Eu Sabia Que Você Era Problema

3 "Não quero você só por uma noite"O que você disse?


Notas iniciais
Oi ninas lindasss!
espero vcs lá em baixo com uma novidade!!!!

Ai, meu Deus! Calma Bella. Digo a mim mesma. Viro-me de costas para ele. Fuja! Essa palavra ecoa em minha cabeça. Ando rápido até a porta de saída de incêndio. Vejo-me necessitando de um ar puro. Meu pé direito toca a calçada larga do lado de fora, mas sou impedida de fazer com que outro faça o mesmo caminho. Uma mão me puxa forte. Eu sei quem é.

- Ei! O que pensa que está fazendo? – Me viro e o fito com raiva.

- Eu? Nada! Mas que você está me perseguindo, isso está! – Diz grosseiro. E vejo uma linha de sorriso em seus lábios rosados e carnudos... Ai! Ele aperta a mão em meu braço esquerdo.

- Dá pra me soltar! – Grito impaciente. Uma onda de luzes coloridas passa por nós. Seus olhos... São verdes como no sonho. Essa lembrança me espanta. Me faz querer gritar. O medo me toma. Mas não posso deixar de perceber o quão lindo ele é. Em sua jaqueta de couro, a camiseta preta que não pode esconder seu corpo, e que corpo. Sua calça jeans escura e rasgada.

Ele me larga.

- Desculpa! – Ele diz e agora sorri abertamente. – Então, Isabella que tal se eu te pagar uma bebida?

- Não. Obrigada, eu só quero ar puro. Porque aí dentro está muito abafado e o ar está intoxicado. – falo e me viro novamente. Sinto suas mãos me puxarem com força pela cintura. Ele me encosta em seu corpo e eu estremeço com o toque.

- Intoxicado? – Diz ao meu ouvido. Tento me distanciar de suas mãos.

- Me larga! – Me pega mais forte. Não! Para Isabella. Ele me vira, e como se soubesse da minha suplica particular, me aperta forte com seus braços grandes enroscados em minha cintura fina.

- Não. Você vai beber algo comigo sim, por que você quer. – Diz ríspido me olhando nos olhos. E é como se duas pedras de esmeralda caíssem num tacho de chocolate quente derretido. Meus olhos nos dele... é tão profundo e... inquietante.

- Eu vou, mas você terá que me convencer a isso. – Falo destemida, querendo mais dele. Perigo! O alerta soa mais uma vez, mas não me importo ele é gostoso e estou em seus braços. Quando tive um cara assim? Ah! Nunca.

Sua resposta muda parece nuvem no ar. E essa nuvem nos enlaça trazendo seu rosto para pertinho do meu, e a distância entre os lábios se esvai. Ele morde meu lábio superior, depois o inferior e derreto. Sua língua pede passagem e eu a sedo. Ela acaricia cada região interna de minha boca me levando ao delírio. Sinto um leve aperto lá em baixo. Entre minhas pernas. Nossas línguas se tocam e um arrepio elétrico percorre minha cabeça, tronco, membros superiores e para em minha virilha, fazendo a sensação de aperto e necessidade aumentar drasticamente.

O ar falta em meus pulmões. Paro o beijo com a boca entreaberta. Ele sorri sínico.

- Está vendo? Sei como convencer você. Talvez esse seja meu dom.

- De onde você é? – Indago, quando já estamos na segunda garrafa de Budweiser.

- Sou de Londres, e você é daqui, mas faz faculdade em Massachusetts. – ele fala fitando o nada. E isso não foi uma pergunta.

- Parece que sabe muito sobre mim. – Digo bebericando a cerveja.

- Conheço sua família muito bem... – Olho sério para ele. -... Digo. Todos conhecem.

- ok! Acho que já bebi de mais. – levanto-me do banquinho giratório.

- Espera. Vamos dançar. – Isso não soou como uma pergunta e sim como uma intimação.

- Acho que é melhor não.

- Corta essa! Está sendo uma frouxa. – Desce do banco e pega minha mão. – Vamos.

Ele me puxa sem se importar com as pessoas ao nosso redor. Ele as empurra. Ele é grosso e gostoso. Uma batida nas caixas de som e sinto o chão tremer. Estamos sob o globo de espelhos gigante.

A Britney começa a cantar. Toxic! Percebo que a música modificada é mais dançante.

