Eternamente
163 Capítulo 162-Começando a planejar festa dos gêmeos/ Voltando para o hospital/ Pesadelo/ Passando mal
Isabella Marie Swan Cullen
Algumas semanas depois…
Eu estava deitada no sofá, pesquisando temas pra festa de aniversário dos meus pequenos. Enquanto eles, estavam engatinhando pela sala, atrás do Simba.
Ethan começou a engatinhar, vendo o Simba e ele começou a ir atrás dele, Megan viu o irmão e o imitou, agora os dois engatinhavam por toda a casa, eu estava ali ocupada, mas estava de olho neles na escada, eles até agora não tentaram ir pra escada, mas eu tinha que ficar de olho.
Olhei para o lado e vi a Megan.
Sorri.
-Oi princesa. –Disse.
Ela se sentou no chão e estendeu os bracinhos.
Sentei-me no sofá e a peguei no colo.
-Cansou de brincar com o seu irmãozinho e o Simba? –Perguntei.
Ela sorriu.
Olhei para o Ethan, e ele continuava brincando com o Simba.
-Tá legal, já que o seu irmão está distraído com o nosso amigão, vamos decidir só nós duas agora. Qual é o tema que você quer, pra sua festinha, meu amor? –Perguntei.
Ela pegou meu tablet e ficou brincando com ela.
A porta de entrada se abriu e Edward passou por ela.
-Oi, família. –Ele disse.
-Oi. –Disse.
Ele se aproximou e acariciou a cabeça do Simba.
-Oi, garotão. –Ele deu um beijo na bochecha do Ethan. –Oi, filho.
Ethan sorriu pra ele e depois voltou a brincar com o Simba.
Edward se aproximou da gente.
-Oi, minhas gatinhas. –Ele disse.
Sorri.
-Oi. –Disse.
Ele me deu um selinho e depois deu um beijo na testa da Megan.
-O que vocês estão fazendo? –Ele perguntou.
-Procurando um tema de aniversário pra festa dos meninos. –Respondi.
Ele assentiu.
-É mês que vem, nós temos tempo?
Assenti.
-Claro, eu farei a melhor festa de aniversário para os nossos filhos. –Sorri. –Um ano.
-É, o tempo passou tão rápido. –Ele disse.
-E logo teremos outro bebê. –Disse, acariciando minha barriga.
Edward sorriu.
-Sim, nós teremos. Nós devíamos fazer um por ano.
-Edward!
-O que? Eu sou seu chefe, posso cobrir as suas licenças. –Ele disse.
-Você não é mais meu chefe, Edward. Nós dividimos o cargo. –Disse.
-Melhor ainda, você pode ir trabalhar quando quiser. –Ele disse.
Comecei a rir.
-Tá bom, Edward. Vamos com calma.
Ele assentiu.
-Ok, quer ajuda com o tema? –Ele perguntou.
-Não, eu ainda não pensei em nada, vou falar com as suas irmãs. –Disse.
-Tá, mas me mantenha informado, eu quero saber tudo sobre os preparativos para a festa dos meus filhos. –Ele disse.
Assenti.
-Ok, eu te manterei. Até por que, é com o seu cartão que eu vou pagar. –Disse.
-Achei que iriamos dividir. –Ele disse.
-Preciso usar o meu dinheiro pra comprar roupas novas, logo eu começarei a engordar. –Disse.
Ele começou a rir.
-Tudo bem, mas se quiser usar o meu cartão também pra comprar as suas roupas, eu não me incomodo. –Ele disse.
Assenti.
-Tudo bem, e eu vou pagar a festa dos nossos filhos também, não deixarei você pagar sozinho, até por que, eles são dois. –Disse.
-Ah, então quer dizer que daqui a um ano, eu pagarei sozinho do nosso caçula?
Sorri.
-É claro.
Ele começou a rir.
Edward se sentou ao meu lado e pegou a Megan no colo.
-E como foi lá no hospital? –Perguntei.
