Estranho Conhecido

27 Capítulo 27 – Decisão


Notas iniciais
Olá, galera! Oi? Tem alguém ai? Então, resolvi postar a história aqui também, portanto se tiver alguém ai ainda, informo que repostei todinha a fic editada a história já está completa, então vamos lá não me deixe aqui sem saber o que está achando

Kagome acordou no meio da noite sentindo um braço quente repousando sobre suas costelas. Ela relampeou o olhar para o criado mudo e viu que o relógio piscava em azul: 03h40min. Virou-se na cama de frente para Inuyasha, e pela pouca claridade que vinha da lua através do vidro de sua janela pôde ver o rosto sereno de seu eterno amado. Ele dormia como um anjo, tão tranqüilo e relaxado. Traçou com cuidado os contornos do rosto dele e repousou um dedo sobre os lábios entreabertos de seu amor, sentindo o ar escapar. Ela ficou pensando por alguns minutos em tudo que ele lhe contara e de algumas coisas pôde ter certeza:

Amava Inuyasha com todo seu coração e mesmo depois de saber tudo sobre a vida dele, continuava o amando, sentia isso a cada palpitar de seu coração, a cada respiração que tomava. Ele era a razão, ele era tudo, seu amor, seu consolo, Inuyasha era eternamente seu estranho e amado conhecido. Não, isso não soava mais certo, não agora que conhecia o passado dele...

No entanto ele era seu amado, o Inuyasha menino que ela tanto amara continuava ali dentro dele, estava certa disso, mas...

Ele era um traficante, andava armado, pedira para que matassem Justin, e mesmo indiretamente era como se fosse um assassino.

Kagome pesou tudo que sabia na balança de seu coração e mesmo percebendo o quão pesado a ultima afirmação era, seu amor por ele era ainda maior e teve certeza que sempre seria, assim como tinha certeza do amor que ele sentia por ela. Não importava o que ele fazia ou fizera, sabia que a intenção dele sempre era pura, às vezes errada, como no caso de Justin, mas de certa forma era pura... Eram os sentimentos controversos que o amor trazia consigo. A necessidade extrema de proteger ao ser amado levando-o a cometer disparates, tudo em nome do amor. Ela estava certa disso, não tinha como não perdoá-lo por querer o seu bem, pode ser algo errado, vil... Mas ela não ligava, o mundo estava livre de uma ameaça e ela poderia viver em paz.

Voltou a deitar-se de costas para ele e colocou a mão dele sobre sua cintura, espiou sobre o ombro e viu que ele continuava dormindo. Respirou fundo e repassou novamente os fatos em sua cabeça, Inuyasha já sofrera tanto na sua vida, será que havia modo deles saírem dessa?

Ela suspirou mais uma vez e sorriu ao pensar no calor que sentia irradiando do corpo dele, o contato era tão caloroso, prazeroso e ao mesmo tempo íntimo e inocente. Os dois estavam deitados de conchinha e ela sentia-se nas nuvens por tê-lo tão próximo de si. Sentiu a mão de Inuyasha casualmente subir e repousar sobre a carne macia de seu seio sob a camisa e o sutiã que usava, olhou para ele por cima do ombro e reparou que ele ainda dormia em sono alto. Sentiu-se corar e lembrou-se dos carinhos que trocara com ele, sentia vontade de ir além – repreendeu-se, esse não era o momento certo para isso, mas mesmo assim – Sentia-se quente— Com vontade de beijá-lo, de sentir o peso do corpo dele sobre o seu, o calor que dele emanava e o toque de seus dedos sobre seu corpo. Kagome debateu por uns minutos consigo própria: se devia ou não tomar uma atitude quanto ao que sentia. A razão dizia que não era hora para aquilo, que se arrependeria se o fizesse, e que não tinha nenhum método contraceptivo no momento, além de uma camisinha que guardara desde o primeiro ano do colégio da aula de educação sexual. Já o coração dizia para seguir em frente, oras! Ela o amava, ele a amava, ele estava ali agora, tocando-a mesmo que inconscientemente e estava aquecendo-a por inteiro, algo que nunca sentira antes, talvez só um princípio desse sentimento quando ele a tocara antes.

