Estórias De Horror
47 1° Capítulo
Notas iniciais
O sinal pro final da aula toca, vários jovens caminham em direção a saída enquanto conversam sobre diversos assunto. Ling, Ho, e Yong também estão entre esses jovens.
– E então, já decidiram? — questiona Ling observando as reações dos amigos.
– É… Decidimos o que? — diz Ho se fazendo de desentendido.
– Não se façam de idiotas! — exclama cruzando os braços – Vamos ou não fazer uma visita ao Castelo Iotsu?
– Não sei se é uma boa idéia — fala o garota (que aparenta ser o mais novo do trio) olhando para os outros – Não gosto de locais assombrados.
– Deixa de bobagem vocês dois, não existem essas coisas como fantasmas e castelo assombrado! — diz confiante.
– Está bem… Mas se acontecer algo a culpa é sua! — dizem juntos os garotos.
– Então está confirmado…. Ling, Ho e Yong, os primeiros jovens a adentrarem no Castelo Iotsu — diz fazendo gestos com as mãos como se abrisse alguma porta muito grande e pesada.
– Você parece muito feliz com isso — comenta Yong sorrindo com um pouco de desespero.
– Ta brincando… Já faz tanto tempo que eu quero entrar naquele castelo — confessa – E agora nos vamos.
– Parece até que vamos em um parque de diversão — diz Ho copiando o gesto de Yong.
– Não duvido nada que seja — diz ao chegarem na bifurcação de rua que costumam se dividir cada um pra ir a sua casa – Então amanhã depois da aula vamos pra nossas casas e em seguida nos encontraremos em na frente do castelo.
– Certo… Eu acho — afirma Yong.
– Amanha depois da escola…
– Até então — dizem se despedindo.
Na mesma noite Ling começa a preparar um pequena bolsa onde levaria algumas coisas consideradas “materiais para exploração” por ela mesma. A garota não aguentava de ansiedade, pois sempre estava a procura de aventuras, e depois de saber que na cidade onde morava havia um castelo considerado assombrado, a mesma ficou muito curiosa pra saber o que havia no interior do mesmo – Não vejo a hora de ir naquele castelo — diz se jogando na cama – Um castelo assombrado… Hehe… Quem iria acreditar nisso - boceja em seguida estendendo o cobertor por cima do corpo caindo no sono.
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