Estranhos Sentimentos
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Estranho Sentimentos — Capítulo único
Kacchan estava na casa de Deku. Midoriya-san – A mãe do moreno – havia saído então estavam a sós. Kacchan realmente não queria estar ali, mas sua mãe o obrigou a ir dizendo que precisava retomar as antigas amizades, e como ambas as mães ainda se falavam mesmo depois de todos esses anos ela achou uma ótima ideia Kacchan passar algum tempo com Deku. Que sabe se ele passasse mais tempo com uma pessoa tão boa quanto Izuku, deixaria de ser tão rebelde.
Estavam no quarto de Izuku, realmente não tinham nada para fazer ali. O clima estava pesado e desconfortável, a tensão pairava no ar, para o desconforto maior de Izuku, o loiro não parava de encará-lo, como se fosse um lobo feroz prestes a comer um cordeiro. Engoliu em seco.
— O-o que você acha de jogarmos vídeo game? Eu comprei uns jogos novos recentemente... – Tentou iniciar uma conversa. Lembrou-se que isso era algo que adoravam fazer quando eram crianças. Recebeu um leve resmungo de Kacchan como se o garoto estivesse dizendo “Tanto faz” que logo foi trocado por um sorriso misterioso.
— Ao invés disso, o que acha de brincarmos de outra coisa? – Sua frase atraiu a atenção do moreno.
— Outra coisa? – Perguntou curioso, mas igualmente tenso – O que seria isso?
— Uma coisa que apenas adultos fazem – O sorriso maldoso plantado em seus lábios se alargou, aquilo com certeza seria mais divertido do que jogar um simples jogo.
— Coisa que apenas adultos fazem... – Murmurou repetindo a frase do outro. Não havia entendido ao que ele se referia, mas também não se atreveria a perguntar – Como faremos isso?
— Você sabe o que é isso, não é? – Sentou-se com “pernas de índio”. Estava no chão, observando o menor de baixo.
— C-claro que eu sei – Mentiu – Eu só não...
— Sexo.
— O quê? – Foi pego de surpresa.
— Vamos fazer sexo – Inclinou seu corpo, insinuando que estava prestes a levantar.
— M-m-mas nós somos dois garotos! – Relutou. Seu rosto queimava de vergonha.
— Você é realmente tão inútil, Deku – Em um impulso agarrou o braço do garoto e o puxou para si. Extremamente surpreso, Izuku, caiu de costas no chão. Gemeu de dor ao entrar em contato com o chão, suas costas agora ardiam muito.
— O que você está f-fazendo?! – Observou o rosto próximo ao seu e estremeceu com a expressão maldosa que o outro esboçava. No mesmo segundo Kacchan abaixou-se acabando com a distância antes estabelecida, os olhos esverdeados do menor se arregalaram, demorou poucos segundos para notar então o que estava acontecendo, o garoto estava beijando-o – Kacchan! Espera... – Não conseguia falar direito, tentava tirá-lo de cima de si, mas o loiro era forte e pesado demais. Era um simples tocar de lábios. Um tempo depois Kacchan separou seus lábios.
— Abra sua boca – Pediu. Izuku não sabia o que fazer, aquele havia sido seu primeiro beijo afinal. Manteve-se com a boca fechada, o que irritou o maior. Ele levou a mão para baixou e apertou com força o membro do moreno. Quando o menor abriu a boca soltando um gemido de dor, ele o beijou, adentrando sua boca em sua cavidade bucal.
— Huh... – Fechou os olhos com força. A sensação da língua quente do loiro em contato com a sua não era algo que pudesse julgar agradável, era extremamente estranho, mas fez com que todos os poros de seu corpo de eriçarem.
Um gemido morreu em sua garganta ao sentir uma mordida forte em seus lábios, logo o gosto metálico invadiu a boca de ambos, misturando com a saliva, o que deixou o beijo ainda mais intenso. Katsuki afastou-se dele, quebrando o beijo em busca de fôlego, lambendo os lábios logo em seguida. Os pulmões de Deku arderam ao ter contato com o oxigênio, não esperava por aquele beijo.
Os lábios do loiro mudaram de direção, indo agora para seu pescoço, lambendo-o, mas não conseguiu avançar ou continuar o que estava fazendo, pois o moreno encolheu-se. Sem muita paciência ele levou a mão ao pescoço do garoto e o agarrou com firmeza, levantando sua cabeça e virando-a de lado, agora sim tinha a visão desejada. O menor tremulou e gemeu dolorido, o aperto em seu pescoço o deixou sufocado, não podia lutar contra ele, o que o deixou em desespero.
O maior notou o desespero de Izuku, mas não tinha vontade nenhuma de parar, pelo contrário, aquilo apenas o incitou á continuar.
