Eternamente

189 Capítulo 188-Planos


Rosalie Lillian Cullen McCarty

O dia hoje foi bem exaltante. Mas, finalmente havia acabado e já estava tudo bem. Depois do resgate e parto da Bella, ela passava muito bem. Emm e eu voltamos para casa, minha mãe não me deixou trazer Valentina. Como Berta passaria a noite lã para cuidar dos gêmeos, ela poderia cuidar da Valentina também. Claro, que por mim eu trazia minha filha para casa, mas, já minha mãe praticamente me obrigou a vir embora sem ela, e claro, eu não podia contra ela.

Emmett preferiu pedir uma comida para a gente, e enquanto ele pedia, eu tomava um banho, no banho, pensava sobre tudo. Bella acabou de ter um bebê, daqui a pouco Allie também teria. Esses bebês só estavam atiçando mais Emmett para ter um bebê. Talvez seja a hora de realmente dar esse presente para ele. Talvez seja a hora de dar um irmãozinho para a minha ursinha. E se eu engravidar agora, seria o presente perfeito para o Emmett, já que daqui a exatos nove meses, seria o seu aniversário.

Terminei meu banho e saí do banheiro. Vesti uma camisola curta, rosa clara, com um robe, por cima. Havia escutado o barulho da campainha e com certeza era a comida que havia chegado. Saí do quarto e Emmett já tirava tudo da embalagem na sala.

̶ Oi ursinha, chegou na hora certa. – ele disse.

̶ Ah, que bom. – sentei-me ao seu lado. Nós dois começamos a comer.

Depois da refeição, joguei todas as embalagens fora e lavei a louça, Emmett foi tomar banho. Quando tudo ficou arrumadinho de novo, voltei para a sala de estar e sentei-me no sofá.

̶ Emmett! – chamei-o.

̶ Já vou!

Fiquei esperando por ele para ele colocar um filme para assistirmos, ele não demorou em aparecer, vestindo somente uma samba canção, aquele peitoral maravilhoso e forte estava sendo exibido. Esse homem era maravilhoso.

Ele sentou-se em seu lugar.

̶ Vamos assistir a um filme? – ele perguntou.

Assenti.

̶ Estava te esperando para escolher. – disse.

̶ Beleza. Tem algo que quer assistir?

Neguei.

̶ Não, pode escolher o filme. – respondi.

̶ Beleza.

Emmett pegou o controle e começou a procurar um filme para assistirmos no catálogo, eu fiquei esperando ele escolher o filme, parada, ao lado dele. Ele não demorou em escolher um filme. Escolheu um filme de suspense. Ele deu play no filme, eu me sentei de lado no sofá, colocando os pés em seu colo, e ele começou a massagear meus pés.

Suas mãos saíram dos meus pés e foram para minhas pernas e coxas.

̶ Amor?

̶ Hum. – respondi.

̶ Por que não faz uma pipoca para a gente comer? – ele perguntou.

Olhei-o.

̶ Quer comer pipoca? – perguntei, já querendo levar isso para outra coisa.

Ele assentiu. Os olhos vidrados na TV, ele realmente estava gostando do filme.

̶ E tem certeza que é pipoca que quer comer? – perguntei.

Ele me olhou.

̶ Sim, por quê? – sorri para ele e ele sorriu de volta. – Ah, acho que entendi. – ele subiu a mão, que estava em meu joelho, para dentro do meu robe e camisola. – Hum, sem calcinha, como sempre.

Sorri.

Eu costumava dormir sem roupas por baixo, apenas camisola, como ginecologista, sabia que era saudável, para respirar tudo. Emmett adorava, por que facilitava seu trabalho. Ele aproximou-se de mim e me beijou, beijo que só ele sabia dar, Emmett sempre me beijava, com amor, paixão, desejo, tesão, tudo junto. Um beijo que só ele soube me dar, um beijo que ele só deu em mim. E eu amava tanto esse homem.

