

***

– Freddie! Como foi com a Carly? – perguntava Spencer ao ver Freddie adentrando a sala.

– Melhor do que eu esperava – dizia Freddie aliviado.

– Será que eu posso ver ela? – perguntou Spencer

– Não, não pode. – disse Luke cuja presença ainda lá estava.

– E por que não? – disse Spencer cruzando os braços

– É. Por que não? -Disse Freddie cruzando os braços também e se pondo ao lado de Spencer.

– Por que eu vou ver ela agora – disse se pondo de pé pronto decidido a ver Carly.

– Carly te odeia, duvido que ela queira te ver! E, além disso, você nem tem permissão pra ir visitá-la! – Freddie achava aquele cara muito metido, isso estava o estressando, mas não ousava a fazer nada afinal o cara era alto e forte não seria bobo para sair brigando com um cara que o quebraria, apesar de isso já quase ter acontecido, quase.

– Dane –se – disse Luke e continuou andando.

– Mas eu sou o irmão dela! Eu que tenho que visitá-la agora. – Spencer estava confuso, como sempre.

Luke se virou, fez um gesto do tipo: "eu não posso fazer nada" com os braços e falou:

– Adios amigos. – acenou com o braço virou e voltou a andar.

– Rapaz, o que faz aqui? – Perguntou o Dr. Meggaer, encontrando Luke no corredor hospitalar.

– Bom, é que eu quero achar o quarto onde Carly Shay está hospedada-

– Não lhe dei permissão rapaz, mas aja a visitei e percebo que ela já está em um estado calmo, digamos assim, pode ir visita-lá, ela está naquele corredor – apontou para o corredor que estava ao lado direto – quarto 82.

– Ah, obrigado doutor. – disse Luke

– Disponha – o doutor voltou andar.

Luke achou o quarto, pensou em bater na porta, mas no caso de Carly perguntar quem era, e saber que era ele, obviamente ela não o deixaria entrar então foi logo entrando. Ela estava sentada de lado olhando para os quadros que estavam dentro do quarto.

– Oi, morena doidinha – Ela imediatamente o olhou com uma cara sanguinária.

– O que você faz aqui seu idiota? – Carly já ia se levantando quando Luke interveio.

– Ei, ei não precisa se incomodar só quero que ouça o que tenho a dizer -

Notas finais
Hey, gostaram? Bom já sabem né ? Bjoos, até mais
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.