Notas iniciais
esse capitulo ira ter se passado 4 anos, bjus boa leitura

EU...

Havia se passado 4 anos, e durante esses 4 anos Lena e Yulia não se viam, Yulia tinha conhecido um outro rapaz e o nome dele era Pavél era um amigo da familia, eles começaram a namorar, entao decidiram voltar para Russia.

Vika ja tinha completado 5 anos de idade, e cada dia mais parecida com Yulia, seus olhos eram tão azul como os de Yulia, seu cabelo estava com um corte curto junto a uma franja estava linda.

Eles ja estavam em embraque a um avião, Yulia estava pensativa olhando para filha que estava ao seu lado na poltrona, ja Pavél estava do outro lado em outra poltrona do lado de uma velha.

–Quer um pouco filho?- dizia a velha com um negocio gosmento na mão.

–Ah não muito obrigada.

Depois de algumas horas chegaram no aeroporto de moscou, chamaram um taxi e seguiram em direção a nova casa de Yulia e Pavél.

–Finalmente fora do avião.- dizia Pavel segurando a mão de Yulia.

–Como assim?

–Aquela senhora, não parava de me oferecer coisas estranhas, até a dentadura dela eu tive que limpar por que ela não enchergava bem.

–Rsrsrsrs, engraçado parecia que você estava gostando.

–Mamãe, pra onde vamos?

–Para casa amor.

–Você disse que iramos ver a vovó.

–Vamos sim mais depois, certo?

–Certo, mãe posso ter uma cachorrinho?

–Não.- disse Pavel.

–Pavel, deixe ela quieta, vamos ver querida.

–Chato.

–Vika.- disse yulia olhando seria para filha.

Conforme Pavel amasse Yulia, Pasha tambem a amava e queria fazer de tudo para ter a guarda da filha, mais como foram na justiça Yulia ganhou, ele estava com outra garota agora e por incrivel que pareça essa garota se chamava Tamires, as ex secretaria da Yulia, Vika odiava Pavel e ele fazia de tudo para contraria-la, Yulia não gostava muito mais era o unico jeito.

–Pronto chegamos.- disse Pavel abrindo a porta do taxi e pagando o taxista.

–Obrigada. disse Yulia.

–Chegamos? é aqui mãe eu não quero morar aqui.- disse Vika quando viu que era um apartamento.

–Vika eu sei que você ta acostumada com a nossa antiga casa, mais na vida nem tudo a gente tem que gostar.

Vika entrou emburrada, Pavel estava a olhando com uma cara de que, eu disse que você não vai fazer o que quiser.

Lena...

Eu e meu pai decidimos voltar para a Russia, ja que ele havia sarado da doença, eu não estava muito feliz por que voltamos ao lugar onde tudo havia começado.

Haviamos comprado um apartamento em moscou, minha mãe vinha nos visitar todo final de semana mais eu a odiava, quando ela chagava eu saia.

Resolvi dar uma volta pelo jardim do predio e me deparei com uma garotinha, parecia estara brava me aproximei dela.

–Oi.

–Oi.- ela me disse com um sorriso docê.

–Por que esta brigando, se não tem ninguem aqui alem de você?

–Sabe, qual é o seu nome?

–Elena, mais pode me chamar de Lena.

–Ah o meu é Vikitoria , mais minha mãe me chama de Vika.

–Lindo nome, o que estava fazendo brigando com o nada?

–Obrigada, sabe? minha mãe começou a namorar um cara, mais eu não gosto dele e ele não gosta de mim, faz de tudo para eu me dar mal e eu fico com raiva e apronto com ele.

–Nossa não pode ser assim.

–Sabe uma vez eu coloquei pimenta no café dele.

–Rsrsrs você é danada eim.

–Vikaaa!!!

–Ops minha mãe esta me chamando vou indo, até mais tia Lena.

–Até, se precisar conversar eu moro no 4° andar numero 105.

–E eu no 5° numero 108, pode deixar.

