Eternamente Ligadas - Faberry
26 Capítulo 26 - Brit e Santana - Parte 2
Notas iniciais
Dedicatórias: GBrittana, Kate Jones, Lucy Skillet, Stephanie, Camile H, Lea Michele Sarfati Agron, st faberry, Niiilene, LionCharlie, Manu Andromeda, ninetatu, Kah, Anonymous, Einafets, a MMC, a Fernandes29, a Paloma Cristiane, Duda Rivera, Bianca Faberry, SebbyKitten, a Francielly Berry Fabray, Dayane Santana Oliveira, Gab, Lala Galdino, Lorena Uzumaki, Laura Lovatic, Angel2012, Charllote Kiss, DaniJS, Isabella Lopez Rivera. Mlima_ , a Fako, e a Julia Eidrian, Ana Bolena, Jesslion, jujugasperini, MSantos, Fernanda Pereira, Tham Oliveira, Loovatic, Laira Leão, flatatha, Girl gleek, Laira Leão, Jéssy e a todos que acompanham.
Eu não sou nada sem vocês e sem os comentários. Então faça essa escritora meia boca feliz e comentem.... hehehehe
Capítulo 26: Brit e Santana Parte 2.
Santana e Brit chegaram até a porta da biblioteca, ainda no lado de fora como humanas, mas analisando cada pessoa que entrasse ou saísse de lá. Santana por ser loba por muito mais tempo, usou o seu olfato e audição um pouco mais aguçada em favor delas.
Depois de quase 1 hora, e não vendo os pais de Hudson entrar ou saírem na biblioteca, Brit achou melhor entrar por lá e fazerem um pouco de sacanagem antes dela ter que voltar para a casa dela.
‘Amor que tal nós entrarmos na biblioteca e falar com a bibliotecária? De repente ela está sabendo de algo que possa nos ajudar’. Brit disse já se aconchegando e cheirando o pescoço da Sant.
‘Brit eu adoraria, mas você não acha que é melhor nós tentarmos resolver o problema da minha cunhada primeiro? Se eu voltar sem respostas minha família terá o meu couro e eu não quero isso. Não com 2 Fabray Berry a caminho. E depois partiremos para a melhor parte’. Santana disse e piscou maliciosamente.
‘Ah Santy. Nós podemos ver isso lá dentro não é? Assim mataríamos 2 coelhos em uma tacada só. Eu quero resolver isso o mais rápido possível para poder sentir o pequeno Satã dentro de mim novamente’. Brit disse já colocando a mão no pequeno Satã que já estava completamente ereto.
‘Isso não é justo Brit. O pequeno Satã está todo animado e se você deixar ele na mão na hora H de novo? Eu terei que tomar outro banho frio?’ Santana tentou agir com o coração ao invés de outras partes íntimas, afinal ela tinha o melhor dos 2 mundos e ela iria usar isso a seu próprio favor mesmo sabendo que ela não poderia negar fogo a Brit por ela ser a sua própria companheira.
‘Eu não vou deixá-lo na mão, acredite em mim. E aquela conversa de não poder negar algo para a própria companheira? Por acaso isso é lenda?’ Brit perguntou e se aconchegou um pouco mais em Santana quem estava tentando se controlar. O assunto dos Hudson primeiro, depois o prazer.
‘Brit nós vamos entrar, mas deixe o Pequeno Satã respirar. Primeiro família, depois o prazer. Isso não é lenda. Eu realmente não posso te negar nada se você realmente desejar algo. Eu te darei todo o prazer do mundo, mas vamos resolver o caso Hudson primeiro’. Santy disse e fez biquinho.
Brit não via a hora em fazer sexo com a namorada dela, mas decidiu ceder. Elas entraram na biblioteca e foram atrás da bibliotecária. Depois de procurarem por um bom tempo, elas a viram repondo os livros devolvidos por professores e alunos nas estantes.
“O que você quer Fabray? Você a essa hora só pode ser encrenca”. A bibliotecária disse mal humorada.
“Eu não vim causar encrenca. Pelo menos não dessa vez. Eu vim aqui pra conversar contigo, mas se eu vim em uma hora ruim eu posso voltar outra hora, quando você estiver mais disposta pra conversar comigo”. Santana disse defensivamente e sentiu o corpo de Brit enrijecer.
“Você me convenceu. Sobre o que você quer conversar?”. A bibliotecária disse um pouco menos mal humorada.
“Obrigada pela colaboração. Eu quero saber se o pequeno acidente de mais cedo com o Hudson teve grande alarme e se os pais dele vieram até aqui para saber um pouco mais dos detalhes sobre o pequeno acidente do idiota do Finn”. Santana disse e tentou manter a calma, mas isso era difícil já que ela sempre perdia a cabeça ao falar daquele imbecil que se achava o homem mais bonito, rico, charmoso, e inteligente na face da Terra.
“Ah eu sabia que tinha alguma 2ª intenção em nossa conversa. Sim, os pais de Finn Hudson tiveram por aqui mais cedo e vieram saber de mais detalhes. Eles pareciam bem abalados, mas ao mesmo tempo seguros. É como se eles tivessem se controlando por algum motivo maior que o amor que eles sentiam pelo filho”. A mulher disse pensativa.
