Notas iniciais
Meus chuchus e minhas chuchas, como não tem ninguém lendo, fiquei alguns dias sem postar mesmo. Dica: leiam escutando Someone Like You da Adele. Boa leitura e espero que gostem

Shu abriu um sorriso que era possível ver de costas, até que ele estava gostando de ter o imperador bêbado, pelo menos estava sendo elogiado, até seu rabo estava sendo elogiado pelo imperador. Era um de rei assim que o mundo precisava, um rei agradável que via a beleza de seus súditos, não um rei eufemista que não ligava para as coisas preocupantes do mundo, um rei encrenqueiro, e com uma leve tendência assassina.


– Obrigado meu amo. — Shu disse com cara de besta, estava parecendo um trouxa abobado.


– Isso é a verdade, não um elogio para você agradecer. Voltando ao assunto, eu sinto saudades do Piccolo, mas ele disse que não queria mais por que tinha que acabar com o Goku... e... — Pilaf viajou na melancolia de suas memórias, sentindo o amargo sabor de agridoce que perfurava sua alma e lhe trazia uma ternura tristonha que ele lembrava com dor.


"A vida estava sendo tão gentil com Pilaf que ele não acreditava, ele havia encontrado alguém com os mesmos interesses, um guerreiro com ideais metas. Pilaf estava iludido, havia criado um universo feito para os dois, ele tinha o poder de se divertir, apesar de ser um pouco fechado, mas ele o intretia com sua mente brilhante, sempre preos em seu mistério. Estavam muito unidos, amor de verdade a gente apenas sente, Piccolo deixava a atmosfera sincera. Pilaf estava gostando dele, sentia borboletas irritantes no estômago em sua presença, Piccolo o fazia sentir que o paraíso era seu. Era deles.


"Piccolo estava triste, pensativo e quieto demais, ele precisava de tanto silêncio? para Pilaf isso era desnecessário, qual seria o problema dele?


" — Não é você, sou eu. — e assim soltou a melhor frase da humanidade — Eu não quero nem seu reinado, não quero a sua coroa. Eu quero derrotar o goku.

" — Me ame mais do que você o odeia. — a voz de Pilaf era clara como o dia, sem estar tremula ela estava firme, tão firme quanto o imperador — Fique com a cópia das chaves se quiser voltar. — como viveria? sem o olhar dele seria impossível continuar, ele não coseguiria. Pilaf tinha medo de nunca mais ver seu rosto de novo. Nem Pilaf nem ninguém.


Piccolo andava habitualmente pelo palácio reconstruído, mas não só o palácio estava recontruído, mas as armadilhas também. Todas ligadas, esperando uma inoscente vitima, Piccolo estava preparado para uma guerra com Goku e não com o Pilaf. Piccolo sentiria a fúria do imperador. Os corredores eram frios, escuros e sem vida, quando os pés de Piccolo tocaram a cerâmica quebrada propositalmente do chão, sem querer ele ativou uma granada que instântaneamente explodiu seu perigo. O corpo de Piccolo foi arremeçado para trás devido ao susto e a potência da explosão. Sua cabeça se chocou contra uma armadilha, um botão vermelho que ativava a cadeia de paredes que começavam surgir de todo cantos. Piccolo correu, correu o máximo que conseguiu, sentia seus pés queimarem e sentia uma dor que perfurava sua costela. Piccolo conseguiu escapar... com vida... ou não — brincadeira, ele viveu, mas não por muito tempo, mas isso não significa que ele não tenha morrido. Confuso né?

O mártir havia caído nas mão erradas, Pilaf não facilitaria para ele, Pilaf não facilita, só dificulto.


Ainda sentia a falta dele, não negaria isso. Ele não me deu um último abraço... nem um beijo na bochecha... Pilaf ainda se sentia mal por isso, era como se Piccolo tivesse sido ingrato com ele, era como se já estivesse esquecido tudo que ouve entre eles, abandonou o marciano apaixonado sem um último toque. Pilaf até tentou usar um suposto poder da mente que ele acreditava ter — mesmo não tendo — ele chamou Piccolo com o poder de sua mente, mas foi apenas uma tentiva idiota de chamar Piccolo achando que ele voltaria.

Onde Piccolo estaria agora? ele estaria em Veneza, Dubai, Porto Rico, ou Los Angeles? Pequin talvez... pelo que Piccolo fez com Pilaf, já tinha um lugar reservado no inferno. Só te digo que esse amor acabou com o Pilaf, isso o consumia de dentro para fora, Pilaf perdeu a vontade de viver, comer ou dormir, sua aparência já não era das melhores : grandes olheiras em um tom de azul marinho e magreza. Por três semanas ele sofreu, não mais que isso, não sofreria por ninguém, não sofreria por alguém que o largou sem mais nem menos, Pilaf não ficaria amando-o pelo resto de sua vida, isso já seria perda de tempo. Se isso fosse um cartoon uma lâmpada acesa estaria em cima da cabeça de Pilaf agora, como ele nunca tinha pensado nisso antes?

Notas finais
gostaram? comentem para dar felicidade ao Pilaf, já não basta ele ter sido abandonado pelo Piccolucho vocês ainda o abandonam? ah assim não dá. duda84santos@gmail.com
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.