Aquela menina era diferente, parecia ter uns 7 anos por ai, era meio rebelde pelo estilo dela, confesso ela me lembra Yulia quando eramos adolecentes.

Voltei para minha casa dei ração para o Froyd e fiquei assistindo TV até dar a hora de dormir, eu conseguia escutar a casa de cima, que por conhecidencia era o numero 108, escutava a garotinha brigar toda hora, e em seguida uma voz masculina gritando com ela e logo após choro.

Fui dormir com aquilo na minha mente, será que a mãe dela não sabia o que acontecia ou sabia e não fazia nada.

No dia seguinte levantei e estava tomando café quando bateram na porta.

–Pode terminar filha, eu abro.

–Ta obrigada pai.

–Oi é.

–Oi.

–A tia Lena está.

–Esta sim, entre como se chama?

–Vikitoria e o senhor?

–Hehehe pode me chamar de sergey, a Lena, ops tia Lena esta lá na cozinha.

–Obrigada.

–Oi Vika tão cedo, quer suco?

–Sim.- ela me disse com uma carinha de safada.

–O que aconteceu?

–Nada, olha é seu.- ela se referia ao gato.

–Sim.

–Como se chama?

–Froyd.

–Eu sempre quis um mais não me deixam ter.- ela dizia fazendo carinho no gato.

–Se quiser pode vir sempre brincar com ele, ele gostou de você.

–Rsrsrs e eu gostei dele.

Yulia...

–Porque implica com Vika, ela é criança e se ela fosse sua filha?

–Ela é uma criança mimada, ja vi que aquele infeliz a mimou de mais, e se ela fosse minha filha não seria assim, e eu não quero ter filhos.

Quando ele falou aquelas palavras meu corpo estremesseu, como ele podia ter falado aquilo, ele é um ser de outro mundo.

–Mas ela é minha filha e eu não gosto de ver você implicando com ela.

–Danesse, eu quero você não ela.

–E eu não quero você se é pra ser assim.

–Não diga isso Yulia.

–Quer que eu diga o que, eu to gravida?

–O que?

–É Pavél, eu vou ter um filho seu e já que você não gosta de crianças eu estou indo.

–Você não vai a lugar nenhum.- ele disse se aproximando com cara de psicopata.

Eu estava com medo, me afastei dele, ele me encorralou e começou a me beijar agressivamente, eu não queria aquilo, tentei me soltar mais ele me segurou pelo cabelo, o impurrei e fui prensada em uma estante, em seguida sendo jogada em uma mesinha de vidro, senti arder algumas partes do meu corpo por causa do vidro, vi que tinha duas balas no chão, me lembrei da arma que ele tinha em baixo da cama a carreguei, ele se aproximava como maniaco para perto de mim, apontei a arma.

–Não vai me matar né Yulia? não tem coragem.

–Tem razão.

–Vamos solte a arma.

–Eu não tenho coragem, mais tenho atitude.- saquei o gatilho da arma atirando na cabeça do infeliz.

–Coisa que você não tem.

Me senti um pouco tonta e tudo estava ficando preto então eu desmaiei e não me lembro de mais nada.

EU...

Lena, Vika e Sergey ouviram os barulhos em seguida de um tiro, concerteza os vizinhos tambem ouviram.

–Mamãe.- disse Vika saindo correndo.

–Vika espere nós vamos com você.- disse Lena e Sergey indo junto.

Na porta do quarto haviam algumas pessoas olhando com medo de abrir a porta, Vika chegou.

–Ei moço da licença, da licença saiam da minha casa.

Quando Vika entrou sendo seguida por Lena e Sergey, começou a chorar, por que viu Pavél caido no chão cheio de sangue e sua mãe um pouco mais distante tambem com sangue pelo corpo e uma arma no meio dos dois.

–Mamãe.- Vika começou a chorar.

–Lena tire ela daqui.- Lena não se mexeu ficou observando, se aproximou do corpo da Yulia.

