Eu Sou a Noite

35 Votos eternos - parte 2


No dia seguinte aos acontecimentos do capítulo anterior, InuYasha, com a cia de Kikyou, acaba de chegar em frente a casa de Sesshoumaru guiando sua moto. INUYASHA – Não precisava vir comigo, deve ser um incomodo para você. KIKYOU – Hoje estou de folga e além disso estar com você não é incomodo nenhum. InuYasha e Kikyou descem da moto e vão para a entrada da casa e ao tocarem a campanhia logo a porta se abre e Satsuki aparece diante deles. SATSUKI – Que bom que o senhor veio, tio.(alegre) INUYASHA – Eu tinha que vir para ver a minha sobrinha favorita.(rindo) SATSUKI – Não vale! Eu sou a única.(rindo também e depois olha para Kikyou) – Quem é ela, tio? INUYASHA – O Nome dela é Kikyou, ela é minha namorada. KIKYOU – Prazer em conhece-la, Satsuki.(se curva um pouco) SATSUKI – Mas a sua namorada não era a Kagome?(estranhando) KIKYOU – “A Kagome de novo!”(pensando e sorrindo amarelo) INUYASHA – A minha namorada agora é a Kikyou.(depois ele sussurra no ouvido de Kikyou) – Não ligue para o que ela disse. KIKYOU – Tudo bem, InuYasha.(sussurra também) SATSUKI – O que estão cochichando?(curiosa) INUYASHA – Não é nada! Onde está seu pai? SATSUKI – Eu vou leva-los até ele. Satsuki conduz InuYasha e Kikyou até a uma sala de reunião na casa dele e depois disso ela vai embora e assim o casal entra na sala e são recebidos pelo anfitrião. SESSHOUMARU – Obrigado por ter vindo, InuYasha. INUYASHA – Eu vim pela Satsuki! No telefonema, você me parecia bem ansioso. SESSHOUMARU – É sim!(ele olha para Kikyou) INUYASHA – Você conhece Kikyou, não é? SESSHOUMARU – Claro.(se curva para ela e ela faz o mesmo) KIKYOU – Talvez vocês queiram conversar a sós. INUYASHA – Eu não me importo de você ficar, mas eu não sei a opinião de Sesshoumaru. SESSHOUMARU – Na verdade até faço questão que fique, talvez uma opinião feminina ajude no meu problema. KIKYOU – Se eu puder ajudar. Sendo assim InuYasha e Sesshoumaru contaram a Kikyou toda a história que fez com que Rin rompesse o noivado. SESSHOUMARU – O que acha, Kikyou? KIKYOU – Acho que está encrencado. INUYASHA – Então acha que Rin não vai perdoa-lo? KIKYOU – No lugar dela eu não perdoaria.(rindo) SESSHOUMARU – Eu pensei que sua nova namorada podia me ajudar, mas ao invés disso está caçoando de mim.(ele se levanta da cadeira) KIKYOU – Espere Sesshoumaru!(ela se levanta também) – Você não vê? Esse é o problema. INUYASHA – Como assim?(ele também se levanta) — Do que está falando, Kikyou? KIKYOU – O Sesshoumaru é sempre sério, controlado e disciplinado, sempre age metodicamente, nós mulheres, nem sempre gostamos disso. SESSHOUMARU – O que sugere? KIKYOU – Eu sugiro que faça algo estúpido para chamar a atenção de Rin, uma coisa na qual não pense nas conseqüências, assim como confessou a ela a verdade. SESSHOUMARU – Algo estúpido? INUYASHA – Na qual não meça as conseqüências? KIKYOU – É isso aí! SESSHOUMARU – O que seria? KIKYOU – Isso é com você, Sesshoumaru. Kikyou esbanjava um sorriso vitorioso deixando Sesshoumaru e InuYasha pensativos com relação as palavras dela, e enquanto isso, na casa de Rin, ela segurava e olhava o vestido de noiva que ia usar, ela até pensou em joga-lo fora, mas não tinha coragem. RIN – “Por que você fez isso comigo, Sesshoumaru?”(pensando) Rin joga o vestido na cama e nesse momento Takeda da 3 batidas na porta para depois entrar. TAKEDA – Está tudo bem com você, filha? RIN – Não pai! Não está nada bem, hoje era o meu casamento, era para ser o dia mais feliz da minha vida, mas depois de ontem, tudo mudou.