Eternamente Aprendiz- O prefácio
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Olha eu aqui depois de muitos séculos ahahaha... Pois bem, pelo menos para quem me conhece claro. Para os que não sou a escritora da fanfic Luz entre Escuridão que recentemente exclui por problemas para continuar decorrente a terrível carga-horária de estudos, por isso venho trazendo oneshot que serão minha unica alternativa até o fim dos temíveis vestibulares.Uma boa leitura ^-^MCSL~
Não fazia nem frio tão pouco calor, uma temperatura agradável da primavera cujo enfeitava os arredores com as flores sendo elas umas mais elegantes que as outras. Pendurou a bokutou em relance por cima do ombro e a brisa se fez passar entre seu cabelo roxo suavemente; Balançou, balançou, cortando o vendo e fazendo ruído, rangendo forte em sua batalha solitária.
As gostas de suor já fazia sua corrida entre o rosto, caindo pelo solo campestre dedicações tamanhas estas que mais tarde formariam terríveis bolhas em sua mão, dolorido sem quaisquer duvidas, porém satisfatório pelo empenho de adiantar sua força daquele jovem prodígio.Parou momentaneamente esticando o braço como aquecimento para fazer flexões, passou o tempo fazendo o movimento mesmo quando já sentia a dor agonizante, entretanto jamais deixaria isso afetar seu posto de destaque como um líder forte e pretensioso. Seu corpo enfim pediu total clemência, fazendo descansar encostado na árvore.– Shinsuke-kun dormindo tão bonitinho– um sopro quente entrou em contato com seu rosto e ele fez a reação imediata, puxar a "pessoa" pelo pulso.Ele era um jovem popular na província, como herdeiro da influente família Takasugi e este fazia como tal. No seu auge era consagrado como samurai, juntando uns com seus mesmo ideias; logo, estava o Kiheitai, porém, isso seria um assunto de mais tarde.Sua mão continuava firme sob o pulso até quando abriu os olhos verde oliva, com isso teve a visão da donzela de cabelos castanhos dourados e serenos orbes cor de bronze e seu sorriso fino e sarcástico de costume entre linhas.– O que você quer?– inquiriu ele contraindo as sobrancelhas.– Nada em especial, estranhei você não está em sua casa então presumi que estivesse aqui se esforçando por demais.A senhorita puxou a mão que ele fez força inutilmente para não ser dominada, esta já estava cheia de bolhas estouradas ou ainda formadas deixando um pouco de sangue sobre a palma. De dentro de seu obi, retirou algumas bandagens envolvendo-as na tentativa de estancamento da ferida.– Por que, treina tanto até se machucar-se? Você tem de estar firme em saúde para apoiar seus companheiros, portanto não é só uma questão de ficar mais forte ou não– advertiu afável afagando a mão dele, isso o incomodou o bastante pare que puchar-se a mão fora tentando não mostrar-se constrangido–, eu quero o bem do meu herói.– Não me chame de herói, soa irritante da sua maneira– resmungou, pois ela sabia como irritá-lo bem de uma forma tão singela com o jeito que o desbancava em curtas frases.Juntou-se permanentemente ao lado esquerdo dele desabando sua cabeça nos ombros dele, não adiantava tentar evitar foram inúmeras tentativas falhas desde que a conhecera, desde que ela sempre era persistente em sensibilizá-lo. Amantes mais que amigos, não declarados então? Assim por diante...Não se sabia muito sobre ela, desde que nunca dissera seu sobrenome e nem de onde veio, só apenas se sabe que abrigou-se em um pequeno templo shinto junto de uma miko ao topo da pequena que cercava parte do local. Todo dia ela descia, encantando os aldeões com seus modos que nunca caberia a uma mulher comum e pobre.– Quando a guerra terminar, você irá voltar para ficarmos assim durante as tardes?– perguntou fingindo manhosa.O silêncio reinou profundo que pedia para ainda ficar, as vezes estes diziam mais que mil palavras. Ele descansou a cabeça junto a dela, estava a mirá-la a estreita.– Eu prometo– finalmente deu sua palavra , seus sentimentos , desde que não era muito de expressá-los, porém não podia negar que eles eram profundos por ela–, me espere e eu com certeza voltarei.Ele voltará...~-~O Kiheitai já tinha público suficiente para ir ao estopim, cujo o lado que almeja expulsar a opressão e avanço Amanto sob a terra como ele mesmo pode testemunhar em espionagem direta ao planeta Yato anos atrás. Portanto, a ultima e pequena esperança veio daqueles jovens.Não havia esperanças de vencer se tratando da tecnologia superior do governo Bakamatsu auxiliado pelo Amanto, porém seus idéias eram ainda mais importantes que conseqüentemente espalhou-se para o restante da população mobilizando a continuação da revolta. Com suas katanas, eles carregavam suas almas e sua linha samurai.Takasugi estava se preparando em seu quarto, com uma simples camiseta verde musgo sob um casaco preto, entre suas cores detalhadas era em dourado nas bordas e roxo anteriormente. Amarrou em sua testa uma bandana branca, na qual ficava escondida entre sua franja maior ao lado esquerdo.Colocou sua katana disfarçada de bokutou para dentro da separação cinto e calça, já tendo saído, as fileiras de homens a seu lado esquerdo e direito estava montada esperando sua passagem. Veio a seu encontro sua companheira, vestida com um kimono dourado que lhe dera com os cabelos presos realçando seu rosto.– Estamos partindo para o sul de Kanto, onde encontraremos os restantes das tropoas no objetivo de fazer uma varredura em que mais fortes chegar ao centro– explicou a segurar a senhorita pelo ombro, todos aclamaram esquerdo suas espadas e rugindo forte; a maioria deles nem chegariam ao local desejado, o impacto de armas biológicas ( que era uma novidade em tanto) iria ser brutal.
