Eu Sou a Noite

48 O desaparecimento de Shippou - parte 3


Depois de conversar com Miroku em sua sala, Kagura novamente desceu para o laboratório secreto e foi falar com Kouga e Ayame. AYAME – O que ele queria? KAGURA – Não é nada sobre nós, mas tem a ver com você.(olhando para Kouga) KOUGA – Eu?! KAGURA – Acontece que o seu filhinho Shippou sumiu! KOUGA – O que?! Como assim sumiu? KAGURA – É o que sei! AYAME – E por que ele veio perguntar isso para você? KAGURA – Embora isso não seja da sua conta, fique sabendo que eu tive uma filha anos atrás e hoje ela tem 8 anos e é amiga desse menino e ela também desapareceu. AYAME – E você não está preocupada? KAGURA – A menina é minha filha, portanto é esperta, ela deve saber o que faz... mas acho que vou dar uma observada nas coisas. KOUGA – Eu tenho que ir, preciso falar com a Kagome, ela deve estar desesperada. AYAME – Está tão preocupado com ela?(com ciúmes) KOUGA – Eu já vou. KAGURA – Eu também tenho que ir.(ela olha para Ayame) — Você sabe a saída. Kouga e Kagura saem do laboratório secreto deixando Ayame, que de braços cruzados, estava visivelmente enciumada pela repentina preocupação de Kouga por Kagome e enquanto isso Miroku, que estava em um taxi voltando para casa, percebe que seu celular tocou, era InuYasha, já disfarçado de Motoqueiro Noturno pilotando sua moto. MIROKU – Miroku falando. INUYASHA* – Miroku, a Kagome e eu descobrimos algo. MIROKU – Continue. INUYASHA* — O Sesshoumaru me ligou dizendo que nos e-mails de Satsuki haviam referências à cidade de Yokohama e assim nós verificamos os servidores dos sites de procura de pais e filhos que residam nessa cidade. MIROKU – E o que conseguiram? INUYASHA* — Havia pelo menos 5 sites com sede em Yokohama, mas apenas um é ilegal. MIROKU – Está indo para lá como Motoqueiro Noturno? INUYASHA* — Claro que sim! MIROKU – Isso não será necessário por enquanto, temos tempo, o encontro será 3 horas da tarde, então tire o disfarce e me encontre na estação de trem Shinguetsu. INUYASHA* — Como quiser. Miroku desliga o celular e pede ao motorista de taxi para leva-lo a estação Shinguetsu. MAIS TARDE Esperando por Miroku na estação Shinguetsu e já sem o disfarce de Motoqueiro Noturno, InuYasha andava de um lado para o outro, carregando uma mala, até que o taxi do amigo finalmente apareceu bem na hora da chegada do trem. INUYASHA – Até que enfim! MIROKU – Vamos para Yokohama, sem perder tempo. Os dois entram imediatamente no trem e conversam ao se sentarem no banco. INUYASHA – O disfarce está aqui.(mostrando a mala) MIROKU – Ótimo! Ao descobrir o servidor, conseguiram monitorar a conversa da ‘mãe’? INUYASHA – Sim e já sei aonde Shippou e Satsuki vão encontrar a ‘mãe’. MIROKU – Embora nós possamos pegar as crianças e ir embora, é nosso dever capturar esse pedófelo e entrega-lo as autoridades. INUYASHA – Concordo.(ele olha no relógio) — Faltam 2 horas para o encontro, essa viagem dura menos de uma hora, chegaremos com tempo de sobra. InuYasha e Miroku seguem viagem de trem com destino a Yokohama, onde estavam Shippou e Satsuki. MAIS TARDE Já estando em Yokohama, InuYasha, disfarçado de Motoqueiro Noturno, estava no topo de um prédio que dava visão panorâmica de um parque, local de encontro das crianças com a ‘mãe’ e ele falava pelo celular com Miroku, que estava sentado, fingindo que estava lendo um jornal. MIROKU – Viu alguma coisa? INUYASHA* — Nem sinal deles.