“Eu entendo o que você quer dizer. Eles descobriram tudo? Quem agiu por legítima defesa e acabou matando? Ou ainda o fato de que Hudson mexeu onde não devia com quem estava quieta em seu próprio canto? Eu estava lá, eu presenciei tudo”. Santana tinha que saber todos os detalhes para elas mais tarde analisarem o que poderia ser feito.
“A família Hudson ficou sabendo que o filho deles mexeram com a sua irmã, na hora em que ela estava trocando carinhos com a moça que chegou a pouco tempo. E que mais tarde essa mesma moça acabou se descontrolando e matando o rapaz. Alias a escola inteira já ficou sabendo disso”. A bibliotecária disse séria.
“Bem não foi bem assim que aconteceu. Ela agiu por legítima defesa. Eu acho que se fosse com você, você teria a mesma reação. Ela não teve culpa nenhuma. E bem, eu acho melhor nossa família ficar afastada por um tempo. Infelizmente as pessoas irão julgar e falar mal dela e ela ainda não está preparada para enfrentar essa barra. Ah, antes que eu me esqueça, a professora Shelby Corcovan ficou sabendo disso?” Santana lembrou da sogra da irmã dela.
“Sim. A senhora Corcovan tinha vindo a biblioteca entregar livros quando viu e ouviu a conversa. Eles falaram com a senhora Corcovan por um bom tempo, até que todos saíram um pouco mais aliviado. E a professora parecia bem abalada no início, até mais que os pais do rapaz”. A mulher disse pensativa.
“Eu agradeço a sua ajuda e mais uma vez obrigada pela colaboração”. Santana disse a bibliotecária e puxou Brit até o final do corredor, onde ficava a última prateleira de livros, que normalmente ficava vazio e onde os casais namoravam. Elas ficaram em silêncio por um bom tempo, fingindo ler uma coisa ou outra até perceberem que a bibliotecária tinha saído. Santana colocou Brit em cima da mesa com as pernas separadas.
‘Brit eu preciso que você não abra a boca e tente não gemer. Se alguém ouvir algum barulho nós seremos expulsas imediatamente e isso eu não quero que aconteça, ainda mais agora com tudo o que está acontecendo. Você irá sentir o pequeno Satã em você, dentro de você, mas terá que ser uma coisa rápida. Eu não sei quanto tempo a megera vai ficar fora’. Santana pensou enquanto beijava Brit com toda paixão e carinho que ela conseguiu juntar. Elas ficaram alguns minutos se beijando até que Brit começou a ficar agitada. Ela queria sentir a namorada agora mesmo. Santana estava em tanta sintonia que logo percebeu e enfiou o Pequeno Satã na namorada dela. Elas ficaram se beijando por mais um tempo, já que era uma maneira de conter os gemidos de ambas, enquanto Santana fazia movimentos de vai e vem. No início calmo, devagar, mas foi aumentando conforme a necessidade da namorada dela.
Brit queria o tratamento completo, mas saberia que teria que se conformar com uma transa rápida. Ela parou de beijar a boca da morena e foi para o pescoço, sabendo que Santana fica louca com isso. Já Santana passou as mãos pelos seios da namorada dela por cima da blusa o que deixou a loira nas nuvens. Elas ficaram mais algum tempo até Santana sentir as paredes da vagina da namorada dela estreitarem. Ela sabia que a namorada dela estava a ponto de gozar. E se ela fosse ser sincera, a morena estava percebendo que ela própria estava prestes a liberar seu sêmen precioso.
“Brit, eu sei que nós combinamos de que eu goze fora de você, mas aqui não dá. Eu estou a ponto de estourar como você. Ou eu gozo dentro de você ou em outro lugar”. Santana achou melhor lembrar a namorada dela antes de se deixar levar pelo prazer do momento. Brit não era santa e já tinha feito sexo em todas as posições, mas achou melhor deixar a namorada dela gozar dentro da vagina dela. E assim foi feito, mas ao contrário das irmãs delas, a quantidade de sêmen liberado por Santana não foi o suficiente para engravidar Brit.
‘Sim, amor. É isso mesmo, venha para mim’. Santana disse ao pé do ouvido de Brit. ‘Ah amor já estou vindo. Que delícia. Que pena que não posso dar gritos ou gemidos, mas mais tarde faremos completo’. Brit completou, mas Santana estava tão em êxtase que nem respondeu.
Depois que ambas saírem do frenesi do momento, Santana tirou o pequeno Satã da namorada dela, já meio amolecido e elas trocaram alguns beijos após coito. Depois que as respirações delas voltaram ao normal, Santana arrumou a calcinha de Brit toda melada do prazer que a loira sentiu, e colocou a calça que ela estava vestindo.
‘É melhor irmos Brit. Ela está quase chegando e eu não quero que ela nos pegue aqui. Eu vou querer essa calcinha pra mim. Essa sua calcinha está com um cheiro delicioso e está me deixando ereta novamente’. Santana disse e tentou acalmar o pequeno Satã o que ela conseguiu quando ouviu o barulho da porta sendo aberta e entre as pessoas entrando estava a bibliotecária com vários livros nas mãos.
‘Pode ficar com você. Mas agora vamos, eu tenho que ir pra casa. Eu preciso apoiar minha irmã’. Brit disse preocupada. Ela tinha acabado de ver a imagem da irmã dela no quarto sozinha e isso a preocupou.
‘Seu desejo é uma ordem’. Santana disse e elas foram até a porta da casa dos Berry trocando beijos, e promessas de se verem no dia seguinte.
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