-Bem, eu olhei para saber se estava tudo em ordem. –Ele respondeu.
O olhei.
-Rosalie e eu estamos cuidando muito bem do hospital, tá bom?
-Acho bom, por que eu só posso contar com vocês duas, não quero que Allie se esforce. –Ele disse.
-E esqueceu que eu também estou grávida? –Perguntei.
-Não, mas você tem mais experiência, sabe se cuidar. E qualquer coisa, eu sei que a Rosie assume tudo, se ver que você não está bem. –Ele disse. –Aliás, eu falei com a Vic, pedi pra ela ficar de olho em você.
-Ah, justo a Vic? –Perguntei.
-Sim, ela é sua amiga, e cuidou muito bem de você, durante o parto da Leah. –Ele disse.
-Sim, sob ameaça. –Disse.
Ele riu.
-Não reclame, Bella. Eu só estou cuidando de você. –Ele disse.
Respirei fundo.
-Bom, pelo menos logo ela vai dar a luz e tirar uma longa licença. –Disse.
Edward riu e olhou pra Megan.
-Espero que não tenha puxado o drama da sua mãe. –Ele disse.
Revirei os olhos.
-Se consultou com o Jazz? –Perguntei.
-Sim. Ele disse que os pontos já estão cicatrizando, mas o osso ainda está um pouco quebrado. Mas, mais algumas semanas e estarei recuperado. –Ele disse.
-E vai voltar para o hospital, somente quando estiver 100% recuperado?
Ele negou.
-Não, eu vou voltar antes, apenas para ficar clinicando. –Ele respondeu.
-Ok, vai ser bom ter você no hospital de novo. Você faz falta. –Disse.
-Eu acho que você é a única que sente minha falta. –Ele disse.
Sorri.
-Não é verdade, todos sentem sua falta, mas é que eu sou especial. –Disse.
Ele sorriu.
-É, bem especial. –Ele disse e me deu um selinho.
Megan deu um gritinho que parecia de reclamação. Edward e eu nos afastamos e a olhamos. Ela estava nos olhando.
-Que foi, filha? Está com ciúmes? De qual dos dois?
Sorri.
-Eu acho que dos dois. –Disse.
Edward deu um beijo na sua testa e olhou para o Ethan, que estava brincando com o Simba.
-Ei, Ethan. Vem aqui com a gente. –Edward o chamou.
Ethan olhou pra gente e sorriu, depois voltou a brincar com o Simba.
-É, ele está mais focado no melhor amigo. –Disse.
Edward sorriu e me olhou.
-A nossa casa é grande. –Ele disse.
Assenti.
-É, eu sei.
-E nossa família está aumentando, que tal aumentarmos também, a família do Simba?
O olhei.
-Como assim, Edward? –Perguntei.
-Podíamos comprar uma cadela para fazer companhia para o Simba. Eles poderiam ter filhotes. –Disse.
-Quer dar uma família para o Simba? –Perguntei.
-É, nossa casa é grande, tem espaço. –Ele disse.
-Eu sei. Quantos anos o Simba tem? –Perguntei.
-Eu adotei ele, ele tinha uns 2 anos, isso foi há 3 anos, ele está com 5. –Ele respondeu.
Assenti.
-Ele ainda está novo. Se formos arrumar uma companheira pra ele, teremos que arrumar uma da mesma idade que ele. –Disse.
Ele assentiu.
-É, tem razão. –Ele disse.
-Mas, vamos deixar isso pra quando o bebê nascer? –Pedi.
-Claro. Novo bebê, novos cachorros. –Ele disse.
Sorri e olhei para o Simba.
-É Simba, parece que vai ganhar uma família, além da nossa. –Disse.
Simba continuava brincando com o Ethan.
Meu celular começou a tocar, o peguei e vi que era a Esme.
-Sua mãe. –Disse e atendi. –Oi, Esme.
—Oi, Bella. Está em casa?
