Eternamente

78 Capítulo 77-Dia maravilhoso/ Cuidando do Simba/ Pedido


Isabella Marie Swan Cullen

Estava deitada em minha espreguiçadeira tomando um banho de sol, Edward está no mar, nadando.

Passei a mão na minha barriga, meus filhos estavam quietinhos, acho que eles gostavam de sol.

Eu não via a hora de conhecer minha mais nova sobrinha e também queria conhecer meus bebês que ainda iriam demorar para chegar.

Respirei fundo.

E pensar que ainda temos algumas coisas para fazer em nossa nova casa, mudança e tudo mais, pelo menos teríamos muito espaço para criar as crianças e Simba teria bastante espaço para poder brincar, eu já até imaginava Ethan e Megan correndo por aquele jardim, brincando com o nosso cachorro.

Edward apareceu do nada e me abraçou.

–Amor, você tá todo molhado! –Reclamei.

Ele riu e se sentou ao meu lado.

–Como estava a água? –Perguntei.

–Muito boa para se refrescar. –Ele respondeu, dando um gole em sua cerveja. –Não vai mergulhar?

–Só quando estivermos indo embora. –Respondi.

Ele assentiu.

–Como estão os meninos? –Ele perguntou.

–Quietos. –Respondi.

Ele assentiu.

–Você está ficando bronzeada. –Ele disse.

Sorri.

–E isso não é bom? –Perguntei.

Ele sorriu.

–Maravilhoso. –Ele respondeu.

–Você também devia se bronzear, você tá muito pálido. –Disse.

Ele me encarou.

–Eu vou pensar nisso. –Ele disse.

Comecei a rir.

–Quer comer alguma coisa? –Ele perguntou.

Neguei.

–Não, eu já comi demais. –Respondi.

Ele assentiu.

–Tudo bem. –Ele disse e fechou os olhos.

Fiquei algum tempo admirando o mar, Edward já estava dormindo ao meu lado.

Estava começando a me sentir cansada.

–Ed, amor. –Disse.

Ele abriu os olhos.

–Hum.

–Vamos embora? –Pedi.

Ele assentiu.

–Claro.

–Vem nadar comigo primeiro.

–Tá.

Levantamos-nos e fomos nadar, demos apenas um mergulho, pois eu não conseguia nadar muito, depois voltamos pra areia e pegamos nossas coisas, fomos para o carro e Edward dirigiu de volta para o chalé.

Chegamos ao chalé e fui pra sala de estar, me sentei no sofá e fechei os olhos, eu estava morrendo de sono, acabei dormindo ali mesmo.

Acordei e estava no quarto, Edward com certeza devia ter me trago para o quarto.

Levantei-me e fui tomar um banho, eu estava suada e cheia de sal e areia.

Saí do banho e troquei de roupa, colocando apenas um vestido confortável, desci as escadas e vi Edward dormindo no sofá, ele estava capotado, dormindo de boca aberta e roncando, coisa que ele não fazia. A TV estava ligada, no canal de desenhos.

Sorri.

–Vê só bebês? Vocês terão um super pai. –Disse, passando a mão na minha barriga.

Aproximei-me e lhe dei um beijo na testa, ele nem se moveu.

Fui até a cozinha e abri a geladeira, era melhor eu preparar alguma coisa pra gente jantar, fiz todo o nosso jantar, fiz arroz com um frango cozido, era simples, mas Edward gostava de tudo que eu cozinhava, coloquei os pratos no balcão e a comida, peguei na geladeira uma latinha de refrigerante e outra de cerveja para o Edward, arrumei tudo no balcão, e quando ficou tudo pronto, fui pra sala de estar, Edward dormia na mesma posição.

–Gatinho. Acorda meu amor. –Disse, acariciando seus cabelos.

–Hum. –Ele disse, esfregando os olhos.

–Vem, vamos jantar. –Disse.

Ele se sentou no sofá e me olhou, fazendo biquinho, lhe dei um selinho.

–Eu fiz o nosso jantar, vem. –O puxei pela mão.

Fomos pra cozinha e nos sentamos no balcão, nos servi e começamos a comer.

–Tá muito cansado? Você estava capotado no sofá. –Perguntei.

–É, eu to um pouco sim. –Ele respondeu.

Assenti.

–Tá boa a comida? –Perguntei.