Kagome sentiu o coração acelerar-se, com o que estava prestes a fazer, por que... A razão estava perdendo de goleada para o coração!

Remexeu-se na cama e abriu com o maior cuidado a gaveta do seu criado mudo, pegou o estojo e encontrou lá dentro o preservativo que guardara para usar num momento especial. Sentia que o momento chegara. Com o coração aos saltos dentro do peito, ela mordeu o lábio e abriu o envelope azulado, deixou-o sobre o criado mudo e lentamente virou-se para Inuyasha, a mão dele caiu na cama entre eles com o movimento e ela torceu para que ele não acordasse ainda. Precisava se acalmar e criar coragem!

Respirou fundo mais uma vez e observou-o por uns instantes, ouviu a batida de seu próprio coração dentro do ouvido tal era seu nervoso e tomou mais um pouco de ar para se acalmar. Quando se sentiu calma o suficiente, na medida do possível, ela se aproximou dele, vagarosamente capturou o lábio inferior de seu amado entre os seus. Observou atentamente o rosto dele e ofegou quando os olhos dourados se abriram surpresos. – Ka-Kagome... – ele tentou falar ainda sonolento, mas ela o impediu, forçando-o a entreabrir os lábios para ela.

Inuyasha mesmo sem entender permitiu que ela o beijasse e correspondeu com a mesma intensidade, os beijos que se seguiram foram mais quente do que todos que já havia trocado!

Ele sentiu-se inundado pelo calor do corpo feminino de encontro ao seu, trouxe-a pelos quadris para mais próximo ainda e mergulhou na sensação prazerosa da boca de sua amada sobre a sua, do corpo quente moldando-se ao seu. Enquanto Kagome lutava contra os instintos de tocá-lo por inteiro, sentia-se tão quente, parecia que ia sufocar! Suas mãos buscaram as costas dele por debaixo da camisa enquanto sua língua brigava para explorar todos os cantos daquela boca quente que Inuyasha tinha.

Kagome sentiu que o beijo o estava aquecendo por que ele puxou-a pelos quadris e deitou-se por cima dela, devorando-a com os lábios. A mão esquerda dele subiu de seus quadris para a cintura e a outra desceu para suas coxas e então tocou o seu traseiro. Ela agarrou-se a ele, e sentiu-se incendiar-se em cada ponto em que seus corpos se tocavam, ela começou a puxar a camiseta dele pela bainha para cima.

— K-Kagome – ele parou de repente e começou a se afastar dela – Vamos devagar sim...não quero que pense que estou me aproveitando de você, num momento que está fragilizada por tudo que aconteceu e que eu te contei..eu...

Kagome colocou um dedo sobre os lábios dele – Inuyasha, você não está se aproveitando de mim, e-eu já havia tomado essa decisão, quero você. – ela disse sentindo o rosto pegar fogo.

— T-Tem certeza? – ele perguntou com a voz falhando, os olhos arregalados de surpresa.

— Toda – ela respondeu com firmeza – Eu quero você Inuyasha, te amo tanto – sussurrou roucamente antes de voltar a beijá-lo.

Ele permitiu-se levar pelo beijo e sentiu que seu coração se acelerava, Kagome o queria! Ela sabia de toda a trágica vida dele, e o queria mesmo assim! Ele ficou tão feliz e prometeu-se fazer dessa noite a melhor da vida de ambos!

— Inuyasha – murmurou contra os lábios dele e o garoto distribuiu beijos suaves por todo seu rosto. Beijou-a no nariz, foi para as bochechas, em seguida as pálpebras e por ultimo a testa. Ele a olhou nos olhos e sussurrou com a voz rouca: – Kagome... Eu te amo...

