Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada
14 Capítulo 14
Notas iniciais
eu sei q fazem alguns meses q eu não posto, mas juro q dessa vez a culpa não foi minha: a fic fica salva no meu pc e o bendito deu pau akii!! e eu fikei só com o note, mas eu não consegui salva a fic no pen drive e passar pro note e ai fiquei totalmente perdida pq eu já tenho uns caps prontos neeh e... ( cala a boca, chega, a gente já entendeu ¬¬)... tá foi mals!
Eu espero q vcs continuem lendo e espero q gostem do q está pra acontecer... MUAHAHA!! O_____e
E atendendo à pedidos: eu adiantei a fic e a Dani já está indo pra Alemanha, não percam
Quinze minutos depois e aqui estou eu: dentro da escuna sentada bem na beira do barco, rezando pra que pare de chover de vez, porque agora está apenas garoando, mas ainda assim é chato. Eu gosto de frio, não de chuva!
Enquanto isso, meus pais estão simpatizando com o resto das pessoas sem noção que também estão fazendo esse passeio hoje. Chegamos a uma ilha maravilhosa chamada Promirim. Mesmo o dia não estando bonito, a ilha ainda tem seu charme.
Na escuna, alugamos máscaras de mergulho e snorkelspra vermos os peixes, o que não seria muito difícil, já que a água é tão limpa e tão clara que apenas olhando-se para baixo, já se vê peixes e mais peixes nadando. O que, tenho que admitir, me dá certa agonia. Sim, eu tenho medo de entrar na água sabendo que lá tem peixes e outros seres marinhos.
O barco acabou de ancorar e o “capitão” está dizendo que podemos ir nadando até a Ilha. Meus pais, sem noção, estão planejando ir à nado, enquanto eu já estou indo em direção ao bote, quando escuto:
- Dani, vem filha! – “Ai, não mãe, fala sério!” – Vem Dani, não precisa ter vergonha filha... – “Ai, céus, ela vai falar! Não, não...” – Nem todo mundo aqui sabe...
- Tá, mãe! – falei cortando-a, não gosto de falar sobre isso, oras.
- Você quem sabe. – disse minha mãe, pulando logo em seguida.
“Acho que tá mais do que na hora de contar pra minha mãe que, na verdade eu nunca...”
- Com licença. – ouço uma voz e de repente... Poft!
- Droga, não consegue pedir licença e desviar não...? — “Ai... Meu... Deus! O que é isso?” – Nossa... – posso sentir meu queixo caindo e a baba escorrendo pelo canto da boca.
- Me desculpa, é que eu me desequilibrei. – disse aquele ser que desse planeta não podia ser. – E... Nossa? – ele está fazendo uma cara muito engraçada, acho que ele não entendeu o meu “nossa”, na verdade nem deveria, pois não era pra eu dizer isso, não em voz alta e na frente dele. “Parabéns Daniella! Conseguiu de novo, não?”
- É que... — “Ai droga! Não começa a gaguejar, não começa a gaguejar!” – Tá desculpado sim. – consegui terminar a frase com um sorriso débil no rosto.
- Ah então tudo bem, certo? – perguntou preocupado.
- Claro, sem problemas. – respondi vendo um sorriso lindo se formar naquele rosto lindo e angelical, daquele moreno lindo de olhos mel.
Ele sai andando e pula na água também. Fico feito uma tonta olhando e babando, enquanto ele nada entre as outras meninas que estão na praia também. Entro no bote e passo o resto do dia me arrependendo cada vez mais de não ter ficado na casa da minha avó.
[...]
“Lar doce lar... Como é bom chegar a casa!”, penso deitada no sofá assistindo um filme de comédia qualquer. Na verdade não quero prestar atenção no filme, pois minha cabeça está em outro lugar, na verdade um tanto quanto preocupada...
[Flashback]
- Tem alguma coisa tocando, amor, não é seu celular? – pergunta minha mãe ao meu pai.
- Não, e eu lá tenho cara de quem escuta essas músicas aí! – “Nossa, obrigada pela parte que me toca! E isso se chama Tokio Hotel!”, pensei enquanto corria pra atender meu celular que nesse momento toca loucamente Down On You.
- Alô? – atendo o celular.
- Dani? – “Eu reconheço essa voz de algum lugar...”
