Notas iniciais
Ninas amadas, leiam as notas finais....
boa leitura.....

– Me põe no chão! – grito. Anthony está comigo em seu ombro desde que estávamos no primeiro lance de escadas.

–Não!

Anthony está parado em frente à porta comigo ainda em seu ombro esquerdo. Ele abra a porta e me põe no chão num movimento rápido. Seus olhos... acho que não há palavras que descrevam o quão bom é olhar profundamente para eles.

– Eu quero ser seu hoje. – ele diz acariciando a minha face. Fecho os olhos aproveitando a sensação. Essas palavras deveriam me fazer feliz, mas ao invés disso me trazem aquela dor... eu não quero sentir dor. A lembrança do beijo dele com a Kate me faz ficar enjoada, percebo que aquele encanto de alguns minutos atrás se foi. Ele não quer ser meu, ele quer se aproveitar de mim. Num movimento abrupto tiro sua mão do meu rosto. – O que foi?

– Nada. Só... não estou com cabeça para isso. – vejo que abre a boca para falar algo, mas não lhe dou vez. – Se não se importar vou dormir no seu quarto.

Ele bufa. Sua expressão é de raiva, entretanto isso não me afeta. Não posso ser sua escrava ou algo parecido. Eu quero que ele seja meu para que a recíproca seja verdadeira. Não posso agir como antes. Tenho que parar de ceder. Porém, a imagem de seus olhos aparecem em minha mente e é como se... eu esteja errada. Não faz sentido não querer me envolver se já estou envolvida até o último fio de cabelo. Ele faz o que quer com minha cabeça, como um jogador de basquete que domina a bola para fazer um cesta de três pontos com maestria.

Seus olhos me fitam com surpresa, contudo, sua expressão continua a ser de raiva. Eu não quero me importar com isso. Giro os calcanhares e começo a andar em direção ao quarto, mas ele pega meu braço com força virando-me para olhá-lo.

– Me larga... – foi tudo o que pude dizer. Ele tomou minha boca e algo em mim pede, implora para que eu retribua o beijo, mas minha boca e nem o meu corpo seguiu a esse comando. A única coisa que veio em minha mente era: como cheguei aqui? Por que cheguei aqui? A resposta é clara. Quando estou com ele, ou quando me olha me sinto queimar, ele me enxerga por dentro e me toma por inteira. Sem saber, ele me quer.

E é nisso que me apego. Começo a retribuir o beijo. Ele me puxa com mais força para si e acaricia as laterais do meu corpo com suas mãos grande. Sinto todo o gelo em mim derreter e minha intimidade se umidificar com seus toques lentos e provocantes em meu corpo magro. Mas ainda assim não quero complicar as coisas para mim. Preciso ficar só, ter um tempo só meu.

– Anthony – digo me desvencilhando dele. – Eu preciso de um tempo.

– Você não precisa de tempo. Precisa de mim.

– Pode até ser, mas... posso dormir lá? – falo apontando para o corredor largo que está atrás de mim. – Você... não se importa em dormir aqui na sala? Não é? – sei que estou pedindo muito, mas é o quero por ora.

– Vá. Se precisar de algo se sinta em casa. – seu tom é de escárnio. Sarcasmo puro. Posso ver, pois seu sorriso largo e fingido não nega. Bom, vou dormir.

– Não vou precisar de... – antes que eu termine a frase, Anthony sai e fecha a porta por trás de si. Como ele pode ser tão...? A raiva volta com força total sobre mim. Me sinto um lixo. As lágrimas de raiva e dor tomam meus olhos e é impossível conte-las.

Você é tão burra! Poderia estar tendo um orgasmo neste exato momento se não quisesse dar uma de ofendida. Não acha? A voz irritante dentro de minha cabeça me deixa ainda mais confusa. Eu deveria, ou não? Será que posso tratá-lo como apenas um caso? Claro que pode! Além de que se você fizer direito, poderá conquistá-lo. Será? Mas a merda já está feita, só tenho uma opção. Dormir.

A cama parece cheia de espinhos. O que deixa um pouco aliviada é o seu cheiro. Sim, o cheiro dele está em toda parte; no travesseiro, nos lençóis abarrotados. E as memórias da nossa noite, da minha melhor noite, voltam a me roubar o ar.

Há algo em mim que pede, clama por seu corpo colado ao meu. Por seus beijos, suas caricias, seu sorriso torto e amolece meu coração e faz uma eletricidade estranha percorrer meu corpo.

