Eu acredito
1 Capítulo 1- Rio de Janeiro
Notas iniciais
Dei o meu melhor, mas saiu isso ai kkkk
Comentem!!!
Buenas leituras!!
"Basta olhar no fundo dos meus olhos pra ver que já não sou como era antes.."
Pov mili
E se tudo fosse mentira? E se tudo que tivesse acontecido fosse mentira? Ainda com os olhos cheios de lagrimas eu queria convencer a mim mesma que tudo que ocorreu não tivesse passado de um mero engano.
—Você tem certeza que é isso que você quer filha?- minha mãe perguntava quase chorando.
—Sim mãe, eu tenho que ir!-disse dando um abraço nela.
—Tudo bem, mas se cuide por favor!- ela falou e em seguida deu um beijo em minha testa.
—Pode deixar- disse sorrindo- Eu te amo muito e assim quando der, eu te ligo ta? -falei sem consiguir conter as lagrimas que deslizavam sob o meu rosto.
—Também te amo muito minha filha! E trate de ligar rápido- ela disse de um jeito mandona e eu ri.
Em seguida a campainha tocou e era a Carol, exposa do meu tio junior e amiga minha e da mamãe. Eu ia morar com eles por um ano , com a desculpa de que no RJ tem um cursso de inglês que eu queria fazer muito... Minha mãe não caiu ,mas eu usei outra desculpa, a de que eu tô crescendo e preciso ficar longe dela pra amadurecer um pouco. Depois de muita insistencia ela concordou com a ideia.
(____)
—Ta tudo bem mili?- disse carol ao ver que eu estava um pouco tonta.
—Ta sim carol, acho que sò fiquei um pouco tonta e com dor de cabeça por conta da turbulência.
—Que tal fazermos um lanchinho num restaurante aqui do aeroporto?- ela sugerio e eu sorri e assenti.
Tinhamos chegado já a noite porque tivemos que enfrentar uma tempestade no meio do caminho, eu já tava com saudades da minha mãe e dos seus filmes de romance que assistiamos todas as noites, mas eu tive que ir, se eu ficasse eu nunca ia poder esquecer tudo que aconteceu, não morando na mesma cidade que ela...
Eu e carol fomos no tal restaurante que por acaso era muito lindo, só deviam servir comidas carerrimas ali.
—Carol, esse restaurante parece ser muito caro!- sussurei pra ela.
— A comida daqui é otima mili, então pare de se preocupar com o preço- ela sussurou de volta e eu ri.
A carol era realmente muito legal, eu a conheço acho que desde em que eu nasci ,ela sempre esta la pra me dar concelhos quando a mamãe não consegue me entender. Mas não sei se devia falar para ela o porque de eu querer passar um tempo com ela e com o tio junior. Nos sentamos e o garçon veio nos atender, um menino que aparentava ter uns 16 anos, a mesma idade que eu. Pele morena, cabelos castanhos, olhos escuros e sorriso encantador... Acho que um dos mais lindos que ja vi.
—Oi carol- ele disse e eu estranhei um pouco.
—Oi mosca-ela disse e eu estranhei ainda mais ,"mosca"?
—De castigo de novo não é mesmo?
—O que você acha?- ele disse com cara de tédio e eu e carol rimos, então ele percebeu minha presença.
—Oi gatinha, nem te vi ai, pô carol.. Nem apresenta ne-carol riu e eu olhei pra ele ,arqueei uma sombrancelha.
—Ah, mosca essa é sobrinha do junior e minha amiga, mili. Mili esse é o meu vizinho e filho do dono desse restaurante maravilhoso, felipi ,mais conhecido como mosca.
—É um prazer conhece-la mili!- ele disse sorrindo e estendendo a mão.
Eu olhei pra ele e conclui: Fillhinho de papai que adora aprontar e iludir garotas, é...os tapas que eu levi da vida me feizeram observar melhor tudo e todos.
—Prazer- falei estendendo a mão e quando fui apertar ele a beijou.
Ele beijou minha mão e afastou seus labios, olhou pra mim ainda com aquele belo sorriso que me fazia adimitir que era belo. Mirou seus olhos nos meus e dessa forma tentava me provocar.. Eu não entendia, como ele conseguia fazer isso se eu mal o conhecia? Não importa, ele ia acabar se ferrando comigo. Esta muito engando se acha que eu sou igual as pobres garotas que ele ilude.
Notas finais
Quem é essa "ela"?
Vamos descobrir... Nos vemos no próximo
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