Notas iniciais
Desculpinha povo :'( Eu não queria não ter postado :( Se eu conseguir, prometo que recompenso com dois capítulos na sexta e um no sábado :D Boa leitura :D

Acordei assustada e fui tomar banho para ir à aula, mas cada vez que fechava os olhos aquele pesadelo voltava em minha mente.

Eu estava na roça dos meus tios com meus pais e com o Arthur. Nós estávamos nos divertindo muito até que eu resolvi ir no cafezal ver a cachoeira. Eu conhecia todos esses lugares, todos os caminhos. Mas eu me perdi, por meia hora talvez, fiquei sozinha, Arthur devia ter se perdido também, pois ouvia seus gritos e ia em sua direção, mas nunca o achava. Finalmente, depois de algum tempo sentada, uma luz bem pequenina apareceu, tornando tudo a sua volta escuro. Então ela me guiou até a casa que eu estava, mas quando eu cheguei lá não havia ninguém vivo e Arthur estava com uma faca na mão, cheia de sangue. Ele dizia que havia mandado eles para o meu pai. Quando ele se aproximava de mim para me matar também, o despertador tocou, felizmente.

Meus pais não moram juntos, mas vivem bem. Algumas vezes nós almoçamos na casa dele, outras ele almoça na nossa. Minha mãe não dorme em casa, ela trabalha cuidando de uma senhora. E trabalha de manhã e de tarde no posto de saúde, ou seja, eu fico sozinha quase o dia todo.

A primeira coisa que eu fiz quando acordei foi ligar pra ela para saber se estava tudo bem. Disfarcei ao máximo a minha preocupação ao telefone e ela disse que estava tudo bem.

Quando eu cheguei na escola, meus pensamentos estavam a mil: Estou namorando, quando a Mariana descobrir ela vai me matar, que droga de sonho foi esse e por que eu tinha que ter prova de português justo naquele dia? Minha cabeça estava quase explodindo quando fui cortada de meus pensamentos por uma voz:

-- Oi meu amor! Bom dia flor do dia... – Disse Arthur me beijando no rosto e me entregando uma florzinha, provavelmente da casa do vizinho dele.

-- Awn amor, que fofo! Bom dia pra você também, coisa chata.

Peguei na mão dele e fomos para a sala. No caminho, encontramos Mariana, que quase me matou do coração e estourou meus tímpanos:

--VOCÊS DOIS? VOCÊ... CÊS TÃO NAMORANDO?