(olhando o parque com binóculo) MIROKU – Continue procurando. INUYASHA* — Espere! Acho que os vi.(ele aumenta o grau do binóculo) – São eles mesmo! Estão vindo em sua direção. MIROKU – Estou vendo. Enquanto InuYasha descia do prédio, Miroku abaixou um pouco o jornal e pode ver Satsuki e Shippou juntos e eles não perceberam nada. SATSUKI – Eu não estou vendo a minha mãe. SHIPPOU – Calma, Satsuki! Ela me disse que ia aparecer as 3 horas da tarde, ela deve estar procurando por você. SATSUKI – Valeu mesmo o que fez por mim, eu nunca vou esquecer isso, Shippou. SHIPPOU – Eu só sinto por ter mentido para Kagome, ela deve estar desesperada atrás de mim. SATSUKI – Não se preocupe, a minha mãe irá falar com ela. Sem perceberam, um homem de mais ou menos 50 anos surge diante dos dois. HOMEM – Você que se chama Satsuki? SATSUKI – Sou eu mesma! Eu o conheço? HOMEM – Não, mas eu conheço a sua mãe, na verdade sou seu avô. SHIPPOU – É mesmo?! HOMEM – Minha filha não veio por que está trabalhando, por isso ela me pediu para busca-la. SATSUKI – Puxa! Finalmente vou poder conhecer minha mãe de verdade... o meu amigo pode vir conosco? HOMEM – Mas é claro! O homem colocou a mão no ombro de Satsuki e de repente o homem foi coberto por uma rede com bolas de ferro presa nas pontas, foi lançada por InuYasha, o que deixou Shippou surpreso ao vê-lo. SHIPPOU – Como me encontrou? INUYASHA* — Eu vim levar ambos para casa.(Satsuki tenta bater nele) SATSUKI – Quem é você? Não machuque o meu avô.(ele agarra o ombro dela) INUYASHA* — Escute Satsuki! Ele não é seu avô SATSUKI – Eu não acredito em você... me solta, eu quero ficar com meu avô. INUYASHA* — Então olhe!(ele retira e depois coloca a mascara) – Acredita agora? SATSUKI – Tio InuYasha.(Miroku chega perto deles) MIROKU – Vocês nos deram muito trabalho. INUYASHA* — Agora vou levar vocês para casa, precisam dar muitas explicações. InuYasha deixa as crianças sob os cuidados de Miroku para que ele pudesse retirar o disfarce em outro lugar. MAIS TARDE Miroku e InuYasha, já sem o disfarce de Motoqueiro Noturno, estavam no trem junto com Shippou e Satsuki, voltando para Tóquio e conversavam durante isso. INUYASHA – O que vocês fizeram foi de uma estupidez inacreditável! SATSUKI – Mas o meu pai mentiu para mim. INUYASHA – Olha Satsuki, o seu pai errou ao não contar a verdade, mas ele não fez isso por mal, ele achava que estava fazendo o melhor para você. SHIPPOU – E a Kagome? Como ela está? INUYASHA – Como acha que ela está? Ela quase teve um infarto, imagina se seus avôs ficam sabendo dessa história, eles tiram a sua guarda de Kagome na hora, é isso que queria?(Shippou apenas abaixa a cabeça) SATSUKI – Se aquele homem não era meu avô, quem ele era? MIROKU – Um homem muito mau, que só iria fazer mal a vocês. SATSUKI – E minha mãe verdadeira? MIROKU – A sua mãe verdadeira é a quem te criou, não se esqueça disso! Quanto a sua mãe biológica, eu falei com ela, mas cabe a seu pai mostrar quem ela é. INUYASHA – Miroku, vêm comigo.