Nossa! Eu não deveria ser assim. Ele me tratou mal. Ele não gosta de mim.

Nesse momento sinto como se uma lâmpada acendesse para iluminar minhas decisões. O que sinto é o suficiente para nós... ao menos por enquanto.

Acendo o abajur em cima do criado mudo. A pouca iluminação me faz lembrar mais uma vez... me desenrolo do sanduíche de lençóis e travesseiros. Estou com uma camiseta dele. Achei a bendita jogada em um canto qualquer do quarto. Apesar de o aquecedor estar no mínimo sinto um calor brutal. Minha testa está pingando de suor. Eu estou molhada por inteira.

Saio da cama e vou para o banheiro tomar um banho. Depois de me deliciar com uma água praticamente congelante, me sinto aliviada. Mas ao entrar no quarto... a sensação de calor volta. Ponho a camiseta de novo, passo os dedos tentando desembaraçar os fios teimosos do meu cabelo.

Deito-me esperando o sono... nada. Resolvo ir beber água e me pergunto se Anthony já está aqui. Acho que não, entretanto não quero correr o risco de olhar para ele e ceder mais uma vez. Preciso fazer o que a Rose disse, mas como? Como posso agir como outra Isabella? Descobri que há duas em mim. Porém há lugar para mais uma?

Minha batalha interior é cortada quando ouço alguém bater na porta... Anthony? Não respondo, ele tem que pensar que estou dormindo. “ toc, toc, toc...” caramba, ele é insistente!

Sei que não devo abrir, se eu abrir vou ceder... mas eu preciso dele, do seu cheiro inebriante vindo direto da fonte, do seu corpo, do seu toque malicioso. Eu preciso de nós. Ele é como uma droga forte que te anestesia e depois te faz sofrer com a dor, mas no momento em que anestesia você não pensa em nada, não há como escapar das esmeraldas verdes penetrantes. Quando olho para elas me sinto livre de todo o mal e de toda a dor que o dono das mesmas me causa.

Como que por impulso pulo da cama arrumando o cabelo ainda úmido, passo a mão freneticamente pela camiseta preta e só agora percebo que a bendita é de uma banda de rock qualquer. Não pus minha calça, pois sei que esta não terá nem uma utilidade. Ando em direção à porta, puxo uma bela quantidade de oxigênio pela boca e engulo-a antes de girar a maçaneta.

– Melhorou? – ele fala com aquela voz rouca e com o sorriso torto que faz meu coração vacilar e perder uma batida.

– Eu nã... não. Droga! Eu não estou doente para melhorar, Anthony. – ele sorri e se recosta à porta cruzando os braços sobre o peito. Seu sorriso... – Pronto? Era só isso? – digo, mas na verdade quero que ele me jogue na cama e me faça ver estrelas. Hmm, Isabella. Mudou de lado? Vai fazer isso mesmo?

– Não, e você sabe que Não.

Abri a boca surpresa com sua cara de pau. Mas minhas palavras de defesa somem quando ele me pega de surpresa. Me puxando e assaltando a minha boca, em momento algum protesto. Eu não quero protestar, brigar, nem nada. Eu o quero, para mim, mesmo que isso leve tempo, mas eu o terei.

Essa droga de beijo é capaz de me esquentar toda por dentro me dando ao mesmo tempo uma sensação de alivio... sinto seu corpo me empurrando para adentrarmos no quarto, no mesmo instante em que entramos ele para de me beijar, solto um gemido em protesto, ele fecha a porta sem delicadeza alguma e me empurra contra a cômoda, ele começa uma sessão de caricias deliciosas e torturantes.

Suas mãos sobem pelas laterais externas de minhas coxas desnudas deixando um rastro de fogo por onde passam. Ele começa a subir a barra da minha camiseta e a tira com pressa. Se afasta e me analisa... sinto minhas bochechas esquentarem, mas não me importo com a vergonha que se apodera de mim. Atrevo-me a olhá-lo nos olhos... As órbitas verdes estão em tom quase negro de tão escuro... Luxúria, desejo. É isso que vejo. Um arrepio frenético passa por minhas veias e terminações nervosas. Puxo-o de volta para mim e logo tiro sua jaqueta de couro e a camiseta idêntica a minha. Passo a ponta de meus dedos por seu tórax nu, e sinto a necessidade de guardar esse momento. Cada sensação. Chego ao cós de sua calça jeans, desabotôo e desço o zíper. Com a ajuda dele tiro suas peças restantes e o fito completamente despido a minha frente.

