Eu e você
2 Eu fugindo com você
Apesar de tudo, Hino parecia uma criança normal, mas seus sinais de demônio iam começando a aparecer, como se tivesse sido espancado, seu corpo começa a sangrar.
Hino: Paaaai, mããããe, eu tô morrendo!
Pai: Oh meu Deus, ele tá sangrando!
Mãe: Amor, chegou a hora de contarmos a ele.
Mãe: Filho, quando eu era mais nova, eu fui tentar ter um filho mas eu era estéril, tentei todos os jeitos, mesmo tendo crianças para adotar, eu queria que meu filho viesse do meu ventre, tentei inúmeras formas ter um bebê, mais nada adiantou, por isso eu tive que fazer aquilo.[Ela começa a chorar]
Hino: Aquilo o quê?
Mãe: ...
Hino: FALA MÃE!
Mãe: Você é-é-é u-um Demônio
Hino: Meu Deus.
Mãe: É o que explica esse pentagrama no seu pulso esquerdo.
Hino: Chocante, mas por que eu sou um demônio?
Mãe: Por que você é filho de Alastor, fiz um pacto com ele.
Mãe: Mais espero que saiba que eu te amo muito.
Hino: Tudo bem, mãe, eu também te amo.
Hino estava traumatizado pela notícia, ele então ficou se perguntando “em troca de quê?”.
Quarta feira, 26 de junho de 2013, 06h00min da manhã.
Hino estava a acordar, se levantou da cama, tomou seu banho e foi pra escola.
Hino: Kenny!!!
Kenny: Hino!!!
Hino: Oi, vamos para aquele canto da escola para conversarmos?
Kenny: Tá...
Os dois foram para o canto abandonado da escola, ou seja o que fica entre os banheiros e a igreja, e sentam em um banco que fica naquele lugar.
Hino: Kenny, daqui a poucos dias, o semestre vai acabar, e entraremos de férias, mas eu não quero ficar o semestre todo sentindo sua falta, por isso quero apenas uma coisa para me lembrar de você.
Kenny: O qu...
Hino surpreende Kenny com um beijo em sua bochecha.
Hino: Eu te amo, Kenny.
Kenny: Eu também te amo, Hino.
Hino segura a mão de Kenny, e eles dois ficam sentados.
Kenny deita sua cabeça no ombro de Hino.
Hino depois disso ficou pensando em contar o seu segredo para Kenny.
Mas por outro lado, eles não eram os únicos naquela parte da escola, uma pessoa que Hino iria conhecer depois, ele que ele gostou, mesmo sem ter conhecido.
Eric viu tudo, uma lágrima rola pelo rosto dele.
Kenny: Hino, você já meu amigo há tanto tempo que eu poderia agora te contar uma coisa muito constrangedora.
Hino: O que foi?
Kenny: Você sabe por que eu não gosto da minha mãe?
Hino: Não.
Kenny: Por que ela me maltrata, e ontem ela fez uma coisa comigo que doeu.
Hino: O quê?
Kenny: Ela pegou...
Hino: O quê?
Kenny: E- ela me amarrou na cama, e...
Hino: E o quê?
Kenny: Ela começou a tirar minha roupa.
Hino: ...
Kenny: Ela pegou um canivete, e me cortou.
Hino: Ela pegou em algum lugar que você não gostou?
Kenny: Sim
Kenny falava com um ar infantil, mais ao mesmo tempo, malicioso.
Hino: Eu não vou mais a deixar fazer isso, vou te proteger.
Kenny: Vamos fugir, pra um lugar aonde nunca vão me encontrar.
Hino: Vamos tentar Ok?
Kenny: Ok.
[O sinal de início de aula]
Hino: Tchau!
Kenny: Tchau!
Hino chega a sua sala de aula, Pensativo.
Hino: Como uma pessoa teria coragem de fazer isso com seu próprio filho?
Hino mal conseguiu estudar, pensando.
Na hora da saída, ele sentou do lado de Kenny.
Hino: Eu vou te buscar hoje à noite, ok?
Kenny: Ok
Quarta feira, 26 de junho de 2013, 14h26min min da tarde.
Hino seguiu Kenny, sem ele perceber.
O que ele viu foi uma coisa desesperadora, Kenny entra em sua casa, e sua mãe começa a abaixar suas calças.
Querendo distrair a mãe, Hino toca a campainha.
Quando a mãe de Kenny não vê ninguém na porta, começa a descontar sua raiva por uma coisa boba em Kenny.
Hino corre e pega uma arma em uma delegacia vazia, e corre de volta para casa de Kenny e aponta a arma para a cabeça dela.
Hino: Oi, tudo bem, qual seu nome?
Jacqueline: Jacqueline, por quê?
Kenny: Não Hino, não mate ela!
Hino: Por que tem consideração por uma pessoa que violentou você?
Kenny: Hino, nós vamos fugir para um lugar longe, mais pelo menos deixe ela viva, por favor.
Hino: Ok.
Jacqueline: Eu já sabia que esse filho da puta não ia ser forte o bastante para me matar.
Hino: Senhora, eu vou lhe deixar viva, mais amarrada.
Kenny: Vamos.
Hino: Vamos.
Kenny: Mãe, e-e-eu t-t-t...
Jacqueline: cala a boca!
Hino: Vamos.
Floresta Chairfish Quarta feira, 26 de junho de 2013, 17h: 47min da tarde.
Hino: Vamos, ainda temos que andar muito.
Kenny: Meus pés estão doendo.
Hino: Vem, eu te carrego no colo.
Kenny: Que esquisito, estamos fugindo por uma coisa tão infantil.
Hino: Ela te machucou, e agora eu prometo que vou cuidar de você, nunca mas uma coisa dessas vai acontecer com você.
Kenny tinha pele branca, 1 metro e 35, olhos castanhos, cabelos castanhos e lisos, aparência física fraca.
Hino tinha 1 metro e 47, cabelo encaracolado meio ondulado, pele branca, bochechas rosadas, covinhas dos dois lados das bochechas, aparência física média.
Hino: São 6 horas, é melhor nós nos acomodarmos em alguma caverna.
Kenny: Trouxe fósforos.
Hino: Achei, aquela ali deve servir, em cima do penhasco de chairfish, ninguém vai achar a gente
Kenny: Certo, Hino, você é muito especial pra mim.
Hino: Você também.
Quarta feira, 26 de junho de 2013, 20h00min Da noite.
Hino: Acendi, agora vamos dormir.
Kenny: Ok.
Hino: Boa noite.
Kenny: Boa noite.
Quinta feira, 27 de junho de 2013, 00h00min da manhã.
Kenny: Hino!
Hino: Que foi.
Kenny: Tive um pesadelo, posso dormir com você?
Hino: T-Tudo bem.
Kenny: Obrigado.
Kenny abraça Hino por trás e dorme
E hino começa a pensar mas uma vês, como uma mulher teria coragem de fazer isso com uma criança.
Só se ela foi psicopata.
Como uma criança tão fofa, tão bonita, tão inteligente, tão agradável me escolheu como amigo?, como vou sobreviver, sou apenas uma pessoa no...,não, eu sou um demônio, e isso ninguém vai desmentir.
Fale com o autor