Eu Sou a Noite
39 Kohaku e o gênio do mal - parte 2
Três dias depois em relação ao último capítulo, Sango e Miroku chegam juntos à sede da Agência Imperial e a policial nota o nervosismo do advogado. SANGO – Você não me parece bem, Miroku, acha que Kohaku será condenado? MIROKU – Não se preocupe! Kohaku não será condenado.(ele olha em volta do prédio) – “É outra coisa que me preocupa.”(pensando) SANGO – A audiência do caso dele é as 11 da manhã. Os dois entram na sede da Agência Imperial e são recebidos pelo agente Ryoma, que da aos dois a má notícia. SANGO – Como não podemos ir com ele? RYOMA – Questão de segurança nacional! Ele será escoltado com forte segurança. SANGO – Por que? RYOMA – Isso é confidencial, detetive, não posso revelar os detalhes. SANGO – Mas é meu irmão e... MIROKU – Tudo bem agente!(ele olha para Sango) – Nós vamos na frente, encontramos seu irmão no tribunal. SANGO – O.k.!(olhando feio para Ryoma) RYOMA – Com licença. Ryoma se afasta de Sango e Miroku para buscar Kohaku enquanto o casal sai do local e enquanto isso, em sua mansão, Naraku vê Kanna sentada, triste e isolada em um canto e vai até ela. NARAKU – Não fique assim Kanna.(colocando a mão no ombro dela) — A culpa é minha. KANNA – Como assim, papai?(olhando para ele) NARAKU – Foi eu que contratei Kohaku, confiei nele e até dei a sua mão a ele, nunca podia imaginar que ele seria capaz disso.(Kanna se levanta) KANNA – Mas se ele for inocente? E se eu estiver sendo injusta com ele?(ele a segura pelo ombro) NARAKU – escute filha, se ele for inocente o julgamento provará isso e eu mesmo punirei os culpados... agora tenho que ir. KANNA – O senhor vai na audiência? NARAKU – Sim, um funcionário da minha empresa está sendo acusado e é dever meu estar presente na hora.(ele beija a testa da filha) – Já estou indo. Naraku, com um sorriso confiante, se afasta da filha, mas quando ele chega perto da porta para sair, Kanna se manifesta. KANNA – Papai.(ele se vira para ela) NARAKU – Sim Kanna. KANNA – Eu queria ir com o senhor. NARAKU – Eu não sei se é uma boa idéia e... KANNA – Eu faço questão, papai, se Kohaku for inocente eu quero que ele saiba que estive vendo tudo. NARAKU – Acredita nele, não é?(ele acena que sim) – Tá bom! Kanna se junta a Naraku para ambos irem ao tribunal onde seria realizada uma audiência do caso de Kohaku. MAIS TARDE No topo de um prédio que ficava do lado do tribunal, InuYasha, disfarçado de Motoqueiro Noturno, falava com Kikyou pelo celular enquanto observava a movimentação das pessoas. INUYASHA* — Kikyou, eu sinto por ter desmarcado, mas precisei resolver um problema do restaurante.(mentindo) KIKYOU – Mas não podia deixar isso com o Myuga? INUYASHA* – Eu sou o dono do restaurante e não o Myuga, é minha responsabilidade. KIKYOU – Eu sei, meu amor. INUYASHA* – Eu estou muito atarefado depois que a Kag...(ele se toca da gafe) KIKYOU – Vamos! Continue! Você ia falar da Kagome, não é?(com ciúmes) INUYASHA* — Não é nada disso, Kikyou. KIKYOU – Não é? Você está me escondendo algo, InuYasha? INUYASHA* — Olha Kikyou, eu tenho que desligar, a gente se fala depois. InuYasha desliga o celular ao ver a chegada do carro que trazia Kohaku para o tribunal enquanto isso, Kikyou que estava trabalhando no laboratório secreto, estava brava e Kagura notou isso. KAGURA – O que houve, Kikyou? KIKYOU – Não foi nada.(voltando para o trabalho e Kagura vai atrás dela) KAGURA – Isso não é pelo seu namorado, ou é?