Antes que meu olhar chegue a sua virilha, Anthony me puxa para si colando sua boca a minha, suas mãos passeiam por meu corpo e sinto-as espalmadas em cada uma de minhas nádegas. Ele desce mais um pouco, e sem nunca quebrar o contato de nossas línguas abre minhas pernas e as levanta. Entendo seu recado e dou o impulso para que me encaixe no seu quadril.

É impossível não sentir seu membro ereto e rígido roçar em meu sexo úmido. Sinto a fricção prazerosa, mas ainda há uma barreira entre nós. A minha ultima peça de roupa. Minha calcinha. Nossas bocas famintas não se desgrudam e quando o ar é necessário trocamos as posições dos rostos tendo assim um pouco de espaço para buscar oxigênio com o nariz. Sinto-o se movimentar e momentos depois estou deitada na cama.

Suas mãos correm até as laterais da minha calcinha fina e de renda vermelha. Obrigada, Rose! Faço um agradecimento mental a minha fashionista. Ele a puxa com força. Rasgando-a. Ah, não! Meu cérebro protesta. Ele desgruda sua boca da minha, me olha por sob as pálpebras e me dá um sorrisinho sacana. Fecho os olhos para não ter que encará-lo. A vergonha reina em mim.

Ele separa as minhas pernas me deixando totalmente exposta e a sua mercê. Sinto beijos por todo o meu corpo. E uma sessão de massagem erótica é iniciada em cada um de meus seios. O efeito disso sinto lá em meu ponto sensível. Chega a incomodar as pontadas sentidas lá. A massagem cessa e arfo protestante.

Sinto-o distribuir beijos molhados por meu pescoço, barriga... segundos depois ele beija e suga cada pedacinho de pele em minhas coxas. Mordisca a parte interna da coxa esquerda e faz o memso com a direita... é uma tortura... eu preciso dele.

– An... Anthony. – seu nome saiu mais como um gemido.

– Eu não vou parar. – é sua única frase, e ele volta a me torturar, me fazendo gemer coisas desconexas e ininteligíveis.

Seus beijos e mordidas passam bem perto de onde preciso delas, arqueio minhas costas para que ele me beije lá, mas ele pula meu sexo e continua a me fazer refém de suas caricias.

Os beijos sobem por minha barriga, passam pelo vale entre meus seios e sem aviso abocanha um. Desce um mão e começa a massagear meu ponto sensível e inchado.

– Ahn! – gemo. É insuportável o prazer. O aperto e o movimento frenético que ele faz com o polegar me levam a um lugar até então desconhecido. Mas ele para. Quero gozar caramba! – Anthonyy... por... favor... ahn! – ele volta a me acariciar, porém lentamente.

Me agarro aos lençóis quando ele desliza um dedo para dentro de mim. Larga meu seio direito e começa a sugar o esquerdo. Ele começa a movimentar seu dedo em mim e meu orgasmo chega intenso, fazendo meu corpo tremer e minhas pernas ficam bambas. Abro os olhos e o vejo me fitar. Sorrio para ele que logo toma minha boca mais uma vez. Nossas bocas se desgrudam, porém ele continua a me beijar. Seus lábios chegam a minha orelha esquerda, para sussurrar:

– Pronta?

Notas finais
aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!! surtei, haha!
Cap. Pequeno né? Hahaha eu sei que sou mal, mas vamos ao que interessa.
O cap era enorme, mas eu resolvi fazer maldade e dividir em dois... fica mais interessante...
Não me batam e nem me joguem pedrasss. Eu n postei domingo pq, pq eu estava preparando outra fic para vcs! É.. o nome dela é O meu melhor lado, quem quiser conhecer está aqui o link: http://fanfiction.com.br/historia/339347/O_Meu_Melhor_Lado/
As postagens acontecem nos sábados e nas quartas que assim como esta só é postado se a quantidade e a fofura dos coments forem do meu agrado ( me senti haha)
Tenho outras duas fics que só seram att quando esta ( ESQVEP) estiver na reta final.
N julguem a Bells, ela ta xonada! Haha, isso vai mudar...
E é serio, eu quero matar o Ed!!!
Prometo que se vcs lerem O meu melhor lado vcs n vão se arrepender...
Bom, os caps (Ataque cardíaco 1 e 2) são dedicado a autora da parte hot, minha amiga Mykarla Dantas.
É isso espero vcs na outra fic, ok?
obg pelos coments eles me fazem happy!