-Sim, hoje eu resolvi tirar o dia para as crianças e o Edward. Algum problema?
—Não, eu só queria convidar vocês para jantar hoje à noite, eu também convidei Rose, Emm, Allie e Jazz, e eles já confirmaram. Vocês também vêm?
-Claro, pode contar com a gente. –Respondi.
-Ótimo! Estaremos esperando vocês, até a noite.—Ela disse.
-Até. Tchau. –Disse.
—Tchau.—Ela disse e desligou.
-E ai?
-Sua mãe nos chamou pra jantar com os seus pais, vai a família inteira, então a gente também vai. –Disse.
Ele assentiu.
-Ok, pelo menos você não vai ter que fazer comida.
Sorri.
-É, e é a comida da sua mãe, indispensável. –Disse.
Ele sorriu.
-É, eu sei que a minha mãe é uma ótima cozinheira, ainda mais agora que você está comendo por dois. –Ele disse.
Assenti.
-Isso mesmo. –Olhei pra Megan, que estava cochilando no colo do Edward. –Alguém já está com sono.
Edward sorriu.
-É, vai ser bom uma soneca antes do jantar. –Ele disse.
-É, mas Ethan ainda está bem ativo. –Disse, me levantando. –Eu vou dar mamar pra Megan e coloca-la para dormir, fique cuidando do Ethan, ok?
Ele assentiu.
-Pode deixar. Boa noite, princesa. –Edward disse e beijou a mãozinha da Megan.
Subi com ela, para coloca-la para dormir. Dei mamar pra ela e a fiz dormir.
Enquanto a fazia dormir, eu pensava no que Edward queria, em relação ao Simba. Ele era um cachorro tão querido, talvez seja bom ele ter uma companhia igual a ele, eu amava aquele cachorro, e partia meu coração, deixa-lo nessa casa sozinho, pelo menos ele não ficaria sozinho, e isso era bom.
Alguns dias depois…
Eu estava me arrumando pra ir trabalhar, Edward estava falando comigo.
-Hoje, eu só vou observar, ficarei um tempo com você, depois com as minhas irmãs, Emmett, Jasper, talvez eu também vá encher a paciência da Heidi. –Edward disse.
Eu não disse nada, minha cabeça estava no pesadelo terrível que eu tive essa noite.
-Bella, você tá me ouvindo? Bella!
Dei um pulo e virei-me pra ele.
-Que foi? –Perguntei.
-Ouviu alguma coisa do que eu falei? –Ele perguntou.
-Sim, você falou alguma coisa sobre voltar ao hospital. –Respondi.
-É mesmo? E o que eu vou fazer hoje, lá no hospital?
-Clinicar. –Respondi.
-Bella, eu acabei de dizer que vou apenas observar vocês. –Ele disse.
-Desculpe, acho que eu entendi errado. –Disse.
Ele se aproximou de mim.
-Tá tudo bem? Está se sentindo mal? –Ele perguntou.
-Não, eu estou bem.
Ele acariciou meu rosto.
-Está preocupada com alguma coisa? –Ele perguntou.
O olhei.
-Eu só tive um pesadelo. –Disse.
-E sobre o que era? –Ele perguntou.
-Donovan. –Respondi.
Ele assentiu.
-Donovan. E o que ele fez?
-Ele invadiu a nossa casa, e me torturava na sua frente. –Disse.
Ele beijou minha testa.
-Gatinha, isso não vai acontecer. Aquele infeliz não vai fazer nada, nem com você e nem com os nossos filhos. –Ele disse.
-Ele tentou matar a sua mãe, e você quase morreu. –Disse.
-E isso não vai acontecer de novo, eu te prometo. –Ele disse.
O olhei.
-Promete que vai tomar cuidado? –Pedi.
-Eu prometo. Vou tomar cuidado. –Ele disse.
O abracei e ele beijou minha cabeça.
-Ah, gatinha. Como eu te amo. Eu jamais te deixarei, não se preocupe. –Ele disse.
