Notas iniciais
Até que eu nao demorei tanto! esse capitulo 132 palavras a menos (sim eu fiz as contas) (que contas e so subtrair) (me deixa em pais eu u.u) ta eu tenho que parar cm a fdl ta fazendo mal pra mim (vc nao usou fdl vc e assim mesmo) (cala a boca eu!)

Já havia se passado alguns dias desde que minha aparência havia mudado, a maioria das pessoas não acha mais tão estranho, mais também não acreditavam que era de verdade, mas fazer o que? Nem eu mesma acreditava, com cem por cento de certeza, que aquilo era de verdade.

O pior, as coisas só estavam ficando piores desde que isso aconteceu. Só nessa semana já aconteceram mais 2 “acidentes”, o primeiro foi na terça-feira, minha mãe tinha pedido pra eu ir ao hospital para que ela recolhesse um pouco de sangue para algumas analises, ela acha que se descobrir com isso aconteceu, pode consertar algum erros genéticos ou alguma coisa assim, não prestei atenção, eu tenho déficit de atenção, e isso que ela estava falando era tão chato que nem querendo eu ia prestar atenção...

Bem, acho que não tinha falado antes que eu tenho déficit de atenção e dislexia, né? Bem eu tenho, e vocês não fazem ideia de como e difícil pra eu manter minha média alta, tá eu nunca tiro 10, mas eu tiro entre 9 e 8, o que já esta muito bom!

Mas voltando ao assunto, eu fui para o hospital, chamei o elevador e entrei, apertei o botão para fechar a porta, já que eu queria ficar um pouco só, então quanto eu ia apertar o botão do antar onde minha mãe trabalha, eu escuto um barulho, e o elevador balança um pouco, aberto o botão pra abrir a porta do elevador, e me jogo pra fora do elevador, então ele faz um barulho muito alto, e antes que as portas se fechassem, despenca.

Uma enfermeira me ajuda a me levantar e pergunta se eu estou bem, aceno positivamente com a cabeça então subo 5 andares de escada, para o consultório da minha mãe, tiro o sangue e desço.

Ao chegar ao térreo sou parada por dois policiais, um e mais alto que eu e aparenta ter entorno de 35 anos, o outro é mais baixo que eu e tem uma barbicha de bode.

― Você é a menina que estava no elevador antes dele despencar, certo? ― pergunta o mais alto.

Eu confirmo com a cabeça.

― As testemunhas disseram que viram você pulando para fora do elevador, e só então ouviram um barulho e o viram despencando, ― fala o mais baixo ― como se soubesse o que ia acontecer.

― Eu chamei o elevador e entrei, apertei o botão para fechar a porta, não queria subir com ninguém, então quanto eu ia apertar o botão do quinto andar, quando escuto um barulho, e o elevador balança um pouco, foi por isso que me joguei para fora. Esse hospital é de minha tia, por que razão eu faria algo desse tipo? Ainda mais que foi eu que entrei no elevador, eu podia ter morrido!

Então eles se entreolharam, mas não falaram nada.

― Posso ir pra minha casa agora?

― Ah! Sim, claro.

Passei por eles e fui para minha casa.

O outro “acidente” aconteceu hoje, sexta-feira, e adivinhem onde... Na escola!

A energia acabou, e o professor substituto de matemática, me mandou ir ajuda-lo a buscar algumas lanternas na sala dos professores. Ao chegar lá, eu comecei a procurar as tais lanternas, então ouvi um barulho e me virei, “Eu só posso estar alucinando!” o professor, até metade da barriga, estava normal, mais dai pra baixo era um escorpião gigante!

Aquela coisa começou a me atacar com a calda de escorpião, não dizia uma palavra se quer, SÓ TENTAVA ME MATAR! Eu olhava para os lados, enquanto me desviava da calda daquele bicho, procurando algo que eu pudesse usar pra me defender, então eu vi alguns potes com álcool, “Perfeito! Ele é metade escorpião então talvez de certo!”, que eu consiga alcançar, a porta se abre Eric aparece e grita:

― Vem pra perto de mim! Eu te protejo!