Mordeu a área em que havia lambido anteriormente com força, sentindo o gosto metálico novamente percorrer seus lábios. Afastou-se mais uma vez para então ver a ferida, marcas de dentes no local avermelhado com pequenos pontos de sangue escorrendo pelo local. O sangue escorreu pelo pescoço, quase chegando á clavícula quando á ávida língua do loiro lambeu toda a extensão, capturando cada vestígio.
— N-não... – O garoto de cabelos esverdeados resmungou em meio á um gemido. Estava com medo, aparentemente o maior estava gostando até demais de vê-lo machucado, aquilo não iria poderia acabar bem. Levou ás mãos á regata acinzentada que o loiro usava e a agarrou entre os dedos ao sentir outra mordida em seu pescoço, só que agora era um pouco mais embaixo.
— Levante os braços – Resmungou baixo em seu ouvido. O menor logo soltou-se dele, imaginou que talvez tivesse desgostado do aperto, receoso levantou os braços apenas para ser surpreendido.
Kacchan segurou a barra da camisa dele e a tirou tão rapidamente e com tamanha força que o garoto jurou ter ouvido o barulho do rasgo. Esperava estar terrívelmente enganado, comprara aquela camisa á meses atrás, ela era azul escuro com a estampa do All Might socando o ar. Era uma camiseta rara, teve uma extrema sorte por encontrá-la. Não teve muito mais tempo para pensar sobre o possível rasgo, pois seu rosto queimou ao sentir o olhar penetrante do garoto em seu peito desnudo. O aperto em seu pescoço se afrouxou um pouco dando liberdade para que ele pudesse inclinar um pouco a cabeça e pelo canto do olho, olhar para os aqueles olhos vermelhos em si. Outro arrepio percorreu seu corpo.
— K-Kacchan... – Sua voz saiu mais trêmula do que esperava, estava tremendo dos pés á cabeça, dizia que era apenas medo, e de fato era, mas parte da tremedeira era pura excitação.
O loiro então pareceu estar acordando de um transe, pois só então voltou ao seu trabalho. Ele distribuiu as mordidas em sua clavícula, ombro, peito, cintura... E quanto mais descia mais tenso Izuku ficava. Alguns gemidos deslizavam por seus lábios, outros ele conseguia controlar, deixando-os morrer em sua garganta.
Seu corpo queimava e ardia por inteiro, principalmente nas partes em que estavam as mordidas ferozes.
O loiro enfim chegou á sua bermuda, e resmungou irritado pelo fato daquela peça ter atrapalhado sua trajetória.
— Bermuda idiota... – Olhou nervoso para Izuku como se a culpa daquilo fosse do garoto, tudo sempre levava ao menor. Levou seus dedos aos botões, três no total, desabotoando um por um. Logo teve vista á cueca que o garoto usava, era verde com algumas listras em azul, a cor combinava com o tom de sua pele o que o deixava ainda mais atraente.
Segurou a barra da bermuda e a puxou enquanto ia cada vez mais para trás, saindo totalmente de cima do garoto. A bermuda chegou ao seu tornozelo, sendo atirada para o chão quando sua voz novamente fora ouvida.
— P-pare Kacchan...! – Suplicou ofegante. Seu rosto queimava de vergonha, não o encarava e não conseguiria mesmo se quisesse – Eu não faço i-ideia de como você q-quer que façamos s-sexo... Nenhum de nós tem... – Não terminou a frase, e honestamente, não precisava.
— Eu irei te mostrar como garotos fazem sexo, Deku – Levou suas mãos ás coxas dele e o puxou um pouco para baixo, trazendo-o para si – Tente apenas não se viciar nisso – Um sorriso perverso foi rapidamente desenhado no canto de seus lábios.
A língua invasora de Kacchan logo estava dentro da boca do pequeno, explorando cada canto. O garoto não teve nem tempo de pensar sobre a frase antes dita pelo outro quando fora beijado com selvageria e acabou fazendo algo que nunca pensou que faria, retribuiu. Por sua parte o beijo era dado de forma desajeitada, tentava apenas imitar Katsuki que conduzia tudo. Um gemido deixou sua garganta quando sua língua fora chupada com certa foca, não sabia se Kacchan beijava muito bem – Não tem com quem comparar – ou se todo o beijo era assim, independente disso, aquilo era delicioso.
O maior afastou-se de si mais uma vez, deixando um gosto de “quero mais” no ar. Continuaria com o que estava fazendo anteriormente, desceu vagarosamente, lambendo cada mordida que passava, refazendo seu caminho. Chegou novamente á sua cintura e quando desceu um pouco mais, não havia mais um pedaço de pano para atrapalhar seu trajeto.
