Eternamente

169 Capítulo 168-O jantar romântico Prt. II/ Noite Prt. I


Isabella Marie Swan Cullen

Edward estacionou o carro em frente ao restaurante, ele saiu do carro, deu a volta e abriu a minha porta.

-Sra. Cullen. –Ele estendeu a mão pra mim.

Peguei em sua mão e saí do carro.

-Obrigada, Sr. Cullen. –Disse e ele me deu um selinho.

Ele entregou as chaves para o manobrista e pegou na minha mão. Entramos no restaurante e fomos pra recepção.

-Boa noite, posso ajuda-los? –A recepcionista perguntou.

-Oi, temos reserva. –Edward disse.

-Qual é o seu nome, senhor?

-Edward Cullen. –Ele respondeu.

Ela digitou no computador.

-Sr e Sra. Cullen, sala reservada, certo?

-Certo. –Edward respondeu.

Sala reservada? Um pouco exagerado.

-Ok, está quase pronta, uns 5 minutos no máximo. –Ela entregou um aparelho para o Edward. –Vai apitar quando estiver tudo pronto. Podem aguardar no bar.

-Obrigado. –Edward agradeceu e me puxou para o bar.

-Sala reservada? –Perguntei, ao nos sentarmos no balcão do bar.

-Algum problema?

-EU não me importo de ficar com outras pessoas. –Disse.

Ele sorriu.

-Eu queria uma coisa mais particular com você.

Sorri.

-Você é incrível. –Disse.

Ele sorriu.

-Eu sei. –Ele disse.

-O que quer beber? –Ele perguntou.

-Qualquer coisa. –Disse.

-Dois refrigerantes. –Edward pediu.

Logo, os nossos refrigerantes chegaram e ficamos bebendo.

-Acha que os meninos estão bem? –Perguntei.

-Achei que confiasse na minha irmã e no Jazz. –Ele disse.

-E eu confio. Mas, meus pequenos estão longe de mim. Eu sempre vou me preocupar com eles, quando eles estiverem longe de mim. –Disse.

Ele sorriu.

-Eles estão bem. Eles seriam incapazes de deixar algo acontecer com eles. –Edward disse.

Assenti.

-Tem razão. Eles vão ficar bem, eu vou me concentrar na nossa noite. –Disse.

Ele sorriu.

-Assim que se fala. –Ele disse.

O aparelho começou a apitar.

-Nossa mesa está pronta. –Edward disse.

Terminamos de tomar nosso refrigerante, Edward deixou a gorjeta no balcão e voltamos pra recepção.

-Sr e Sra. Cullen, a mesa de vocês já está pronta. –A recepcionista disse.

-Ótimo. –Edward disse, devolvendo o aparelho pra ela.

-Nila!

Uma garota, que parecia ter mais ou menos uns 15 anos, apareceu.

-Sim.

-Pode acompanhar o Sr e a Sra. Cullen para a sala reservada número 1? –Ela perguntou.

Ela assentiu.

-Claro. Acompanhem-me.

Nós a acompanhamos e ela nos levou até uma sala, onde havia uma mesa, com velas acesas e uma rosa.

-Podem se sentar.

Edward puxou a cadeira pra mim e eu me sentei. Ele se sentou a minha frente.

-Desejam alguma coisa, enquanto decidem? –Ela perguntou.

-Queremos um suco. –Edward respondeu.

-Sim, senhor. Eu já trago, com licença. –Ela disse e saiu.

Edward pegou a rosa e me entregou.

Sorri e peguei a rosa.

-Obrigada, gatinho. –Disse, cheirando a rosa e a colocando ao lado do meu prato.

Ele pegou minha mão e a beijou.

-O que está achando? –Ele perguntou.

Sorri.

-Sei que ainda está no começo da nossa noite, mas já estou achando tudo incrível. –Respondi.

Ele sorriu.

-Que bom que está gostando. –Ele disse.

Puxei sua mão em minha direção e depositei um beijo.

-O que vamos comer. –Perguntei, soltando sua mão e puxando o cardápio.

-Não faço ideia.

-Que tal uma comida mais caseira? –Perguntei.

-Comemos comida caseira todos os dias. Não que eu esteja reclamando da sua comida, é uma delícia. Mas, hoje poderíamos comer outro tipo de comida. –Ele disse.

Assenti.