Ele sorriu.

–Maravilhosa. Você é uma ótima esposa. –Ele respondeu e me deu um selinho.

Sorri.

–Muito obrigada.

Terminamos de jantar.

–Sobe, deixa a louça comigo. –Disse.

–Não, não vou deixar você lavar tudo. –Ele disse.

–Não se preocupe Edward, isso não vai me matar. –Lhe dei um selinho. –Vai descansar.

Ele respirou fundo.

–Tudo bem. –Ele me deu um selinho. –Boa noite.

–Boa noite. –Disse.

Edward subiu para o quarto.

Tirei a louça, lavei, sequei e guarde. Quando estava tudo em ordem na cozinha, apaguei tudo e subi para o quarto, Edward estava dormindo feito um anjinho, fui para o banheiro, fiz minhas necessidades e escovei os dentes, coloquei minha camisola e fui pra cama.

Deitei-me ao lado do Edward e me virei para o outro lado, quando fechei os olhos, senti uma mão na minha cintura.

Abri os olhos, quando sua mão entrou na minha camisola.

–Pensei que estivesse cansado. –Disse.

–Eu já descansei o suficiente. –Ele disse.

Virei-me pra ele e o beijei, ele olhou nos meus olhos.

–Eu amo você. –Ele disse.

–Eu também amo você, muito. –Disse.

Ele me beijou de novo, e nos entregamos um ao outro.

Mary Alice Cullen

Saí do hospital e fui direto para o apartamento do Edward, estacionei em frente ao prédio e saí do carro, entrei no prédio e fui falar com o porteiro.

–Olá. –Disse.

Ele me olhou.

–Oi.

–Lembra de mim? –Perguntei.

Ele assentiu.

–Sim, claro, irmã do Sr. Cullen. –Ele disse.

–Isso mesmo, eu vim dar comida para o cachorro dele, estou com a chave. –Disse.

Ele assentiu.

–Claro, pode subir. –Ele disse.

–Obrigada. –Disse e fui para o elevador.

Subi para o andar do apartamento do Edward, cheguei ao andar, saí do elevador e fui para o apartamento, abri a porta.

O apartamento estava todo em ordem, nem parecia que não havia ninguém há 3 dias.

Simba apareceu da cozinha e latiu.

–Oi garotão. –Me abaixei e ele veio pra cima de mim. –Deve estar com saudades dos seus donos não é? Faltam só alguns dias pra eles voltarem, mas enquanto isso, você tem a mim.

Ele começou a pular em cima de mim.

–Vem, eu vou te dar a sua comida. –Disse e fui pra cozinha com ele.

Peguei sua ração e coloquei em sua tigela, ele começou a comer, troquei sua água.

Olhei pra ver se estava tudo certo na cozinha, também fui em outros cômodos e estava tudo em ordem, voltei pra cozinha, Simba ainda estava comendo.

–Eu tenho que ir Simba, venho de ver amanhã. –O acariciei. –Tchau.

Peguei minha bolsa e saí do apartamento.

Pronto. O melhor amigo do meu irmão já estava bem cuidado, agora eu iria pra casa descansar.

Cheguei em casa e encontrei a minha mãe.

–Oi mãe. –Disse.

–Oi querida, pensei que chegaria mais cedo. –Ela disse.

–Passei no apartamento do Edward, para colocar comida para o Simba. –Disse.

–E como ele está?

–Parece sentir falta dos donos. –Disse.

Ela assentiu.

–Rose virá pra cá hoje? –Perguntei.

Ela negou.

–Não, parece que a família do Emmett chegou e ela vai ficar por lá pra receber as visitas. –Ela respondeu.

–E o papai? –Perguntei.

–Chegará tarde, ele está fazendo uma audiência. –Ela respondeu.

Assenti.

–Ah, Jasper está te esperando no seu quarto, não façam muita bagunça. –Ela disse.

Revirei os olhos.

–Pode deixar. –Soprei um beijo pra ela e subi.

Entrei no quarto e me deparei com ele deitado na minha cama, lendo um livro.

–Você vem pra minha casa pra ler? –Perguntei.

Ele riu.

–Você não estava aqui, o que eu iria fazer?

Sorri e me sentei em seu colo, lhe dei um selinho.

–E onde você estava, falando nisso? –Ele perguntou.