Ele afastou-se de mim e se levantou, abaixou a samba canção, ficando nu a minha frente. Ele voltou para o sofá e me puxou, pegou em meus cabelos e forçou minha cabeça até seu membro, que o abocanhei com tudo. Ele já estava duro como rocha.

̶ Ah, ursinha… ̶ ele gemeu, assim que comecei a chupá-lo.

Claro que eu não conseguia coloca-lo todo na minha boca, pois, Emmett era bem dotado. A primeira vez que transamos, tive até que pedir para ele ser mais delicado, hoje em dia, eu já estava acostumada com seu tamanho, e adorava, ele me levava às alturas.

Emmett segurava meu cabelo em um rabo de cavalo, forçando minha cabeça para baixo, chupando-o. Eu, como uma boa garota, o chupava com vontade, arrancando gemidos dele, até que ele gozou na minha boca. Mas, ele continuou duro. Engoli seu esperma e levantei minha cabeça até ele, sorrindo.

̶ Sua safada. – ele disse.

̶ Você bem que gosta. – disse e ele riu.

Emmett levou as mãos para o laço do meu robe e desamarrou, eu o tirei, jogando-o no chão e fiquei somente de camisola, Emmett empurrou-me para deitar no sofá, e ele deitou-se por cima de mim, beijando-me, meus dedos passeavam pelas suas costas largas.

Ele desceu os beijos pelo meu pescoço e me mordeu, fazendo eu me arrepiar todinha. Eu era muito sensível a ele, e ele adorava fazer-me perder a cabeça. Emmett desceu mais os beijos, desceu as alças da minha camisola e a puxou até minha costela, liberando meus seios, ele sorriu assim que os viu. Emmett dizia que meu corpo havia ficado melhor depois da gravidez, ele disse que eu estava cheia de curvas, os seios maiores, assim como minha bunda, coxas torneadas, mas, minha cintura continuava fina. Ele abocanhou meu seio direito e massageou com a mão o esquerdo.

̶ Hum, Emm. – apreciei o prazer que ele estava me proporcionando.

Ele puxou com os dentes meu mamilo, fazendo-me gemer de novo, ele os largou e desceu a boca para minha barriga, fazendo uma trilha de beijos. Ele subiu minha camisola, enrolando-a em minha cintura, ele abriu minhas pernas e caiu de boca em mim.

̶ Ah… ̶ gemi, arqueando a as costas e afundando minha cabeça no sofá, os olhos fechados, apreciando o prazer.

Ele segurou e apertou minhas coxas. Com minhas mãos, segurei sua cabeça ali e passei minhas pernas envolta de seu pescoço, prendendo-o ali, pretendendo soltá-lo, somente depois de me fazer gozar, e ele sabia disso. Sabia que quando eu estava cheia de vontade, eu apelava.

Com sua língua, ele me lambeu todinha, enfiando a língua em mim e subindo até chegar ao clitóris, onde ele costumava demorar ali. Ele gostava de ficar passando a língua no lado mais sensível do meu clitóris, o que logo me fazia gozar.

̶ Hum… ̶ mordi o lábio ao gozar em sua boca.

Ele voltou a se deitar em cima de mim e sorriu.

̶ Nossa, você é bom.

Ele riu.

̶ Eh, você sempre diz isso. – ele disse.

̶ Por que você realmente é bom. – disse.

Emmett sorriu.

̶ Então se prepara para o que está por vir. – ele disse.

Sorri.

̶ Eu já nasci preparada, ursão.

Ao chama-lo pelo apelido de sempre, ele não pensou duas vezes e me penetrou, indelicadamente, fazendo-me gemer mais alto. Emmett segurou-se no encosto do braço atrás da minha cabeça, para que ele tivesse impulso para meter forte, fazendo-me delirar.

̶ Ah, ursinha… ̶ ela gemeu em meu ouvido.

