Estranho Seria se eu não me apaixonasse por você..
1 Capítulo Primeiro - O início.
Notas iniciais
MINHA PRIMEIRA FIC POSTADA AQUI :3
ESTA SENDO POSTADA TAMBÉM NO SOCIALSPIRIT U---U
BEJOS ♥
E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração...
E quem irá dizer que não existe razão...
***
Uma jovem loira acabara de se mudar para o prédio do meu primo, e olhe, tenho de admitir, era a loira mais bonita que já vira na minha curta vida de 17 anos. Na verdade, não era só a garota que se mudara, havia uma garota com ela, cabelos marrons bem clarinhos, mas nada comparado as madeixas doiradas da loira.
Hoje era um dia de sábado, sabe, daqueles bem ensolarados, bom para uma praia... Sendo que não existe praia em Magnólia, minha cidade. Na verdade, aqui só existe um riozinho medíocre que passa em frente ao apartamento do meu primo, nada que dê para se divertir em um sábado ensolarado, portanto fiquei na casa dele jogando vídeo game que era o que tinha melhor para fazer até que vi toda aquela barulheira lá fora e fui espiar e então que a vi...
A loira...
Meu primo Gajeel dormia feito uma pedra, acho que se o prédio pegasse fogo ele morreria dormindo. Eu bati na cara dele, puxei as orelhas, fiz cócegas, soquei todas as partes possíveis e nada. No momento em que estava pensando em atirá-lo da janela ele dá um gemido e me olha de olhos inchados.
- Até que enfim, gótico. Pensei que ia ter de te jogar da janela. — disse de maneira irônica.
Ele resmungou algum xingamento para mim e virou para retornar ao sono.
- Ei, ei, ei,ei... pode acordar, lata velha. Tá pensando mesmo que vou passar o sábado aqui dentro desse quadrado velho e quente? Já pensou em comprar um ar condicionado não? Anda, vamos. – falei empurrando-o.
- Se está achando ruim, vá para casa. Fica há poucos quarteirões daqui. Vai e me deixa dormir. E se quiser me dar um ar condicionado, meu aniversário ta chegando! – falou irritadiço.
- Tsc, até, babaca. – resmunguei.
***
Na hora que saí do apartamento e bati a porta do meu primo eu vi a loira subindo as escadas com dificuldade com duas malas enormes, meu primo morava no andar 7 e ela estava com uma cara de que teria de subir vários.
- Oi, quer ajuda? – me ofereci.
- Se não for pedir muito... – ela falou ofegante.
Peguei as duas malas e subi as escadas ela foi atrás.
- Qual andar? – perguntei.
- Décimo segundo. — ia tropeçando e ela segurou-me. – Cuidado!!
- Obrigada! – sorri para ela – Nova em Magnólia?
- Ah, sim. Cheguei aqui hoje... Bem, obrigado.
Tínhamos chegado ao andar 12.
- Olha, aqui tem um elevador, você não sabia?- perguntei.
Ela me olhou pasma.
- Se eu soubesse, não tinha subido várias vezes pela escada. – Ela se jogou no sofá. – Perdi todo esse tempo... Não acredito.
Eu gargalhei.
- Bem, vou indo. Até mais!!
Fui em direção a porta e peguei meu celular para olhar a hora e ela foi me deixar lá, sem querer esbarrei nela e nossos celulares caíram, peguei o meu e me desculpei depois sai dali feliz.
***
Assim que cheguei em casa fui ligar para minha mãe para saber se ela tinha feito alguma comida para mim, quando vou desbloquear meu Iphone percebo que não era o meu. Olhei pasmado para o celular e recordei a hora em que meu celular caiu no chão no apartamento da loira. A sorte que o celular não tinha senha, desbloqueei e liguei para meu próprio telefone o que pode soar estranho e a loira atendeu.
- Oi? Lembra-se de mim garota do Décimo segundo andar? Acho que você esta com meu celular...
- Garoto do cabelo rosa, oi. – ela gargalhou do outro lado- estou, eu iria ligar para o meu celular, o que soa bastante estranho, mas você não tinha créditos.
Eu suspirei.
- Ah sim, claro. – gargalhei. – E me chamo Natsu. Que tal nos encontrarmos e destrocarmos os celulares?
- Sou Lucy, seria bom. Agora tem que ser um local fácil sabe, sou nova por aqui.
- Oi, Luce. Sabe onde é o Shopping?
- É Lucy, com ‘Y’. Sim sei.
- Tá Luce com ‘Y’. Que tal hoje a noite? Que horas?
Ouvi do outro lado uma menina falar algo como “ Shopping? Lucy-nee, eu quero ir. Tem tantos filmes legais... Vamos nee-chan...”
- Que horas tem cinema? Minha irmã quer ir ... – Deu para se ouvir o suspiro.
- Depende do filme. Vou ver na internet. Depois te ligo, o.k.?
-o.k.
***
Não liguei para minha mãe, entrei no site do Shopping e fui direto aos horários depois liguei para a Lucy.
- Hey, Luce, tem de terror as 21h? Que tal?
Do outro lado da linha ela deu uma risada maléfica, presumi que tenha sido para a irmã.
- O.k. Natsu. Até logo.
***
Minha mãe chegou às 17h e eu não havia almoçado, passei a tarde jogando e levei um sermão de trinta minutos sobre “ Natsu, você quer passar mal e morrer enquanto eu estou fora.” E foi preparar o jantar, às 19h eu estava jantando. Às 19:45 eu estava lavando a louça. Às 20:05 eu estava tomando banho. Às 20:30 eu passava perfume. Parei na frente do espelho e observei. Estava razoavelmente bonito, até por que eu não era tão feio mas não era o galã de Magnólia, O galã aqui se chama Sting Eucliffe. Blusa branca, Jaqueta de couro preta, calça preta e cano alto preto. O.K.
Saí de casa no velho Impala 97 da minha mãe, liguei para Luce antes de sair de casa e perguntei se ela queria carona, já eram 20:45. Passei na casa dela e fomos ao shopping e a essa altura já havíamos trocado e destrocado os celulares, comprei os ingressos e a Luce a pipoca. Luce tinha dezesseis anos e iria estudar na Fairy Tail, que também é a minha escola, fazia o 2° ano do ensino médio, e a irmã dela era Michelle, que tinha 15 e fazia o 1°. Luce sussurrou para mim que a Michelle tinha medo de filmes do tipo terror por isso a trouxera.
Luce estava exemplarmente linda. Blusa branca, saia jeans de babados azuis, e um all star azul. Os cabelos dourados caiam soltos pelos ombros e ela sorria de maneira natural, sem maquiagem para ficar bonita, coisa que a deixava ainda mais encantadora. A irmã vestia um vestido vermelho e uma rasteira.
Entramos na sessão e a Michelle gritava feito uma criança, a Luce ria da cara dela e eu ria junto, adorava essa sensação de amizade entre eu e ela, mesmo que tenhamos ficado amigos por causa de uma troca de celulares, um engano sobre elevadores e malas pesadas, eu gostava da Luce como se a conhecesse há anos.
Saímos do shopping e eu a deixei em casa.
- Até logo, Natsu.
- Até a escola, Luce.
- É Lucy.
Gargalhamos.
- Tá, Lu-Cy.
***
Cheguei em casa, me deitei na cama, olhei para o teto e sorri.
Dormi e sonhei com coisas pelas quais não me lembro mais, e acordei com um nome na minha cabeça.
Luce.
***
E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração...
E quem irá dizer que não existe razão...
Notas finais
Até o próximo !! Beijos.
Música : http://www.vagalume.com.br/nando-reis/all-star.html
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