Mas, ele voltará... Com certeza voltará.~-~Já se faziam 8 anos desde a partida deles e o fim da guerra que foi perdida ao lado deles, dois ou três conseguiram voltar e entre outros ou morreram no processo ou não resistiram as terríveis feridas. Porém, ela nunca desistiu de chegar ao local marcado mesmo já tendo notícias de quem esperava – Que não eram as melhores– ela ainda esperava; a árvore cravada já estava quase em folhas prenunciando sua morte.Sozinha, somente sozinha, temerosa a lembrar-se dos dias de horror e medo imaginando as possibilidades do vilarejos ser bombardeado por ter ligações direta com os revoltosos, além de o única forma de chegar lá seria varrendo pela motanha à baixo. Pensava se o atual Shogun em acessão Shigue Shigue faria tantas maldades com o governo de Sada Sada a quem se opusesse, como feito pelo extermínio de Kensai.– Quando será "o fim da guerra?"– pensou em voz alta tento credibilidade que receberia uma resposta.– Eu não imaginava que ainda tinha essa espera tão simplória, Hikari tão paciente a me esperar? Estou lisonjeada– invadiu a sintonia com sua voz grave, dirigindo-se sarcástico.– Também não percebi que você viria verificar se eu estou bem, mesmo quando a guerra ainda não tenha acabado querendo apenas caçoar de minha cara por nada não faz muito o seu tipo. Por acaso isso é uma despedida? Nos veremos apenas do outro lado?– ironizou.Não deixava espaço sequer para quaisquer palavras de superioridade vindas dele, orgulhoso sempre demais da conta não mudou em nada, apenas aquelas faixas encobrindo o olho esquerdo e um kimono roxo que não passar por ser a cor favorita dele; era nítido que a guerra tenha deixado suas marcas brutais nele, mas isso não deixava ele cair na falácia de Hikari facilmente. De fora por dentro tentava ser duro, entretanto nos fundos ainda restava-lhe um pouco da chamada tolice boa.– Quando deixará de ser irritante?– pediu franzindo a cara de perdedor.– Você não respondeu minha pergunta, você voltará para a guerra ou terei que esperar mil anos para lhe ver após vida?– continuou a insinuação.– A não ser que você seja uma youkai, estarei a pensar sobre isso– ele riu finalmente retirando o kiseru por dentro do kimono, acendendo-o com um riscar de pedras que estavam ao chão virando para sair– Só de ouvir isso já fico contente.– Eu cobrarei pela demora a cumprir a promessa, dela será de meses a ser meu namorado, de anos meu noivo e de anos e mais anos chegará a meu esposo– desafiou vendo que ele acenou de acordo.A guerra não terminou, ele voltou, mas isso não é o suficiente..."A vida da lições que só dão de uma vez" (Winston Churchill).Rajadas de vento gelado atravessou o envoltório de seu corpo cálido fazendo-o soltar seu suspiro dolorido, já sem forças ele era arrastado com a respiração sufocante deixando-o quase cair no chão castigado pelo inverno; Não demoraria para que atrelado a fome e sede viesse a óbito por hipotermia.– Bansai-sama! – exclamou uma voz feminina.– Fomos pegos e provavelmente estamos sendo seguidos, cuida de Shinsuke imediatamente e o esconda em sua casa. Esse será o preço a pagar por sua tranqüilidade– entregou o corpo inconsciente a ela virando-se para parti– Eu vou indo; Não se preocupe comigo, pois ele que deve ter toda importância agora se Shinsuke morrer tudo estará perdido.Pode abri o olho por um mero instante para saber quem era a dona daquela anterior voz, era uma senhorita na frente dos dois; Seus cabelos soltos de um castanho bem claro balançavam com o vento de forma graciosa, trajada no kimono turquesa sobre um haori vermelho.Sentiu as mãos segurar-lhe até perde a consciência novamente, uma noite seria o máximo para saber se resistiria ou não. Chegando a casa levaram-no até o quarto deitando-o cuidadosamente no futon. A mulher começou a limpar as feridas com água esterilizada e fresca tirando os pontos de sangue com o pano na região do peitoral e lombar.– Mais um ataque desses e será o seu fim– puxou o cabelo dele para trás medido a febre-– , por sorte essa esta baixa.~-~Os dias iam passando ele não abria seus olhos, Hikari já ficava a pensar se ele conseguiria resistir. Seu corpo na parte externa já dava sinais de melhoras com a febre também tendo passado, porém não existia a certeza quanto o interno.– Gostaria que me desse à graça de gritar com você novamente por essa sua incompetência Shinsuke-kun– brincou com as madeixas roxas deles na parte que ficava acima do olho esquerdo–, sempre se esforçando mais do que deveria, sua teimosia acabará lhe matando de uma vez.Ela sorriu vendo o mínimo de reação que ele tinha mesmo sem acordar, é como se as memórias voltassem a tona daqueles dias cujo frescos permaneceram. A juventude interrompida por deveres, deveres estes que uniram, desuniram e por irônico uniu-se novamente.No mínimo forte para sobreviver, forte para fazer o que lhe foi pedido, isso é digno para um herói mesmo que as vezes tachado de vilão.De um prefácio, para os diante que firmaram o cumprimento...
Notas finais
Desculpem alguns errinhos de edição, fiz tudo na pressa (todos tiraram o dia para me perturbar em casa enquanto eu tentava postar).Obrigada por ler ^^'
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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