Izuku rapidamente prendeu sua respiração, a imagem da mordida em seu membro passou pela sua cabeça e aquilo não pareceu ser nem um pouco prazeroso. Ao contrário do que havia imaginado, o loiro contornou seu membro, indo direto para sua coxa, mordendo-a. Sufocou um grito. A dor logo foi dirigida á aquela área, a mordida ali pareceu ser mais forte do que nos outros locais, não demorou nada para que o líquido quente escorresse para o lado. Não pôde chegar ao chão, pois seu caminho fora impedido pela cálida língua de Katsuki.
Sua próxima mordida foi na parte interna da sua mesma coxa, não tão forte quanto á anterior, mas igualmente intensa.
Rapidamente, sem que Deku pudesse se preparar sua língua fora para a cueca que o garoto usava, lambendo á extensão marcada pela semi ereção. Havia um círculo escuro, manchando pelo pré-gozo.
— Kacchan! Hm... – Murmurou sendo pego de surpreso. Seu membro pulsou.
Para sua surpresa maior ainda o loiro estava mais uma vez em cima de si, agarrou sua cintura pelos dois lados e o puxou para si em uma posição em que fez ambos os membro enrijecidos se esfregarem. Gemeram em conjunto. O loiro segurou ás laterais de sua coxa e as levantou, levando suas pernas á suas costas. Sem esperar por muito mais, levou uma das mãos ás costas do menor e o levantou.
O moreno não teve opção á não ser agarrar-se fortemente á ele, segurando em seu ombro e enlaçando suas pernas em sua cintura, para não cair. Percebendo que não havia mais necessidade de segurá-lo a mão do outro que antes permanecia em sua coxa, fora agora para as nádegas do garoto, apertando-a com força aquela parte arredondada, não era tão grande, não precisava ser, era perfeita.
Assim que a agarrou o levou um pouco para baixo onde seus membros entraram em contato novamente. Levantava e descia o corpo do menor enquanto movia sua cintura. A calça que usava era fina, o que dava um contato maior. Gemiam baixo pela a fricção.
Izuku pendeu a cabeça para trás e abriu os olhos devagar, o que o fez se arrepender instantaneamente, os olhos do outros estavam cravados em seu rosto, observando a expressão de prazer desenhada em seu rosto, da mesma forma que era erótica, parecia tão inocente. Assim que os olhares se encontraram ele não perdeu tempo, seus lábios logo foram de encontro aos dele. Suas línguas correram uma para a outra quase no mesmo instante, buscando por prazer.
Então Izuku fez o que nunca na vida imaginou que faria um dia, levou suas mãos ao rosto do garoto, trazendo-o para si, aprofundando ainda mais o singelo beijo e moveu-se para cima e para baixo, ajudando-o. O ritmo da fricção de suas partes baixas era devagar, mas intenso.
Katsuki deu apenas um passo para o lado antes de afrouxar o aperto dele e jogá-lo na cama de solteiro. Rapidamente, ficou sobre ele mais uma vez, gostava de sentir-se superior, principalmente quando se tratava dele. Odiava quando aquele garoto era gentil consigo mesmo quando ele o tratava tão rudemente e o fizera chorar tantas vezes, mesmo com tudo isso, quando acontecia algo com sigo, lá estava ele erguendo uma mão para ajudá-lo mais uma vez. Não havia nada que ele odiava mais do quê isso, esse sentimento dentro dele.
As costas de Izuku finalmente puderam descansar ao entrar em contato com o colchão macio e quente, totalmente o contrário do chão em que estava antes. Agradeceu internamente por isso. Os olhos vermelhos do outro o encaravam mais uma vez como se ele fosse um pedaço de carne, ele não notou apenas isso, mas também notou u rastro de raiva incomum, havia feito algo de errado?
Kacchan respirou fundo, estava com um pouco de raiva, mas se descontasse no garoto como fazia todas ás vezes, não adiantaria nada. De um jeito ou de outro estava aprendendo isso.
Sentou-se sobre as coxas do menor e puxou sua própria camisa, retirando aquele pedaço de tecido á base de algodão que já estava tornando-se incômodo. Izuku suspirou ao ver seu torso desnudo, claro que já o vira sem camisa algumas vezes, mas nunca parou para pensar no quão bonito ele era e ali, fazendo tais coisas perversas era quase impossível não pensar sobre sua beleza, era rude e indelicado, mas belo. Não reparou apenas em seu torso, mas o fato de a parte de baixo ainda estar coberta, incapaz de ver o que era guardado ali, passou pela sua cabeça incomodando-o um pouco, mas é claro que nunca admitiria isso.
O loiro não deixou de notar o olhar do outro sobre si e não desgostou disso, muito pelo contrário, também o fitava da mesma maneira, desejando-o ainda mais. Agachou-se novamente e desceu vagarosamente até certa parte que parecia implorar por atenção. Em um rápido movimento puxou-lhe a cueca libertando o membro excitado do garoto, antes contido, porém, agora podia ver o quão excitado e molhado pelo pré-gozo ele estava.