̶ Oh… isso… Emmett…

Ele começou a ir mais rápido, o sofá balançava, assim como o meu corpo embaixo dele. Cheguei ao meu limite e meu interior começou a apertá-lo, Emmett também havia chegado ao limite dele, ele começou a aumentar ainda mais os movimentos, e nós dois gemíamos alto; chegamos ao orgasmo juntos, ele desabou em cima de mim e eu sorri, satisfeita, pelo menos em parte.

Emmett levantou a cabeça e seus olhos azuis encontraram os meus, os lábios revelaram um sorriso para mim, um sorriso apaixonado. Sorri de volta e acariciei sua bochecha, olhando-o nos olhos.

̶ Eu te amo. – declarei.

Ele sorriu.

̶ Eu também te amo, ursinha. Agora e sempre. – ele disse e me beijou. – Pronta para mais uma?

Sorri.

̶ Não precisa nem perguntar. – disse. Ele riu e se levantou.

̶ Vira.

Assim o fiz. Virei-me, ficando de quatro no sofá e Emmett me penetrou de novo, arrancando gemidos de mim, ele segurou firme na minha cintura, às vezes dando tapas em minha bunda. Eu rebolava e ele gemia; ele puxava meu cabelo e eu pedia por mais, o que ele dava. E quando não aguentei mais, ele veio junto comigo, mas ainda não era o suficiente.

Emmett e me levou até a varanda.

̶ Emm…

Ele sorriu.

̶ Já fizemos isso antes. – ele disse.

̶ Eu sei, e disso que não faria mais, pois, algum vizinho poderia nos ver e nos denunciar por atentado ao pudor. – disse.

̶ Qual é Rosie. Olhe em volta, as luzes dos apartamentos estão desligadas, estão todos dormindo. – ele sorriu, mostrando suas maravilhosas covinhas. – É só você no fazer muito barulho.

Sorri.

̶ A culpa não é minha. – levei a mão ao seu peito e o arranhei com minhas unhas. Sua pele arrepiou-se e ele fechou os olhos por um momento, curtindo o prazer que estava lhe proporcionando.

Ele me pegou pela cintura e me levantou. Colocando-me no guarda corpo.

̶ Emmett… ̶ olhei para baixo. Nós morávamos no décimo quinto andar. – Eu vou cair.

̶ Não vai não. – ele me segurou pela bunda. – eu estou segurando você.

Ele me penetrou e eu gemi. Enquanto Emmett se movimentava, olhei de novo para baixo e aquilo não me causou medo, causou-me mais tesão, voltei a olhar para Emmett que me segurava para não cair, enquanto metia em mim.

̶ Ah… isso…

Ele sorriu.

̶ Agora está gostando? – ele perguntou.

̶ Oh… sim!

Ele meteu mais algumas vezes até que eu gozei. Ele me tirou dali e virou-me, penetrando-me de novo, ele metia em mim, meus peitos, que estavam para fora do guarda corpo pulavam, e a sensação era tão gostosa. Eu estava em um momento de prazer que parecia que há qualquer momento eu iria morrer, e sentia ainda que meu orgasmo estava longe, não controlava os meus gemidos, não controlava meu quadril que robolava no pau do Emmett com maestria, e ele ainda pedia por mais.

̶ Oh… Emmett… ursão… mais…

Ele segurou em meus cabelos, puxando minha cabeça para trás e atacando meu pescoço. Ele meteu com mais força, até que eu gozei, mas ele, nada. Emmett levou-me para dentro do apartamento, prensou-me na parede perto da porta e me pegou pelas coxas, levantando-me e penetrando-me. Seus movimentos começaram fracos e depois iam aumentando, senti que as pernas dele tremiam, ele me desceu e me levou até o tapete, no meio da sala, sentou-se e eu fui para o colo dele, envolvendo sua cintura com minhas pernas, firmando meus pés no chão para cavalgar com vontade nele, movendo-me para frente e para trás, ele agarrava e batia na minha bunda, deixando-me louca, até que não aguentei mais, e gemendo alto, gozei nele e ele veio logo em seguida. Emmett se deitou e eu me deitei em seu peito, nós dois satisfeitos.