(Kikyou se vira e a encara) KIKYOU – E se for? Você não tem nada com isso. KAGURA – O problema, Kikyou, é que esse seu romance está começando a afetar seu trabalho, você tem se ausentado muito e quando está aqui fica só pensando no seu namorado o que a deixa desconcentrada e é meu dever coloca-la no eixo. KIKYOU – Eu não te entendo, Kagura! Você nunca se apaixonou por alguém? Por alguém que quisesse ver todos os dias? Por alguém que você queria que fosse a primeira pessoa que visse ao acordar e a última antes de dormir? KAGURA – Claro que já!(ele fica de costas para Kikyou) – Mas eu nunca mais vou cometer esse erro, confiar em uma pessoa, pois quando se faz isso uma hora essa mesma pessoa irá te trair, os homens são assim, Kikyou. KIKYOU – Isso aconteceu com você? De quem está falando? KAGURA – Volte ao trabalho!(ela se afasta) — Lembre-se, Kikyou, uma hora ou outra, os homens sempre nos decepcionam. Kikyou voltou ao seus afazeres sem que sua pergunta fosse respondida enquanto Kagura saiu do local não querendo falar do seu passado conturbado com Sesshoumaru e muito menos da filha que teve com ele, preferindo se isolar dos homens. MAIS TARDE Depois de participar da audiência, onde negou todos os crimes, Kohaku saiu do tribunal ao lado de Miroku e Sango e também mais dois seguranças. KOHAKU – Como fui? MIROKU – Foi brilhante! Mostrou firmeza e indignação diante do juiz, tenho certeza que ele percebeu isso. KOHAKU – Falar diante do juiz me fez bem. MIROKU – Mas lembre-se que isso foi apenas uma audiência, no julgamento será bem mais pesado, a promotoria será implacável com você. SANGO – Mas tenho certeza que meu irmão se sairá bem.(abraçado com Kohaku) KOHAKU – Pode acreditar mana! Pois sou inocente. MIROKU – Foi uma pena que não conseguir que você respondesse o processo em liberdade, mas diante das graves acusações já era esperado. Ao descerem as escadarias do tribunal Sango e Miroku deixam Kohaku na cia dos seguranças, que o conduzem para o carro, que iria leva-lo de volta a prisão, onde ficaria até o julgamento e enquanto observavam Kohaku ser colocado no carro, Sango e Miroku notam a presença do agente Ryoma perto deles. RYOMA – Acha mesmo que ele irá escapar? MIROKU – Não acho, agente! Tenho certeza. SANGO – Vocês da Agência Imperial não são tão infalíveis quanto pensam. RYOMA – Mas não foi nenhum agente imperial que foi enganado por uma ladra de jóia bem debaixo do nariz. Ryoma com um sorriso vencedor e arrogante se afasta deixando Sango furiosa e ela só não foi para cima do agente porque Miroku a segurou pelo braço. MIROKU – Esquece isso, Sango! Se não pode prejudicar seu irmão. SANGO – Eu sei.(ela tenta se acalmar) – Mas é que esse agente me deixou louca quando falou da Ayame. MIROKU – Procure ficar calma, depois o agente Ryoma terá que engolir tudo o que disse. SANGO – Tem razão.(Takeda se aproxima dos dois e Miroku nota isso) MIROKU – Eu vou voltar ao meu escritório.(ele beija a mão dela) – Nos vemos depois. Assim que Miroku se afasta para ir embora, Takeda chega perto de Sango. TAKEDA – Tem algo entre vocês dois?(contrariado) SANGO – Por que está perguntando isso? TAKEDA – Curiosidade, ele tinha que beijar sua mão? SANGO – Ele só estava querendo ser gentil, afinal ele é advogado do meu irmão. TAKEDA – Ainda acho que devia procurar outro advogado. SANGO – Saiba que o Miroku está se saindo muito bem... e como vai Rin?(olhando ela de longe com Sesshoumaru) TAKEDA – Está bem.