(ela se senta na cama) TAKEDA – Ontem foi um dia de surpresas para nós dois.(se senta ao lado dela) RIN – O senhor também deve estar mal depois de brigar com Sango, não é? TAKEDA – Sim.(triste) RIN – A Sango também foi vítima do Sesshoumaru, não devia ter brigado com ela. TAKEDA – Mas ela mentiu para mim, como parceiros devia ter confiado em mim, principalmente depois de saber que você estava saindo com Sesshoumaru. RIN – Ela não fez por mal, ela deve ter ficado com medo. TAKEDA – Não justifica. RIN – O que vai fazer? Vai denuncia-la? Ela pode ser expulsa. TAKEDA – Eu não sei o que vou fazer, estou pensando. RIN – Sei que fará o que acha certo.(ela da um beijo no rosto dele) – Eu vou indo pai, eu marquei de sair com a Kanna. TAKEDA – Tá bom, divirta-se. Rin pega sua bolsa e sai para o encontro que teria com Kanna enquanto Takeda pensava o que fazer com Sango, e enquanto isso, depois de InuYasha e Kikyou já terem ido embora, Sesshoumaru conversava com Jaken no jardim da casa dele. JAKEN – Está muito pensativo depois da visita do seu irmão, senhor Sesshoumaru. SESSHOUMARU – A nova namora dele me disse coisas interessantes. JAKEN – Como o que, senhor? SESSHOUMARU – Você verá.(ele olha para o céu) — A meteorologia disse que vai chover, não é? JAKEN – Sim, mas com todo o respeito senhor, o que tem isso de mais? SESSHOUMARU – Nada!(ele olha para Jaken) – A não ser que é perfeito para se fazer algo de estúpido sem medir as conseqüências. Sesshoumaru voltou para a casa sorrindo deixando Jaken sem entender nada do que ele falava. MAIS TARDE Sango estava escutando música no seu pequeno apartamento, que ela mantinha com o salário de policial, até que Kohaku e Kanna entram nele. SANGO – Kohaku! Kanna!(ela tira o walkman do ouvido) KOHAKU – Viu como é deprimente, Kanna? Uma moça tão bonita e sozinha nesse apartamento escutando música.(rindo e Sango nem liga) KANNA – Deixa ela, Kohaku. SANGO – Não precisa me defender não Kanna, o seu namorado é muito bobo.(rindo) – O que quer de mim agora, maninho? KOHAKU – Sempre direta, não é Sango?(ele volta até a porta e traz Rin com ele) – Ela quer conversar com você, mas ficou um pouco envergonhada, não sei por que. SANGO – Claro.(ficando séria) KANNA – Nós voltamos mais tarde para pegar a Rin... até mais! Kanna e Kohaku saem do apartamento deixando Sango e Rin a sós para conversar. RIN – Eu só pedi a intermediação de Kohaku porque achei que não queria falar comigo depois do que meu pai disse a você. SANGO – Esquece isso, Rin! Tá tudo bem.(a tranqüilizando) RIN – Se você quiser eu peço a ele para não te denunciar. SANGO – Pode deixar, eu já tive medo, mas não tenho mais, se ele quiser falar pode falar.(segura de si) — Mas eu desconfio que não foi por isso que veio até aqui. RIN – Tem razão!(ela se senta ao lado de Sango) – O InuYasha tentou me convencer a reatar com Sesshoumaru e é isso que não entendo, achei que eles se odiassem e você também teve problemas com ele, o que acha que devo fazer? SANGO – O InuYasha pode falar o que quiser e também seu pai, eu e até mesmo o próprio Sesshoumaru, mas é você quem tem que decidir, é a sua vida. RIN – Estou tão confusa! O Sesshoumaru me ligava a toda hora para pedir perdão, mas já faz algum tempo que ele não liga mais, será que ele já me esqueceu? SANGO – Rin.