O olhei e o beijei. O beijo foi demorado, até que a babá eletrônica tocou.
Ele se afastou de mim e riu.
-Nossos meninos acordaram. –Ele disse.
Sorri.
-Eu vou cuidar deles e arrumá-los, e a gente saí. –Disse.
Ele assentiu.
-Tá bom.
Dei-lhe um selinho e saí do quarto, fui para o quarto dos meninos, para arrumá-los.
(…)
Parei o carro no estacionamento e olhei para o Edward.
-Seja bem vindo de volta, Dr. Cullen. –Disse.
Ele sorriu.
-Obrigado, Dra. Cullen. –Ele agradeceu.
Soltei meu cinto.
-E então? –Perguntei, me aproximando dele. –Quem é que vai ter o enorme prazer, de ser o primeiro a ser observado por você? –Perguntei, beijando seu pescoço.
-Bella, desse jeito eu não vou conseguir observar você. –Ele disse.
-Então eu vou ser a primeira? –Perguntei.
-Não, deixarei você por último, assim dá tempo de você aquietar esse seu fogo. –Ele respondeu.
-Não vai fazer isso com a sua mulher. Eu sou a mãe dos seus filhos. –Disse.
Ele sorriu.
-Eu sei, e eu te amo muito. –Ele disse, soltando o seu cinto e me dando um beijo na barriga. –Mas, se eu for seguir com você assim, nenhum de nós trabalha hoje.
Sorri.
-Tudo bem, só não vá a Heidi antes de vir a mim, eu não quero ficar depois dela. –Disse.
Ele riu.
-Tudo bem, eu prometo. –Ele disse.
-Ok. –Peguei minha bolsa no banco de trás. –Vamos.
Saímos do carro e entramos no hospital.
-Pra onde você vai primeiro? –Perguntei.
-Pra minha sala, eu quero ver se está tudo em ordem. –Ele disse.
-Eu deixei tudo em ordem, do jeito que você sempre deixou. –Disse.
Ele parou e ficou a minha frente, sorrindo.
-Essa é minha garota. –Ele disse e me beijou.
-Olha só, nosso chefe chato voltou.
Afastamo-nos, reconhecendo a voz do Emmett.
-Oi, Emmett. –Edward disse.
-Oi, cunhado. –Emmett disse.
-Maninho. –Rose disse e o abraçou.
-Oi, maninha. Espero que tenha ajudado a Bella a segurar as pontas por aqui. –Emmett disse.
-Claro que eu ajudei. Eu jamais deixaria a minha cunhadinha nas mãos. –Rose disse.
Edward sorriu.
-Que bom. –Ele disse.
-Você faz muita falta aqui. –Alice disse e o abraçou.
-Eu também sinto falta daqui. –Ele disse e a olhou. –E você, minha gravidinha preferida número 2, como está?
-Gravidinha preferida número 2? –Rosalie perguntou.
-Sim, por que a número 1 é essa belezinha aqui. –Edward disse e acariciou minha barriga.
Começamos a rir.
-Bom, eu aceito perder pra Bella. –Alice disse. –E respondendo a sua pergunta, Edward, eu estou bem, tirando os enjoos.
-É, sei bem como é isso. –Disse.
-Ah, vocês duas vão passar por isso. –Edward disse.
-Eu sei. –Disse.
-Eu já não sei. –Alice disse.
-Claro que vai, Alice. Isso tudo vai passar rapidinho e logo você vai estar com o seu bebê no colo. –Rose disse.
-Enquanto isso não acontece, que tal trabalhar um pouco? –Edward perguntou.
Alice riu.
-Pode deixar.
-Afinal, o que veio fazer aqui, Edward? –Jasper perguntou.
-Ele vai ser nosso observador. –Respondi.
-Ah, então ficará na nossa cola? –Rosalie perguntou.
-Sim, passarei um tempo com cada um de vocês, e já que perguntou Jazz, que tal você ser o primeiro?