̶ Nossa! – disse e levantei a cabeça em sua direção, dei-lhe um selinho. – Eu te amo, muito.

Ele sorriu.

̶ Eu também te amo muito, minha ursinha. – ele disse e retribuiu o selinho.

Suspirei.

̶ Eu vou ligar para minha mãe para saber se nossa filha dormiu. – dei-lhe mais um selinho nele.

Peguei minha camisola no chão e a vesti, fui para o quarto e peguei meu celular no criado mudo. Deitei-me na cama, atravessada e de barriga par baixo, apoiando os cotovelos no colchão. Mandei uma mensagem para minha mãe.

De: Rosie

Para: Mamãe

Oi, mãe. Tinie já está dormindo?

R.M

Ela logo respondeu.

De: Mamãe

Para: Rosie

Olá querida.

Sim, Berta acabou de fazer os gêmeos e Tinie dormirem, seu pai e eu estamos indo dormir também, faça o mesmo. Tinie está bem. Então, tenha uma boa noite, e diga ao Emmett que desejei o mesmo para eles. Até amanhã, beijos, te amo.

E.C

Respondi.

De: Rosie

Para: Mamãe

Ok. Só queria saber mesmo se minha ursinha estava bem e se já havia dormido. Emm e eu também estamos indo dormir. Boa noite para você e o papai. Até amanhã, também te amo.

R.M

Enviei a mensagem para ela. Distraí-me com a porta sendo aberta e Emmett entrando. Ele já havia vestido sua samba canção.

̶ Minha mãe disse que Tinie já dormiu. – ele assentiu. – E nos desejou boa noite.

Ele sorriu.

̶ Espero que eles durmam bem também. – ele disse e tirou a samba canção, ficando nu de novo. – Agora, vamos aproveitar o resto da noite. – ele aproximou-se, levantou minha camisola, deixando minha bunda a mostra e desferiu um tapa. – Gostosa!

̶ Ai, Emmett! – virei-me, deixando de costas e lhe entreguei meu celular, que ele colocou em cima do criado mudo e veio para cima de mim. Emmett tirou minha camisola e começamos tudo de novo, por toda a noite.

Isabella Marie Swan Cullen

No dia seguinte…

Depois de tudo que eu havia passado, eu sentia uma paz em mim. Aqui, com meu marido ao lado e meu filho mais novo. Ainda era muito cedo e logo meu café da manhã chegaria. Edward estava dormindo na poltrona, eu observava tanto ele quanto Anthony dormirem. Meu bebê era novo, mas já dormia igualzinho ao pai.

Bateram na porta e ao olhar, ela se abriu e vi a cabeleira ruiva apareceu no meu campo de visão.

̶ Bom dia, mamãe. – ela disse.

Sorri.

̶ Bom dia, amiga. – disse.

̶ Como está meu afilhado? — ela perguntou, se aproximando.

̶ Dormindo. – sorri. – Olhe para ele e olhe para o papai.

Ela olhou para Anthony e depois para Edward, dormindo na poltrona.

̶ Minha nossa, uma cópia fiel. – ela disse e eu ri.

̶ E o padrinho, hein? Não vai vir conhecer o afilhado? – perguntei.

Ela sorriu.

̶ Ele está em casa, esperando Henry acordar para vir com ele. – ela respondeu e eu assenti.

̶ Com tudo que aconteceu nos últimos tempos, nem vi seu filho direito, me desculpe.

Ela sorriu.

̶ Tudo bem, Bella. Eu sei que você tem uma vida agitada. – ela sorriu. – Marcaremos muitos almoços então.

Sorri.

̶ Eu vou adorar. – disse.

Bateram na porta e um enfermeiro entrou, puxando um carrinho com meu café.

