Eternamente
128 Capítulo 127-Dia na praia/ Congresso/ Prêmio/ Nova parceria
Edward Anthony Cullen
No dia seguinte…
Bella e eu tivemos uma boa noite, os meninos também dormiram muito bem, nem parecia que tinham dormido em outro berço.
Hoje nós passaríamos o dia na praia, era a primeira vez que os nossos filhos iriam pra praia, então estávamos bem felizes.
Eu fui o primeiro a me arrumar, eu só coloquei minha sunga e fiquei esperando pela Bella, que foi colocar o seu biquíni, enquanto eu fiquei brincando com os meninos na cama.
Bella saiu do banheiro, já pronta para irmos pra casa.
-Uau! –Olhei para os meninos. –A mamãe não está uma gata?
Eles olharam pra ela e sorriram.
-Obrigada. –Ela se aproximou. –Me ajuda a arrumar eles e podemos ir.
Assenti.
-Claro, vamos. –Disse.
Bella pegou o biquíni da Megan e a sunga do Ethan e os vestimos, eu vesti o Ethan que por ser homem era mais fácil e Bella vestiu a Megan.
Terminamos de arrumá-los e eles ficaram lindos.
-Ah, eles estão tão fofinhos. –Bella disse, com os olhos brilhando.
Sorri.
-É, nós fizemos filhos lindos. –Disse. –Vamos tirar uma foto pra mandar para o pessoal.
-Vamos.
Colocamos Ethan e Megan sentados na cama e tiramos uma foto com o meu celular.
Mandei a foto para as minhas irmãs e meus cunhados, meus pais e os pais da Bella.
-Pronto, mandei pra todo mundo. –Disse. –Agora vamos pra praia?
Ela assentiu.
-Vamos, por que a noite nós temos um evento muito importante pra irmos. –Ela disse.
-Ai, nem me lembre. Vai ser uma longa noite. –Disse.
Ela riu e pegou a Megan.
-Pegue o Ethan. –Ela disse.
Peguei o Ethan e a bolsa dos dois.
Saímos do quarto e fomos para o elevador, chegamos ao térreo e saímos do elevador.
Um recepcionista se aproximou da gente, com um carrinho para gêmeos com o logotipo do hotel.
-Bom dia, Sr e Sra. Cullen. –Ele disse.
-Bom dia. –Dissemos.
-Aqui está um carrinho do hotel para os seus filhos usarem durante a estada dos senhores aqui. –Ele disse.
Sorri.
-Obrigado. –Agradeci.
-De nada. Com licença e tenham um bom dia. –Ele disse.
-Obrigado.
O recepcionista foi embora. Bella me olhou.
-Eu gostei desse hotel. Pelo menos os nossos filhos ficarão bem confortáveis. –Ela disse.
Sorri.
-É, vamos colocá-los no carrinho. –Disse.
Os colocamos no carrinho e arrastamos o carrinho para fora do hotel.
A praia estava à frente do hotel, então só tivemos que atravessar a rua.
Bella estendeu suas cangas na areia e nos sentamos, com o carrinho dos meninos ao nosso lado.
-Vamos colocá-los um pouco na areia. –Disse.
-Vamos.
Pegamos os dois e os colocamos em pé na areia, eles olharam para os próprios pés na areia e sorriram.
-Acho que eles gostaram.
Sorri.
-É, mal posso esperar para ver como será na água. –Disse.
-E por falar em água. –Bella disse, colocando Megan no carrinho. –Vai dar um mergulho, quando você voltar eu vou.
-Tudo bem? Você vai ficar bem aqui sozinha com as crianças? –Perguntei.
Ela assentiu, pegando Ethan dos meus braços e o colocando no carrinho.
-Sim, não se preocupe. –Ela disse e colocou Ethan no carrinho.
-Tudo bem. –Me levantei. –Eu já volto.
Dei-lhe um selinho.
-Tá. –Ela disse e se sentou na canga.
Fui até o mar e dei um mergulho. A água estava maravilhosa, muito boa e fresca, Bella iria gostar. Afinal, ela morou muito tempo em Miami e deve sentir falta da praia.
Saí da água e voltei pra areia, onde a Bella estava me esperando com as crianças.
Sentei-me ao seu lado.
-Foi bom o mergulho? –Ela perguntou.
-Muito boa, a água está maravilhosa. Vai lá. –Disse.