(ela se levanta) – Vá conversar com seu noivo e resolva isso com ele, ficar assim não adianta nada, se é para terminar, termina de vez. RIN – Eu não sei não! Vou pensar, a falta de confiança é muita ainda. Rin escutou com atenção as palavras de Sango, a jovem tinha que ter uma conversa com Sesshoumaru. BEM MAIS TARDE, JÁ À NOITE Rin chega em casa de carona no carro de Kohaku, que também estava Kanna. RIN – Valeu pela carona, Kohaku.(ela saindo do carro) KOHAKU – Você está bem mesmo, Rin? RIN – Estou sim, só um pouco chateada com a situação. KANNA – E eu também! Você me trocou pela Sango como melhor amiga. KOHAKU – Ciúmes de amiga?! O que é isso Kanna?(rindo) RIN – Deixa ela Kohaku!(ela olha para Kanna) — Eu não te procurei quando estava com problemas, mas eu precisava de conselhos de alguém mais experiente, me desculpa Kanna. KANNA – É brincadeira, sua boba.(rindo) — Agora vai para casa e descanse. RIN – Tá!(ela olha para o céu se fechando) — Deixa eu entrar antes que comece a chover. Kohaku e Kanna vão embora dali e Rin tinha razão, naquele momento a chuva começou a cair e o que faz a jovem entrar na sua casa, onde é recebida por Takeda, que arrumava a mesa para o jantar. TAKEDA – Voltou cedo, filha!(colocando os talheres) – Pensei que ia jantar na casa de sua amiga.(dando uma tolha para filha se enxugar) RIN – Eu passeei, mas também fui a outro lugar.(ela respira fundo) — Eu fui falar com Sango. TAKEDA – Foi na casa dela?(ele fica curioso) — E como ela está? RIN – Está bem! Não está com medo que você a denuncie, ela está muito segura de si. TAKEDA – E ela também não precisa se preocupar, eu não vou denunciar ninguém, eu só queria que ela tivesse me contado, confiado em mim. RIN – Eu sei.(ela se senta e percebe algo) — Essa não! Esqueci minha bolsa na casa da Sango. TAKEDA – Ela te entrega amanhã.(ele ri) — Não esquece a cabeça por que é grudada no pescoço.(rindo mais) Rin mostra língua para o pai, mostrando, naquele momento, um pouco de bom humor para distrair a tristeza e nesse momento o telefone da residência toca e enquanto Rin vai para o quarto dela, Takeda vai atender o telefonema. TAKEDA – Alô! SANGO – Takeda, sou eu, a Sango.(ela estava dentro do carro) TAKEDA – Antes de tudo, eu queria pedir desculpas pelo que disse hoje cedo. SANGO – Você só era um pai querendo o melhor para a filha e se sentiu traído por mim... eu já esqueci de tudo. TAKEDA – Eu fico aliviado... aliais, a Rin acabou de descobrir que esqueceu a bolsa dela na sua casa. SANGO – É por isso que estou aqui em frente a sua casa.(ele estranhou) TAKEDA – Mas se está aqui, por que ainda não entrou? SANGO – É que estou vendo o Sesshoumaru em pé no seu quintal. Takeda vai para a janela, levando o telefone fixo com ele, e ao abrir as cortinas tem a confirmação da cena vista por Sango, realmente Sesshoumaru estava no quintal de pé e no meio da chuva. TAKEDA – Mas que maluco!(ele volta a falar com Sango) — O que será que ele quer? SANGO – Falar com sua filha. TAKEDA – Eu não sei se posso prende-lo. SANGO – Não faça isso, Takeda! Deixe que eles resolvam... é o que vou fazer. Sango desliga o celular e sai do seu carro para ir, mesmo debaixo de chuva, até Sesshoumaru e entregar a ele a bolsa de Rin e depois volta para seu carro e vai embora dali, por outro lado, Sesshoumaru, segurando a bolsa de Rin, percebe a presença de alguém na janela e tira de dentro da roupa um cartaz com a frase ‘ME PERDOE, POR FAVOR’ escrita nele e nesse momento, Rin aparece na sala e fica curiosa em saber o que o pai está vendo. RIN – O que foi, pai?