Eternamente
123 Capítulo 122-Gripado/ Assumindo o comando/ Volta de Rosalie e Emmett
Isabella Marie Swan Cullen
Uma semana depois…
Acordei com uma chata tosse do Edward, ele estava me abraçando e eu comecei a sentir muito calor.
Virei-me em sua direção, ele estava transpirando e com a boca aberta, respirando pela boca.
Coloquei a mão em sua testa, ele estava ardendo em febre.
-Edward. –O chamei.
-Hum. –Ele disse, ainda dormindo.
-Edward, acorda, gatinho. –Disse.
Ele abriu os olhos e percebi que seus olhos estavam vermelhos.
-Você está bem? Você está ardendo em febre. –Disse.
Ele começou a tossir.
-Ai, acho que eu to ficando gripado. –Ele disse e passou a mão no nariz. –Meu nariz está congestionado.
-Eu vou pegar um remédio pra você. –Disse e me levantei.
Fui até o banheiro, peguei o remédio e voltei para o quarto, lhe entreguei o comprimido.
-Quer água? –Perguntei.
Ele assentiu.
-Ok, eu vou buscar. –Disse e saí do quarto.
Desci e fui até a cozinha, Simba estava dormindo, então tentei não fazer barulho, para não acordá-lo.
Preparei um chá que era ótimo para gripe e peguei o copo de água do Edward.
Voltei para o quarto e entreguei o copo pra ele.
-Aqui.
-Obrigado. –Ele engoliu o comprimido e bebeu um gole de água.
-Agora tome esse chá. –Disse, lhe entregando a xícara.
-Valeu. –Ele disse e tomou o chá.
Coloquei o copo de água em cima do criado mudo, junto com a xícara e me deitei com ele.
-Não fica tão perto de mim, senão você pode pegar. –Ele disse.
Sorri e lhe dei um selinho.
-Eu não ligo. Não ficarei longe de você, por causa de uma gripe. –Disse.
Ele riu e me abraçou.
Devido ao remédio, Edward logo dormiu e eu acompanhei.
***
Acordei com despertador do Edward e o desliguei.
Edward ainda estava dormindo, coloquei a mão em sua testa e ele ainda estava um pouco quente.
Levantei-me e fui para o banheiro, fiz minha higiene matinal e tomei banho. Fui para o closet e me arrumei, voltei para o quarto e Edward já estava acordando.
-Ai. –Ele resmungou.
Aproximei-me da cama e me sentei ao seu lado.
-Tudo bem? –Perguntei.
-Fora a dor no corpo, o meu nariz congestionado e a minha garganta doendo? Tudo ótimo. –Ele disse.
Assenti.
-Eu sei que a pergunta vai ser muito idiota, mas mesmo assim eu vou fazer. Você vai trabalhar hoje? –Perguntei.
Ele negou.
-Não, eu não tenho condições de levantar dessa cama. Vai e segura as pontas pra mim, tá?
Assenti.
-Claro, gatinho. Eu vou descer pra tomar café, o que quer comer?
-Alguma coisa que seja fácil de engolir. –Ele respondeu.
-Tá, eu vou ver o que eu posso fazer. –Disse.
-Valeu.
Dei um beijo em sua bochecha.
-Levante daí pra pelo menos tomar um banho e escovar os dentes, você não vai morrer se fizer isso. –Disse.
Ele revirou os olhos.
Comecei a rir e saí do quarto.
Fui até o quarto dos meninos, mas eles ainda estavam dormindo.
Saí do quarto e desci, Simba estava sentado na ponta da escada, me esperando.
-Bom dia, Simba. –Disse e ele latiu. –Hoje o seu dono acordou doente, então você vai ser a única companhia dele, espero que cuide bem dele. –Disse e fiz carinho em sua cabeça. –Venha, vamos tomar café.
Fomos pra cozinha, coloquei comida para o Simba e ele ficou comendo, enquanto eu comecei a preparar o café.
