Eu Te Amo, E Não Me Permito Deixar-te!
1 Capítulo 1 - Não me deixe...
Notas iniciais
Espero que gostem. Bom irá conter erros, pois escrevi este texto há alguns anos já, mas eu não gosto de escrevê-los novamente, pois me parece perder o sentido... Então, deixo tudo da forma como escrevi, mesmo cheio de erros.
Boa leitura!
Boa leitura!
- Oi, meu amor! — ele disse feliz.
Sem resposta...- Tudo bem, querida? — o sorriso do rapaz torna-se mais fraco.Sem resposta...- Aconteceu alguma coisa, amor? — ele pergunta preocupado.Sem resposta...- Marie, não me ignore! — diz impacienteSem resposta...- Amor, desculpe-me, pois não queria gritar contigo. Por favor, fale comigo! — implora choroso.Sem resposta...Ele solta, então um longo suspiro cansado.- Olhe, eu lhe trouxe flores, princesa! — ele diz com os olhos marejados para então lhe estender as flores.Tratava-se de rosas vermelhas, as favoritas dela. Contudo Marie, não pegou seu presente e isto fez com que o rapaz colocasse as flores sobre ela...As rosas vermelhas, contrastavam com o final da tarde em tons de cinza frio.- Como foi seu dia? — perguntou ancioso pela resposta.Sem resposta...- Marie, eu lhe fiz algo? Porquê não fala comigo, amor? — indagou deixando sua face extremamente branca ser coberta por lágrimas de desespero.Sem resposta...- Eu queria tanto conversar com você! Marie, você é a minha vida! — ele disse sem conseguir conter os soluços do choro doloroso.Sem que o rapaz pudesse notar um senhor com aproximadamente 80 anos, já estava ao seu lado...- Ela não pode conversar com você, Renato. — o senhor disse doce.- Ela está brava? Eu trouxe flores para ela. — Renato disse cabisbaixo.- Ela não está brava, jovem, ela apenas não pode lhe responder. — o senhor disse sentando-se ao lado do rapaz que era sim, muito belo, mas que no momento demonstrava uma expressão bastante sofrida.- Ela está triste? — ele perguntou ao senhor.- Não, Renato que dia é hoje? — o senhor indagou desconfiado.- Dia 07/12/2004. Seu Mauro. — o rapaz respondeu sem demora.- Não, Renato, hoje é dia quinze de fevereiro, de dois mil e onze. — o senhor disse calmo, mas preocupado com o rapaz, pois desde o acontecido o jovem Renato, estava fora da realidade.- Não, não pode ser... hoje é dia sete. — o rapaz disse atordoado.Como a tarde estava cinzenta logo uma fina chuva molhava o chão e tudo ali presente.- Renato, venha já começou a chover. — o senhor disse erguendo-se.- Não quero, vá o senhor. — disse ainda sentado.A chuva rapidamente tornou-se forte e perigosa...- Vamos, Renato!!! — o mais velho gritou, pois o vento estava muito forte.- NÃO!- Tome cuidado! — o senhor disse derrotado, pois sabia que nunca conseguia tirar Renato, de perto da sua amada.O mais velho logo afastou-se andando pelo cemitério castigado pelo tempo e agora pela chuva também...Parecia impossível, mas a chuva aumentava mais e mais...- Marie, todos me dizem que você se foi, mas isso não é verdade, não é? — o rapaz indaga mais para ele do que para qualquer coisa.Sem resposta...- Eu não posso viver sem você! Parece que foi ontem... — Renato se referia ao dia da morte de Marie, ou melhor no dia do assassinato. Marie, caminhava pelo parque da cidade quando de repente começa uma perseguição policial e Marie, acaba recebendo uma bala perdida em seu peito... Desde então, Renato praticamente vivia no cemitério.Já cansado de não obter respostas...Renato retirou de seu bolso do jeans um canivete.- Eu não vivo sem você, apenas existo! — dito isso o jovem em um momento de insanidade começou a cortar seu pulso esquerdo.- Você é minha vida, Marie! — disse chorando descontroladamente.O corte ficava cada vez mais profundo...- Perdoe-me, se não pude protegê-la do mundo! — disse sentando em cima do túmulo de sua eterna amada.Renato já encontrava-se fraco e a chuva parecia nunca ter fim...- Eu preciso de você! — disse para então começar a cortar o pulso que lhe restava.Antes de terminar o corte... Renato escreveu na lápide onde não pegava chuva... ''M&R Forever.''- Eu te amo! E não me permito deixar-te! — Renato disse para então, deitar-se sob o túmulo molhado pela chuva... Aos poucos a respiração de Renato, foi sumindo junto com a chuva...A cena era gótica, mas bonita! Incrivelmente linda... Um túmulo em um cemitério molhado e fazio, um jovem deitado sob o mesmo, um buque de rosas vermelhas ao lado do jovem e claro sangue... Muito sangue banhando o túmulo. A escrita do jovem brilhando em vermelho escarlate...oooOOOoooNa manhã seguinte...- Será que Renato, dormiu novamente sobre o túmulo da moça? — o velho coveiro indagava para si mesmo, enquanto caminhava pelo cemitério... Desde a morte de Marie o rapaz havia apresentado alguns problemas mentais, pois o mesmo conversava com a foto da lápide de um jeito anormal...- Esse moço precisa de ajuda... — disse o velho coveiro.Seu Mauro, andou mais um pouco e logo viu a cena trágica, mas bela em seus detalhes.- Cristo meu! — foi a única coisa que conseguiu balbuciar, pois seu estado era de um choque imenso.O velho aproximou-se um pouco mais e pôde notar a escrita do jovem.- Eu conversei tanto com a mãe desse rapaz... Eu cuidei deste jovem como pude, mas não foi o bastante. — O velho Mauro falava para o vento. A mãe do rapaz havia pedido para o velho coveiro cuidar de seu filho, mas Renato estava fora da realidade isso era um fato.
- Eu nada pude fazer... Esse garoto amava demais essa menina...Olhava a cena meio incrédulo.- Agora, não há mais nada para se fazer. — disse para então, afastar-se do local... Já dentro de sua pequena casa o velho ligou para a mãe do rapaz e contou tudo... Um dia depois Renato estava enterrado ao lado de Marie, seu eterno amor...Renato não podia ficar sem Marie! Afinal, Marie era a vida de Renato...! ''M&R Forever.''
Notas finais
Desculpem os erros!
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