–Eu fui dar comida ao Simba. –Respondi.

Ele assentiu.

–E como foi o seu dia de folga? –Perguntei.

Ele sorri.

–Entediante. Fui visitar a Rose e o Emm, ver a pequena Valentina. –Ele respondeu, mas sua cara estava estranha.

Respirei fundo.

–E pela sua cara, você viu a sua ex. –Disse.

Ele me olhou.

–Maria é vizinha do Emmett, eu não posso evitá-la. –Ele disse.

–E vocês se falaram? –Perguntei.

–Ela veio falar comigo quando eu estava saindo do apartamento do Emmett, e perguntou se eu ainda estava com você, eu respondi que sim, e que eu era louco por você e que você era a mulher da minha vida, e jamais faria comigo o que ela fez. –Ele respondeu.

Sorri.

–E o que ela respondeu? –Perguntei.

–Nada, então eu fui embora. –Ele respondeu.

Comecei a rir.

Ele largou o livro longe, agarrou minha nuca e me beijou, foi um beijo bem intenso e eu me derreti.

Seus lindos olhos azuis me olharam.

–Entenda que eu te amo e você é a mulher da minha vida, eu não te trocaria por ninguém, é você que é a mulher da minha vida, pode até não ter tamanho, mas eu continuo te amando. –Ele disse.

Dei um tapa nele.

–Aí! Eu to sendo romântico e você ainda me bate?

–Me chamar de baixinha é ser romântico? –Perguntei.

Ele sorriu.

–Minha baixinha, só minha. –Ele disse e me beijou.

E não havia como eu me derreter ainda mais por ele.

Ele se levantou comigo em seu colo, minhas pernas abraçando sua cintura e ele me segurava pela bunda.

–O que você ta fazendo? –Perguntei.

–Nós iremos tomar um longo banho. –Ele respondeu.

Sorri e o deixei me conduzir para o banheiro.

(…)

Jasper e eu estávamos deitados em minha cama, ainda ofegantes do nosso terceiro round.

–A sua mãe com certeza ouviu você. –Ele disse.

Comecei a rir.

–É você que me faz gemer alto demais. –Disse.

Ele riu.

–Ah fada, como eu amo você. –Ele disse.

Comecei a rir.

–Jazz, acha que agora que a Valentina nasceu, o Emm vai pedir a Rosalie em casamento?

–Não sei. Talvez. –Ele disse.

Assenti.

–Já que você tocou no assunto… -Ele se levantou e pegou alguma coisa no bolso da sua calça e voltou pra cama. -… a gente poderia casar.

O olhei.

–O que? Do que você tá falando Jasper? De onde tirou isso?

Ele me mostrou a caixinha e abriu.

–Do amor que eu sinto você. Allie, eu te amo demais e não sei o que faria se não fosse por você, se algum dia eu te magoei, peço perdão. Mas eu te amo demais. –Ele pegou na minha mão. –Mary Alice Cullen, quer casar comigo?

Eu estava chocada, jamais imaginei que isso aconteceria.

–Jasper… você tá falando sério? –Perguntei.

–Nunca falei tão sério em toda a minha vida. Quero que você seja minha esposa, Allie.

Eu estava paralisada.

–Parece surpresa.

–É que… confesso que achei que o nosso relacionamento não fosse chegar a esse ponto, e que… algum dia nós separaríamos, jamais imaginei que você tomasse essa atitude. –Disse.

Ele sorriu.

–Bom, agora você viu que eu quero que o nosso relacionamento vá adiante, que eu não quero me separar de você, e se estou tomando essa atitude, é por que você é tudo pra mim. –Ele disse.

Suspirei.

–Você ainda não me respondeu, Allie. –Ele disse.

O olhei, seus olhos azuis estavam ansiosos pela minha resposta.

Sorri.

–Sim Jazz, eu quero me casar com você. –Disse, emocionada.

Ele sorriu, pegou o anel e colocou no meu dedo.

Ele me olhou.

–Eu amo você! –Ele disse.

–Eu também te amo, muito, muito. –Disse e o beijei.

Parecia inacreditável, jamais imaginei que nós dois um dia sequer ficaríamos juntos, e agora estávamos noivos, esse homem era definitivamente meu.

Notas finais
Anel: http://ganheidabalanca.com.br/portal/images/stories/anel_17k.jpg