(eles se afastam das crianças) MIROKU – O que foi? INUYASHA – Fale o que descobriu sobre Kagura. MIROKU – Ela esconde algo. INUYASHA – Sobre o que? MIROKU – Eu falei sobre Kouga e ela disse que não o conhecia, mas sabemos que ele tentou invadir o prédio e você devia ver como o prédio tinha de cameras, várias, em todos os lugares, agora me diga como ela nunca viu o Kouga? INUYASHA – Acha que está mancomunada com Kouga ou Naraku? MIROKU – Não podemos descarta nada. O trem segue viagem de volta para Tóquio e tanto Satsuki quanto Shippou não esperavam a hora de voltar para casa. MAIS TARDE Na casa de Sesshoumaru, ele e a esposa, Rin, recebiam a visita do pai dela, o detetive Takeda e de sua parceira, a detetive Sango e todos conversavam na sala da casa. TAKEDA – Olha Sesshoumaru, se quiser, nós ainda podemos acionar a polícia para procurar sua filha.(Rin interfere) RIN – Não precisa pai! O Sesshoumaru já disse que o InuYasha achou a Satsuki. SESSHOUMARU – Ele e o Miroku não mentiriam em um assunto desses. TAKEDA – Você é quem sabe, a filha é sua. SANGO – Takeda, pare de implicar e tenha um pouco de fé. Nesse momento a campanhia toca e Rin vai correndo abrir a porta e ao fazer isso aparece Satsuki acompanhada de Miroku. MIROKU – Olha quem apareceu. RIN – É a Satsuki gente!(gritando e todos em seguida aparecem) SESSHOUMARU – Satsuki.(ele a abraça) – Me perdoe por ter mentido para você. SATSUKI – Tudo bem papai.(Miroku se agacha para falar com Satsuki) MIROKU – Não fique brava com seu pai pois todos nós temos nossos segredos, não é?(ele pisca para ela) SATSUKI – Claro.(ela sorri e pisca também) SESSHOUMARU – Por que estão piscando um para o outro? O que Sesshoumaru e os outros não entendiam era que Miroku tinha feito um acordo com Satsuki para que ela guardasse segredo sobre a identidade do Motoqueiro Noturno. RIN – Deixa isso para lá, amor, o importante é que a Satsuki voltou. Naquele exato momento, para surpresa de todos, Kagura aparece diante de todos, o que deixa Sesshoumaru sem palavras ao revê-la. KAGURA – Há quanto tempo não é, Sesshoumaru? RIN – Quem é ela? MIROKU – Ela é a Kagura, a verdadeira mãe de Satsuki. Ao ouvir aquilo, Satsuki sai do meio das pessoas para ver a mulher que deu a luz a ela e para sua surpresa ela a reconhece. SATSUKI – Você?(olhando espantada) SESSHOUMARU – Você já a viu? SATSUKI – Sim papai! Foi naquela vez que eu quase fugi, lembra que eu disse que uma mulher me convenceu a voltar? Então, foi ela.(apontando para Kagura) KAGURA – Sesshoumaru, eu vi aqui por que acho que a menina merece toda a verdade. SESSHOUMARU – Mesmo?(ela fala baixinho no ouvido dele) KAGURA – Eu não tenho intenção de ficar com ela, não se preocupe com isso, mas depois do que aconteceu é melhor contar a verdade, não acha? Sesshoumaru olha feio para Kagura, mas sabia que ela tinha razão, não tinha como esconder tudo de Satsuki. SESSHOUMARU – Satsuki, dessa vez eu vou contar tudo, porque menti, por que sua mãe foi embora... eu vou contar tudo. SATSUKI – Tá papai! SESSHOUMARU – Você.(olha para Kagura) – Vamos para outra sala conversar com ela. KAGURA – Vai ser uma longa conversa.(ela olha para Rin) – Mas é melhor você levar também sua jovem esposa, se não ela ficará com ciúmes.(sorrindo) RIN – “Mas que mulherzinha mais arrogante!”(pensando) SESSHOUMARU – Podem ir na frente.