Tomei o café sozinha na cozinha, depois preparei o café da manhã para o Edward.
Subi com a bandeja para o quarto, Edward estava sentado na cama, de banho tomado.
-O seu café. Eu tenho certeza de que panquecas você consegue comer, eu deixei elas bem moles e se você colocar a calda, vai ficar ainda mais mole, também te trouxe um suco de laranja. –Disse.
-Obrigado. –Ele agradeceu.
-Está muito mal?
-Acho que eu vou morrer. –Ele respondeu.
Revirei os olhos.
-Ai Edward, não seja frouxo, é só uma gripe. –Disse.
-Mas eu to muito mal, tem coisa pior do que essas dores?
-Tem sim, as dores do parto. Como os homens são moles. –Disse.
-Eu queria ver você no meu lugar. –Ele disse.
-Ah, eu também queria ver você no meu lugar, tendo que se arrumar, ficar em cima de uma salto, se maquiar, menstruar todo mês, sentir cólicas, carregar um bebê por 9 meses, ou dois bebês, dar a luz. –Disse. –Então não fique reclamando por causa de uma gripe, por que não é nada. Você como médico, deveria saber disso.
Ele me olhou.
-Você é muito chata, não é por que eu sou médico, que eu não vou reclamar da minha gripe. –Ele disse.
Revirei os olhos e comecei a rir.
A babá eletrônica começou a tocar.
-Vai, os nossos filhos precisam de você, me deixa tomar meu café em paz. –Ele disse.
-Claro que eu vou, por que eu não quero ficar mais aqui, escutando as suas reclamações. –Disse.
Ele riu e eu saí do quarto.
Fui para o quarto dos meninos, os dois já estavam muito bem acordados.
-Bom dia, meus amores. –Disse e dei um beijo na testa de cada um. –Advinha quem acordou doente? O papai. Então seremos apenas nós três. –Disse. –Agora vamos mamar e se arrumar pra ir pra casa da vovó e do vovô. –Disse e peguei Ethan no colo.
Sentei-me com ele na poltrona e comecei a amamentá-lo.
Depois que amamentei o Ethan, o deixei em seu berço.
-Fique aqui, pra mamãe amamentar a Megan. –Disse e peguei a Megan. –Sua vez, querida.
Sentei-me com Megan e a amamentei. Depois de amamentá-los, dei um banho neles e os arrumei, desci com eles pra sala de estar e os coloquei no carrinho.
-Simba.
Simba apareceu da cozinha.
-Cuide bem deles pra mim. –Disse.
Ele latiu e eu fiz carinho nele.
Subi para o meu quarto e entrei.
-Edward, eu irei daqui a pouco, quer que eu traga os meninos aqui, pra você se despedir deles?
Ele negou.
-Não, eles podem pegar gripe. –Ele respondeu.
-Tem certeza? Não vai querer ficar longe deles. –Disse.
Ele sorriu.
-Estou fazendo isso para o bem deles, eu não quero que eles fiquem gripados, ainda mais se for eu a passar. –Ele disse. –Dá um beijo neles por mim.
-Tudo bem. Quer alguma coisa?
-Quero sim, por favor, traga pra mim bons livros e alguns filmes. –Ele pediu.
-Tudo bem, eu vou pegar. –Disse e saí do quarto.
Peguei alguns livros que Edward gostava, filmes e fiz um chá pra ele.
Voltei para o quarto.
-Aqui gatinho, seus livros e filmes prediletos. –Disse, colocando em cima da cama.
-Valeu, amor. –Ele agradeceu.
Coloquei a bandeja em cima do seu criado mudo.
-Aqui, um bule de chá, que te fará bem e os seus remédios. –Disse.
-Obrigado, gatinha. –Ele agradeceu.
-Quer que eu deixe alguma coisa pra você comer? –Perguntei.
Ele negou.