― Você mal consegue ficar de pé! ― rebato, ― Eu tenho um plano! Você consegue alcançar aqueles potes com álcool?

― Claro! ―responde então ele escala as prateleiras como um bode montanhês, ― O que eu faço agora?

Eu estava meio abobada pela agilidade que ele tinha, quer dizer, ainda hoje, ele mal ficava em pé! Então percebi que ele já tinha os potes na mão e disse:

― Derrame o máximo de álcool que puder nele!

Ele fez sem questionar, então, como eu esperava que acontecesse, o homem –escorpião, se picou, igual a um escorpião normal faria:

― Uau! Como você sabia que ele ia se picar? ― perguntou Eric.

― Não sabia. Quero dizer, eu não tinha certeza que iria funcionar, quando se joga álcool em um escorpião ele se pica, mais como ele era parte homem, não tinha como ter certeza, principalmente considerando o tamanho e...

Eu desmaiei, talvez pelo cheiro forte de álcool, não sei só sei que eu acordei na enfermaria com Aline e Eric, um de cada lado da cama:

― Ai minha cabeça... ― disse meio tonta me sentando― O que aconteceu?

― Eu te encontrei na sala dos professores, já desmaiada, chamei ajuda e te trouxeram pra cá. ― disse Eric.

― Então foi tudo um sonho? ― eu perguntei ― Estranho... Parecia tão real...

― Como assim tudo? ― perguntou Aline― Com o que você sonhou?

― Com um professor substituto de matemática monstro, e que o Eric escalava como um bode montanhês...

― Que imaginação Cler, ― falou Aline― o Eric mal se aguenta em pé!

― Eu disse isso no meu sonho...

― Eu não sou tão desleixado assim! ― disse Eric fingindo ter ficado magoado.

Então eu e Aline começamos a rir.

Eu estava voltando pra casa, quando passei por Eric e o guarda com barbicha de bode, eles estavam conversando, então, eu e minha curiosidade fomos ouvir:

― Tem certeza que ela é a filha de Afrodite que viemos buscar? ― perguntou Eric. ― Filhas de Afrodite não são atacadas por tantos monstros, principalmente no Brasil, é muito raro monstros atacarem fora do centro ocidental, mesmo que aqui tenha uma grande concentração de semideuses, aqui eles estão seguros!

― Afrodite nos mandou buscar uma semideusa que tinha recebido sua benção, ela nunca disse que era sua filha, talvez ela seja filha de um dos 3 grandes e por isso tivemos que vir busca-la e... Ela ouviu!­― disse o policial se virando.

― Cler― chamou Eric, eu me aproximei um pouco― você ouviu tudo?

― N-não, imagina, eu só estava passando e...

― Você não sebe mentir garota. ― disse o policial. ― Que parte você ouviu?

― Eu ouvi que vocês vieram buscar uma garota apedido da mãe dela... ou alguma coisa assim...

― Conta pra ela Eric.

― Esta bem― disse Eric após um longo suspiro― olha você sabe que você foi adotada, não sabe?

― Sim, eu sei. ― respondi.

― Bom isso facilita as coisas. ―comentou Eric― Em fim, toda aquela historia de mitologia grega, e aquela parte dos deuses terem filhos com mortais é verdade. E bem, você e um.

Eu encarei os dois e falei:

― Você só pode estar me zuando!

― Não eu não estou! Eu juro pelo Rio Estige que eu estou falando a verdade! Sabe aquilo que aconteceu na sala dos professore? Não foi um sonho!

― Prova!

― Como assim?

― Prova que você não esta mentindo!

― Você quer uma prova? ― perguntou o policial estressado― Eu vou te provar!

Então ele tirou as calças! Eu juro! Ele simplesmente tirou as calças! Ele e o Eric!

