Notas iniciais
Como o titulo do caps já diz, eu vou falar muuuutio do Dimi,
quer dizer, eu só vou falar do Dimi =/

Espero que gostem e me perdoem por ter demorado tanrto a voltar a postar =DD

Um som lento e deprimente se ouvia do lado de fora da casa, um som gostoso de se escutar. Era Cyndi Lauper, mais precisamente a musica "Time after time".

Ele estava sozinho, o que era bom, a mãe estava trabalhando, o pai fazia o mesmo e o irmão estava na escola. Pedro era seu nome, mas gentilmente chamado de Pedrinho. Ah como ele amava aquele irmão, tinha o senso de irmão mais velho, o senso de amor, proteção, afeto e carinho. No entanto, não era no irmão que o garoto estava pensando, ele pensava no passado, em um passado há muito distante, no qual a felicidade estava mais próxima. Naquele tempo ele tinha em quem se apoiar, embora coisas ruins houvessem acontecido, ele tinha alguém com quem conversar, alguém em quem se apoiar e também, naquele tempo "ele" estava mais próximo.

Ah sim, "ele. Como sentia falta daquele garoto por quem o próprio havia se apaixonado. Aquele garoto de 1, 75 m. de pele um tanto bronzeada, tinha belos olhos castanhos claros, uma linda boca rosada, nariz perfeito, cabelos negros, curtos e lisos. Era perfeito, nem gordo e nem magro, simplesmente perfeito"

Talvez em ele poderia ter estado junto a Demitre, caso aquele incidente não houvesse acontecido. Demitre lembrava tristemente daquele dia, o dia em que foi acordado para realidade da sociedade em que vivemos, o dia em que foi humilhado simplesmente por amar. Depois deste dia, o amor virou algo errado para Demitre. Sim, aquele dia...

15/11/2007

" É hoje, a ultima deste ano!"

O pequeno Demitre andava excitado pelos corredores da escola, no bolso esquerdo da folgada calça do uniforme escolar, encontrava-se seu "tesouro", um pequeno envelope branco levemente perfumado.

O garoto olhou para o relógio em sue pulso, logo o intervalo acabaria, ele tinha de ser rápido, entrar na sala, deixar o envelope nas coisas do amado e sair da sala, ou perderia sua chance, sua ultima oportunidade.

Demitre entrou na sala e foi direto a mesa onde o querido deixava seu material,retirou o envelope do bolso e sentiu o doce aroma do perfume ali colocado. Lembrou-se do tempo em que ficou pensando em que perfume colocar naquele simples envelope, primeiro pensou em colocar o seu próprio, mas temeu estar sendo ousado de mais. Então decidiu-se usar o doce perfume de sua mãe, um delicioso perfume feminino, o que era bom, já que o amado acreditava estar sendo admirado por uma garota.

O pequeno garoto despertou de um devaneio ao escutar o estridente sinal que anunciara o termino do intervalo, logo todos estariam de volta a sala, tinha de sair dali. Colocou o envelope delicadamente entre as folhas do caderno do amado suspirando, virou-se em direção á porta, tinha de voltar ao menos até o meio do corredor, alguém tinha de vê-lo entrando na sala, para que ninguém desconfiasse de nada. Olhou para trás ao deslizar pelo portal da sala e, ao virar-se novamente, assustou-se ao ver um garoto a sua frente.

- Hey Dimi! O que faz na sala tão cedo? – impedia o garoto de seguir.

- Nada, eu... – sentiu as mãos esquentarem. – Eu si estava... estava vindo buscar um dinheiro para ir na cantina. .

- Tá meio tarde agora né? – disse adentrando o local seguido por mais um garoto e Léo, o amado de Demitri estava frente ao mesmo agora.

- Tho...Thomas, Léo, o...o que fazem aqui? – sentia toda a face corar.

- Hoje é Sexta-Feira, toda sexta o Léo recebe uma "cartinha". – Thomas caminhava em direção ao local onde Demitri havia deixado o pequeno envelope branco.

- Descobrimos que ela tem deixado a carta depois do intervalo. – Anderson, o garoto que havia impedido Demitri de sair da sala, agora andava em direção a Thomas, esse procurava pelo envelope entre as coisas de Léo.

Demitri apenas agora percebera o quão idiota havia sido, há semanas que apenas deixava as cartas no mesmo local, e no mesmo horário ao invés de alternar como antes fazia.

Léo suspirou fundo olhando para Demitri, parecia não estar muito à vontade com todas aquelas mãos mexendo em suas coisas.