(ele olha para a filha) TAKEDA – Veja você mesma. Rin se aproxima da janela e vê Sesshoumaru de pé no meio da chuva, que ficava cada vez mais forte. RIN – Mas que estupidez! TAKEDA – Quer que eu mande ele embora? RIN – Não pai! Se ele quiser pegar uma pneumonia, o problema é dele. TAKEDA – Tem certeza? RIN – Tenho pai!(ele fecha as cortinas da janela) — Vamos jantar. Rin demonstrava indiferença com o gesto de Sesshoumaru, mas no fundo estava preocupada com a saúde dele e queria que ele fosse embora. MAIS TARDE Rin e Takeda tinham acabado de jantar, mas ambos não conseguiam esquecer o fato de Sesshoumaru estar lá fora no meio da chuva. RIN – Já acabei! TAKEDA – Deixa que eu lavo a louça, filha. RIN – O.k.! Rin deixa a mesa, enquanto Takeda que estava indo para a cozinha, vê, de passagem, que Sesshoumaru ainda estava lá fora segurando o mesmo cartaz. TAKEDA – Isso é loucura. RIN – O Sesshoumaru está se revelando um doido varrido, ainda bem que não me casei. TAKEDA – Então não vai fazer nada a respeito dele? RIN – Eu vou para meu quarto dormir. Rin vai para seu quarto enquanto Takeda começava a acreditar nas intenções de Sesshoumaru. MAIS TARDE, JÁ DE MADRUGADA Rin já estava deitada, mas não conseguia dormir, pois não parava de pensar em Sesshoumaru, tanto que se levantava a toda hora para espionar, por uma fresta da cortina da janela do seu quarto, se Sesshoumaru continuava ali e ele não saía do lugar segurando o mesmo cartaz. RIN – O Sesshoumaru não é assim, por que ele está fazendo isso? Rin não entendia o motivo da determinação de Sesshoumaru, que naquele momento começou a espirar e tossir sem parar, o que deixou Rin com o coração na mão e ela foi para a sal rapidamente, onde encontrou Takeda, ainda acordado. RIN – Pai?(vendo ele em frente a janela) TAKEDA – Ele continua lá filha.(olhando para fora e depois para a filha) – Um cara que faz isso deve gostar muito de você, não acha? RIN – É.(ela fica do lado dele) TAKEDA – Eu vou traze-lo para dentro e... RIN – Não pai! TAKEDA – Mas filha, ele pode ficar doente e... RIN – Eu mesma vou traze-lo. Rin, que estava de camisola, coloca um sobretudo e um guarda-chuva para sair logo em seguida, indo até a Sesshoumaru, que tremia de frio e tossia muito, ficando frente á frente com ele, cobrindo-o com o guarda-chuva. SESSHOUMARU – Recebeu... cof... o meu...cof... recado? RIN – Por que fez isso? SESSHOUMARU – Por isso!(ele mostra o cartaz) — Eu quero que me perdoe, eu prometo que nunca mais vou mentir para você... cof... cof... RIN – Ficaria o dia todo debaixo dessa chuva por mim? SESSHOUMARU – Por você faria isso e muito mais.(ele acaricia o rosto dela) – O que sinto por você me faz fazer essas loucuras... cof... cof... RIN – Vamos entrar, por favor, antes que fique doente. SESSHOUMARU – Você me perdoa? RIN – Deixa isso para lá e... SESSHOUMARU – Eu só quero saber se me perdoa, eu preciso saber, eu não sei mais viver sem você e... Rin sota o guarda-chuva e pula em Sesshoumaru para beija-lo na boca e essa cena ficava mais romântica com a chuva caindo sobre os dois. RIN – Isso responde a sua pergunta?(sorrindo) SESSHOUMARU – Sim.(sorrindo também) RIN – Eu quero ficar com você para sempre. SESSHOUMARU – Eu nunca mais vou perde-la minha querida Rin. Os dois voltam a se beijar e aquela cena era vista por Takeda, que sabia que tinha que aceitar a relação dos dois. UMA SEMANA DEPOIS Em uma igreja, lotada de convidados, no centro de Tóquio era realizado o casamento entre Sesshoumaru e Rin, que estavam olhando um para o outro em frente ao padre, recitando seus votos eternos. SESSHOUMARU – O dia que te vi pela primeira vez pensei que ia apenas me ajudar profissionalmente, mas na verdade me ajudou muito mais, acabou me salvando, me salvando der ser um velho rabugento.