-Não, eu não estou conseguindo comer nada, eu vou ficar só com o chá. –Ele disse.
Assenti.
-Tudo bem.
-Mas pode pedir pra minha mãe vir aqui fazer uma sopa? Ela sempre fez uma sopa de ervilhas excelente, quando eu e minhas irmãs ficaram doentes. –Ele disse.
Sorri.
-Hum, então eu vou pedir pra ela vir aqui fazer pra você, e vou pedir a receita, pra fazer para os nossos filhos. –Disse.
Ele riu.
-Tá, mas diga pra ela vir somente se ela não tiver compromisso. –Ele disse.
-Ok, eu direi. –Aproximei-me dele e lhe dei um selinho. –Tchau, eu tenho que ir.
-Tchau, cuida de tudo por lá. –Ele disse.
Assenti.
-Pode deixar.
-E tenta sair mais cedo. –Ele pediu.
Sorri.
-Eu vou ver o que eu posso fazer. –Disse e lhe dei mais um selinho. –Te amo.
-Eu também. –Ele disse.
Peguei a minha bolsa e saí do quarto, desci e Simba estava lá, sentado em frente ao carrinho dos meninos, os olhando.
Sorri.
-Muito obrigada, Simba. –Agradeci.
Ele latiu.
-Agora venha comigo. –Disse e subi com ele. –Edward.
-Hum.
-Olha quem vai ficar te fazendo companhia?
Ele sorriu.
-Oi garoto, sobe aqui. –Edward disse e Simba pulou na cama. –Pelo menos eu não vou ficar sozinho.
Sorri.
-É, então espero que fique bem, os dois. –Dei um beijo na cabeça do Edward. –Tchau.
-Tchau. –Edward disse.
Saí do quarto e desci.
-Tudo bem, meus amores. Hora de irmos pra casa da vovó. –Disse e os peguei no colo.
Fomos para o carro do Edward, os coloquei nas cadeirinhas no banco de trás e voltei para pegar as outras coisas, peguei as bolsas deles e os carrinhos, coloquei tudo no porta malas e entrei no carro, dirigi pra casa dos meus sogros.
Cheguei a casa, peguei o carrinho e as bolsas do porta malas, abri o carrinho e coloquei os meninos neles, entrei na casa com a chave do Edward, encontrei Berta na sala, com a Valentina.
-Bom dia, Berta. –Disse.
-Bom dia, Bella. –Ela disse.
Deixei o carrinho com os meninos ao lado da Berta e deixei as bolsas no sofá.
-Oi, afilhada linda. –Disse, pegando Valentina no colo.
-Bom dia, Bella. –Esme apareceu.
-Bom dia, Esme. –Disse.
Ela deu um beijo na Megan e no Ethan e pegou Ethan no colo.
-Onde está o Edward? –Esme perguntou.
-Ele pegou uma gripe muito forte e está de cama. Ele não vai trabalhar hoje. –Respondi.
-Que pena, espero que ele fique bem. –Esme disse.
-É, eu também. Ele queria que fosse pra lá fazer uma sopa que você fazia quando ele, Allie e Rose ficavam doentes, claro, se não tiver nenhum compromisso. –Disse.
Ela sorriu.
-Era sopa de ervilha, ele adorava essa sopa. Eu não tenho nenhum compromisso, e se eu tivesse, eu desmarcava pra cuidar do meu filho. –Ela disse.
Sorri.
-Espero que me dê a receita, pra eu fazer pra Megan e o Ethan. –Disse.
Ela sorriu.
-Pode deixar, eu vou deixar a receita na geladeira. –Ela disse.
-Tem uma chave reserva? –Perguntei.
-Tenho sim, Edward me deu uma. –Esme respondeu.
-Ok.
-Você vai chefiar no lugar do Edward? –Esme perguntou.
-Vou sim. –Respondi.