(também olhando) SANGO — Foi uma pena ela ter antecipado o seu retorno por causa do que está acontecendo. TAKEDA – Mas amigos são para essas coisas. Sango e Takeda continuavam a conversar enquanto Rin, que estava com Sesshoumaru, olhava para todas as pessoas, o que chamou a atenção do marido. SESSHOUMARU – Está procurando alguém? RIN – A Kanna, eu ainda não a vi. SESSHOUMARU – Ela está ali no meio da multidão.(ele indica para a esposa) RIN – Eu vou falar com ela. Rin da um beijo no marido para depois ir em direção ao amontoado de jornalistas que entrevistavam Naraku, Kanna que estava ao seu lado percebe a aproximação da amiga e vai falar com ela. KANNA – Oi Rin. RIN – Oi amiga.(segurando a mão dela) — Eu não podia deixar de vim... como está? KANNA – Horrível, o Kohaku terminou tudo comigo. RIN – Mas você tem que entende-lo, duvidou dele... eu tenho absoluta certeza de que ele é inocente. KANNA – Eu deveria ter mostrado essa certeza à ele, mas sou uma menininha ingênua mesmo.(Rin abraça a amiga) RIN – Não fique assim, Kanna... tudo vai acabar bem. KANNA – Mas o Kohaku não ter olhado para mim, me deixou arrasada. Rin continuava a consolar a amiga e enquanto isso Kohaku era escoltado por Ryoma e outros agentes, e todos eles estavam dentro de carro da Agência Imperial. RYOMA – Não acha que só porque é namorado da filha do patrão, que vai deixar de pagar pelos crimes. KOHAKU – Eu já disse que sou inocente, o senhor está sendo muito injusto, agente. RYOMA – Todos os criminosos dizem que são inocentes, você paga de bom moço, mas não me engana. KOHAKU – “Quando esse pesadelo irá acabar?”(pensando) O carro que conduzia Kohaku para a sede da Agência Imperial seguia normalmente seu curso até de repente ele é interceptado por um furgão e acaba capotando e de dentro do furgão saem homens encapuzados e armados que rendem os agentes imperiais e o líder desses homens se manifesta diante dos agentes. LÍDER – Nunca acabaram com o nosso cartel. Os homens tiram Kohaku, meio ferido, de dentro do carro e o colocam no furgão para em seguida atiraram em todos os agentes, matando quase todos, pois Ryoma ficou atras do carro se protegendo. RYOMA – Isso não vai acabar assim. Ryoma ficou vendo os corpos dos agentes mortos para depois tentar pedir ajuda com o rádio da polícia, mas o rádio estava quebrado por causa do capote. MAIS TARDE Ainda no tribunal se espalhou a notícia da fuga de Kohaku, deixando todos as pessoas presentes perplexas, principalmente Sango. SANGO – Do que está falando? TAKEDA – Você ouviu! O Kohaku fugiu com a ajuda de outras pessoas. SANGO – Isso não é possível! É mentira. TAKEDA – Parece que o agente Ryoma viu tudo, homens encapuzados mataram os outros agentes... eu sinto por dizer isso, Sango. SANGO – Eu quero falar com o agente Ryoma. Sango entra no seu carro para ir até a Agência Imperial e enquanto isso, Miroku, de dentro do seu carro, conversava com InuYasha, disfarçado de Motoqueiro Noturno, que informou o que estava acontecendo com Kohaku. MIROKU – Então foi isso que aconteceu? INUYASHA* — Isso mesmo! Foi um rapto. MIROKU – Está seguindo eles? INUYASHA* – Sim, e não se preocupe, estou seguindo eles de longe, eu consegui atirar um rastreador GPS no furgão, não vou perde-los de vista. MIROKU – Ótimo! Já sabe o que fazer. INUYASHA* — Pode deixar. InuYasha desliga a comunicação com Miroku para em seguida olhar para o computador de bordo da moto e seguir o sinal do rastreador que estava no furgão, que depois de algum tempo, chegou à um galpão abandonado e já estando lá dentro os homens encapuzados saíram do furgão com Kohaku amarrado. KOHAKU – Quem são vocês? Por que me raptaram? Os homens ignoram as perguntas