Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada
9 Capítulo 9
Notas iniciais
mas tá ai mais um cápitulo com mtoo carinho pra vcs.. eu sei q tá meio pequeno mas é porque não deu tempo de colocar mais coisa.. alem da escola ainda tenho q organizar a minha festa de 15 *_*
Boa leituraa!
Acordo um tempo depois ouvindo minha mãe me chamar delicadamente:
- Daniella, acorda!! Anda, filha!! Eu quero ir no banheiro!! — eu só não sei porque ela precisava que eu acordasse pra que ela fosse usar o mesmo...
- Ué, vai! Ninguém tá te impedindo! — falei irritada, do mesmo jeito que sempre fico quando me acordam.
- Anda, a chave da casa tá na sua bolsa. — respondeu se contorcendo toda, até que aquilo tava sendo bem engraçado.
- Por que na minha bolsa?
- Eu não sei, foi a primeira que eu vi... Ai pára de me enrolar e me dá logo a porcaria da chave! — gritou visivelmente irritada, me fazendo arregalar os olhos e logo depois me desmanchar em risos.
Depois do episódio do banheiro, que acabou com a minha mãe quase fazendo xixi nas calças, pois a mesma não conseguia abrir a porta de casa... Nos reunimos todos na sala para assistir um filme de terror que eu amo, mas minha mãe odeia. Começamos a assistir \"O mistério das Duas Irmãs\", e logo no começo do filme eu quase tive uma parada cardíaca! Mas não foi porque eu me assustei com alguma cena e sim porque a minha mãe se assustou e além de jogar toda a pipoca, que, pra variar estava no colo dela (sim, ela monopoliza a pipoca pro meu irmão não comer tudo sozinho), derramou todo o refrigerante que estava em cima da mesa de centro. Mas quando eu digo todo o refrigerante, eu quero dizer todo mesmo! Ela virou a garrafa que estava aberta... Eu não conseguia mais parar de rir... Que cena!!
Não aguentando mais levar tanto susto, minha mãe foi deitar e me deixou na sala com o meu querido irmonstrinho. Resultado: olhei pra cara dele e fui tomar banho, literalmente. Eu ainda estava cheia de cloro e grama no cabelo. Enquanto lavava o cabelo me lembrava do carinha que me salvou: Henry. \"E que carinha! Eu queria ter um daquele, será que existe em alguma loja... Hum... Podia existir uma loja que vendesse pessoas, homens pra ser mais exata...\" Fiquei com esses pensamentos até meu irmonstro me \"acordar\" pra realidade e me fazer perceber que já estava ali com o chuveiro ligado a mais de 35 minutos. Sai do banheiro e fui para o quarto, coloquei o primeiro pijama que eu vi na minha frente, voltei pro banheiro pra escovar os dentes e depois fui deitar.
Estou em uma rua escura e vazia, onde a única iluminação era das luzes que vinham das casas. De um lado tem casas e do outro uma floresta. Eu estou exatamente no meio dessa rua, sentindo uma leve brisa que vem da floresta fazendo com que as folhas secas voem. De repente ouço um barulho... O barulho de uma folha seca sendo quebrada... De uma folha seca sendo esmagada. Então eu me viro na esperança de ver que ainda estou sozinha, mas... Tem um homem lá. Eu não consigo ver quem é, porque ele está usando um sobretudo grande e está muito escuro, não consigo reconhecer seu rosto. Ele começa a andar e eu começo a andar também, porém um pouco rápido para não ser alcançada. Olho pra trás novamente e ele está mais próximo, então começo a correr, mas ele começa a correr também. Eu grito chamando ajuda, mas ninguém aparece, parece que tem ninguém ali além de mim e aquele esquisito. Mas de repente vejo uma luz branca surgir na floresta e corro em direção à ela... À medida que me aproximo vejo uma pessoa também, mas a luz não deixa que eu a reconheça. Essa pessoa está me chamando e dizendo mais alguma coisa, mas eu não consigo entender até que eu tropeço e caio. Viro-me assustada para ver se o cara de preto não está atrás de mim, mas... Não vejo ninguém! Levanto-me e quando me viro para frente novamente dou de cara com ele! Ele tinha a pele muito branca, mas eu não conseguia ver os olhos, apenas as lágrimas rolando por toda sua delicada face... Ele não me parecia ser feio... Mas então ele começa a caminhar para trás e como num filme um caminhão surge e atropela-o e depois eu não vejo mais nada...!
Acordo mais uma vez assustada e fico fitando o teto por alguns longos minutos recuperando o fôlego. “Mais uma vez o mesmo maldito sonho... Mas desta vez foi maior... Afinal de contas, que porcaria é essa? Algum tipo de aviso, alguma premonição, ou o quê?”
Eu já não agüentava mais aquele sonho e agora eu quase vi o rosto do esquisito de preto, eu devia é estar ficando louca! Levantei mesmo estando de madrugada, pois dormir eu não conseguiria. Fui para a cozinha beber um pouco de água, ainda estava meio agitada e pra piorar era domingo o que significa que no dia seguinte eu teria escola!
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