-Tudo bem. –Olhei o cardápio. –Hum, essa macarronada está com uma cara ótima.

-Então é melhor pedir. Pode ser um desejo de grávida. –Ele disse.

Comecei a rir.

-Eu vou querer macarronada com lasanha. –Disse.

-Ótima escolha, eu vou te acompanhar. –Ele disse.

Assenti.

-Ok, mas, se quiser pedir alguma bebida pra você, tudo bem. Não precisa parar de beber, por que eu não estou bebendo. –Disse.

Ele sorriu.

-Eu estou bem, não se preocupe. –Ele disse.

Assenti.

-Tudo bem.

A garçonete voltou, com os nossos sucos.

-Aqui está. –Ela nos entregou os sucos. –Eu trouxe o mais famoso da casa, melancia com hortelã.

-Hum, já adorei. –Disse.

-Espero mesmo que gostem. –Ela disse. –Já escolheram o pedido? –Ela perguntou.

-Sim, vamos querer macarronada com lasanha. –Edward disse.

Ela anotou.

-Ok. E vão querer outro suco pra acompanhar?

-Eu vou querer um refrigerante. –Disse.

-Tem certeza? Não vai te fazer mal? –Edward perguntou.

Assenti.

-Tenho, eu vou ficar bem. –Respondi.

-Tudo bem. Dois refrigerantes, então. –Edward disse.

-Ok, eu já trago os pratos de vocês. –Ela disse e saiu da sala.

Olhei para o Edward.

-Tem certeza de que não vai querer nenhuma bebida? –Perguntei.

Ele me olhou.

-Tá querendo me embebedar? –Ele perguntou.

Sorri.

-Não, amor. Mas, você não precisa parar de beber, por que eu não posso beber. –Disse.

Ele sorriu.

-Isso se chama dar apoio. –Ele disse.

Comecei a rir.

-Tá bom. –Disse e bebi um gole de suco. –Hum, esse suco é maravilhoso.

-É mesmo?

-É.

Edward tomou um gole do suco.

-Hum, é uma delícia.

Sorri.

-É mesmo.

Nós tomamos todo o suco, até que o nosso pedido chegou.

-Aqui está, tenham um bom apetite. –A garçonete disse, nos servindo. –Com licença.

-Obrigado. –Edward agradeceu e ela saiu.

Nós começamos a comer.

-Nossa, tá maravilhoso. –Disse.

-Tá mesmo. Mas, é você falando ou o bebê?

Sorri.

-Os dois. –Respondi.

Ele riu.

-É, a comida está mesmo boa. Por que não fazemos isso mais vezes?

O olhei.

-Minha comida está ruim? –Perguntei.

Ele sorriu.

-Não, eu amo a sua comida, e foi você que me ensinou a cozinhar. –Ele disse. –Eu digo, só nós dois.

Sorri.

-Eu adoraria, mas, nós dois temos filhos, Edward. Não podemos deixar a responsabilidade de cuidar deles, nas mãos de outras pessoas. –Disse. –É a nossa obrigação cuidar deles.

-Eu sei e eu amo os meus filhos, mas, eu também mereço ter momentos só com a minha esposa. Quando eles estiverem maiores, será uma honra jantarmos todos juntos em um restaurante. Uma família reunida saindo pra jantar fora, será maravilhoso.

Sorri.

-É, mas, eles terão que crescer mais, pra isso acontecer. –Disse.

-Nós podemos fazer isso mais vezes. Podemos conversar com a Berta, pagar um extra pra ela cuidar dos meninos quando quisermos jantar fora. Pode ser na casa dela, eu os levo e busco. Claro, que não vamos sempre fazer isso, pelo menos uma vez por mês. –Ele disse.

Assenti.

-É, talvez isso dê certo. Ainda mais agora que estou grávida e posso sentir vontade de comer várias coisas. –Disse.

Ele assentiu.

-E como eu disse, serão apenas uma vez por mês. –Ele disse.

Sorri.

-É uma boa ideia. Vamos conversar sobre isso depois. –Disse.

Ele assentiu.

-Tudo bem. –Ele disse. –Essa comida não vai fazer você passar mal?

-Eu espero que não, por que está muito boa. –Disse.

Ele riu.

-Eu também espero, por que tenho grandes planos pra essa noite. –Ele disse.

Comecei a rir.

