Eternamente
82 Capítulo 81-Está quase chegando a hora
Isabella Marie Swan Cullen
Alguns meses depois…
Acordei sentindo uma dor nas costas terrível, tentei me mexer, mas por conta da barriga, eu não consegui.
Respirei fundo.
Tateei o lugar ao meu lado, e toquei a barriga do Edward.
–Ed.
Ele abriu os olhos e me encarou.
–Que foi?
–Minhas costas. –Disse, fazendo careta.
–Estão doendo? –Ele perguntou.
Assenti.
–Pode me ajudar a sentar? –Pedi.
–Claro. –Ele se sentou na cama e me ajudou.
Edward me sentou na cama e eu respirei fundo.
–Está doendo muito? –Ele perguntou.
Assenti.
–Quer ir para o hospital?
Neguei.
–Não, eu só preciso de uma massagem. –Disse.
–Tudo bem. –Edward começou a massagear minhas costas. –Calma meu amor, tá quase chegando.
Sorri.
–É, tá chegando a hora. –Disse.
Ele me deu um beijo na cabeça.
–Passou?
Assenti.
–Sim, acho que eu consigo dormir. –Disse.
–Ok.
Ele me ajudou a deitar e me deu um beijo na testa.
–Boa noite. –Ele disse.
–Boa noite. –Disse.
Consegui a voltar a dormir logo, e tive um sono muito bom.
No dia seguinte…
Eu havia passado o dia com a Esme fazendo todo o enxoval do Ethan e da Megan, e estava tudo perfeito.
–Pronto, roupa não vai faltar. –Esme disse.
Sorri.
–Obrigada Esme.
–Não há de que querida, deixe tudo aqui em casa, que antes mesmo deles nascerem estará tudo arrumado. –Ela disse.
Assenti.
–Ok.
–Eu vou te levar pra casa, você tem que descansar. –Ela disse.
–Ok.
Esme foi me deixar em casa, passamos o dia vendo roupas para os meus bebês.
Chegamos em frente a minha casa.
–Pronto Bella, está entregue. –Ela disse.
Dei-lhe um beijo na bochecha.
–Obrigada, Esme.
–De nada, se cuida. –Ela disse passou a mão na minha barriga.
–Eu vou. –Peguei minha bolsa. –Tchau.
–Tchau, mande um beijo para o Edward. –Ela disse.
–Tá.
Saí do carro e Esme foi embora, no jardim, fui recebida pelo Simba.
–Oi Simba. Edward já chegou?
Ele olhou para a porta. Isso queria dizer um sim e que ele estava lá dentro.
–Obrigada.
Fiz carinho em sua cabeça e entrei, não havia sinal do Edward, subi para o nosso quarto, ele estava dormindo todo atravessado na cama, apenas com uma cueca branca, a cara no travesseiro, ele estava completamente apagado, e parecia bem cansado, eu nem sabia quantas horas ele havia trabalhado hoje.
Aproximei-me dele e lhe dei um beijo na bochecha.
–Edward. –O chamei.
Ele abriu os olhos, dava para notar olheiras em seus olhos.
–Oi. –Ele disse, com a voz rouca.
–Oi. –Dei um selinho nele.
–Chegou agora? –Ele perguntou.
Assenti.
–Eu estava com a sua mãe, organizando o enxoval dos bebês. –Respondi.
Ele assentiu.
–Você está exausto. –Disse.
–Trabalhei 12 horas seguidas. –Ele disse.
–Você anda trabalhando demais Edward, desse jeito vai morrer antes dos nossos filhos nascerem. –Disse.
–Duas médicas da minha equipe estão de licença, o trabalho dobrou. –Ele disse.
Comecei a rir.
–Tudo bem, pode voltar a dormir, eu vou preparar o jantar. –Disse e lhe dei um beijo na testa.
–Tá.
Troquei de roupa e saí do quarto, coloquei comida para o Simba, e fui fazer o jantar.
(…)
Terminei de colocar a mesa, quando Edward apareceu.
–Hum, cheguei na hora certa. –Ele disse, pousando a mão na minha barriga e me deu um beijo na bochecha.
