Estranho Coração

7 Novas fronteiras


Notas iniciais
Desculpe a demora. Ano de vestibular é assim, mas eu ja voltei a escrever

Bom dia a todos este é o primeiro dia de aula. Eu sou a professora Renata de química. Cadernos a mesa e muitas lições os aguardam. -O primeiro dia de aula pensei que seria pior. Eu não vejo Alexander, sinto falta do Gabriel e amo química orgânica.

Já estou indo para casa o dia teve aulas faces, já havia estudo em casa. Mas eu quero ver o Gabriel, sinto falta de seu toque, seu cheiro de rosas. Tenho que fazer alguma coisa. Corri para casa, embora não houvesse necessidade afinal era perto. Eu preciso mudar o rumo desta historia ela não deve ser melancólica.

Cheguei ofegante em casa, mas fui direto com minha mãe.

– Preciso de dinheiro quero ir ver o Gabriel. Por favor! — eu estava com rosto vermelho afinal tinha corrido.

– Esta bem eu te levo até lá, são duas horas e eu vou ter que pegar alguns documentos na prefeitura, mas só tem um problema é amanhã e você tem aula. — Eu não me importo quero vê-lo o mais rápido possível.

–Eu posso falta! — eu meio que gritei — A matéria é fácil.

– Então amanhã acorde cedo vamos ver ele. — eu gritei por dentro. Eu sei o que quero.

Fui tomar banho. Entrei no meu quarto e ouvi meu celular vibrar. O atendi com a toalha na cintura.

– Alo! Quem é?

–É o Gabriel! Eu fiquei preocupado com você !- Eu quero tanto você. — Droga! Eu te amo tanto que não consigo parar de pensar em você. Eu quero tiver… — eu o interrompi.

– Eu vou tiver amanhã, estarei em sua cidade. Eu quero falar com você. Eu fui um idiota, mas estou disposto a pedir seu perdão. — Eu te amo tanto, queria ir para o lado dele neste exato momento.

– Me desculpa… — Ele disse rouco e triste. — Eu te amo. Posso fazer um pedido ?

– Sim pode.

– Abre a porta do apartamento eu to aqui fora e ta meio frio.

Eu não pensei e fui correndo para a porta de entrada. Ele estava lá e a primeira coisa que fiz foi o beijar. Era inacreditável. Como ele pode ser tão romântico assim.

– Vamos para o meu quarto.

Entramos e eu estava tão feliz. Havia esquecido que estava apenas de toalha. Fomos para o quarto e eles estava um pouco bagunçado, mas nada que Gabriel estranhasse.

Deitamos na cama e ficamos abraçados e olhando um a outro.

– Sempre ti quis assim para mim. Apenas de toalha. — Gabriel por mais romântico que fosse ele era muito safado, mas eu gostava.

–Para eu fico com vergonha — realmente ficava corado.

– Eu não devia ter ti deixado, mas eu voltei não vou quebrar minha promessa.

– Eu sei. Eu te amo. — eu repirei fundo para ter o cheiro dele novamente perto de mim.- Quero contar tudo o que houve. — Nos sentamos e eu olhei para os olhos dele. — Alexander me propôs que ele seja um escravo sexual. — Gabriel me olhou furioso, mas se manteve calmo. — Ele diz que me ama e que me conhece, quer ser meu.

– Eu te amo e não vou deixar esse moleque te conquistar. Você é meu e não dele.

– Tem mais uma coisa que quero te contar.

– Diga!

– Eu peço que você se mantenha calmo. — coisa impossível. — Antes de você aparecer no inicio das férias ele me chupou como você fez.

– Ele o que?! — Não sei se deveria omitir isto, mas ao mesmo tempo pareceria errado não contar. — E eu coloquei a boca nisso. — Ele respirou fundo e disse. — Eu… EU gosto de você, me desculpa por esta mini explosão. Agora vem aqui, vou te dar mais prazer do que este metidinho!