Sem esperar por qualquer reação do outro, abocanhou-o. Ouvindo então o alto e longo gemido deixado pelos lábios do outro, outra coisa que notou foi que estava gostando até demais de ouvir aqueles sons saindo de sua boca, queria ouvir ainda mais. Com isso em mente moveu sua boca para cima e para baixo repetidas vezes, massageando-o com a língua. Nunca tinha feito aquilo antes, era hetero até onde sabia, a única experiência que possuía era a de vídeos pornôs onde garotas com seus peitos fartos faziam isso, então já tinha alguma noção.
— Huh...! P-pare...! – Gemeu alto. Sentiu-se desconfortável ao ouvir o som de sua voz daquela maneira tão lasciva. Com o intuito de parar de gemer tanto mordeu o lábio inferior, já machucado, com força. Esperava que assim nenhum ruído pudesse sair, mas alguns gemidos conseguiam passar pela sua garganta e chegar aos seus ouvidos, isso acompanhado do som de sua respiração ofegante e desregulada – Hum...
Notando sua tentativa um tanto falha, retirou o membro de sua boca e o lambeu; de sua base á cabeça, mordiscando aquele local sensível. Um gemido mais alto. Repetiu este movimento antes de tomá-lo por inteiro mais uma vez, o que não durou muito, pois logo o retirou novamente. Fechou sua mão ao redor do membro do garoto e iniciou uma lenta punheta enquanto estimulava a ponta com o dedão.
— Quer mesmo que eu pare? – Perguntou e observou seu rosto avermelhado – Olhando-me desse jeito, parece estar querendo o contrário, pervertido – Provocou-lhe;
— Eu n-não! Huh... – Abriu sua boca respirando ofegante, não havia desistido de conter seus gemidos, mas notou que apenas morder seus lábios o machucaria e não adiantaria de nada. Com isso em mente, levou suas mãos á boca e tapou-lhe a boca; agora sim sua voz quase não podia ser ouvida.
Kacchan ficou irritado com a ação do garoto, quem ele pensava que era para não deixá-lo ouvir o que tanto queria?!
Em um único movimento apertou o membro por entre seus dedos, fazendo o menor gemer abafado e estremecer completamente. Podia sentir o membro de Izuku pulsar. Talvez fosse de dor, prazer, ou uma mistura disso.
— K-Kacchan...! – Chamou-o o mais alto que pôde, ainda permanecendo com as mãos em sua boca. Sua parte baixa estava sobressaltando-se pelo sufoco que lhe era proporcionado – S-solte...!
— Você sabe bem o quê eu quero, Deku! – Vociferou seu odioso apelido e apertou seu falo um pouco mais forte – Está tão vermelho – Comentou sádico.
— Huh... – Fechou os olhos com força e tentou ignorar aquela intensa dor, sabia que se tirasse as mãos de sua boca acabaria fazendo barulhos extremamente vergonhosos. Mas logo se deu por vencido. Retirou as mãos e suspirou longamente – J-já pode... – Não foi preciso terminar sua frase, pois o loiro afrouxou o aperto. O garoto suspirou mais uma vez, aliviado – Hah... Hm... – Sons constrangedores voltaram a sair de seus lábios quando Kacchan tomou novamente seu falo em sua cavidade bucal, sugando o pré-gozo que insistia em sair.
O gosto daquele líquido era estranho, não sabia como explicar, nunca havia experimentado nada parecido para que pudesse fazer uma comparação, mas de alguma forma combinava com Izuku.
O de cabelo esverdeado estremeceu, estava próximo á atingir o ápice, o que não passou despercebido pelo outro. Deveria apenas ter parado os movimentos e retirado a boca apenas para fazê-lo implorar por mais. Deveria. Mas não o fez. Pelo contrário aumentou a velocidade, ingeriria tudo o que ele teria para oferecer.
— P-pare...! Eu vou... – Tentou alertá-lo, mas ficou um pouco desesperado ao ver que ao invés dele fazer o quê havia pedido, acelerou enquanto sua língua brincava com a cabeça de seu pênis – K-Kacchan! Ahn...! – Com isso, não conseguiu mais segurar. Soltou um gemido ainda mais alto que todos os outros, seu corpo inteiro tremeu, suas pernas bambearam; preencheu a boca do outro quase por inteiro com jatos de seu esperma grosso, tudo isso para logo em seguida sentir cada músculo tenso relaxar.
Assim como dito, com um pouco de dificuldade engoliu tudo. Ergueu sua cabeça para conseguir observar a expressão dele quando goza e deliciou-se com tal expressão. Lambeu seus lábios capturando um pouco do salgado líquido que restava ali.
Sentia-se ansioso seu membro estava pulsando e u pouco dolorido pela excitação contida, a única que queria era enterrar-se dentro do outro. Ele desabotoou os dois botões de sua calça e a retirou facilmente por ser um pouco larga, restando apenas a boxer branca que marcava seu membro enrijecido.