-Ok. –Ela deu um beijo na bochecha. –Eu já volto, não tire os olhos dos meninos.
-Pode deixar.
Ela se levantou e foi pra água.
Olhei para os meninos, que estavam quietos, admirando a paisagem, olhei pra água e vi a Bella nadando, ela era ótima.
Logo ela saiu da água, torcendo o cabelo molhado, reparei que um cara parou ela, ela negou alguma coisa e ele se aproximou dela, ela apontou na minha direção ele olhou, falou alguma coisa pra ela e ela assentiu, então ele se afastou e foi embora.
Bella se aproximou e se sentou.
-O que aquele cara queria? –Perguntei, a olhando.
Ela sorriu.
-Queria que eu desse uma volta com ele, então eu disse que era casada. –Ela respondeu.
-Por isso apontou pra cá?
Ela assentiu.
-Sim, mostrei a ele que estava com o meu marido e meus filhos, então ele se desculpou e foi embora. –Ela respondeu.
Assenti.
-É bom todo mundo saber mesmo que você já tem dono. –Disse.
Ela riu.
-Vamos levá-los na água um pouco?
-E as nossas coisas? –Ela perguntou.
-Ninguém vai mexer, nós não vamos nos afastar muito. –Disse.
Ela assentiu.
-Tá, tudo bem. –Ela disse, se levantando.
Levantei-me também e peguei a Megan, Bella pegou o Ethan.
Fomos até a beira do mar com eles e os colocamos na água. Eles adoraram, os dois começaram a bater os pés na água e gargalharam, Bella e eu os sentamos e molhamos um pouco o corpinho deles com a água. Depois nós voltamos pra areia e os colocamos de volta no carrinho, Bella os protegeu do sol e nós dois ficamos sentados na areia, comprei algumas cervejas pra gente e ficamos bebendo, e passando o resto do dia tomando sol.
***
Saí do closet já pronto, só faltava colocar a gravata, Bella estava na cama com as crianças, eles já estavam prontos.
-Gatinha, coloca a gravata pra mim? –Pedi.
Ela assentiu.
-Claro. –Ela respondeu, ficando em pé.
Entreguei-lhe a gravata e ela a passou envolta do meu pescoço e deu o nó.
-Pronto. Está lindo. –Ela disse e me deu um selinho.
Sorri e a olhei.
-Você também está maravilhosa. –Disse.
Ela sorriu.
-Obrigada.
-Os meninos estão prontos? –Perguntei.
Ela assentiu.
-Estão sim, se quiser já podemos ir. –Ela disse.
-Então vamos. –Disse.
Bella pegou a Megan.
-Coloque-a no carrinho. –Bella pediu.
-Tá. –Peguei Megan e lhe dei um beijo na bochecha, ela sorriu pra mim. –Está linda, princesa.
A coloquei no carrinho.
Bella pegou o Ethan da cama e eu o peguei de seus braços, dei um beijo na sua bochecha.
-Você também está lindo, garotão. –Disse e o coloquei no carrinho.
-Pronto. Agora podemos ir. –Bella disse.
Arrastamos o carrinho para fora do quarto e fomos para o elevador.
Hoje seria uma longa noite, eu não gostava muito desse tipo de evento, mas para a minha profissão, eu tinha que comparecer.
Eu tinha certeza que a Bella iria gostar muito disso, mas eu faria surpresa.
Isabella Marie Swan Cullen
Chegamos ao salão onde seria feito o congresso, entramos e já estava lotado.
Reparei no que estava escrito nos cartazes.
-Edward.
-Hum.
-Esse congresso é sobre teses. –Disse.
Ele assentiu.
-É. Eu tinha certeza de que iria gostar. –Ele disse.
Sorri.
-E por que não me disse antes? –Perguntei.
-Eu queria fazer uma surpresa. –Ele respondeu.
Comecei a rir.
-Vamos nos sentar, o congresso já vai começar. –Ele disse.
-Ok.
Sentamos-nos, colocando o carrinho ao nosso lado.
A palestra começou e ficamos atentos, prestando a atenção.
Era tudo muito interessante, e até me dava inspiração para a minha tese.
Um cirurgião muito renomado, começou a fazer entrevistas com médicos muito famosos que haviam feito ótimas teses, e muitas eu tinha lido.
—Vamos chamar mais um médico. Dr. Edward Cullen, de Los Angeles.
Olhei para o Edward.