(Rin, Satsuki e Kagura vão para a outra sala) MIROKU – Eu já vou indo. SESSHOUMARU – Agradeça a InuYasha por mim... e obrigado por tudo. MIROKU – Claro! Miroku sai da casa de Sesshoumaru e só para quando Sango o chama e ela vem acompanhada de Takeda. SANGO – Então aquela que é Kagura? MIROKU – Isso mesmo! Viu como não tinha motivos para sentir ciúmes.(sorrindo) SANGO – Como conseguiu achar a filha dele? MIROKU – Eu já estava procurando o filho de Kagome, e depois descobri que os dois estavam juntos, nesse momento o InuYasha está levando Shippou para Kagome. TAKEDA – Por que não pediu ajuda da polícia? MIROKU – A polícia de Urawa tinha outras prioridades, um policial foi morto por lá, vocês policiais são muito corporativistas.(ele percebe que Takeda ficou bravo) – Mas isso é um elogio.(sorrindo para ele) TAKEDA – Claro que é!(sendo irônico e indo embora dali) MIROKU – Acho que ele não gosta de mim. SANGO – Esquece o Takeda.(ela começa a sorrir para ele) – E aí, Miroku? MIROKU – E aí, o que?(não entendendo) SANGO – Quando vai me contar sobre seu segredinho? MIROKU – Que tal agora? Na minha casa. SANGO – Espero que seja só para mostrar o segredo. MIROKU – Depende de como as coisas se encaminharem. Miroku segura a mão de Sango e a puxa para seu carro e vendo aquela cena, Takeda fica arrasado e enquanto isso, InuYasha e Shippou chegam a Urawa de moto. SHIPPOU – Eu estou com medo. INUYASHA – E devia mesmo! Você merecia uma surra pelo que fez. SHIPPOU – Não fale assim, InuYasha. INUYASHA – E como quer que eu fale, você sabe o quanto me importo com a Kagome e o que você a fez passar foi terrível... mas ela te ama, e quem ama perdoa. SHIPPOU – Espero que sim! INUYASHA – Vamos lá. InuYasha e Shippou descem da moto e vão em direção a casa da senhora Higurashi, e como se pressentisse a aproximação deles, Kagome abriu a porta e correu a eles ao vê-los. KAGOME – Shippou!(ela o abraça forte e ambos choram) SHIPPOU – Me desculpe por tudo, Kagome!(ela olha nos olhos dele) KAGOME – Só me prometa que nunca mais fará coisa parecida. SHIPPOU – Eu prometo, eu prometo.(nesse momento Souta e a mãe aparecem) SOUTA – Que bom que está de volta Shippou. HIGURASHI – Nos preocupamos muito com você. SHIPPOU – Eu peço desculpa a todos. Vendo que a reunião familiar estava completa, InuYasha se afasta de todos para voltar para sua moto e percebendo isso, Kagome vai atrás dele. KAGOME – Já vai? INUYASHA – Meu trabalho já acabou. KAGOME – Muito obrigada pelo que fez, eu serei eternamente grata. INUYASHA – Então vá celebrar com sua família... eu já vou. KAGOME – Espere! Não vá ainda, por favor... acho que devemos conversar. INUYASHA – Eu também acho. KAGOME – Tem um lugar nessa cidade em que podemos conversar tranqüilamente. INUYASHA – A sua família não vai sentir sua falta? KAGOME – Eu acho que não.(olhando eles comemorando o retorno de Shippou) INUYASHA – Então sobe aí e me mostra esse lugar tranqüilo. Kagome não pensa duas vezes e sobe na garupa da moto de InuYasha e eles vão para um lugar desconhecido e enquanto isso Miroku e Sango acabam de sair do QG do Motoqueiro Noturno, ele tinha contado tudo a ela, sobre sua sociedade com InuYasha, sua participação na tal rede secreta e seu ódio contra Naraku, responsável pela morte de seu pai, ao saber de tudo isso, Sango ficou abismada. MIROKU – Eu disse tudo, e agora?(esperando uma reação dela) SANGO – O que você quer que eu fale?