–Conseguiu descansar? –Perguntei.
Ele assentiu.
–Sim, estou novo em folha. –Ele disse.
Comecei a rir.
–Então vamos jantar. –Disse.
Servi-nos e começamos a comer.
–Sabe, estou começando a me preocupar com você aqui sozinha o dia inteiro.
O olhei.
–Edward, eu estou bem, não vai acontecer nada comigo. –Disse.
–Você está no final da gravidez, pode entrar em trabalho de parto a qualquer hora, e eu não quero que isso aconteça, quando estiver aqui sozinha. –Ele disse.
O olhei.
–Isso não vai acontecer, eu tenho o pressentimento, que você estará aqui comigo. –Disse.
Ele riu.
–Assim espero, eu não quero ter que me preocupar com você. –Ele disse.
–Edward, eu não quero que você faça o meu parto, quero você bem ao meu lado, segurando minha mão. –Disse.
–E eu vou estar, a obstetra é a Alice, e é obrigação dela fazer o parto. –Ele disse.
Comecei a rir.
Terminamos de jantar e Edward me ajudou a lavar a louça, depois foi brincar com o Simba, e eu subi para o quarto, tomei um banho e me deitei, algum tempo depois, Edward entrou no quarto e deitou na cama comigo, ele colocou a mão na minha barriga, e os bebês se mexeram, ele me deu um beijo no pescoço.
–Está cansada? –Ele perguntou.
Neguei.
–Não.
Virei-me com dificuldade, e o beijei.
Desci minha mão até sua cintura, ele se afastou.
–Você não está em condições de fazer isso. –Ele disse.
–Eu estou com vontade. –Disse.
–Bella…
–Vai. Nós vamos tomar cuidado. –Pedi.
Ele respirou fundo.
–Eu queria muito dizer que não, mas eu não consigo. –Ele disse.
Lhe dei um beijo.
–Eu amo você. –Disse.
–Eu também amo você. –Ele disse.
E assim, terminamos a noite, por fim fazendo amor.
Alguns dias depois…
Eu estava no hospital com a minha mãe, que estava se sentindo muito bem hoje, Nessie e James também estavam lá, e nós contávamos para a Renesmee, toda a nossa história em Miami. Eu havia passado a manhã inteira lá, e foi muito bom.
–Mãe, eu preciso ir, vou ao cinema com o Seth, mais tarde eu venho te ver, tá bom?
Ela assentiu.
–Ok, divirta-se minha filha. –Ela disse, depositando um beijo na mão da Nessie.
–Eu também vou indo mãe, vou chamar o Edward para almoçar. –Disse.
Ela assentiu.
–Ok.
Dei um beijo na testa da minha mãe e saí do com a Renesmee.
–Então você e o Seth estão definitivamente juntos? –Perguntei.
Ela assentiu.
–Sim. É definitivo. –Ela respondeu.
–E ele já terminou com a Irina? –Perguntei.
–Sim, mas aquela empregada não está aceitando direito, acredita que uma roupa minha apareceu misteriosamente rasgada?
–Se ela está dando problemas, fale com o papai e com a Sue, eles a demitem rapidinho. –Disse.
–Eu vou ver até onde ela vai. –Ela disse.
–Só tomem cuidado. –Disse.
–Nós iremos tomar. –Ela me deu um beijo na bochecha e outro na barriga. –Tchau.
–Tchau. –Disse.
Nessie saiu do hospital e eu fui em direção a sala do Edward, entrei na sala, ele estava olhando alguns raios-X.
–Oi amor.
Ele me olhou e sorriu.
–Oi linda.
Aproximei-me e lhe dei um selinho.
–Trouxe o meu almoço?
–Não, eu passei boa parte da manhã com a minha mãe, pensei que poderíamos almoçar fora, o que acha?
Ele sorriu.
–Ótima idéia. Mas vamos por que eu estou morrendo de fome. –Ele disse.
–Nós também estamos. –Disse.
Edward pegou na minha mão e saímos da sua sala e fomos almoçar. Eu sentia algo diferente, era um pressentimento, o olhei e sorri. Eu pressentia que logo teríamos nossos filhos com a gente.
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