–Yulia?, Yulia Volkova.

–Você conhece minha mãe.- disse Vika ainda chorando de mãos dadas com a Lena.

–Não.

–Vamos Lena tire a garota daqui, tem algum medico ai fora?

–Tem sim senhor.- respondeu um homem do lado de fora.

O inesperado foi, Yulia começou a se mexer se sentou colocou uma das mãos na cabeça.

–Ai minha cabeça, doi tanto.

–Mamãe.

–Vika, Lena?

–Tia Lena mas você disse que não a conhecia.

–É que eu não tinha me aproximado.

–O que faz com minha filha?- diz yulia se levantando e chegando mais perto de Lena.

–Eu não sabia que ela era sua filha.

–Eu disse para me esquecer, saia da minha casa.

–Mãe a tia Lena é legal.

–Ela não é sua tia, e eu não a conheço.- quando Yulia falou isso sentiu uma forte dor, no peito e caiu.

Ou melhor não caiu no chão mais sim nos braços de Lena, Lena a pegou nos braços e saiu pela porta correndo, Vika vinha logo atras com Sergey.

–Coloque ela na ambulancia.- disse o homem que estava na porta e era medico.- fui eu que chamei.

–Yulia fique viva, por mim, eu sei que ainda me ama.

–Eu quero ir junto.- disse Vika chorando novamente.

–Nós vamos só que no meu carro loirinha.- disse Sergey.

Lena foi na ambulancia com Yulia, os medicos estavam com um olhar de decepção, colcaram uma mascara de oxigenio, e um dos medicos pegou o celular que estava no colete de Yulia.

–Olha isto é dela talvez ache o numero da familia.

–Tudo bem.

Lena...

Eu pegeui o aparelho, fui descendo até que vi o nome amor Lena, espantei e vi que era meu numero, desci mais um pouco e achei, mãe diquei o numero.

–Alô Yulia?

–Aqui não é a Yulia, é a Elena Katina.

–Lena?

–É sou eu sim dona Larissa.

–Como esta?

–Olha do na Larissa va para o hospital de Moscou.

–Como?

–Yulia, não sei o que aconteceu no apartamento dela, muito sangue, arma vai para o hospital.

–Cadê a Vikitoria?

–Ela esta comigo, vem eu estou com a Yul agora.

O telefone desligou pois tinha acabado a bateria, Yulia sangrava bastante eu estava segurando a mão dela não queria soltar por nada, Chegamos ao hospital Larissa e Olegov já estavam la, Yulia entrou numa sala ainda desmaiada eu fiquei esperando junto aos outros.

–Tia Lena, a mamãe vai ficar bem?

–Vai sim, Vika esses são seus avós, pais de sua mãe.

–Obrigada Lena por tomar conta dela.- disse Larissa.

–Você vai ficar com a gente em quanto sua mãe esta no hospital.- disse Olegov.

–Não, eu vou ficar com a tia Lena.

– Vocês ainda estão juntas?- disse Sergey.

–Não por que na epoca eu era de menor e minha mãe me mandou morar com você quando soube.

Depois de 30 hora o Dr. Key voltou com algumas noticias, ele era amigo da familia Volkova, era um otimo medico por ser jovem e ter vindo do ocidente.

–Quem são os responsaveis.

–Lena você estava com ela, então você vai sr a responsavél.- disse Olegov.

–Ela esta bem só que esta desacordada, e vai ficar umm tempo no hospital, pelo fato de quase ter perdido o bebê, conseguimos parar o sangramento, o bebê esta bem.

–Bebê? Yulia esta gravida?.- eu falei espantada.

–Esta.- disse o Dr.

Ficamos nos fitando por algum tempo até o medico falar que ela tinha sinais de enforcamento, chegou alguns policiais logo em seguida Vika seguro minha perna fiquei com um dos braços por tras dela a abraçando contra a mesma.



Notas finais
até amanha, espero que gostem desse capitulo reviwen bjus