̶ Bom dia Dra. Cullen, Victória. – ele disse, aproximando-se com o carrinho.

̶ Bom dia. – dissemos.

Ele pegou minha mesinha, colocando a minha frente e colocou a bandeja com meu café em cima.

̶ Aqui está, doutora. – ele disse e na mesa do canto, colocou a outra bandeja. – Este é do Dr. Cullen.

̶ Ok, obrigada.

̶ Tenham um bom apetite. – ele puxou o carrinho. – Tchau, Vic.

̶ Tchau, obrigada Barry.

O enfermeiro saiu e virei-me para o Edward.

̶ Ed, amor. – chamei-o. Ele estava exausto, todo o tempo em que passei nas mãos de Donovan, ele não havia descansado, e agora que estava tudo bem, ele tinha desabado. – Gatinho, acorda.

Ele abriu os olhos esverdeados e me olhou.

̶ Oi… está tudo bem?

Assenti, sorrindo.

̶ Sim. Eu te acordei para tomar café. – disse.

Ele assentiu, arrumando-se na poltrona e se espreguiçou.

̶ Bom dia, Edward. – disse Victória.

Ela a olhou e sorriu.

̶ Bom dia, Vic. – ele disse. – Eu vou passar uma água no rosto.

̶ Ok.

Edward foi para o banheiro e eu comecei a tomar café.

̶ Já parou de tomar soro? – Vic perguntou, enquanto eu devorava meu café.

̶ Parei ontem a noite, não sei se precisarei tomar mais. – respondi.

̶ Acho que já está bom. – ela sorriu. – Irei perguntar para o seu médico.

Começamos a rir.

̶ E os gêmeos? – Vic perguntou.

Suspirei.

̶ Esme disse que os traria hoje. Estou sentindo tanta saudade deles. – disse.

̶ Ah, nem me fale. Quando eu fico fazendo plantão, me dá um aperto no peito. – ela disse. – Mas, se bem que Dean se vira bem, sabia?

Comecei a rir.

̶ Isso é bom. Edward também faz de tudo. Mas, nossos horários são idênticos, muito difícil um de nós ficar sozinho com as crianças para o outro trabalhar.

̶ Isso é bom. – ela disse.

Sorri.

̶ Eh. Vantagens de ser casada com o chefe.

Victória riu.

̶ Enfim, marcaremos muitos encontros e cumpriremos nossa promessa dos nossos filhos serem amigos. – ela disse.

̶ Claro. – sorri. – Será uma turminha bem grande.

Vic sorriu.

̶ Pois é, e vão ser todas pessoas adoráveis.

̶ Quem vai ser uma pessoa adorável. – Edward saiu do banheiro e aproximou-se de mim, beijando minha testam, depois deu um beijo na testa de Anthony, que continuava dormindo tranquilamente.

̶ Nossos filhos. – Victória respondeu.

Edward sorriu.

̶ Ah, com certeza. – ele se sentou a mesa e começou a tomar o seu café. – Eu até perguntei para Vic se ela não iria aumentar a família.

Sorri, olhando para minha querida amiga.

̶ E não vai? – perguntei.

Ela negou.

̶ Não. Meu filho será filho único por um bom tempo. Tem muita coisa pela frente. Dean precisa terminar a faculdade, nós precisamos nos casar, e quando estivermos com tudo realizado, ai pensamos em aumentar a família. – ela respondeu e eu sorri.

̶ Faz bem, amiga. Quem também não quer filho por agora é Rosie. Ela quer ficar somente com a Tinie por um tempo. Se bem que Emmett está louco para ela engravidar de novo. – disse.

̶ Bom, para vocês que tiveram um só, é normal quererem dar uma segurada. Diferente da gente, que tivemos dois de uma vez e já estamos acostumados com a correria. – Edward sorriu.

̶ Com certeza.

̶ E como andam os gêmeos? Soube que Megan é uma peça rara.