Baby, você não consegue ver? Estou chamando. Um cara como você deveria ter um aviso: "É perigoso", estou dentro.

Anthony me vira de costas para ele e cola seu corpo no meu. Deixo-me levar por ele. Seu calor quase me queima. Rebole. Meu inconsciente grita. Não me rogo e mexo meu quadril em círculos pequenos sempre passando minha bunda em suas coxas. Ele agarra-me com mais força e se movimenta comigo. Agora estou cara a cara com o perigo. Seu hálito cheira a cerveja e cigarro de hortelã. Seus olhos param em minha boca entreaberta. Olho para a sua e tomo a iniciativa. Sugo seu lábio inferior e deslizo minha língua para a gruta de sua boca úmida. Delicia.

Ele me olha por um tempo depois do beijo. Agarra minha mão e me puxa. Passando pelo mar de gente vejo a Rose e um cara grandão. Ela parece perceber que a olho e faz o mesmo para mim. Sua boca se alarga num sorriso, e o cara do seu lado a puxa forte. Não vi mais nada. Anthony me empurra e sinto algo duro em minhas costas. Olho para o lado e vejo que se trata de uma parede. Ele não perde tempo e possui minha boca novamente, mas agora ele está mais voraz e exigente.

Nosso beijo acaba com mordidas nos lábios de ambos. Ele desce a mão direita para minha bunda e a aperta. Não controlo minha boca e solto um gemido fino. Ele me olha nos olhos e sorri lascivo. Me toma em um novo beijo e roçando meu quadril contra sua ereção.

Quando o ar se faz necessário ele se afasta por um momento, me avalia e desce beijos molhados por meu pescoço e sobe até minha orelha, mordiscando e lambendo o lóbulo. Estou perdida.

Há quanto tempo estou sem isso? Desde James ninguém mais me tocou. E eu o quero, mas tenho medo. Não quero ser vulgar, tampouco fácil. Mas eu preciso. Preciso me sentir mulher pela segunda vez em minha vida. Sou tirada de meus devaneios com um sussurro um tanto alto de Anthony:

- Quer conhecer minha casa? – me beija em seguida. Suga minha língua e se afasta. Olho em seus olhos e digo de um modo atrevido:

- Quero.

****************

Mandei um sms para a Rose avisando que estou saindo com o Anthony. Ela não respondeu, penso que deve estar ocupada com o grandalhão. Sou tirada do pensamento pelas mãos do Anthony, elas passam por minha coxa subindo, entra por baixo do meu vestido e continua me tateando até chegar a minha virilha. Percebo estar me contorcendo no banco do passageiro quando ele tira rapidamente sua mão dali. Olha para mim e dá um sorriso faceiro. Para o carro num conjunto de prédios. Olho pela janela e vejo que são quatro prédios de no mínimo 5 andares cada.

- Vai ficar olhando? – Viro pra ele. Baixo a cabeça. Será que estou fazendo o que é certo? Eu sei que amanhã ele não vai querer me ver, mas devo continuar? Ah, que isso? Você já está aqui. Agora vá ter um orgasmo na cama do perigoso aí. E reze para ele lhe fazer gozar só te penetrando. Devo? – É virgem? Por que se for, vou adorar ser o primeiro.

- Não é isso... É só que... – Você não pode falar nada! Desça do carro e vá para a cama com ele agora!

- Vamos. – Ele abre sua porta, desce. Some na escuridão da rua e aparece em minha janela. Abre a porta. – Vem ou não?

Analiso a situação. Eu... Vou! Desço sem dizer nada. Dou um passo a sua frente e ele me cerca com seus grandes braços.

Andamos agarrados como namorados. Entretanto só o vi hoje, se não fosse por isso não saberia sua existência. Depois de subir alguns lances de escada. Anthony passa a minha frente e abre a última porta do grande corredor. Ele entra deixando-a aberta. Quando passo da soleira da porta, o vejo sem camisa. Nossa! Exclamo para mim mesma tendo a certeza de que minha boca só não cairá mais, pois meu maxilar está colado a mais ossos. Seu corpo é... Divinamente esculpido. Um anjo.

- Então... – A frase morre. Ele abre aquele sorriso torto. – Só não repare a bagunça.