― Pera vocês são sátiros? O nome é sátiro, né? AI MEU DEUS! Quer dizer, meus deuses! Por isso você escalou como um bode!

― É o nome é sátiro, e sim foi por isso que eu escalei como um bode. ― disse ele segurando o riso, sem sucesso.

― Por que você esta rindo?

― Por nada não... ― respondeu parando de rir.

― Bom, agora que você já sabe de tudo, arrume uma mochila, e eu vou comprar as passagens. ― disse o policial.

― Pra que? Pra onde vamos? ― perguntei.

― Vamos para Nova York, nossa missão aqui era te buscar para leva-la a um lugar seguro. ― respondeu Eric.

― Mas... Mas você disse que o Brasil era seguro.

― Seguro para a maioria, mas não pra você, desculpe mais temos que ir ainda hoje. ― disse o policial.

― Mas o que eu vou dizer pros meus pais?

― Nada, simplesmente vamos, sem discutir, é mais seguro para você.

― Tá bom. ― disse tristemente.

Fui para casa e Eric me acompanhou. O policial, que se chama Bob, foi comprar as passagens para Nova York. Chegando em casa, não tinha ninguém, como esperado, hoje minha mãe trabalha até tarde da madrugada, subi para meu quarto e arrumei uma mochila com algumas mudas de roupa, um pijama para o frio e uma camisola para o calor, uma sapatilha, um tênis, minha nécessaire, e meu perfume favorito... “Mas tem um problema... Eu vou ter que deixar meus livros e mangas aqui! Isso não é justo!”, olhei e vi um dos meus mangas favoritos “Another! Ainda bem que são só 4 mangas!”, então coloquei na minha mochila.

Desci para a cozinha:

― Já pegou tudo o que você precisa? ― perguntou Eric, ao me ver descer.

― Só mais algumas coisinhas... ― respondi de cozinha.

Abri o armário e peguei um pouco dos chocolates do meu estoque particular.

― Serio? Você vai gastar espaço da sua mochila com isso? ― perguntou Eric entrando na cozinha.

― Eu. Não. Vivo. Sem. Chocolate! ― respondi pausadamente.

Fui para a sala, peguei meu celular e meu MP3.

― Pode deixar isso aqui! ― disse Eric.

― Isso o que?

― Seu celular. Celulares atraem monstros, pode tratar de deixar aqui!

― Tá bom mamãe. ― falei com ironia― Posso ao menos levar meu MP3?

― Pode. ― disse com ar de cansado.

Peguei minha carteira e disse:

― Podemos passa no banco pra trocar meu dinheiro?

― Você faz isso no aeroporto, pega seu dinheiro aqui no Brasil e troca em Nova York.

Dito isso fomos ao aeroporto, Bob nos esperava com nossas passagens:

― Sabe como foi difícil conseguir essas passagens de ultima hora? Tive que dizer que íamos a um enterro!

― Eu não preciso da autorização dos meus pais para voos internacionais? ― perguntei levantando uma só sobrancelha.

― Então, peguei uma copia da sua certidão de adoção, falei que era seu pai e que sua mãe morreu na casa dos pais no exterior, ou seja, os dois com cara de choro!

O avião não atrasou então na hora marcada já estávamos dentro dele fingindo que estávamos tentando parar de chorar, o lado bom foi que recebemos amendoins a mais, o lado rui foi que tinha gente perguntando como foi que ela morreu e nos não tínhamos pensado em uma desculpa então, Bob pensou rápido e disse:

― Vocês não te piedade? Olhem o estado dos meus filhos! Eles não conseguem parar de chorar!

Depois dessa todos se calaram. E eu dormi o resto da viagem.

Notas finais
se vc leu até aq comente! vc tem tempo de sobra mesmo u.u! e eu mereço comentarios! nem demorei pra escrever!!!!! *olhinho de cachorro que caiu de mudança* prometo tentar fazer o proximo um poco maior se tiver pelomenos um comenterio! (e se vcs quiserem maior...)