Sorri.

̶ E é. Puxou ao pai. Ethan e Thony sofrerão na mão dela.

̶ Mais fácil a Megan sofrer na mão dos irmãos. Que irá protegê-la dos marmanjos. – Edward sorriu e eu revirei os olhos, Victória riu.

̶ Ai meu Deus, mas é um pai coruja. – ela disse e eu ri.

̶ Estamos falando de um cara que cresceu no meio de duas irmãs. Deve ter sofrido. – disse.

̶ Com certeza. Aquelas duas sempre me deram trabalho. Ainda dão para falar a verdade. – ele disse.

̶ Ah Edward, você adora as suas irmãs, e sabe que elas também te adoram. – disse Victória e Edward sorriu.

̶ Eh. Nós três sempre fomos bem unidos, não é a toa que acabamos na mesma profissão. E é essa amizade que eu quero para os meus três filhos, quero que eles sejam bem unidos. Sabe, nada de um roubar namorados do outro e estragar tudo.

̶ Está falando de você, Bella.

̶ Ai, Leah e eu estamos ótimas hoje em dia, e me dou muito bem com o Jacob, você também. – disse.

̶ Não, eu só tolero. – Edward disse e eu ri.

̶ Bom, eu só fiquei com um namorado da Bella, quando ele já era ex, e depois disso, ainda ficou com a Renée.

Edward riu.

̶ Eh, esse sim merece os parabéns, pegou mãe, filha e enteada. – Edward brincou.

̶ Minha mãe foi a única que ele não colocou um par de chifres. – disse.

̶ Sim, ele te traiu com a Tanya, me traiu com sua mãe. Mas, sabemos que com a Renée foi diferente, ele realmente a amava, ficou com ela até o fim. Diferente do meu pai que a abandonou.

̶ E por falar nele. Como ele está? Ainda está com a Tanya?

̶ Sim, prestes a se casarem. Eles estão muito felizes e o filho deles, uma graça. Ele é a cara de Tanya. Ele e meu filho são minhas esperanças para que sejam pessoas melhores na família Dwyer.

Era bom saber que Tanya havia se recuperado do que Phil fez para ela no passado, que deu o fruto o seu filho, ela não só superou, como fez sua vida ao lado de James. Que encontrou nela, a superação da morte de minha mãe, ele assumiu o filho de Tanya, e assim como foi um marido melhor que Phil, estava sendo um pai melhor que ele também.

Terminei meu café e Victória afastou a mesinha de mim, Edward ainda tomava o seu café, Vic e eu ficamos conversando, até que Anthony acordou, dando seu choro de fome. Vic o pegou.

̶ Oi garotão, acordou cheio de fome, não é mesmo? – ela e entregou meu filho. Olhei-o e sorri.

̶ Bom dia, meu amor. – disse, pegando meu seio e colocando-o em sua boca. Ele começou a mamar.

Depois que Edward terminou seu café, ele juntou-se a mim, sentando-se ao meu lado e me observando amamentar nosso bebê, quando ele terminou de mamar, Edward pediu para Vic o pegá-lo para ele fazer alguns exames em mim. Os exames duraram uns dez minutos.

̶ E ai? Tudo certo? – Vic perguntou, assim que Edward terminou de fazer os exames, ela estava ninando Anthony.

Edward assentiu com a cabeça.

̶ Sim, graças à Deus.

̶ Eu não vou mais precisar tomar soro? – perguntei. Eu já não aguentava mais ficar tomando soro. Edward negou com a cabeça.

̶ Não amor, não se preocupe. Você já está melhor.

Sorri.

̶ Ainda bem. Mas, estaria melhor se eu estivesse na minha casa. – disse e ele riu.

̶ Vou ver ser Alice te dá alta até amanhã, ok?

Sorri e assenti.

Edward virou-se para Victória e pegou Anthony no colo, ele ficou babando pelo filho, enquanto Vic e eu conversávamos.