Pra falar a verdade, a sala está uma bagunça. Mas ele disse para não reparar. Ah! Foda-se. Ando em passos largos na intenção de chegar logo a ele. Com uma coragem que não sabia ser dona, desço o zíper lateral do vestido azul escuro. Digo um obrigado mental a minha louca vontade anterior de vestir uma calcinha e sutiã mais sexy. O tecido fino do vestido cai aos meus pés e a vergonha aparece junto ao rubor em minhas bochechas. Ele me olha por um segundo.

- Eu queria ter feito isso, mas acho que você está apressada. – Dito isso, me pega pela cintura e posso sentir o salto de minha sandália arranhar o chão de madeira.

Um arrepio gostoso faz com que meus pelos se ericem ao sentir os fios longos de meu cabelo roçar minha clavícula exposta. Ele se inclina sobre mim, ainda me mantendo em seus braços. Sua boca macia acaricia a minha e começamos o ritual ao prazer. Sua língua exigente e sensual dança em minha boca fazendo com que a minha lute por seu antigo espaço. O beijo acaba quando perco totalmente o controle da respiração. Mas sua boca não me deixa nem por um segundo. Desce por meu pescoço e meu gemido invade a sala.

Cambaleamos em passos lentos, ele me deita em algo que penso ser o sofá. Sua boca continua a decida doce e perigosa. Beija meu seio esquerdo por sobre a renda azul de meu sutiã. Arfo soltando uma bela lufada de ar. Fecho os olhos apreciando a sensação que seus beijos trazem ao meu baixo ventre. Puxo seus cabelos cor de bronze trazendo-o de volta para me beijar a boca. Ele me fita por um tempo e deita sem medo por cima de mim, minha boca entreabre e ele não nega meu desejo. Nossas línguas brigando e provando nossos gostos. Suas mãos passeiam por meu corpo magro.

- Acho melhor irmos para minha cama. – Diz depois que larga meus lábios.

- Ãham. –Murmuro sedenta.

Não sei que caminho traçamos para chegar a sua cama.

- Acho melhor você tirar essas sandálias.

Tiro-as sem cerimônia. Deito-me na cama e sustento meu corpo com os cotovelos. Analiso a expressão de Anthony que me fita com desejo nos olhos. As orbitas verdes perderão a cor clara dando lugar a um tom mais escuro. Ele leva suas mãos a braguilha da calça jeans e abre deixando-a cair aos seus pés descalços. Um volume enorme aparece em sua boxer preta.

Deitando-se sobre mim e começa a beijar minha barriga subindo até meus seios. Ele abre o fecho do sutiã com facilidade e tira delicadamente o mesmo de mim. Vejo o pedaço de renda voar por seu quarto. Beijando minha boca, Anthony acaricia meus seios ao mesmo tempo, puxando os mamilos deixando-os duros e eriçados. Essa tortura prazerosa me faz soltar múrmuros roucos que são abafados por sua boca.

Anthony desce as caricias para minha barriga e tateia minha pele até chegar às laterais da calcinha pequena. Para nosso beijo e caio na cama agora deitada de verdade. Ele desce mordias e sucções por meu corpo. Suga meus seios um de cada vez e desce mais um pouco. Puxa o pequeno pedaço de renda para baixo e me livra dele. Acaricio seus cabelos e sorrio internamente com as sensações que meu corpo está tendo. Sinto-me exposta e a vergonha reaparece quando Anthony me olha nos olhos e sorri.

- Você é tão cheirosa... – Beija por cima do meu Sexo e sinto seu sorriso na pele sensível. – E está tão molhada. – Diz acariciando seu polegar em meu clitóris inchado.

- Ahmmmmmmm. – Meu gemido é desconexo e alto.

Ele continua a mexer seus dedos em mim enquanto beija minha virilha e coxa. Quero sentir o calor de sua boca em mim, mas ele apenas beija minha coxa. Subindo sinto seu hálito bater em minha carne molhada. Ai, meu Deus! Sua língua toma conta de mim e sei que meus gemidos estão muito altos, entretanto me conter é difícil. Sinto uma pontada esquisita, porém conhecida em meu clitóris e sei que a libertação está vindo. É gostoso e intenso o grau de suas lambidas. Nunca parando de gemer minhas mãos agarram o lençol sob mim. Fecho os olhos para apreciar mais um pouco e lembro-me da última vez que senti isso. Uma vez. E agora está acontecendo de novo.

Sua língua desce poucos centímetros e me penetra forte. Girando-a. Sinto um tremor fervoroso em minhas pernas. Meu sexo se contrai apertando sua língua. Gozo gritando seu nome:

— Annnthooonyy!