(ela se afasta um pouco dele) — Eu até pensei que você pudesse ser o Motoqueiro Noturno, mas tudo isso é demais para mim. MIROKU – Eu contei porque você me pediu.(ele se aproxima dela) – Eu fiz isso porque te amo, eu não quero ter segredos com você, não vou cometer o mesmo erro de InuYasha.(ela se afasta dele novamente) SANGO – Eu estava errada, não deveria saber de tudo isso, o que você faz é ilegal, falsifica documentos, adultera provas criminais, eu não posso conviver com isso. MIROKU – Então vai me entregar para as autoridades? SANGO – Não!(ela o encara) – Você e InuYasha salvaram a vida do meu irmão, sou grata por isso, mas o que vocês fazem está errado e devem parar. MIROKU – Isso não é tão simples assim. SANGO – Mas é preciso!(ela passa mão no rosto dele) – Por favor, Miroku, eu não quero de prender, deixe o trabalho de combater a criminalidade com os policiais. MIROKU – Não posso fazer isso, não enquanto o Naraku ainda estiver solto. SANGO – Se o Naraku está por trás de tudo, eu vou pega-lo confie em mim. MIROKU – Em você eu confio, Sango, mas a influência de Naraku dentro das instituições é enorme, a prova disso é o agente Ryoma. SANGO – Não importa!(ela grita) – Se eu pegar você e o InuYasha em atividades suspeitas, vou botar os dois na cadeia.(ele fica sério e a encara) MIROKU – Eu esperava mais de você, Sango!(depois se afasta) – Sabe onde é a saída. SANGO – Eu estou falando sério, Miroku! Miroku nem da ouvidos a Sango e continua a andar para um outro cômodo, fazendo a policial ir embora chateada com a situação e enquanto isso, InuYasha e Kagome tinham chegado à um despenhadeiro que dava uma vista privilegiada da cidade de Urawa, que estava linda à noite e eles ficam olhando a vista sem se olharem. INUYASHA – A vista é linda mesmo! KAGOME – Muito mesmo.(ele a olha desconfiado) INUYASHA – Não vai me dizer que o Kouga a trouxe aqui? KAGOME – Claro que não! Pois esse lugar ainda não existia quando saímos daqui. INUYASHA – Kagome. KAGOME – Fale. INUYASHA – Eu sei que não posso mudar as coisas, mas saiba que se escondi o meu segredo foi para te proteger e... KAGOME – Não fale mais nada, InuYasha!(ela olha para ele) – Hoje eu vi o que faz, é magnifico, eu nunca pensei que pudesse ajudar pessoas daquele jeito. INUYASHA – É sim.(olhando para ela) KAGOME – Eu ainda estou brava com você por ter me deixado fora disso, por pensar que eu atrapalharia. INUYASHA – Então você não faz mau juízo de mim? KAGOME – Claro que não, o meu amor por você só cresceu.(ela se ‘toca’ do que disse) INUYASHA – Você disse amor? KAGOME – Eu acho que sim.(meio vermelha) INUYASHA – Kagome, eu sei que é difícil para você me aceitar de volta, mas eu sinto muito a sua falta. KAGOME – Eu também sinto sua falta, mas eu não quero voltar ao estado de antes, acho que o fato de trabalharmos juntos é o que nos prejudicou... eu quero voltar para você e não para o restaurante, estou muito bem trabalhando com Miroku. INUYASHA – Se eu não soubesse que o Miroku está gamado na Sango, até sentiria ciúmes.(rindo) KAGOME – Mas como você é bobo mesmo, não é, InuYasha? INUYASHA – Então você volta para mim? KAGOME – Claro que sim. InuYasha e Kagome se beijam apaixonadamente, era isso o que eles queriam há tanto tempo, já que mesmo a distancia, nunca deixaram de se amar. Próximo capítulo = A invasão – parte 1