Cerca de meia hora depois, bateram na minha porta e Vic foi abri-la. Ela sorriu assim que abriu.

̶ Oi, meus amores.

Dean passou pela porta com o filho nos braços, que tratou logo de estender os bracinhos para Vic; ela pegou o filho no colo.

̶ Oi, meu amorzinho. – ela beijou sua bochecha.

Dean fechou a porta e lhe deu um selinho.

̶ Tudo bem? – ele perguntou. Victória assentiu.

̶ Sim, venha.

Eles se aproximaram da gente e Dean sorriu para mim.

̶ Oi Bellinha. – ele me deu um beijo na bochecha. – Como você está?

Sorri.

̶ Bem, e você Dean? – perguntou.

Ele sorriu.

̶ Estou muito bem. – ele olhou para o Edward. – E ai, Edward?

Ele sorriu.

̶ Oi Dean. Olha só como o seu afilhado é lindo?

Dean riu.

̶ Estou vendo. – ele disse. – Será que eu posso pegá-lo?

Edward assentiu.

̶ Claro. – ele entregou nosso filho para o Dean.

Dean pegou meu filho e sorriu.

̶ Como ele é parecido com o pai.

Sorri.

̶ Lindo, não é mesmo? – disse e olhei para o Edward, que sorriu para mim e soprou um beijo.

̶ Sim, lindão. – brincou Dean.

Olhei para Vic e a chamei com o dedo indicador, ela se aproximou de mim com o Henry e estendi os braços para ele, ela o colocou em meu colo, eu sorri.

̶ Oi, meu amor. Você também está lindo. – beijei sua bochecha. Henry sorriu para mim.

Ele já tinha alguns meses, estava grandinho, apesar dos cabelos serem iguais aos da Vic, ele tinha o rosto muito parecido com o Dean.

Sorri.

̶ Ele vai ficar lindo quando crescer. – olhei para Vic. – Vai dar trabalho.

Victória riu.

̶ Acha que eu não sei? Olha só o pai que ele tem.

Nós duas rimos e Dean revirou os olhos.

̶ Relaxa cara, antes de você chegar, eu era o alvo. – Edward disse e Dean riu.

Ficamos conversando por um bom tempo, até que a Victória precisou voltar ao trabalho, Dean se despediu de mim e de Edward, ele precisava levar Henry para casa, pois, logo ele estaria com fome. Edward e eu ficamos sozinhos com o nosso filho, que dormiu pouco tempo depois. Próximo ao horário do almoço, alguém bateu na porta, abrindo-a logo em seguida. Esme entrou puxando o carrinho dos gêmeos, os dois estava lá, sentadinhos. Sorri para eles.

̶ Olá. – ela disse. – Desculpe a demora, Rosalie e Emmett demoraram a chegarem. Valentina. Ela dormiu na minha casa hoje, mas Rosalie precisava levar algumas coisas para ela.

̶ Isso quer dizer que os se atrasaram para o trabalho, certo? – Edward perguntou.

̶ Edward, pega leve com eles, pelo menos dessa vez. – pedi.

Ele assentiu.

̶ Tá. Dessa vez passa. – ele aproximou-se do carrinho e pegou Megan. – Como eles passaram a noite?

̶ Muito bem. – ela respondeu.

Edward beijou a bochecha de Megan e a aproximou do carrinho de Anthony.

̶ Olhe só, princesa. Seu irmãozinho.

Megan olhou para Anthony, que estava dormindo e sorriu.

̶ Lindo, não é? Assim como você e seu irmão. – ele lhe deu mais um beijo na bochecha.

Megan tirou os olhos de Anthony e me olhou. Sorri para ela.

̶ Oi, minha princesa. – disse. Ela estendeu os bracinhos em minha direção.

̶ Mama.

̶ Venha aqui, minha filha.

Edward a colocou em meu colo.

̶ Cuidado. – ele disse.

̶ Está bem.