-Então é melhor eu avisar, que Rose e Emmett voltaram ontem. –Esme disse.
-Sério?
-Sim, voltaram ontem a noite,mas ainda não vieram buscar a Valentina, estavam muito cansados, mas é provável que vão trabalhar. –Ela assentiu.
-Tá, obrigada por avisar, Esme. Quer que eu deixe leite pra Valentina? –Perguntei.
Ela assentiu.
-Sim, por favor. –Ela respondeu.
-Ok.
Entreguei Valentina para Berta e fui pra cozinha, tirei o leite necessário e deixei na geladeira, voltei pra sala de estar.
-Pronto, está tudo na geladeira. –Disse.
-Obrigada Bella, agora já pode ir trabalhar, Berta vai cuidar bem dos meninos e eu já vou pra sua casa, cuidar do seu marido. –Esme disse.
Sorri.
-Ok, obrigada. –Disse. –Tchau, meus lindos. –Dei um beijo na bochecha da Megan, outro no Ethan e outro na Valentina. –Tchau, Berta.
-Tchau, querida. –Ela disse.
Peguei minha bolsa.
-Tchau Esme, mande um beijo para o Edward. –Disse.
-Tchau Bella, tenha um bom dia, e pode deixar que eu mando o seu beijo pra ele. –Esme disse.
Sorri e saí da casa, fui para o carro e dirigi para o hospital.
Cheguei ao hospital e entrei, fui em direção a sala do Edward e fui até a mesa da Jane.
-Bom dia, Jane. –Disse.
-Bom dia, Dra. Cullen. –Ela disse.
-Edward não virá trabalhar hoje, ele está gripado. Então eu vou trabalhar na sala dele.
Ela assentiu.
-Ok, mas estão esperando pela Dra, na sala do Dr. Cullen. –Ela disse.
-Quem?
-Dr e Dra. Hale e Dr e Dra. McCarty. –Ela disse.
Assenti.
-Ok, obrigada. Traga as minhas coisas pra sala do Edward, ok?
-Ok.
Entrei na sala do Edward e dei de cara com Alice, Jasper, Rosalie e Emmett.
-Olha só, meus outros cunhados voltaram. –Disse.
-Oi, Bellinha. –Rosalie e Emmett me abraçaram.
-Como foi a lua de mel? –Perguntei.
-Maravilhosa, e não vemos a hora de ver a nossa filhota, como ela está?
-Muito bem, eu acabei de vê-la. Por que não foram buscá-la?
-Ah, nós chegamos muito tarde ontem e estávamos cansados, e nós tínhamos que vir trabalhar, mas iremos buscá-la quando sairmos daqui. –Emmett respondeu.
-Obrigada pelas doações de leite. –Rose agradeceu.
Sorri.
-Não foi nada, eu tenho bastante. –Disse.
-Onde está o Edward? Por que ele não está aqui para dar as boas vindas a irmã dele? –Rosalie disse.
-Por que ele está gripado, está de cama, então hoje vocês ficarão com a chefe boa. –Disse.
-Olha, não desejando o mal do meu irmão, mas é ótimo. –Alice disse.
Comecei a rir.
-Não seja malvada Alice, ele tá muito mal, a sua mãe foi até cuidar dele. –Disse.
Ela assentiu.
-Então ele vai ficar bem. –Alice disse.
-Eu sei, ele é um homem forte. –Disse.
-Bom, nós voltamos pra trabalhar, vamos começar? –Rosalie perguntou.
-Vamos lá, ao trabalho, por que se o Edward souber que ficamos vagabundando, ele mata a gente. –Disse.
-Não iremos, tem pacientes que dependem da gente, vamos lá. –Alice disse.
Saímos da sala do Edward e fomos trabalhar, hoje seria um longo dia sem o Edward, mas eu estava preocupada com ele, ele estava doente e eu nem podia ficar com ele pra cuidar dele, ainda bem que a Esme estava lá.
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