— Deku – Levou a atenção do outro até si – Você havia dito que não sabia como garotos faziam sexo – Segurou as coxas dele e as levantou, puxando-as para si. O buraco do menor entrou em contato com o membro separado apenas pela boxer. O garoto que estava em outro mundo até aquele momento pareceu ter despertado ao ouvir a voz rouca e sentir algo duro entre suas nádegas – Eles usam isso aqui – Mexeu o quadril.
— N-não... – Murmurou desacreditado – Isso é... Não dá! – A indignação fora substituída pelo desespero. Balançou suas pernas a fim de fazê-lo soltá-las, queria correr, mas o outro firmou o toque afundando os dedos na pele, deixando avermelhado.
— Relaxa, senão vai ser ainda mais doloroso, para você, é claro – Sorriu de canto.
— Kacchan...! Eu não... – Calou-se. Como ele queria se enfiar ali? Não tinha como!
— Eu irei te fazer se sentir muito bem – Esta frase o fez parar de se movimentar tanto. No entanto ficou um pouco confuso, se sentiria bem ou seria doloroso? Não sabia dizer. Então uma coisa passou pela sua cabeça, Kacchan acabara de pagar um boquete para ele, seria extremamente injusto deixá-lo assim quando havia proporcionado um prazer tão grande á si. Engoli á seco.
Estranhou a calmaria repentina do garoto, talvez tenha sido apenas o lado virgem dele falando com desejo agora que havia experimentado do prazer.
Abaixou o corpo sobre o dele e lhe deu um selo rápido em seus lábios, seguido de alguns outros. Adorava provocá-lo sem dar á ele o que queria. Izuku abriu os lábios em um pedido mudo para que ele o beijasse direito, estava ficando frustrado por ter ganhado apenas singelos selos. O loiro ficou parado sobre ele, não tomaria a iniciativa, se ele queria um beijo, teria que ir atrás, o que não demorou muito. Ele rapidamente deu um impulso para cima e colou os lábios entreabertos com o do outro, deslizou a língua pela sua cavidade bucal desastradamente, beijando-o finalmente e sendo correspondido.
O gosto daquele beijo não estava doce como os outros que tinha recebido, estava agora um pouco salgado, agridoce. Não podia sentir todo o gosto, apenas vestígios, mas tinha certeza de que aquele era o gosto do seu próprio esperma.
O beijo molhado fez com que um pouco de saliva escorresse pelos lábios de Izuku e quando se separaram restou apenas uma fina linha interligando as línguas, mas logo fora desfeito.
O maior voltou á sua posição inicial, o que fez o ouvir resmungar baixo, pois sua entrada havia sido pressionada mais uma vez. Levou sua mão aos lábios inchados e avermelhados do garoto, segurou o queixou dele com o indicador e apertou seu lábio inferior com o dedão, contornando-o vagarosamente.
— Coloque a língua para fora e abra a boca– Instruiu-lhe. Ele engoliu a saliva antes de colocar a língua para fora como pedido. Katsuki então tirou a mão de onde estava e levou dois dedos á boca aberta – Agora os chupe bem.
O menor então fechou a boca sobre seus dedos e começou a chupá-los e lamber por entre eles, umidecendo-os. Seu rosto queimava por estar fazendo aquilo e também não fazia ideia do por que ou para quê ele usaria os dedos molhado, mas ali estava ele, apenas obedecendo-o.
O loiro não deixou de notar no quão adorável era vê-lo em uma disputa interna entre orgulho e prazer, principalmente quando ficava tão submisso a si, ele estava adorando aquela sensação, talvez fosse até melhor que provocá-lo de outras maneiras. A visão de tê-lo chupando seus dedos era extremamente excitante e conseguiu fazer algo quase impossível, deixá-lo ainda mais excitado. Quando enfim notou que estavam molhados demais, tirou-os de sua boca. Ele havia feito um bom trabalho.
Levou um de seus dedos á sua entrada e o pressionou forçando aquele local. Assim que sentiu sua entrada sendo pressionada, gemeu alto, aquilo era incômodo.
— K-Kacchan! – Protestou, tremendo, mas ainda assim tentou relaxar o corpo, não queria que fosse doloroso para si. Como a penetração era lenta, mas constante pôde sentir cada centímetro de seu dedo entrando até estar completamente dentro – Ah... – Encolheu-se.
Não demorou muito para que ele começasse a mover o indicador, estava mais do que impaciente e ansioso afinal. Ele tirava quase por inteiro para enfiar de volta. Logo colocou o segundo dedo dentro do garoto, que resmungou mais alto e apertou os lençóis da cama por entre os dedos a fim de controlar a dor. Os dedos de Katsuki eram apertados com tanta força que era um pouco difícil de mover, pareciam estar querendo expulsá-lo de lá, começou então á fazer movimentos de tesoura e não apenas de vaivém para alargá-lo.