-Ah, devia ter ficado quieto. –Jasper disse.
-E ai? Alguma cirurgia pra agora? –Edward perguntou.
-Sim, uma transfusão de coração. –Jasper respondeu.
-Tudo bem, vai indo, eu já vou. –Edward disse.
-Tudo bem. –Jasper disse e deu um selinho na Alice. –Tchau.
-Tchau. –Alice disse.
-Tchau, gente.
-Tchau.
Jasper foi direto pra ala cirúrgica.
-Emm, me leva até minha sala? –Rose pediu.
-Claro, vamos. Tchau.
-Tchau. –Rose disse.
-Tchau. –Dissemos.
Rosalie e Emmett foram trabalhar.
-Bom, eu também vou indo. Tchau, pra vocês. Até o almoço. –Alice disse.
-Tchau. –Dissemos.
Alice foi trabalhar.
Edward me olhou.
-Olha, eu pensei melhor, acho que vou ver a Heidi, antes de ir ver você.
-Como é que é? –Perguntei.
-Vai por mim, eu vou importuná-la, ela vai se irritar e eu vou bem feliz e animado até você. –Ele disse me agarrando.
Sorri.
-Ah, sendo assim, tudo bem. –Disse.
Ele sorriu.
-Ótimo. –Ele me deu um selinho. –Até mais tarde.
-Até. –Disse.
Ele acariciou minha barriga e foi atrás do Jasper, eu fui pra minha sala trabalhar. Hoje seria um dia bem melhor com Edward de volta.
***
Eu estava amarrada em uma mesa de cirurgia, Edward estava sentado em uma cadeira, amarrado.
Eu chorava muito e estava apavorada.
-Edward, o que está acontecendo?
Ele me olhou.
-Donovan.
Donovan apareceu atrás dele, vestido pra alguma cirurgia, ele tinha um sorriso maquiavélico.
-Ah, eu finalmente terei a minha vingança. –Ele disse, se aproximando de mim.
-O que você vai fazer? –Perguntei.
-Eu já disse, Isabella. Eu vou me vingar. –Ele pegou o bisturi. –Seu marido vai assistir eu arrancando cada membro seu.
-Não, não. Deixe-a em paz, Donovan. Faça qualquer coisa comigo, mas não a machuque. –Edward implorou.
Ele sorriu.
-E perder a minha chance de me vingar? Jamais. Edward Cullen, agora você se arrependerá pelo resto da sua vida, a não mexer mais comigo!
Ele cravou o bisturi no meu peito e fez um corte.
-AHHHHHHH! –Gritei.
A dor era insuportável.
-NÃO! –Edward gritou.
Donovan enfiou a mão dentro do meu peito e arrancou meu coração, eu pude ver a cara de desespero, angustia e dor do Edward, antes da luz se apagar.
-NÃO! –Gritei, sentando-me no sofá.
Eu comecei a arfar, meu coração acelerar e eu comecei a chorar.
Senti uma pontada muito forte na barriga.
-AI! Não.
A porta abriu e Edward passou por ela.
-Oi, amor.
-Edward…
Ele me olhou.
-O que houve?
-Eu acordei de um pesadelo… eu estava nervosa e… comecei a sentir dor. Eu acho que estou sangrando.
-Tá bom, acalme-se, eu vou te levar pra emergência, vem.
Levantei-me e andei devagar com a ajuda dele, até a porta. Saímos da minha sala.
-Jane, pegue uma cadeira de rodas!
Jane trouxe uma cadeira de rodas e eu me sentei.
-Chame as minhas irmãs e peça para elas irem pra emergência. Bella está tendo um princípio de aborto. –Edward disse.
-Sim, senhor.
Edward me levou pra emergência e Jane foi chamar Allie e Rose.
Eu só espero não perder o meu bebê, Donovan não podia desgraçar as nossas vidas, nem mesmo em sonho.
Fale com o autor