Ele pegou minha toalha e jogou longe. Foi me deitando na cama, colocando o peso do seu corpo em mim. Eu tirei a camisa dele, assim eu podia sentir sua respiração e o calor de sua pele. Seus beijos, em minha boca, em meu pescoço e quanto mais descia, mais eu ficava excitado. A escassa barba que ele tinha raspava em minha pele, eu adorava. Ele me lambeu todo. Até que começou a me chupar, como se fosse um pirulito. Eu dava pequenos gemidos e ele pequenas mordidas, ele engolia tudo.

Então ele parou.

– Vira AIko. — Eu virei fiquei de bruços para ele.

– O que você vai fazer?

– Apenas ti dar mais prazer.

– Não, eu não quero fazer isso, não agora. — Eu queria, mas não estava preparado.

– Não vou fazer nada que você não queira.

E começou lamber minhas costas e pressionar minha bunda. Ele tirou a calça e ficou apenas de cueca. Podia sentir seu pênis querendo entrar em mim. Suas mordidas em meus ombros e minha nuca. Eu quase não podia resistir. Ele tirou a cueca e então eu pude sentir sua pele quente. Ele ficou deslizando seu membro em mim.

Sua boca foi descendo e beijando cada parte de minhas costas. Ele mordiscou minha bunda, varias vezes. Sua língua começou a passear por entre minhas nádegas . Eu gemia cada vez mais. Apertava o colchão de tanto tesão.

– Eu quero gozar em você… dentro de você. — disse o Gabriel. — deixa eu por!?

– Não — Nossas vozes ofegantes. — Vamos parar com isso vai… ah — ele começou a empurrar e me machucou um pouco. Eu gemia mais alto. — Para por favor, já disse que não quero. — Ele me prendeu na cama, não consegui escapar, afinal ele era mais forte.

Então alguem entrou no quarto. Alexander, ele parece que sente quando estou com Gabriel.

–Sai de cima dele, seu idiota. Ele ta pedindo se você esta surdo!

Alexander foi pra cima de Gabriel, e começou a bater nele, mas tinha algo brilhante na mão de Alexander, um soco inglês. Com cada murro eu via sangue no chão. Gabriel se levantou e começou a bater em Alexander, com força até ele cair no chão eu tentei separar a briga, mas quando fui fazer isso Gabriel me empurrou com tanta força que eu entrei no armário e tropecei. Bati as costas na parede que fez desequilibrar alguns potes e livros que caíram em mim.

Os dois pararam a briga e vieram me ver.

– Você esta bem ? Aiko! — ambos gritaram.

Eu tinha me cortado um pouco, e estava melado por conta do mel que havia caído. Gabriel tinha empurrado Alexander para fora do quarto e trancado a porta. Ele veio me ver e percebeu que meu corpo estava todo com morango, mel e um pouco de sangue.

– Desculpa eu não quis te machucar, me perdoa — ele começou a chorar e me pegou no colo.

Me pôs no chão fora do armário e disse:

– Eu vou ti limpar ta bom, mas vai ter que me dar algo.

Ele começou a me lamber inteiro. Lambeu meu peito e foi descendo me chupou, mordeu minhas coxas e meus pés. Veio subindo e me mordendo e cada vez eu gemia mais, ele começou a lamber minha bunda e a querer por sua língua dentro de mim. Eu senti muito prazer, quase explodi. Então ele começou a passar o pênis dele em mim, parecia que ele queria entrar em mim e cada vez mais dentro. E eu gritei… Estava de bruços e meu pênis fazia atrito ao chão, mas ele dentro de mim era enlouquecedor. Seu corpo era quente…

Ele começou a acelerar seus movimentos e a dar pequenos gemidos, até que ele gozou dentro de mim e eu também, ao mesmo tempo. Acabamos dormindo no chão.

Acordei nú no chão com café da manhã na cama. O armário arrumado, e um cheiro de morango no ar. E um bilhete.

“tive que voltar para o interior, tenho coisas para resolver”

O que seria tão importante para não ficar comigo aqui?

Notas finais
comentem !!!!