-É, eu sei. –Peguei em sua mão. –Eu vim preparada pra essa noite.

Ele lançou seu sorriso torto e sedutor.

Nós continuamos conversando. Não falamos nada relacionado ao nosso trabalho ou Donovan, o assunto era somente a gente, nossa família, nossos filhos. Falávamos sobre o crescimento do nosso bebê.

Quando terminamos o jantar, estávamos satisfeitos.

-Estava tudo maravilhoso. –Edward disse.

-É, agora, merecemos uma sobremesa, né?

Ele sorriu.

-Claro, vamos chamar a garçonete. –Ele disse, apertando a campainha.

Algum tempo depois, ela apareceu.

-Como estava o jantar de vocês? –Ela perguntou.

-Tudo perfeito. –Disse.

-É, estava tudo maravilhoso. –Edward disse.

Ela sorriu.

-Fico feliz que ficaram satisfeitos. –Ela disse. –Alguma sobremesa?

-Sim, por favor. –Edward me olhou. –O que você quer?

Olhei pra garçonete.

-Traga o melhor do restaurante. –Disse.

Ela assentiu.

-Sim, senhora. Com licença. –Ela disse e saiu da sala.

Olhei pra ele.

-Onde vamos dormir hoje? Que eu me lembre, você deixou comida o suficiente para o Simba, pra gente não voltar pra casa. –Disse.

Ele sorriu.

-Bom, eu decidi sermos bem ousados.

O olhei.

-O que você está tramando? –Perguntei.

-Na hora certa, você saberá. –Ele disse.

Comecei a rir.

A garçonete voltou com a sobremesa.

-Aqui está. Torta holandesa, a melhor da casa. –Ela disse, nos servindo.

-Parece boa. –Edward disse.

-Parece mesmo, obrigada. –Agradeci.

Ela sorriu.

-De nada, bom apetite. –Ela disse e saiu da sala.

Nós começamos a comer.

-Hum, incrível. –Edward disse.

-Concordo. –Disse, comendo.

Nós comemos toda a sobremesa e terminamos o nosso suco.

-Ah, estou satisfeito. –Ele disse.

-É, eu também. –Disse.

-Vamos pedir a conta? Ou quer mais alguma coisa? –Ele perguntou.

Neguei.

-Não, eu não aguento comer mais nada. –Disse.

-Tá legal, então eu vou pedir a conta e a gente vai terminar nossa noite em outro lugar. –Ele disse.

Sorri.

-Ótimo, preciso mesmo perder os quilos que ganhei. –Disse.

Ele sorriu.

-Grávidas não perdem quilos, ganham. Mas, eu vou gostar de você praticar exercícios comigo. –Ele disse.

Comecei a rir.

Edward tocou a campainha e a garçonete voltou.

-E então? Como estava a sobremesa? –Ela perguntou.

-Maravilhosa. Obrigado. –Edward agradeceu.

-De nada, gostariam de mais alguma coisa?

-Não, obrigado. Só a conta mesmo. –Edward disse.

-Sim, senhor. Eu já trago, com licença. –Ela disse e saiu da sala.

Logo, ela voltou com a conta e entregou para o Edward. Ele olhou o valor, pegou seu cartão na carteira e entregou pra ela, ela inseriu o cartão na maquinha e entregou a ele, que digitou a senha. Depois, ela lhe devolveu seu cartão e a nota. Edward lhe deu uma gorjeta de 300 dólares.

Ela sorriu.

-Obrigada, e voltem sempre. –Ela disse.

-Nós é que agradecemos. –Edward disse, se levantando.

Eu me levantei também, peguei minha bolsa e minha rosa.

-Tchau. –Disse.

-Tchau, Sr e Sra. Cullen. –Ela disse.

Edward e eu saímos da sala reservada e saímos do restaurante, o manobrista trouxe o nosso carro e entregou as chaves para o Edward, Edward lhe pagou e abriu a porta do carro pra mim, entrei no carro, Edward fechou a porta e deu a volta no carro, ele entrou e ligou o carro.

-Vamos para a segunda parte da nossa noite. –Ele disse.

Comecei a rir.

-Vamos lá. –Disse.

Edward dirigiu pra algum lugar que eu não sabia onde. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra Alice.

-O que você está fazendo?

-Vou mandar uma mensagem pra Allie, pra perguntar se os meninos estão bem. –Disse.

