Eterno Amor
5 Recomeço do amor
Notas iniciais
No outro dia Marin passeava pela mansão e entrou em uma saleta onde havia vários materiais de pintora e quadros belíssimos que a encantou. De repende uma voz perguntou:
– Gostou dos meus quadros?
– Aí, Hyoga, você me assuntou!
– Perdoe-me, não foi minha intenção.
– Você quem pintou estes quadros o os outros quadros espalhados pela casa?
– Sim, gostou?
– Eu amei! São lindos! Tem traços perfeitos e cores são maravilhosas.
– Que bom que gosta! Fico muito feliz! Apesar de não poder ver o mundo com a luz do sol, lembro-me de como era, pesquiso, imagino e ponho em pratica. Se quiser posso pintá-la.
– Serio?
– Claro, será um grande prazer.
– O prazer será todo meu. Afinal é uma honra ser pintada por um artista de sua categoria.
– Imagina, é só um robby.
– Você tem outras pinturas de Samanta?
– Sim. Muitas.
– Posso ver uma de rosto dela? A pintura da sala é de corpo todo e não dá para ver todos os detalhes se sua aparência.
– Claro.
O vampiro retirou de um baú um quadro de rosto em que Samanta sorria e Marin se surpreende.
– Realmente ela era parecida demais comigo.
– Ela é você. E é incrível como você se parece com ela, não só o exterior, mas também o coração.
– Verdade?
– Verdade.
– Você amava-a muito?
– Demais. Era um amor tão grande que não cabia em meu peito.
– É bonito saber que existe amor igual ao seu, capais de resistir ao tudo.
– Você não gostaria de sentir este amor?
– Como?
– Marin, eu já disse, de alguma forma Samanta é você, o amor que sentia por ela, eu transferiu por você.
– Não sei nem o que dizer. – falou a vampira muito sem graça.
– Não diga, sinta todo que eu posso te dar. – pediu Hyoga se aproximando da vampira e pegando em sua mão – Meu amor é grande e verdadeiro.
Marin se encontrava imóvel perdida na imensidão aqueles olhos azuis que parecia ter o poder de paralisar o mundo. Então Hyoga beija-a delicadamente. A cada doce toque de lábios Marin podia experimentar a paixão sem medida que Hyoga sentia. Ficaram assim por alguns minutos e o mundo, realmente, parecia ter apalaçado naqueles estantes. Após o beijo eles se abraçaram fortemente e Marin sussurrou:
– Seu feitiço é forte e esta me atingindo rapidamente, creio que estou me apaixonando por você.
– Não é feitiço, é amor, puro amor, minha querida. – sussurrou ele também – Se você permitir farei sentir-se a mulher mais desejada e amada do universo.
Voltaram a se beijar intensamente.
#########
Num outro canto da mansão Shun encontrou June deitada na grama do jardim, admirando a céu que estava tudo estrelado. Ele sentou ao seu lado e perguntou:
– Você gosta de observar as estrelas?
– Adoro, ela são lindas.
– É verdade. Lindas como você.
June sentou e sorriu. Os dois ficaram se olhando alguns segundos. O olhar daquele vampiro tinha o poder de domina-la, então os dois se beijaram, primeiro tocando os lábios suavemente, mas logo o beijo foi ficando mais intenso.
– Eu sempre esperei que você voltasse para mim. – revelou entre um beijo e outro – te amo!
– Como você pode afirmar isso se mal me conhece? – retrucou se afastando dele.
– Por que se afastou? Pode acreditar. – acariciou rosto de June – Do mesmo jeito que amei a Sarah, amo você, afinal vocês são as mesmas pessoas.
– Não somos as mesmas pessoas! Podemos ser parecidas, mas aqui dentro sei que temos diferenças. – virou-se de costa deixando algumas lágrimas escorrer – Além disso, não posso ter certeza do seu amor. As pessoas constumão disserem que ama só para conseguir o que querem.
– Suponho que alguém te fez sofrer. – abraçou June pelas costas — Mas se você abrir seu coração vou provar todo o meu amor. – sussurrou no ouvido dela – Aguarde um momento.
Shun entrou em casas enquanto a vampira permanece sentada enxugando suas lágrimas. De repente ela o sente se aproximando e ao se vira vê o vampiro com um violão pendurando do ombro e uma rosa vermelha em sua mão, ele se ajoelhou e estendeu a mão dando a rosa a June.
– É para ti. Não sei você, mas rosa vermelha era a flor preferida de Sarah.
– Obrigada! Também é minha flor preferida. – respondeu um pouco surpresa.
– Eu vou lhe dar uma rosa todos os dias até convencer que te amo!
Enquanto June deu um leve sorrir Shun pegou seu violão e começou a tocar e cantar uma música para declara seu amor por ela:
– Demorei muito pra te encontrar, agora eu quero só você, teu jeito todo especial de ser, eu fico louco com você. Te abraço e sinto coisas que eu não sei dizer, só sinto com você. Meu pensamento voa de encontro ao teu. Será que é sonho meu? Tava cansado de me preocupar, quantas vezes eu dancei e tantas vezes que eu só fiquei, chorei, chorei... Agora eu quero ir fundo lá na emoção, mexer teu coração. Salta comigo alto e todo mundo vê que eu quero só você, eu quero só você, só você, só você.... (1)
Shun ainda dedilhava o violão quando June reveleou:
– Eu nem sei o que dizer! Tudo que esta acontecendo na minha vida é tão louco. Tantos fatos novos, tanta mudança da noite para o dia. Eu ainda não sei identificar o que sinto por você só sei que é especial.
– Pare de se questionar e apenas deixe se levar pelo meu amor. – pediu Shun beijando delicadamente June.
Depois de alguns beijos apaixonados June disse:
– Sei beijo é o mais gostoso do mundo. Não tirei você da cabeça desde a noite que nos conhecemos, não consegui tira seu olhar da minha mente.
– Senti-la de novo nos meus braços naquele dia me deixou radiante. Eu sonhei com sua volta dia após dia. Não duvide do meu amor.
– Vou abrir meu coração para você, ta bom? Mas espero não me arrepender...
–Eu juro que não vai!
– Agora me de licença, vou me arrumar, daqui a pouco Ikki nos chamará para sairmos.
– Você tem razão, também vou.
Depois que June entrou em casa Shun dedilhou seu violão e sussurrou:
– Eu quero só você, só você, só você....
######
No carro...
– Para que lugar “minhas crianças” querem ir? – perguntou Ikki.
– Vamos para Argolas de Ouro. – respondeu June.
– Um ótimo lugar para se diverti. – animou-se Marin.
– Vocês que mandam, pise no acelerador, Ikki. – pediu Shiryu.
– Estou louco para me divertir esta noite.
– Não só vocês, Seiya. Eu estou tão feliz que parece que vou explodir.
– Concordo com o Shun. – disse Hyoga apertando a mão de Marin que estava sentada ao seu lado.
– Isso que é alegria! – brincou Seiya.
As irmãs se entreolharam disfarçadamente.
Fale com o autor