Ele não para com as lambidas, me deixando pouco tempo depois limpa sem nem uma gota do meu orgasmo em minha intimidade. Sobe e me beija fazendo meu gosto vir junto com sua saliva. É tão... estranho e ao mesmo tempo bom. Um gosto meio que... salgado.

Paramos o beijo com leves mordidas nos lábios. Tento alcançar sua cueca com as mãos para baixá-las. Ele sorri malicioso.

- Como eu disse. Apressada. – Sorri e me beija novamente, mas dessa vez ele está baixando sua cueca com uma mão e com a outra se apóia na cama.

Sinto sua ereção bater em minha coxa. Ele levanta e anda apressado pelo quarto procurando algo.

- camisinha. – Diz depois de fechar uma gaveta na cômoda perto da porta e me mostrar o pacotinho laminado.

Andando de volta para mim, o vejo acariciar seu membro para cima e para baixo com uma das mãos. Ele me olha sério. Acho que ele quer que eu... não, não, não. Nunca fiz isso, e não será hoje que farei. Meu medo se esvai quando ele para ao lado da cama e entre minhas pernas. Começa a abrir o pacotinho e desliza o látex por seu membro duro e muito grande sem deixar de se tocar.

- Acho bom abrir as pernas. – Avisa ele e sorri torto. Me sinto ainda mais molhada no mesmo instante e sei que o que estou fazendo não é errado. Eu o quero dentro de mim. Será que vai doer? Afinal de contas, só fiz uma vez e... foi um pouco traumático, porque não gozei sendo penetrada. Tive que me saciar só. Vai ser assim? – Está com medo? – sou tirada do fundo de meus medos.

- Não é que... – Para de falar e abre as pernas!

Abro as pernas rápido, subo meus joelhos e apoio minhas pernas com os pés no colchão macio. Ele chega mais perto e se inclina para me beijar. Sinto-o tocando minha pele sensível e molhada. E ele força um pouco e é como se algo fosse me abrindo. Seu membro me rasga e sinto a dor fina me possuindo.

- Ahh- Gemo com a boca ainda colada na sua. A dor é forte, e isso é porque ele é grande. Ele força mais uma vez entrando um pouco mais. Fecho os olhos com força para aliviar a dor inicial.

Ele entra mais um pouco, e mais um pouco. Começa a se movimentar lentamente. Sinto-o tocar em pontos sensíveis dentro de mim e agora é só prazer. Suas investidas são mais duras e rápidas e a sensação de libertação começa a se acumular em meu ventre. Quero mais...

- MAIS. FORTE. – Grito soltando gemidos a cada palavra.

Ele rosna e morde meu pescoço. Sua mão esquerda desce até meu mamilo direito e sinto o puxão forte me dar prazer intenso.

- Vem comigo. – Diz ele ofegante.

Algum tempo depois me sinto contrair e minhas pernas ficando trêmulas. Grito alto quando ele entra mais duro e fundo. Meu liquido se derramando e o envolvendo. Posso sentir o calor de seu prazer sendo derramado no látex.

Anthony desaba ao meu lado. Beija minha testa fraternalmente e vejo que é o momento de dizer adeus, mas ele me surpreende ao puxar-me para si. Me abraçando e fazendo com que minha cabeça fique deitada em seu peito nu. Nosso cheiro impregnado no quarto a meia luz. Ele beija meus cabelos e sorrio com o gesto doce de alguém que não tem essa aparência.

- Não quero você só por uma noite. – levanto minha cabeça fitando-o em choque.

Notas finais
N/stef: e ai? gostaram? bomm, venho aqui dizer que eu e a dona Lê vamos fazer o......
BANQUINHO DAS RESPOSTAS (TAMTAMTAMTAMTAMTAMTAMMM) (essa é a musiquinha rsrsrs)
Funciona assim: vc deixa seu comentario com uma pergunta sobre essa fic e no cap seguinte, aqui mesmo nas notas finais, eu e Lê vamos responderrrr!
É isso, agora vou deixar a minha amiga fofys falar.... bjssss e comentem nessa bagunçaaaaaa! surteiii aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
N/Lê: Heyy, voltamos! Obrigada pelos comentários, mesmo poucos. Espero reviews, comentarios e recomendações porque eu e a stef estamos nos esforçando pra agradar vocês. Amo vocês, beijos ♥