-E depois, vai desligar esse celular, não vai?

-Não posso desligar o celular, pode haver alguma emergência no hospital…

-Isabella, tem médicos de plantão no hospital. –Ele disse. –Por favor, fale com a minha irmã, e depois desligue o celular.

Assenti.

-Está bem. –Disse e digitei uma mensagem pra Alice.

De: Bella

Para: Allie

Oi, Allie.

Como estão as coisas com os meninos?

B.C

Ela respondeu.

De: Allie

Para: Bella

Oi, Bella.

Está tudo ótimo, não precisa se preocupar.

Jazz e eu estamos os fazendo dormir.

Então, volte para o meu irmão e curta a noite.

Boa noite pra vocês.

A.H

Sorri e olhei para o Edward.

-Alice disse que eles estão bem, que ela e o Jazz estão os colocando pra dormir, e ela praticamente me mandou parar de encher e curtir a noite com você.

Ele sorriu.

-Essa é a minha irmãzinha. –Ele disse.

Desliguei meu celular e guardei dentro do porta luvas.

-Pronto, celular desligado. –Disse.

-Bem na hora, por que chegamos.

Olhei para o lado de fora.

-Um motel?

-É.

O olhei.

-Você trouxe a sua esposa, para um motel? –Perguntei.

-Preferia que eu trouxesse outra pessoa?

Dei-lhe um tapa em seu braço.

-Não brinca comigo desse jeito! –Disse.

Ele riu.

-Desde que começamos a namorar, sempre passamos a noite juntos no meu apartamento, depois de casados, era somente a nossa casa. Não tem vontade de passar a noite comigo, em outro lugar?

-Como, em um motel?

-Com hidromassagens, cama redonda.

-Já trouxe alguma mulher aqui?

-Claro que não. Por que acha isso?

-Você foi o meu primeiro homem, mas, eu sei que já era experiente. E com certeza já levou alguma mulher no motel. –Disse.

-Tá, confesso que já levei muitas para o motel, mas, motéis baratos, esse aqui, é bem caro e luxuoso. Só os ricos vem aqui. –Ele disse.

Assenti.

-Tudo bem, então vamos ver a qualidade.

Ele sorriu.

-Garanto à você, que teremos somente momentos bons. –Ele disse.

Sorri.

-Assim espero. –Disse e saí do carro, Edward também saiu e entramos no motel.

Fomos até a recepção, a recepcionista nos olhou.

-Posso ajudar?

-Queremos um quarto. –Edward disse.

-Tudo bem, algum pedido especial?

-Queremos champanhe sem álcool. –Edward disse.

Sorri.

Além de me dar uma noite incrível, ele ainda cuidava de mim e do meu bebê.

-Tudo bem. –Ela entregou as chaves pra ele. –Divirtam-se.

-Obrigado. –Edward disse, sorrindo e a vi se derreter toda.

Pigarrei e ela me olhou, cruzei os braços e balancei minha mão esquerda, pra ela perceber minha aliança.

Ela olhou pra minha mão, depois pra mão do Edward e ficou toda sem graça.

O que será que ela achou? Que eu era alguma amante dele? Agora ela viu que estava enganada, por que eu sou esposa e única mulher da vida dele.

Edward pegou em minha mão e fomos em direção ao nosso quarto. Paramos em frente a uma porta e Edward a abriu com a chave, entramos no quarto.

O quarto era todo vermelho, a cama redonda, espelho por toda parte. Tinha hidromassagem, TV, som, uma cômoda, e em cima da cômoda, tinham alguns brinquedos sexuais, chocolates, óleos, entre outras coisas, que eu não fazia ideia do que eram.

-E ai? Achou muito ruim? –Edward perguntou, fechando a porta.

-Até que não. –O olhei. –Pode ser uma experiência interessante.

Ele sorriu.

-Tudo bem. –Ele me puxou pra perto dele. –Você teve uma crise de ciúmes com a recepcionista?

-Ela estava babando por você. E ela me pareceu bem surpresa quando percebeu que eu era sua esposa. Acho que ela imaginou que eu era alguma amante sua.

Ele riu.

-Bella, isso é bem comum em motéis. Mas, não é o nosso caso. –Ele disse.

-Com certeza não, eu sou sua mulher, a única da sua vida. –Disse.

