Notas iniciais
Hey, desculpe a gente ok? n atirem pedras.. u.u o cap está aqui.... vejo vc lá nas notinhas finais...

Mais alguns minutos se passaram, a expressão de Charlie fixa em Edward. Vejo raiva passar pelos seus olhos, e seu peito se comprimir... Lá vem bomba, disso tenho certeza absoluta. Ele toma ar e diz :

- Você quer que eu admita que minha filha ande com um...? – ele procura a palavra certa, mas seu tom de voz é assustador.

- Pai! Pare de ser ridículo. Eu não sou mais uma criança, eu tenho discernimento suficiente para saber com quem me envolvo. – por um lado o que digo é verdade, por outro, não é. Alem do mais nunca falei assim com meu pai.

- Cale a boca Isabella, o assunto é entre eu e ele. Então... Edward, não vou deixar você com a minha filha. Todos os boatos aqui nessa cidade, e o que sei sobre você... e você sabe muito bem sobre tudo. Teria dó de ser seu pai. Na verdade eu tenho dó só de olhar para você! Não, meu veredicto sobre vocês dois é NÃO.

A raiva toma conta do meu ser, e sou levada pela emoção. Qual é agora? Meu pai pensa que ainda tenho doze anos?!

- Pai, você está acabando com a minha vida, tenha certeza disso! Eu nunca te odiei tanto nessa vida, na verdade nunca te odiei, essa é a primeira vez. Pare de tentar me tolher, de me impedir de viver amores. Eu não mais uma menininha! Venha Edward, nós vamos embora.

- NUNCA, ISABELLA, NUNCA! – ele grita – Você pode sair da minha casa, você não é bem vindo. – Edward sustenta o olhar de meu pai, em forma de desafio. Nunca ninguém testou os limites de Charlie, Edward está sendo o primeiro. E isso na verdade me assusta profundamente, ele realmente está lutando por mim.

Charlie fecha a mão em punho, e o sangue foge de meu rosto... Eu sei o que ele vai fazer... É como se sem pensar a mão dele voa para o rosto de Edward. Sei como Edward é, ele devolve o soco, e me desespero. Meu pai pega Edward pelo colarinho e o empurra em cima da mesinha de centro, quebrando o vaso de flores de Renée... O que faço?

Sou tomada pelo impulso de gritar, e é isso que faço.

- PAREM! PAI, VOCÊ TEM ALGUMA NOÇÃO DO QUE ESTÁ FAZENDO COMIGO? DO QUANTO ESTÁ ME DESTRUINDO QUERENDO IMPÔR SEUS LIMITES DE POLICIAL E PAI SUPER REGRADO SOBRE MIM? NÃO POSSO SUPORTAR ISSO, E SENDO ASSIM É POR ISSO QUE VOU EMBORA.

Subo as escadas, as lágrimas quentes de raiva escorrem pelo meu rosto. Por que ele faz isso? Escancaro a porta e em seguida bato-a para fechar. Abro meus armários com força e soco tudo na bolsa. Ouço batidas na porta.

- Bella, filha... me desculpe...

- Não, eu não vou desculpar. Você tem todo o direito do mundo de detestar Edward, e eu nem sei o porquê de tanto ódio! Mas não tem direito de dizer o que posso fazer ou não. Se gosto dele, se o amo, é com ele que vou ficar, ou ao menos quero ficar... pai eu só vou ficar aqui até o mês que vem! – respondo, ainda com lágrimas.

- Eu só quero lhe proteger, se você se importa com sua vida. Ou pelo menos com o que vai acontecer quando esse... Edward, achar outra garota pra ficar. Ou te deixar só e magoar a minha Bells! Agora abra a porta.

- Eu sei o que vai acontecer, e se for mesmo, preciso aproveitar enquanto é tempo! Não, não me chame de Bells, e eu não vou abrir a porta.

Digito uma rápida mensagem para Edward, dizendo que já vou descer.

Pego tudo o que me pertence ou apenas algumas coisas para passar alguns dias com o Edward enquanto meu pai acalma os nervos, e saio do quarto.

- Sinto muito pai, mas se você não pode aceitar quem eu me tornei e quem eu amo, não adianta nada. Volto quando estiver de cabeça fria.

Saio e bato a porta. Parte de mim diz que é um erro querer ficar com Edward a ficar com meu pai. Mas é isso mesmo, meu pai não pode me tirar as coisas que eu mais gosto, não sou mais criança para ser punida por me apaixonar seja pela pessoa errada ou a certa.

Edward está sentado em frente ao gramado da casa, o carro parado no meio fio.

- Olha, Edward, eu peço desculpas pelo comportamento do meu pai. Apesar de tudo o que sinto por você, e de ter a sensação de conhecê-lo de tempos em tempos, tem coisas sobre mim e minha família que você não sabe. – Seu rosto está vermelho e inchado. Mas mesmo assim ele me toma para um beijo, o beijo mais cheio de sentimento que demos desde quando nos conhecemos.