Observou então a expressão do outro, dor. Aquilo não estava indo nada bem e só então percebeu que apenas saliva não seria o suficiente, precisaria de algo mais escorregadio e duvidava que ele tivesse algum tipo de lubrificante. Ainda movendo os dedos olhou ao redor, por sorte ao lado de sua cama havia um óleo de amêndoas. A mãe de Izuku havia deixado ali naquela manhã, dizendo que o garoto deveria cuidar mais de sua pele.
Soltou um suspiro ao ver aquele pequeno frasco e logo tirou os dedos do interior dele, esticando o braço para pegar o óleo. O outro gemeu baixo ao senti-lo retirar-se de si, sua entrada ardia, não sabia o porquê de ele ter pegado aquilo, mas sentia que aquilo acabara de salvar sua vida.
Obrigado mãe. Pensou.
Katsuki então abriu a tampa e despejou o conteúdo sobre seus dedos, deixando-os melados e escorregadios, agora sim daria. O colocou ao lado de si, em cima da cama para só então voltar a penetrá-lo.
Como havia imaginado, entrou com muito mais facilidade, escorregando para dentro, suas paredes internas continuavam a espremê-lo, mas agora os movimentos estavam mais leves e fáceis de conduzir.
Deku gemeu alto, aquilo ainda era extremamente desconfortável, mas de algum jeito a sensação estava um tanto diferente, prazerosa...?
Enquanto fazia movimentos de vaivém procurava pelo ponto mágico do garoto, já ouviu falar que homens só sentiam prazer quando aquele ponto era pressionado, então teria que achá-lo primeiro.
— Ahn! – Gemeu alto, surpreendendo Kacchan que parou na mesma hora e a si mesmo, não fazia ideia do porque tinha gemido daquela forma, mas uma onda de prazer passou por todo seu corpo quando o loiro acertou certa parte. Voltou a mover seus dedos atingindo apenas aquele ponto – Hum...! K-Kacchan... Huh... – Não conteve seus gemidos.
Logo o membro de Izuku voltou a endurecer, escorrendo mais pré-gozo por toda sua extensão. O outro aumentou a velocidade de suas investidas e inclinou o corpo sobre o do outro aproveitando para dar um beijo nele, adentrando sua boca com a língua. Os gemidos do garoto foram abafados, mas ainda estavam presentes saindo de sua garganta entre o beijo, tremulando levou suas mãos á nuca dele para ter algo em que segurar arranhando-o no processo enquanto suas línguas dançavam sensualmente, o que, dessa vez, fez com que Katsuki gemesse baixo e rouco. Por conta desse gemido baixo, Deku arrepiou-se por inteiro, sua voz era muito sexy, seria assim que Kacchan se sentia quando era ele quem gemia? Pôde entender o porquê de ele não querer que ele os tapasse.
Quando Izuku deu por si, estava com as pernas abertas rebolando levemente sobre os dedos do outro enquanto movia o quadril para trás em busca de mais prazer. Parou abruptamente.
O maior não se importou muito com a parada, pois logo retirou os dedos, sabia que Deku estava tão ansioso por isso do que ele mesmo.
Desvencilhou os braços do garoto que estavam em seu pescoço e afastou-se um pouco, tendo liberdade para agora retirar sua boxer melada. Izuku arregalou os olhos.
— I-isso não vai caber! – Seu tom de voz saiu mais desesperado do que esperava. Katsuki deu um sorriso como se aquela frase fosse um dos melhores elogios que podia-se receber, e de fato era. Podemos dizer que ele tinha orgulho do que carregava entre as pernas.
Pegou o frasco que ainda estava ao seu lado e o apertou, despejando-o sobre seu membro para espalhá-lo com uma rápida punheta, estava extremamente excitado.
— Você quem fez isso comigo, Deku – Sua voz saiu mais rouca do quê o usual – Agora, arque com isso – Dito isso posicionou seu membro na entrada do menor forçando entrada, o que não foi muito difícil, pois o óleo de amêndoas ajudou. Rapidamente a cabeça deslizou pelo buraco.
Uma sensação de dor percorreu todo seu corpo, fazendo-o soltar mais alguns baixos gemidos doloridos. Quando um pouco mais entrou uma lágrima escorreu, deslizando pelo seu adorável rosto, mas não se deu o trabalho de limpá-la, deixando-a morrer no vão entre seu queixo e pescoço.
— Relaxa o seu corpo – Disse ofegante com o prazer descomunal atingindo-o, teve que se segurar ao máximo para que não se enfiasse de uma vez e o fodesse com força.