(ele da um beijo nela) RIN – O dia que te vi pela primeira vez pensei estar olhando para um homem insensível, apesar de lindo, que só pensava em trabalho, mas na verdade acabou se mostrando um homem amoroso com quem quero dividir o resto de minha vida, obrigado por ser o homem que amo. Dessa vez é ela que o beija e depois de recitarem seus votos eternos, o casamento prossegue com todos os procedimentos habituais sendo observados por vários convidados conhecidos, dentre eles estavam InuYasha e Kikyou. KIKYOU – Ainda bem que acabou tudo bem com esses dois. INUYASHA – E a felicidade deles tem o seu dedo, Kikyou... a sua idéia para o Sesshoumaru foi excelente. KIKYOU – É que eu me lembrei do que você fez para mim quando tínhamos brigado, você ficou cantando em frente a minha casa.(rindo) INUYASHA – Até que a sua mãe mandou chamar a polícia.(rindo também) KIKYOU – É mesmo.(ela o beija) — Eu não quero nunca me separar de você, Inu. INUYASHA – Não vai, minha linda, não vai. Kikyou e InuYasha se beijam e nesse momento os recém-casados saem da igreja, sob um chuva de arroz, até chegarem ao carro, mas antes de entrar, Rin realiza o ritual de jogar o buquê costas. RIN – Preparem-se meninas! Com o aviso de Rin, um grupo de mulheres se juntou para pegar o buquê e quando ele é jogado cai no colo de Kagome, que estava presente na festa, o que surpreendeu InuYasha. RIN – Boa sorte Kagome!(gritando de longe e depois olha para o marido) — Vamos, senhor meu marido. SESSHOUMARU – Como quiser, senhora minha esposa. Os dois entram no carro, que tinha a faixa escrita RECÉM-CASADOS, e logo vão embora para a lua de mel e enquanto isso, InuYasha, que estava acompanhado de Kikyou, vê Kagome passando perto e vai falar com ela. INUYASHA – Kagome.(se colocando na frente dela) KAGOME – Como vai InuYasha?(olhando para o lado) INUYASHA – Eu não sabia que estava aqui. KAGOME – A Rin me convidou, eu pensei em não vir, mas como eu tinha que vir a Tóquio mesmo, aproveitei para passar por aqui.(ela olha Kikyou contrariada) – Vejo que está com a Kikyou. INUYASHA – Sim.(olhando para ela também) KAGOME – Tome isso!(ela da o buquê para ele) — Dê á sua namorada. INUYASHA – Não precisa ser irônica e... KAGOME – Eu não quero confusão, portanto vou embora, só tenho que pegar o Shippou, que está com a Satsuki... eu tenho um compromisso e não quero me atrasar. INUYASHA – Atrasar?! Para que? KAGOME – Isso não é da sua conta! Não somos mais nada, InuYasha, com licença. Kagome se afasta de InuYasha para pegar Shippou, que apenas acenou de longe, e foi embora e nesse momento Kikyou se aproxima de InuYasha. KIKYOU – Por que foi falar com ela? INUYASHA – Eu só fui cumprimentar, não é porque terminamos um namoro é que vou deixar de falar com a pessoa. KIKYOU – Não sente mais nada por ela?(o encarando) INUYASHA – Eu estou com você, não estou? Isso deveria responder sua pergunta. KIKYOU – Sim.(ela sorri e coloca seus braços em volta do pescoço dele) – Não vamos para a festa de casamento, vamos para minha casa fazer nossa própria festa, o que acha? INUYASHA – Excelente! Eles se beijam e vão embora, mas InuYasha estava curioso em saber o que Kagome vinha fazer em Tóquio. Próximo capítulo = O teste – parte 1