- Vamos precisar parar numa farmácia, não sei se vou conseguir dirigir assim.

- Ok, eu dirijo. – dou um beijinho no seu olho roxo que já começa a inchar.

Sigo em direção a farmácia mais próxima, e compro os remédios. Na verdade, não levo Edward para dentro para que alguma enfermeira faça o curativo. Ele é meu, e eu tenho ciúme. Já não basta as que olham no meio da rua?

Volto para o carro, e começo a passar o algodão com um pouquinho de água apenas para limpar e depois faço os curativos. Coloco tudo no banco de trás.

- Então, bom, se você não quiser que eu fique na sua casa, eu ligo para Rose. – digo, olhando-o e admirando o quão perfeito ele é.

- Você acha que eu recusaria você dormindo na mesma cama que eu? Dividindo o mesmo espaço, assistindo filmes juntos e saindo? Jamais. – ele me enche de beijos, e as coisas esquentam. Seu beijo é cheio de fervor e desejo, e sou levada por esse mesmo sentimento.

- Ok. Vamos para sua casa. Quero cuidar de você. – falo me distanciando. Durante o trajeto Edward... Ow, ainda é estranho chamá-lo pelo primeiro nome, ele ficou calado, mas em determinada hora começou a passar a mão em minha coxa subindo pelo jeans e descendo até o joelho, voltando algum tempo depois... e isso me distrai. Edward tira o sinto de segurança e se inclina em minha direção.

- Para o carro... – e beija minha orelha, a pele por trás dela e depois morde o lóbulo. Entro na trilha para os campistas e paro quase por trás de uma árvore.

Quando notamos, estamos fazendo amor dentro do carro. Esse era um dos meus sonhos perversos antes de conhecê-lo. Suas mãos estão espalmadas nas minhas costas, descendo e subindo. Ele espalha beijos molhados do lóbulo da minha orelha até chegar aos meus seios.

- Você. É. Tão. Perfeita. – ele diz, com o resto das palavras que lhe sobram.

Rebolo sobre ele, e em pouco tempo, somos levados ao clímax. Com as forças que restam, ele me beija, e encosta sua cabeça em meu ombro. Respiramos, e sinto que pertenço a ele, como nunca pertenci a ninguém. Ninguém nunca me fez completa, mas ele... ele sim. Me arrumo, ajeito o cabelo num coque e voltamos para os bancos da frente. O carro é calor e está preenchido com nosso cheiro. Apesar do frio resolvo abrir as janelas, mas só um pouco.

- Vamos passear por aí, precisamos tomar um ar, precisamos... nos deitar no gramado e olhar as estrelas. Conheço um bom lugar para isso. – ele diz.

Ele liga o rádio, a música nos envolve. O vento no meu rosto me faz rir, e olho para Edward... Observo o vento também bagunçar seu cabelo e ele expor seu lindo sorriso. Como esse homem consegue ter um efeito completamente poderoso sobre mim?

- Gostando do que vê? – ele diz, e sei que não fala da paisagem, pois está sem camisa.

- Gosto, mas se não sabe, acho que isso é contra as leis de trânsito. – digo.

- Ora, ora, por quê? – ele pergunta.

- Você acha certo molhar as calcinhas de todas as mulheres que passam na rua? Alem de me fazer perder o controle da direção? – lanço um sorrisinho malicioso.

- Bom, talvez...

Ele segue olhando para frente e eu não consigo evitar um sorriso bobo no rosto. Me sinto uma adolescente apaixonada e nada inocente ouvindo Sex On Fire, e é incrível como ele sabe do meu gosto musical, e não é por que ele curte Rock, ele me disse que sabe me ler, sabe do que gosto e do que preciso. Aquela sensação antes desconhecida sobre o erro que estou cometendo se esvai. E então chegamos à clareira de que Edward falou.

Ele me beija e me leva pra deitar no gramado, as cores do crepúsculo anunciando a chegada da noite me fazem sorrir. Em poucos minutos a noite se instala, e somos levados pelo nosso sentimento.

- Mesmo que meu pai venha atrás de mim, e saiba que vou voltar para ele, mesmo que ele te odeie, você me deixará? – pergunto com a cabeça recostada em seu peito.

- Não. Lógico que não, contanto que você me ame. Seu amor é mais importante do que qualquer coisa.

Um vento gélido passa e me faz arrepiar dos pés a cabeça... estou cometendo um erro, estou deixando Charlie e me transformando em quem mais abomino... Minha mãe.

Notas finais
N/Stef: O que acharam? me conta vai....
Obrigado por todos os comentarios, prometo que vou responder todos ok?
e minha vidinha ta tão corrida... escrevendo livro, editando outro, escrevendo contos e fics, e pensando em eboçar outro livro.... bom, o q me dizem desse titulo: 3 Beijos. me conta nos coments.... bjão vcs são d+!

N/Lê: Obrigada por todos os comentários! Vocês são demais!! Espero que tenham gostado do capítulo. Comentem e recomendem. Beijocas.