-Você sabia que iria ser chamado? –Perguntei.
Ele respirou fundo.
-Eu imaginei. –Ele me deu um selinho e se levantou.
Edward foi até o palco, olhei para os meus filhos, eles já haviam dormido, acho que o assunto era chato pra eles.
Voltei a olhar para o palco, Edward sentou-se de frente para o médico e começou a entrevista.
-Dr. Cullen, é um prazer tê-lo aqui.
-O prazer é todo meu, Dr. Malcon.—Edward disse.
-E como vai a vida? Deve ter muitas mulheres atrás de você.
Edward riu.
-Não, eu estou muito bem casado e sou pai de um casal de gêmeos.—Edward disse.
-É mesmo? E sua família veio com você?
-Veio sim, eles estão ali.—Edward apontou em minha direção.
Dei um fraco sorriso.
-É uma linda família.—Ele disse.
Edward sorriu.
-É, eu sei. E nós somos parceiros no trabalho, ela também é médica, recém formada, especialista em cardiologia, mas está fazendo uma tese sobre cérebro. —Edward disse.
—Que interessante. Ela pode ser uma grande concorrente pra você.
Edward riu.
—É, mas eu estou ajudando ela no que precisar.—Edward disse.
-Sei. Mas vamos falar do seu trabalho. Para um jovem de 26 anos, você já conquistou muitas coisas na medicina, o que diz sobre isso?
Ele sorriu.
-Bom, eu estudei muito e trabalhei também, para chegar onde cheguei, sem contar que cada avanço na medicina, é uma vida a mais que será salva.—Edward disse.
-Bonitas palavras.
-Obrigado.
-E sua esposa? Você disse que ela acabou de se formar, quantos anos ela tem?
-24 anos.—Edward respondeu.
-Você tinha a idade dela, quando começou suas teses, certo?
-Sim, talvez um pouco mais novo.
-Então ela está no caminho certo.—O médico.
—É, com certeza. —Edward respondeu.
-E você está com alguma tese em mente?
Edward negou.
-Não, no momento eu só estou auxiliando minha esposa na tese dela.—Edward respondeu.
—Ok, sobre as suas teses. A sua primeira tese, foi sobre o câncer. O que tem a dizer?
-Bom, a minha tese sobre o câncer, eu fiz na faculdade, era uma tese simples, não consegui descobrir nenhuma cura para um câncer incurável, mas mesmo assim, eu ganhei uma boa nota e me formei.—Edward disse.
-E a sua segunda tese, foi sobre doenças incuráveis, e você conseguiu um tratamento para tumor ocular.
-Sim, fiz essa tese para me promover a médico chefe, apesar de conseguir o cargo, essa tese não deu certo, o tratamento era com lazer com morfina, era muito arriscado e podia matar o paciente. Deu certo apenas uma única vez.—Edward respondeu.
—E a sua última tese, foi sobre o cérebro, sobre o psicológico e você criou um remédio que cura a loucura.—O médico disse.
—Sim, acho que essa foi a minha melhor tese, por causa desse medicamento, e fico feliz por ter ajudado essas pessoas que sofrem tanto. —Ele disse.
-É, você fez um trabalho excelente. É por isso que temos uma coisa para te dar.—O médico disse e se levantou.
Edward também se levantou.
Uma mulher se aproximou, segurando dois troféus.
O médico pegou um dos troféus.
-Muitos médicos resolveram arriscar sobre sua tese de tumor ocular e deu certo, nenhum paciente morreu como você temia, e como foi você que criou essa tese, nós lhe entregamos esse prêmio, como agradecimento por ter colaborado na medicina.—O médico disse, entregando o troféu para o Edward.
-Muito obrigado, eu não esperava receber um prêmio por essa tese, que eu praticamente descartei.—Edward disse.
Dr. Malcon sorriu e pegou o outro troféu.
-E este troféu é pela sua última tese, por ter criado o medicamente Currieril, que tem ajudado tantos deficientes mentais, e mais uma vez, obrigado por ter colaborado nos avanços da medicina, e esperamos que ensine tudo para sua esposa, para ela seguir o caminho que você seguiu.
Edward sorriu, pegando o troféu.
-Obrigado, eu agradeço muito.
-Diga algumas palavras, por favor.
Edward olhou pra platéia.