Deku respirou fundo ofegante tentando fazer o que fora pedido. Mordeu o lábio inferior tentando aguentar a dor conforme aquilo entrava em si, sentia como se estivesse sendo rasgado no meio. Havia lágrimas em seus olhos e saliva escorria pelo canto de sua boca entreaberta.
— K-Kacchan... – Disse com a respiração entrecortada, o ar entrava com dificuldade em seus pulmões. Fechou os olhos com todas as forças – Isso dói... – Gemeu baixo.
Kacchan se inclinou e selou seus lábios por alguns segundos, para logo depois lamber as lágrimas que escorriam em sua delicada face. Queria tanto marcar aquela fina pela sensível, queria mostrar á todos que aquele pequeno garoto pertencia á si e a ninguém mais. Sem que ao menos percebessem, Katsuki já estava enfiado por inteiro, nem um único centímetro fora.
— Huh... – O maior gemeu, a sensação de estar dentro do menor era incrível, era quente, úmido; e seu membro estava sendo apertado pelas macias paredes internas do garoto, como se quisessem desesperadamente expulsá-lo dali. – Vou começar a me mover – Avisou um pouco receoso, mas sem demonstrar qualquer emoção, como se fizesse aquilo sempre, o que não era de fato verdade. O outro não lhe respondeu nada, assim o loiro levou isso como uma confirmação para então retirar um pouco de seu membro e enfiar de volta, repetindo isso bem devagar.
— Kac... Chan... – Abriu os olhos enquanto soltava mais alguns gemidos conforme o loiro estocava em si. Estava sentindo-se esquisito. Era novamente aquela sensação de dor e prazer misturados – Hah...! – Ele acertou sua próstata.
O menor apertou os olhos, tentando respirar fundo. Era horrível, mas também ótimo estar naquela situação. A dor e o prazer impediam que fizesse outra coisa sem ser gemer e falar algumas palavras desconexas. Estava completamente submisso.
— K-Kacchan... Já... – Foi interrompido por um gemido alto que escapou de seus lábios quanto mais ele acertava em cheia sua próstata.
Vendo então que os gemidos de Izuku não eram somente de dor, Katsuki aumentou a força das estocadas. Quanto mais penetrava, mais apertado ele ficava, era simplesmente delicioso. Levou suas mãos á lateral do corpo do garoto prendo-o com certa força marcando sua pele, certa de dez dígitos em um tom arroxeado, marcando presença. Os gemidos de Deku foram ficando mais alto conforme sentia as estocadas, já não conseguia controlar seus gemidos.
Levou uma mão á sua nádega, apertando aquela perfeição, o que ajudou a tornar as estocadas mais firmas; já outra mão fora de encontro á sua nuca, pegando por entre os dedos seu cabelo ondulado e o puxou para trás. Forçando-o á levantar seu pescoço, as mordidas ainda estavam vívidas e recentes, lindas. Inclinou-se apenas para lamber uma mordida em especial, a primeira que fizera nele. Mordiscou-a e o líquido viscoso voltou a sair, Izuku resmungou de dor em meio á gemidos de prazer.
— Porra... – Essa foi á vez de Katsuki gemer – Você é tão gostoso, Deku... – Puxou ainda mais o cabelo dele, se deliciando com a expressão que ele fazia. Amava aquela expressão, amava aquela bunda, amava aquelas marcas, amava aquele cabelo e amava aqueles gemidos sem certa descrição. Seu membro fora premido com mais força quando o chamou do gosto – O quê? Você gosta disso? Ser chamado de gostoso enquanto eu fodo sua bunda? Você é tão sujo! – Elevou a velocidade das estocadas.
— E-Eu... Não... Ahn...! – Não conseguiu falar, daquela forma não seria capaz de argumentar contra ele – K-Kacchan...! Huh... – Era claro que não gostava daquilo, era humilhante, mas ainda assim, não entendia porque seu membro pulsava á ouvi-lo dizer aquelas coisas tão ruins sobre si. Talvez fosse mesmo um grande pervertido.
De fato, estava gostando de ser fodido daquela forma, queria mais, queria muito mais, mas nunca admitiria isso, não para ele e muito menos para si mesmo. Infelizmente, seu corpo já não obedecia a sua mente racional quase dominada pelo imenso prazer; seu quadril começou a se mover, rebolando em seu membro enquanto sentia-o atingi-lo mais fundo.
— Não me engula tanto – Gemeu. Seu membro deslizava facilmente agora, seu membro saía quase por inteiro para se colocado de uma vez, com força. A cada investida um gemido alto saía da boca de Izuku.
O loiro apertou agora a cintura dele com força, marcando-a também e a outra que insistia em continuar em sua nádega foi parar na sua coxa, levantando-a. De alguma forma, as penetrações estavam mais profundas.
— Caralh... Ahn...! – Izuku quase soltou um palavrão, o que não passou despercebido por Katsuki, que adorou o fato dele ter dito aquilo. Decidiu então provocá-lo um pouco, tornando as investidas mais leves vagarosamente, até estarem quase interceptavas.