-Você é tudo, gatinha. Mulher, amante, e o mais importante, mãe dos meus filhos. –Ele disse, se abaixando e beijou minha barriga.

-Por que pediu champanhe sem álcool? –Perguntei.

Ele se levantou e me olhou.

-Como por quê? Você se esqueceu de que está grávida? –Ele perguntou.

-Como eu poderia me esquecer? –Acariciei minha barriga. –É o meu bebezinho aqui. Mas, uma tacinha não vai me fazer mal.

-Bella, eu sou médico e você também. Sabe muito bem que álcool é proibido na gestação e ponto final.

Respirei fundo.

-Tudo bem, eu vou me arrumar. –Disse.

Ele sorriu.

-Vou ficar te esperando. –Ele disse.

-Ok. –Disse e entrei no banheiro e tranquei a porta.

Olhei envolta do banheiro. Tudo normal, e não era nada diferente do meu banheiro, o que era bom.

Coloquei minha bolsa em cima da pia e me olhei no espelho, tudo certo com meu cabelo, maquiagem. É, isso era ótimo.

Abri a minha bolsa e peguei a lingerie que havia guardado, quando soube as intenções do Edward, de dormirmos fora. Eu não fazia ideia de que ele me traria para um motel, mas, fico feliz que guardei essa lingerie.

Tirei minha roupa e vesti a lingerie. Olhei-me no espelho atrás da porta, que era grande e dava pra me ver por inteira. Sorri. Acho que estava bom, Edward sentia desejo por mim sempre, até mesmo eu com um barrigão de 9 meses.

Respirei fundo e saí do banheiro, Edward estava sentado na cama redonda, segurando duas taças de champanhe, e ele já havia tirado a roupa, ficando somente de cueca branca e completamente sexy.

-Nossa. Você está gostosa. –Ele disse.

Sorri.

-Aproveita, enquanto a barriga não cresce. –Disse.

-Você continuará gostosa. Por acaso eu deixei de te desejar, quando estava grávida da primeira vez? –Ele perguntou.

Sorri.

-Não. –Respondi.

-Então, isso não vai mudar. –Ele disse. –Venha aqui.

Fui até ele e sentei-me em uma de suas pernas, peguei uma das taças e ele passou o braço envolta da minha cintura.

-Um brinde ao nosso amor e felicidade. –Ele disse.

Sorri.

-Um brinde. –Disse e brindamos.

Tomamos o champanhe e eu fiz careta.

-Ai, que horror!

-O que? Eu não achei ruim. –Ele disse.

-Parece refrigerante. –Disse.

-Você bebeu refrigerante no restaurante e não reclamou. –Ele disse.

-Foi diferente. Eu bebi refrigerante com gosto de refrigerante. Agora, eu estou bebendo champanhe sem álcool, com gosto de refrigerante. –Disse.

Ele respirou fundo.

-Pare de reclamar, Bella. Você não vai beber bebida alcoólica. –Ele disse.

-Quando a minha licença maternidade acabar, deixarei você em casa, tomando conta das crianças e vou tomar um porre com as suas irmãs. –Disse.

Ele gargalhou.

Tomei o resto do champanhe, levantei-me do seu colo e fui até a mesinha na parece, e deixei a taça lá, fui até o som e o liguei.

Fiquei em frente a cama, um pouco distante do Edward e comecei a dançar pra ele, sensualizando.

Ele sorriu, gostando do que eu estava fazendo, me observando, enquanto terminava de beber o seu champanhe. Quando ele terminou de beber, fui até ele e peguei a taça vazia da sua mão e ele me puxou pela cintura, abaixei-me e dei-lhe um selinho, depois afastei-me dele e coloquei a taça no mesmo lugar que a minha.

Sentei-me no chão e engatinhei até ele, fiquei a sua frente, de joelhos e fui subindo, até me sentar em seu colo.

Olhei em seus olhos verde esmeralda.

-Eu te amo. –Disse.

Ele sorriu.

-Eu também te amo, gatinha. –Ele acariciou minha barriga. –E sempre vou te amar.

Ele pegou meu rosto e me beijou, depois, foi deitando na cama, levando-me junto e começamos a nossa noite de amor, que com certeza duraria até o amanhecer.

Notas finais
Bella: https://www.trevoglie.com.br/files/produtos/imagens/cinta-liga-filippa.jpg