Notas iniciais
ahhhhhh pessoal desculpa a demora!!!! acontece que eu tive um trabalho de cálculo para entregar!!! quem ama cálculo levanta a mão?! kkkkk mais akki vai mais um capitulo! e só pra vcs saberem barry allen resolveu nos agraciar com a sua presença kkkk ate lá em baixo!!!!!!

Oliver Queen

Houve um clarão e um barulho ensurdecedor, e então eu estava no chão. Aos poucos fui recuperando a noção, e junto com ela veio o desespero, levantei rapidamente, ignorando a tontura que me tomou corri em direção ao lugar onde antes estava Felicity, ela era tudo o que eu consegui pensar. Em meio aos escombros eu a vi, jogada no chão inconsciente, pela primeira vez em uma situação de risco esqueci completamente o arqueiro, ou o que ele faria se algo acontecesse, fiz o que ele o Oliver queria, sendo egoísta e focando em salvar Felicity primeiro, porque ninguém nunca era tão importante quanto ela.

A tirei de debaixo dos destroços do restaurante com o cuidado de não machuca-la mais, a visão dela ensanguentada me feriu de uma maneira como nunca havia sido ferido, vi algumas pessoas perdidas e desnorteada e gritei para que me seguissem.

Andando e pisando com cuidado eu fui até a porta que dava para a varanda que não deveria ficar a mais de dois metros do chão, com ajuda todos desceriam. Havia pilastras quebradas em frente a ela, outros homens vieram e foram até ela para levanta-la, eu não podia ajudar porque Felicity pendia ainda desacordada em meus braços. Quando eles por fim tiraram a pilastra o suficiente para que pudéssemos passar, eu fui na frente chutei a porta, saí com ela para o lado de fora.

As pessoas começaram a descer, um rapaz me gritou de baixo e disse para que eu abaixasse Felicity para que ele a pegasse e então eu pudesse descer, precisei de cada fibra do meu autocontrole e da minha força de vontade para entrega-la a ele, assim que ela deixou meu braço eu dei um pulo rápido aterrissando firmemente em meus pés, o que me fez ganhar um olhar surpreso do rapaz:

_Obrigado! Eu assumo daqui.

Ele não teve tempo de responder porque eu comecei a correr em direção ao meu carro. Ela estava viva, eu sabia disso, havia checado quando a encontrei, mas o batimento era fraco, ela estava perto demais da bomba. Coloquei-a com cuidado na parte de trás e pulei para o banco do motorista imaginando que ela acharia engraçado que agora nossas posições trocadas, eu queria que ela tivesse soltando frases de duplo sentido me fazendo rir, eu queria que ela tivesse falando desesperadamente coisas sem sentido, eu queria qualquer coisa menos vê-la do jeito que estava agora.

Cheguei correndo á caverna, a deitei rapidamente na maca de metal, peguei meu telefone e liguei para o Jonh. Ele atendeu ao segundo toque:

_Que foi? Não esta sabendo lidar com a Felicity? Ela viu que você é um idiota e te largou?_ ele disse rindo.

_Ela não esta bem Dig, ela está ferida... Ajude-me!

_O que? Onde você está?

_Caverna!

Eu desliguei e sabia que ele estava vindo, agora vendo ela aqui e não sabendo o que fazer eu comecei a sentir as lagrimas vindo, o medo de perder ela me consumido, eu vinha lutando com isso para tira ela de lá mais agora que eu estava aqui na caverna e não podia me fazer nada eu me sentia como quando Slade me fez escolher entre minha mãe e Thea, eu me senti impotente.

Jonh chegou minutos depois, falei que ela não acordava que já havia medido os batimentos cardíacos mais que estavam muito fracos, falei de leva-la para o hospital, mais falei que estava preocupado de que quem tivesse feito isso fosse para me atingir:

_Você está paranoico. Era para tê-la levado desde o primeiro momento.

_Eu não sabia o que fazer! Eu estava assustado como o inferno com muito medo de perdê-la.

_É... Se serve de consolo não acredito que haveria algo que eles pudessem saber.

_ Há uma pessoa que poderia ajuda-la.

Peguei o telefone e me afastei segundos depois um vento forte passou e então Barry Allen estava parado de frente para maca em que Felicity estava.

_O que aconteceu com ela?

_Eu explico depois, o que você tem que saber é que ela está desacordada há muito tempo e que seus batimentos são fracos. Ela não responde, tentei de tudo, mais ela não acorda.

Ele começou a olha-la, os aparelhos do mini-hospital portátil que eu matinha na caverna já estavam conectados a ela. Ele se movia rapidamente entorno dela, e eu ficava assistindo impotente e morrendo de medo de não ver aqueles belos olhos azuis novamente.

De repente os aparelhos começam a apitar freneticamente, ela estava tendo uma parada, ela estava morrendo, por favor, Deus! Por favor, não deixe isso acontecer, eu não posso perdê-la, eu não poderia suporta isso, eu não posso viver sem ela, ela é tudo o que eu tenho, eu nem sequer me lembro de haver rezado alguma vez, mais eu estava rezando agora, porque isso era a única coisa que eu poderia fazer.

_Ela está indo Oliver!_ disse Barry meio desesperado também_ não consigo trazê-la de volta, eu tento mais ela não responde!

Eu não respondi não me movi apena senti uma lagrima escorrer pelo meu rosto. Ela não podia me deixar, eu... Eu... A amava, eu enfim pude admitir isso pra mim mesmo embora a verdade é que eu sempre soube, somente mantinha isso no fundo da minha mente e tentava lutar contra, mais eu caí um pouco no amor por ela quando a conheci e ela se enrolou toda falando do meu pai e me fazendo dar o primeiro sorriso sincero desde que tinha voltado da ilha, eu me apaixonei um pouco mais quando ela me ajudou e aceitou ser a minha parceira, mais ainda quando vi como ela era corajosa, eu fui caindo no amor por ela a cada palavra, a cada gesto, a cada olhar, e hoje eu poderia dizer que eu amava Felicity Smoak mais fui estúpido o suficiente para lutar contra isso e só admitir quando já era muito tarde e ela não poderia me ouvir.

A voz de Barry me tirou dos meus devaneios:

_Eu pude controlar os batimentos dela novamente Oliver, mais eles estão fracos e mesmo que ela fosse a um hospital eles não poderia fazer nada. Eu preciso que confie em mim para salvá-la Oliver

_Porque diz isso?

_Até onde você estaria disposto a ir para salvá-la?

_Eu faria qualquer coisa para vê-la bem Barry. Ela é tudo o que me restou. Ela é tudo o que eu tenho.

Ele me olhou com compaixão, eu sabia que ele estava desesperado, Diglle também chorava baixinho enquanto acariciava os cabelos loiros de Felicity, sabia que ambos estavam sofrendo, mais a verdade é que nem um deles estava sentindo a dor que eu estava sentindo porque nenhum dos dois sentia por ela o que eu sentia.

_Ótimo, porque o que eu vou te pedir vai exigir muita confiança.

_Eu faria qualquer coisa Barry._ eu disse desanimadas, minhas esperanças me deixando.

_Ok, você ainda tem uma amostra do mirakuru?

Notas finais
ahhhh e entao o que acharam? comente e falem a opinião de vcs!!! morrendo de curiosidade! bjosss Kath.