— Kacchan! – Resmungou manhoso
— O que foi? – Perguntou como quem não quer nada – Quer alguma coisa, Deku? – O rosto do garoto esquentou quando notou o que ele estava fazendo. Queria fazê-lo falar.
— Não... Eu... – Murmurou de forma inaudível.
— O quê? Eu não ouvi – Um sorriso maldoso brincava em seus lábios. Os lábios de Izuku tremularam de vergonha e raiva.
— Se mova logo...
— Não é assim que se pede – Izuku já estava ficando impaciente. Por sorte, ou azar, sua mente já havia sido dominada pelo prazer que sentira antes.
— Kacchan... – Franziu o cenho, sabia o quê ele queria ouvir, então não restava nada mais a fazer além de dizer – C-caralho, me fode logo! – Não era muito de dizer palavrões, foram poucas as vezes que ele os disse, mas aquilo era praticamente uma emergência.
— Sabia que eu adoro te ouvir dizendo coisas sujas? – Voltou a apertar sua coxa que antes havia afrouxado e retirou seu membro quase por inteiro de dentro dele, para penetrá-lo com força, voltando á aquele ritmo frenético.
Izuku arqueou as costas e revirou os olhos de prazer, gemendo longamente com cada penetração.
— Merda... – Gemeu – K-Kachan...! – A mão do maior que antes estava em sua cintura foi para no membro enrijecido, passando a masturbá-lo no mesmo ritmo das estocas. Izuku sentiu um enorme arrepio passando por seu corpo como eletricidade – E-eu... Já estou... Ahn... – Se ele já estava quase gozando antes de ter o membro nas mãos do outro, agora sentia que iria explodir.
Katsuki não estava muito diferente, estava mais sensível por ter segurado tanto a excitação á uns bons minutos atrás.
— Goze, venha só pra mim, Deku! – Investiu com força.
O garoto contraiu os dedos dos pés e gemeu alto longamente sentindo inúmeros espasmos o atingirem. O líquido viscoso saiu de seu membro em jatos, sendo derramados na mão e abdômen do outro.
— Izuku... – Gemeu prazeroso ao sentir seu membro ser imprensado, dando apenas mais três estocadas antes de espalhar seu esperma no interior do menor, saindo de dentro dele logo em seguida caindo de costas ao lado dele, seu cabelo estava grudado em sua testa por conta do suor.
Mesmo com o olhar perdido depois de ter acabado de gozar não pôde deixar de notar. “Izuku”. Ele o chamara pelo nome. Ambos tentaram apenas controlar as respirações desreguladas, seus rostos estavam avermelhados, parte pela vergonha, parte pelo cansaço.
— P-por que você... Fez isso... C-comigo...? – Deku questionou ofegante. Aquela pergunta havia passado pela sua cabeça, por que logo ele?
Obviamente o outro não tinha uma resposta para dar, também não sabia exatamente o porquê daquilo. Talvez apenas atração, isso. Deve ter sido apenas isso.
— Porque eu fiquei com vontade – Respondeu simples,
— Meu n-nome... – Respirou fundo recuperando o fôlego – V-você me chamou pelo meu nome – Não pôde conter a surpresa e alegria em sua voz.
Kacchan ficou envergonhado com a afirmação, havia chamado-o por impulso, não teve a intenção, não souber como reagir. Então resolveu agir da forma teatral como sempre.
— Não foi nada demais, Deku! – Se levantou abruptamente, enfatizando o apelido.
Vestiu suas roupas rapidamente deixando apenas sua boxer suja para trás, mas antes de sair pela porta olhou para trás, observando o menor, repentinamente uma imensa vontade de beijá-lo o atingiu. O rosto do garoto atingindo e seus gemidos passavam como um filme, se repetindo em sua cabeça. Queria beijá-lo mais que tudo naquele momento, mas decidiu ignorar essa fodida vontade, não o daria esse gosto. Enfim saiu soltando um palavrão baixo e batendo a porta com força.
O menor soltou uma risada baixa, colocando a mão no próprio peito. Respirou fundo – ou pelo menos tentou – Era uma resposta provável, por isso, nem ao menos se surpreendeu.
– Claro... – Suspirou. Tentou se levantar da cama, mas uma dor aguda na cintura o atingiu fazendo desistir de se levantar.
Cobriu-se com o lençol embaixo de si enquanto olhava para o teto, alheio de tudo. Aquela havia sido uma experiência inesquecível não havia caído á ficha do que acabara de fazer com Kacchan, o garoto que sempre zombou dele acabara de fazer tais coisas a si. Aquilo era mesmo real? A dor por todo seu corpo e a sensação de ser observado pelos orbes vermelhas dele dizia que sim.
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