Megan ficou sentada em meu colo, os bracinhos pequenos me abraçaram.

̶ Oh, meu amor. – a enchi de beijos. – Mamãe sentiu tanto a falta de vocês.

Edward pegou Ethan e sentou-se ao meu lado com ele, dei um beijo em sua bochecha. Esme aproximou-se do berço de Anthony.

̶ E como ele está? – ela perguntou, acariciando sua bochecha.

̶ Muito bem, já mamou e agora está tirando a soneca dele até a próxima mamada. – respondi.

Esme sorriu.

̶ Edward, ela já tem previsão de alta?

̶ Ela já está louca para ir embora, irei falar com a Allie.

̶ E como estão seus exames?

̶ Bem, ela conseguiu recuperar tudo o que perdeu.

̶ Isso é ótimo. Pelo menos ela está saudável para amamentar.

̶ Ainda bem, eu me sentiria muito mal por isso. – olhei para o Edward. – E quando ao Donovan? Ele já voltou para a cadeia?

Depois de tudo que aquele canalha fez comigo, era o que eu mais queria, ele voltasse para a cadeia e não saísse mais de lá, e sei que Carlisle, meu pai e Leah, fariam de tudo para isso acontecer.

̶ Ele está em outro hospital, se recuperando. Corte na artéria não é tão fácil de recuperar. – ele respondeu.

̶ Eu sei disso, por isso fiz isso. Para ele ficar bem debilitado e não vir atrás de mim. – disse.

̶ Você fez muito bem amor, Donovan mereceu. Se fosse eu, teria feito bem pior. – ele suspirou. – Mas, a punição dele ainda está no começo. Ele está internado, recebendo o devido tratamento, mas, está sob escolta, assim que ele receber alta, ele voltará para cadeia e será julgado. Meu pai está movendo o mundo para lhe dar a pena que ele merece. Afinal de contas, ele mexeu com a família do Juiz.

̶ Agora, chega de falar disso, por favor. Esse pesadelo já acabou, não temos mais que nos preocupar com Donovan. – disse Esme e Edward concordou com a cabeça.

̶ Tem razão.

̶ Eu vou precisar da chave da casa de vocês. Simba precisará comer. Acho melhor leva-lo lá para casa.

̶ Não vai ser preciso. Irei esta noite para casa para trocar de roupa e darei comida para ele, levarei as crianças também.

Esme negou.

̶ Com Ethan e Megan não tem com o que se preocupar, eles ficam comigo até Bella ir para casa. Quanto ao Simba, você decide.

Edward sorriu.

̶ Obrigado mãe, mas acho que o Simba pode ficar em casa, e provavelmente, amanhã mesmo Bella estará em casa. – ele disse. Esme assentiu.

̶ Tudo bem então. – Bella me olhou. – E hoje, você receberá muitas visitas, é bom que se prepare. Seu pai já me confirmou que virá conhecer o neto e trará a família inteira.

Sorri.

̶ Ótimo. Estou feliz que eles virão. – disse.

̶ Se importa se eu me ausentar por uns minutos? – Edward perguntou. – Rose está no comando aqui no hospital e quero saber se está tudo certo e se ela precisa de algo.

Sorri.

̶ Tudo bem, amor. Não se preocupe. Vai lá. Para falar a verdade, você já até poderia voltar ao trabalho.

Ele riu.

̶ Não mesmo.

Edward se levantou e entregou Ethan para sua mãe, veio até mim e me deu um selinho, e um beijo na testa de Megan e outro em Anthony, voltou a e ao se aproximar de sua mãe e deu um beijo na testa de Ethan.

̶ Se precisarem de algo, mandem me chamar. – ele disse, Esme assentiu.

̶ Pode deixar.

Edward saiu do meu quarto e Esme se aproximou de mim. Deixando todos os meus filhos pertinho, e aquela sensação era tão boa. E ficar reunida com a família, era melhor ainda.