Eu acho que te Am...
2 Capitulo 2
Notas iniciais

Natsu POV ON~
No momento em que pisei dentro do trem comecei a me sentir mal e Lucy teve de praticamente me arrastar.
Nos sentamos, um de frente pro outro, e eu pude admira-la por alguns segundos, pois o trem começou a andar e eu quase vomitei.
–M-m... eu... n-nunca mais.. arg... entro n-nisso! — caio no chão segurando a barriga e a boca.
Olho na direção da Lucy e vejo ela tentando segurar o riso, mesmo estando com um olhar preocupado. Ela parece pensar um pouco.
–Hum, Natsu — a olho, mostrando que estou prestando atenção — hn, você... não quer deitar no meu colo e tentar dormir?
Fico parado por alguns segundos e aceno a cabeça afirmativamente. Ela me ajuda a levantar e me deito em seu colo.
"Como alguém pode ter um cheiro tão bom?" — penso de olhos fechados.
Alguns minutos depois, sinto Lucy brincando com meus cabelos, eu abro os olhos por alguns instantes, ela percebe e para.
– Continue, isso é bom... — observo as reações dela, era como se perguntasse 'Eu devo mesmo?'.
–E-está bem... — ela recomeça a me fazer carinho.
Eu não sei quando eu peguei no sono, eu sé sei que das próximas vezes que for andar nesse monstro, vou pedir a Lucy para fazer isso de novo...
– Natsu... Natsu... — sinto um leve balanço no meu braço e acordo, contrariado -Já chegamos.
Me levando e ja sinto todo aquele mal estar voltando, talvez não tão forte quanto antes, ja que o cheiro da Lucy ainda estava gradado em mim, mas mesmo assim foi o suficiente pra me fazer colocar a mão na boca.
– Vamos sair daqui antes que você piore — ela passa meu outro braço em volta de seu pescoço e me segura, me levando pra fora dali.
Andamos por alguns minutos e paramos em um parque cheio de cerejeiras. O chão estava coberto pelas pequenas flores, Lucy olhava admirada pra quilo tudo.
– Isso aqui não mudou nada... — ela abre um lindo sorriso me fazendo sorrir também.
– Que bom que esta melhor Lucy — ela desvia sua atenção das arvores pra mim.
– Ah sim, esse lugar me acalma — ela começa a olhar pro céu e nesse momento uma leve brisa passa, fazendo seus cabelos balançarem um pouco.
Aquela era a visão mais linda que ja tinha presenciado, e olha que eu ja vi muitas coisas lindas.
Eu sentia uma vontade enorme de abraça-la nesse momento, e foi o que eu fiz. Me levantei, a fazendo me olhar, e a abracei.
–N-Natsu...? — ela me olha confusa.
– Só... me deixe ficar mais um pouco assim, sim? — escondo minha cabeça em seu pescoço sentindo melhor seu cheiro.
Depois de alguns segundos, ela retribui o abraço, me fazendo arregalar os olhos. Sinto algo dentro de mim esquentando, não era como o fogo, era um calor melhor ainda.
Passados alguns minutos nos separamos e percebo que ela estava um pouco corada.
– B-bem... vamos? — ela pergunta constrangida
Aceno com a cabeça e recomeçamos a andar. Nosso destino os túmulos dos pais da Lucy.
Ficamos caminhando por uns 35 minutos em silencio, mas era um silencio bom.
Lucy tinha parado em uma floricultura e comprado dois buques, um de rosas vermelhas e outro de rosas brancas.
Natsu POV OF~
Autora ON~
Lucy e Natsu estavam parados em frente aos túmulos. Lucy ajoelhada em frente aos mesmos e Natsu parado um pouco atras dela.
– Yo mama, papa... ja faz algum tempo... gome ne por não vir muito — Lucy falava tudo com calma, mesmo deixando a tristeza transparecer na voz.
Natsu a olhava atentamente, aquilo o estava deixando confuso Ele não queria vê-la daquele jeito, ele queria protege-la, de tudo...
Os minutos se passaram lentamente, Natsu sabia que ela precisava daquilo para ficar melhor mas vê-la daquela forma o estava matando por dentro.
O sol já estava se pondo quando Lucy se levanta, com um sorriso desenhado no rosto, e para em frente Natsu.
– Desculpe por faze-lo esperar tanto.
– Tudo bem Luce — ele bagunça os cabelos dela carinhosamente — Mas não acho que de para voltar pra Magnólia agora, vamos nos hospedar em algum hotel?
– Hai.
Eles caminhavam lado a lado, e inconscientemente, Natsu segura a mão dela, a fazendo corar.
–...O-obrigada por... ter vindo comigo Natsu... — ela desvia o olhar para o chão.
– ... — ele sorri — foi um prazer te acompanhar Luce.
O resto do caminho foi em silencio, logo eles encontraram uma hospedagem e foram para seus quartos.
Na manhã seguinte...
Fale com o autor