de Kohaku e nada respondem até que o líder deles se manifesta. LÍDER – Quer realmente saber? KOHAKU – É claro que sim! LÍDER – Para te matarmos. O líder saca uma arma e aponta para Kohaku, que apenas fechou os olhos e ficou pensando nas pessoas queridas, quando naquele momento uma bola preta aparece diante de todos e de dentro dessa bola sai uma fumaça que envolve todo local e faz todos tossirem sem parar e aí, InuYasha, como Motoqueiro Noturno começa a bater em todos até ficar apenas o líder como adversário, ficando frente à frente com ele. LÍDER – Mas quem é você? INUYASHA* — Sou seu pior pesadelo, o Motoqueiro Noturno. LÍDER – Não interessa quem seja. O líder aponta a arma para InuYasha, mas antes que pudesse ter a chance de atirar InuYasha, que é mais rápido, utiliza sua espada que corta a mão do líder. INUYASHA* — Foi muito tolo em me desafiar, irá sobreviver, mas nunca mais conseguirá usar uma arma novamente LÍDER – Seu miserável! Enquanto o líder dos encapuzados se contorcia de dor por causa da mão decepada, InuYasha vai até Kohaku, que ainda estava assustado com o que aconteceu com ele. INUYASHA* — Venha comigo se quiser viver. KOHAKU – Por que tenho que ir com você? INUYASHA* — Porque salvei sua vida. InuYasha puxa Kohaku pelo braço e ambos saíram do galpão abandonado e em seguida subiram na moto para irem embora do local enquanto isso, na Agência Imperial, Sango discutia com Ryoma sobre a ‘fuga’ de Kohaku. RYOMA – Não adianta insistir, detetive! Para mim o seu irmão é um criminoso, ele conseguiu fugir com ajuda dos amiguinhos dele, que mataram os agentes, muitos amigos meus. SANGO – Eu conheço o meu irmão, fui praticamente mãe dele depois da morte de nossa mãe, se ele fosse um criminoso eu saberia. RYOMA – Acho que não o conhecia tão bem assim, pois se ele fosse inocente, por que aqueles homens fizeram tanto esforço, se arriscando para salvar Kohaku? SANGO – Espera aí! Na audiência, o Miroku questionou o motivo da Agência Imperial ignorar a possibilidade de alguém com cargo superior ao do Kohaku ser o verdadeiro responsável, como o senhor explica isso? RYOMA – Nós achamos o disco rígido no armário dele, encontramos uma quantia de dinheiro muito alta na conta dele, pessoas que foram presas confessaram a participação de Kohaku, foi por tudo isso que Kohaku foi preso. SANGO – Mas tudo isso pode ter sido forjado e... RYOMA – Olha detetive Sango! Existe um foragido por aí, que foi responsável pela morte de 4 agentes imperiais, se quiser questionar a nossa conduta vá falar pessoalmente com o Imperador, mas não faça eu perder o meu tempo... com licença. Ryoma se afastou de Sango e começou a organizar, em conjunto com outros agentes, a busca por Kohaku. MAIS TARDE Guiando sua moto, InuYasha, ainda disfarçado de Motoqueiro Noturno, acaba de chegar à um hotel de luxo, o qual ele começa a escalar carregando Kohaku com ele até chegaram na cobertura. INUYASHA* — Você vai estar seguro aqui. KOHAKU – Agora estou me lembrando de você! Você é aquele que chamam de Motoqueiro Noturno, não é? INUYASHA* — Sim, sou eu. KOHAKU – Por que está me ajudando? INUYASHA* — Porque você é inocente. KOHAKU – Então você é minoria! Até minha noiva, ou melhor, minha ex. noiva acha que sou culpado. INUYASHA* — Deixa que eu cuido de provar sua inocência.(ele vai até a janela) – Tenho que ir, pois...eu sou a noite. KOHAKU – Hei espera... Antes que Kohaku pudesse completar a frase, InuYasha sai pela janela para prosseguir com seu trabalho deixando Kohaku sem entender o que estava acontecendo até que nesse momento Miroku entra pela porta e fica diante de Kohaku. KOHAKU – Miroku?! MIROKU – Parece que conheceu um amigo meu. KOHAKU – Você conhece ele? MIROKU – Conheço, nós temos negócios juntos.