—Estou muito surpreso, eu não esperava isso, ganhar esses prêmios. E pra chegar até aqui, eu tive que ralar muito. E eu dedico esse prêmios às pessoas que eu mais amo nesse mundo, minha esposa, Dra. Isabella Cullen e nossos filhos, Megan e Ethan Cullen. Eu amo vocês, e querida, eu espero que consiga tudo o que consegui.—Ele disse e todos o aplaudiram.
Sorri. Meu marido era incrível.
Edward desceu do palco e voltou para o meu lado, dei um selinho nele e voltamos a assistir a palestra.
No final da palestra, nós fomos pra recepção e tomamos uma taça de champanhe.
-Você foi incrível. –Disse.
Ele sorriu.
-Eu não esperava ganhar esses prêmios. –Ele disse.
Sorri.
-Você é talentoso. Meus parabéns. –Disse.
-Farei de tudo pra você chegar onde eu cheguei. –Ele disse.
-Ah, como eu te amo. –Disse.
-Eu também te amo. –Ele disse e me deu um selinho.
Nós brindamos e bebemos o champanhe.
-Eu quero dar esses dois prêmios para você e os nossos filhos. –Ele disse.
Sorri.
-Muito obrigada, mas eu gostaria que deixasse na prateleira na sua sala. –Disse.
Ele sorriu.
-Ok.
-Olha só, se não são o Dr e a Dra. Cullen.
Olhamos na direção. Edward sorriu.
-Grace, que surpresa. –Ele disse.
-Por que a surpresa? É um congresso de médicos. –Ela disse e o abraçou. –Como você está?
-Muito bem.
Ele a soltou e ela me olhou.
-Bella, está linda como sempre. –Ela disse. –Como você está.
Sorri.
-Muito bem, e você?
-Estou bem. –Ela respondeu.
-Devia ter nos avisado que vinha também, eu teria trago a minha irmã. –Disse.
Ela sorriu.
-Não, eu não quero incomodar a Nessie, nós nos vimos há pouco tempo. Eu não posso me afastar para tão longe, pois a minha nora acabou de dar a luz e Christian faz questão que eu examine ela e a bebê todos os dias. –Ela disse. –E por falar em bebê, deixa eu ver essas coisas lindas. –Ela se agachou em frente ao carrinho. –Olha só, eles são lindos. Se parecem com o pai, mas tem a doçura da mãe.
Sorri.
-Muito obrigada, Dra. Treveyan-Grey. –Agradeci.
Ela se levantou.
-Por favor, eu sou mãe adotiva da sua irmã, ou seja, você é quase minha filha, chame-me de Grace. –Ela disse.
Assenti.
-Tudo bem.
-Edward, meus parabéns pelos prêmios, você mereceu. –Ela disse.
Edward sorriu.
-Obrigado, mas isso aqui não é nem o dobro que você tem na sua prateleira. –Edward disse.
Ela riu.
-Mas eu fiquei muito brava, como você ousa não me citar, quando eu te ajudei na sua primeira tese?
Edward riu.
-Eu sinto muito, Grace. Meus próximos prêmios, eu dedicarei a você. –Edward disse.
Grace riu.
-Então está fazendo uma tese sobre cérebros, Bella? –Grace perguntou.
Assenti.
-Sim, estou. E Edward está me auxiliando. Você também poderia me ajudar, Edward é o que é, graças à você. –Disse.
Ela sorriu.
-Claro, não irei te ajudar por que você é esposa do Edward. –Ela disse.
-E sim por que você é irmã da Nessie. –Edward disse.
-E por que eu vejo que você subirá muito ainda. Eu enxerguei isso no Edward e estou enxergando em você. Você tem grandes chances de ser uma concorrente para ele. –Ela disse.
Sorri.
-É, mas eu não pretendo roubar o emprego dele. –Disse.
-Bom, nós talvez podemos abrir uma clínica juntos, ou um hospital. Você seria uma ótima sócia, Grace. –Edward disse.
Grace sorriu.
-Quem sabe? –Ela disse. –Vamos sair pra jantar? Nós podemos discutir sobre sua tese, Bella. E os bebês parecem estar bem confortáveis no carrinho.
Assenti.
-Claro, por mim tudo bem. O que você acha, Edward?
-Eu acho perfeito, vamos. –Edward disse, arrastando o carrinho pra fora do salão.
Fomos para algum restaurante. Era bom saber que eu tinha mais alguém para me ajudar, alguém que era praticamente da família.
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