- Henry? – pergunto entusiasmada até demais, espero não ter assustado o garoto.
- Sim, sou eu! Que bom que consegui falar com você! –como um cara pode ser tão perfeito hein?
- É... Mas, aconteceu alguma coisa? Você tá com a voz meio aflita...
- Eu preciso te contar uma coisa que vai te deixar doidinha! Mais ainda né?! (hahaha) – “Ele tá me chamando de doida e rindo da minha cara? Ah, mas eu vou...” – Então, deixa eu te perguntar. – “Me interrompeu né safado!” – Tem como a gente se ver agora? – “Ah, quem me dera!”
- Na verdade não, eu tô na praia...
- Poxa, que chato! Mas tudo bem, segunda eu te conto! Beijos. Adoro-te! –“OMG, OMG! Ele acabou de dizer que me adora? Morri!”
- Hum... Ok! Beijos. Adoro-te também!
Depois dessa eu preciso fazer a dancinha da vitória!
[Flashback off]
Droga, eu preciso saber o que ele quer me dizer. Será que ligo pra ele? Melhor não. Detesto conversar por telefone e sou péssima pra isso. Vou esperar.
Segunda — feira é sempre um porre. Mas ainda acho que domingo é bem pior! É o dia que você se prepara para o martírio que é segunda — feira, é o dia em que você silenciosamente reza pra algum professor caia da escada e falte, porque você tem prova com daquela matéria no dia seguinte e ainda não estudou e nem quer estudar. Comigo não está sendo diferente.
Estou sentada no chão do quarto, com as luzes fracas e com uma vela e um pratinho à minha frente. Não, não estou fazendo macumba. Chama-se simpatia. Tô rogando praga pra professora de química faltar amanhã e o resto da semana. Amanhã tem prova e é logo na primeira aula pra minha felicidade. Acho que vocês me entendem, certo?
[...]
- Que ódio, não creio que eu fui mal assim! – eu gritava olhando minha prova corrigida sobre a mesa.
- Eu é que não creio dona Daniella! Deveria ter estudado, pelo menos ter lido a matéria, né? – repreendia-me a professora.
- Eu sei. – disse terminando a discussão.
Não vejo a hora de ir embora. O Henry vai a minha casa hoje, a gente combinou de assistir um filme que ele alugou. E ele ainda tem que me contar o que aconteceu de tão importante.
[...]
- Espero que você goste de filme de terror, Dani. – ouço Henry falando da sala enquanto estou aqui na cozinha fazendo pipoca.
— Amo filmes de terror! – falei empolgada. – Me deixa ver que filme é... Atividade Paranormal?
- É por quê?
- Nossa, eu tava louca pra assistir esse filme. – sorrio e ele retribui.
[...]
O filme é muito legal e tenho que admitir que fiquei apavorada quando a garota é puxada pra fora da cama. Mas o Henry parecia estar se divertindo às minhas custas. Ria de mim o tempo todo. Nem sei por que.
- Henry... Quando você pretende me contar aquela coisa tão importante que aconteceu? – pergunto com os olhos brilhando de curiosidade.
- Sabe... O David é o produtor do Tokio Hotel, certo? – aceno positivamente com a cabeça – E ele é meu tio também, certo? – aceno novamente – E ele mora na Alemanha, sabe... e ele...
- Fala logo Henry, não vê que tá me deixando louca aqui? – surto deixando-o um tanto quanto espantado.
- Ele me chamou... Ou melhor, dizendo: convidou a mim e a um amigo pra passar um mês na casa dele. Ele disse que queria o sobrinho por perto. Vai entender né?
- E que amigo você vai levar? – pergunto sem um pingo de esperança afinal, é amigo e não amiga.
- Bom, eu não acho que algum amigo meu iria gostar de ir direto à shows de bandas alemãs, sabe? – aquilo me fez entender a pegadinha. Então ele queria que eu fosse! Euzinha aqui!
- Você tá falando sério? – perguntei apavorada. Já estava ficando com medo de ter uma parada cardíaca.
- A não ser que você não queira. Claro.
- Ah, cala sua boca, é claro que eu quero. – respondi sorrindo pulando no pescoço dele. E por mais incrível que pareça não senti nada de mais. Ele logo retribuiu o abraço e assim ficamos por mais alguns segundos.
[...]
Notas finais
E ai, o q estão achando?
Fale com o autor