(ele fecha as janelas) KOHAKU – Seja ele quem for, agradeça por mim, ele salvou a minha vida... aliais, é isso que não entendo, por que aqueles homens queriam me matar? MIROKU – Porque eles sabiam que eu iria conseguir inocenta-lo, por isso ele forjaram um resgate para que todos pensassem que você fosse culpado e depois que a polícia te encontrasse morto, arquivariam o caso com você sendo o único culpado. KOHAKU – Mas quem ordenaria uma coisa dessas? MIROKU – Eu tenho uma idéia de quem seja, mas prefiro guardar essa opinião comigo. KOHAKU – Mas e minha irmã? Ela deve estar desesperada. MIROKU – Eu vou falar com ela mais tarde, mas não posso revelar a ela onde você está, pois certamente a seguirão. KOHAKU – Tá! Mas quando encontra-la, avise que estou bem e que a amo muito. MIROKU – Pode deixar!(ele vai até a porta) — Não saia daqui. Ao ver Miroku saindo pela porta, Kohaku a fecha imediatamente para depois se sentar no sofá e ficar e pensando quem teria armado aquilo contra ele e por qual motivo e enquanto isso Naraku e Kanna assistiam, pela televisão, os noticiários sobre a fuga de Kohaku. NARAKU – Agora você viu que ele é culpado, não é Kanna? KANNA – Mas por que ele fez isso? Matar todos aqueles agentes e fugir, por que? NARAKU – Eu sinto muito que tenha que ver isso, mas é preciso, tem que ver com os próprios olhos que tipo de gente era Kohaku, ele não enganou só você, mas a mim também. KANNA – Eu confiei nele, me abri com ele, contei meus segredos, meus sonhos e pretendia dividir minha vida com ele, mas agora descubro que ele é um criminoso perigoso. Kanna não suporta mais ver os noticiários e vai chorando para seu quarto e nesse momento o celular de Naraku toca e ele atende. NARAKU – Fale. ONIGUMO – Tenho péssimas notícias. NARAKU – O que foi? ONIGUMO – Acabei de ser informado que Kohaku conseguiu escapar. NARAKU – Como assim ele conseguiu escapar? ONIGUMO – Parece que o Motoqueiro Noturno apareceu e o resgatou. NARAKU – Está querendo me dizer que um único homem invadiu o local e rendeu todos os homens e resgatou Kohaku? ONIGUMO – Eu lamento dizer que sim. NARAKU – Esses homens foram contratados por você, Onigumo, novamente não fez um bom trabalho. ONIGUMO – Mas a culpa não é minha senhor... NARAKU – Cale a boca, Onigumo! Estou farto de sua incompetência, farto! Naraku desliga o celular para usa-lo novamente em seguida afim de falar com Kagura, que estava no laboratório secreto. NARAKU – Kagura, preciso que resolva um problema para mim. KAGURA – Claro senhor, o que seria? NARAKU – Os homens que Onigumo contratou deixaram que o tal de Motoqueiro Noturno resgatassem Kohaku, eu preciso que o encontre antes da polícia e o matem. KAGURA – Eu vou cuidar disso pessoalmente, senhor. Kagura desliga o seu celular e começa a andar até a saída enquanto Kikyou, que também estava no laboratório secreto, a segue. KIKYOU – Algum problema? KAGURA – Está tudo bem, só um contratempo momentâneo, nada de mais. KIKYOU – Se não se importar, eu vou embora, não há mais nada que eu possa fazer aqui hoje, só vou me trocar e... KIKYOU – Faça como quiser. Kagura entra no elevador para sair do local deixando Kikyou sem entender nada do que estava acontecendo com ela. Próximo capítulo = Kohaku e o gênio do mal – parte 3
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