Eu Nunca Te Disse O Que Faço Para Viver.

1 Capítulo 1 - Conhecendo estranhos.


Notas iniciais
Oie! Minha primeira fic hahaha espero que gostem!

Olá, meu nome é Desire e tenho 14 anos. Sim esse é realmente meu nome, mas, se preferir me chame de "Deh". Muita gente não sabe pronunciar corretamente o meu nome, mas isso não vem ao caso.

Lá estava eu, em uma manhã de segunda, indo para a escola. Eu ia de ônibus escolar, o que é comum na região onde moro (Nova Iorque). No ônibus eu era uma das últimas a entrar e com isso não pegava um lugar muito bom. Mas não importava já que eu moro perto da escola e por isso o tempo passa bem rápido a partir de quando eu sento até chegar na escola. Não vou dizer os lugares por onde passo nem o ponto certo em que moro. Se eu disser, desconsidere por favor. Porque? Simplesmente porque esses dias vem sendo bastante estranhos... tenho a impressão que sou perseguida ou algo assim e não estou brincando.

Voltando ao assunto... assim que entrei no ônibus já tive aquela estranha sensação de que estava sendo "espionada" e "perseguida". Eu tinha uma certa ideia de quem são essas pessoas e... bom, são 4 na verdade. 2 garotos e 2 garotas, todos sentados no fundo do ônibus, eles conversavam e olhavam para mim, mas quando viam que eu estava olhando, viraram os olhos para outro canto, desconfiados de que eu percebia algo.

Esses jovens pareciam legais, porém nunca havia falado com eles antes. Até gostaria, mas não precisava de mais ninguém além da minha amiga Larissa e do Gabriel. Eles são meus eternos companheiros, sempre me fazem rir! E quando entro no ônibus, é com eles que converso até voltar para casa. Isso porque somos da mesma classe, 9º ano, mas no ônibus eu sento com Lari e o Biel senta sozinho. Porque? Bem, todos dizem que ele é assustador só de olhar. Eu não acho isso, pois ele é muito engraçado, mas confesso que as vezes o assunto que conversamos vai um pouco além de coisas "normais".

–E aí!? Qual o assunto para rir de hoje? — disse para eles me sentando ao lado de Larissa.

–Ah, você nem vai acreditar! — disse ela em um tom empolgante, e Gabriel acompanhava as falas com entusiasmo — Nós dois descobrimos o nome daqueles estranhos do fundão! — Sim, eles sabiam sobre aquela sensação que eu sinto e de quem desconfiava.

–Não me diga! Sério? Ai meu Deus, conte-me logo! — Disse para Larissa.

–Gabriel, quer falar você mesmo? — Larissa dirigia-se ao Biel.

–A loira é Annabeth, o de olho verde é Percy, o garoto estranho que usa muletas é um tal de Grover e a outra se chama Carol. — Gabriel me disse com muito entusiasmo e sussurrando para eles não ouvirem, mas não havia importância, há uma longa distância entre nós e aos jovens dos quais eu acabara de descobrir o nome.

–Ó céus! Como você descobriu isso Biel? Pelo jeito foi você né? — disse eu rindo, e Larissa nos olhou rindo também.

–Ah menina! Você sabe que tenho meus truques e bom... não vou contá-los para você! — nós começamos a rir e levantar, pois já estava chegando na escola.

–Okay, agora vamos! Mais um dia nesse lugar! Argh. Nunca acaba o ano? — disse eu com desprezo, pois não gostava muito da nossa escola, ela era um tanto "estranha".

Nós levantamos e saímos do ônibus (o nosso ônibus é o primeiro a chegar na escola, por isso somos os primeiros alunos, lógico), subindo as escadas para a entrada principal da escola. Todos vinham junto e Annabeth, Percy, Grover e Carol, seguiam bem atrás e conversando de olho em nós. Eu, Larissa e Biel, ríamos como loucos! E bem, falávamos um pouquinho alto demais. Talvez o 2º melhor momento na escola iria começar: o café da manhã. Sim, na nossa escola davam café da manhã e... naquele dia, não iria acontecer. Um simples motivo: havíamos chegado ao pátio central que dava ligação aos outros acessos da escola e tudo, absolutamente tudo estava no chão, quebrado, os vidros estilhaçados e uma marca de sangue no chão.