- Eu não disse? Não disse?! – Anderson corria com o envelope na mão. – Eu sou foda cara!

- Abre logo! – Thomas tentava tirar a carta das mãos do amigo.

Demitri sentia o peito arder, pensava em qual desculpa dar se os garotos resolvessem usar o cérebro e colocá-lo como suspeito.

- I...Isso é pessoal, não é? – olhava para Léo.

- Ah, a escola inteira já sabe e todos estão curiosos. Alem disso, não conseguiria deter aqueles dois idiotas. – ria olhando para os amigos.

- Hey Demi, sua letra é bem bonitinha, até parece com a da minha prima – ria da própria piada. – Mó feminina mano!

- Isso é inveja! – rebateu. – Diz isso porque sua letra é um garrancho só!

- Como é que é bichinha?! – jogou o caderno para Thomas que, com uma mão segurava-o e com a outra mantinha a carta alta para lê-la.

- Anderson para! – era Léo. – Deixa ele em paz cara.

- Ah não! Olha isso cara! A letra do Dimi é igualzinha á da carta!

Anderson correu ato o amigo, analisou ambas as letras e sorrio. Demitri sentia como se teu peito fosse explodir, pensava em como podia ter sido tão burro.

- É Dimi, gay eu sabia que tu era, mais daí... Manda cartinha pro Léo mano! – ria alto.

Demitri sentia as pernas bambearem, olhou para Léo, o mesmo o fitava apreensivo. O garoto tentou dizer algo, porem a voz não saia da garganta, Léo foi ao encontro dos amigos que lhe mostraram o caderno e a folha da carta, Demitri sabia que tudo estava acabado, seu peito doía e ele não sabia ao certo o que fazer. Alguns outros alunos já chegavam ao local, a maioria deles ficavam curiosos sobre o porquê de Anderson e Thomas estarem rindo tanto.

- Que que aconteceu? – uma garota perguntou.

- o Dimi gente, é ele quem manda as cartas pro Léo!

- É serio Léo? – a garota perguntou rindo.

Léo nada disse, apenas olhava para ambas as letras, e as vezes para Demitri. Logo a sala toda se encheu de risadas, Demitri por vezes tentava dizer algo que lhe provasse a inocência, porem o coro de risadas era enorme e sua voz mal era ouvida.

- O que tá acontecendo nessa sala de aula?! – a professora gritou do portal fazendo com que todos os alunos se calassem. A mesma caminhou até sua mesa fitando á todos. – Então? Posso saber o motivo de tanta algazarra?

Um silencio se fez e logo foi quebrado por Anderson que rio alto e disse:

- É do Demitri professora, ele tem mandado cartas de amor para o Léo.

A professora fitou Demitri perplexa por alguns instantes, assim fazendo abriu um largo sorriso e disparou zombeteira:

- Ah gente! Que coisa feia que vocês estão fazendo. Afinal, ninguém manda no coração né?

A sala todo implodiu em risada, de todos os únicos que mantinham-se calados era Demitri e Léo. Léo continuava a fitar o garoto que aparentemente estava apaixonado por ti e esse, por sua vez, empalideceu com o comentário da professora. Ele tentou sair da sala, mas algumas garotas lhe bloquearam a passagem, a classe toda parecia estar se divertindo com a situação do garoto, esse mesmo passou entre uma pequena multidão e fugiu para o fundo da sala, onde tentou esconder-se embaixo de algumas carteiras.

Anderson e alguns de seus amigos foram ao encontro de Demitri e desferiam pontapés ao garoto. Demitri chorava os pontapés pouco lhe atingiam, ele chorava pela humilhação. A professora, sentada em seu lugar, segurava-se para não gargalhar e, assim fazendo, fingia não notar os acontecimentos. Demitri olhou apreensivo ao amado, talvez ele o salvasse, talvez o protegesse novamente, porem este nada fez, mantinha-se ao mesmo lugar, para com a carta em uma mão e um olhar confuso, parecia não saber o que fazer.

Notas finais
I etão???
Gostaram???
Eu naum =/

Eu gosto de Dimi, e naum gostei dele ter sofrido issu
quando pequeno =//

Ah, recadinho =DD
eu vou postar o proximo cap, que já ta
quase pronto, quando esse cap tiver no minimo 2 reviews...

Entaum, mandem reviews w, wu agradeceria se recomendassem a fic aos amigos, amo vcs lindos leitores, mais ficaria feliz se tivesase mais =DD

Sem pressão =))

Bjuss ;*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.