— E eu te amo, Inu – ela respondeu sorrindo. Ele era tão belo! A luz do luar iluminando os olhos dourados dava-lhe um aspecto etéreo, os cabelos estavam sem gel caindo livres sobre sua testa, tão bagunçado, de um jeito que era muito sensual. Ela passou a mão esquerda pelo rosto dele traçando desde a sobrancelha: a maçã do rosto, a bochecha, o queixo, e finalmente os lábios. Inuyasha capturou o dedo de Kagome entre seus dentes e mordeu-o suavemente. Um suspiro escapou dos lábios femininos e ela tirou o dedo da boca dele, contornando o formato dos lábios masculinos, voltou a subir pela mandíbula do outro lado do rosto dele, delineando-o e parou no piercing na sobrancelha esquerda, tocou-o com delicadeza e perguntou – Doeu para colocar?

— Não tanto quanto as tatuagens. – Inuyasha respondeu. Ele suspirou e sorriu para ela antes que ela pudesse perguntar-lhe algo, ele segurou seu rosto e uniu novamente suas bocas num beijo apaixonado.

Ela afagou o pescoço do garoto e o beijou sofregamente, sentiu o coração acelerar-se, como o amava! Queria tocá-lo por inteiro! Sentir a pele contra a sua pele... Fechou os olhos com força e abraçou-o apertado.

Um gemido rouco escapou de seus lábios quando sentiu as mãos dele a explorá-la, afagando carinhosamente seu quadril, descendo pelas coxas e plantando-se com firmeza em seu traseiro novamente.

Ofegou quando sentiu a força do desejo dele crescendo contra seu estômago. Ela respirou fundo, com um resquício de nervoso e decidiu-se: iria adiante. Enfiou as mãos por de baixo da camisa dele e passeou pelas costas, delirando com cada parte de pele que seus dedos tocavam, ele era tão quente! Desceu as mãos até o quadril masculino e começou a puxar a camisa dele para cima novamente.

— Você disse tatuagens, no plural, quantas você tem? – ela perguntou tentando livra-lo da camisa.

Ele não respondeu e Kagome sentiu as mãos dele puxarem suas coxas para cima enrolando suas pernas ao redor do quadril dele, e ficou vermelha quando pôde sentir plenamente a força do desejo dele por ela.

Inuyasha sorriu para ela e tomou-lhe a boca em outro beijo feroz, a garota correspondeu com toda a vontade que tinha e lentamente voltou à tarefa de livrá-lo da camisa, acariciando-o nas costas e arranhando-o com cuidado com suas unhas, Inuyasha se arrepiou e ela sorriu durante o beijo. Ela o livrou da camisa, Inuyasha sorriu para ela e mordeu-lhe o lábio inferior, ela sentiu a respiração quente dele contra sua boca e percebeu o quanto ele estava afetado, seu coração batia forte contra o peito dela.

Ele a olhou nos olhos e Kagome se sentiu derreter com o amor que via estampado nas lagoas douradas, a luz da lua refletindo cheia nos olhos dele, ela puxou a boca dele para a sua e deu o melhor de si através do contato, esforçou-se em dizer sem palavras o quanto o amava, o quanto seu coração batia dentro de seu peito, inundado de tanto amor.

As mãos dele apertaram sua cintura e Inuyasha separou os lábios dos dela por uns instantes respirando fundo. Kagome também sentia-se sem ar, estava em chamas! Nunca se sentira assim em toda a sua vida, queria que aquele momento durasse eternamente! Inuyasha descansou a testa na sua e suspirou contra seus lábios. O garoto sentiu as mãos de Kagome lhe explorando o peito e apoiou as mãos sobre o colchão, afastando-se para que ela pudesse olha-lo.

A morena desceu o olhar para o peito masculino onde suas mãos o tocavam e surpreendeu-se, ali estava uma tatuagem! Na parte baixa do abdômen dele...um pouco acima do cós da calça...ela evitou olhar mais para baixo, constrangida.

Inuyasha lhe brindou com os mais belos dos sorrisos – É finalmente você a está vendo. – ele riu.

Kagome traçou o desenho da tatuagem sem conseguir defini-la pela falta de luz, pareciam símbolos japoneses, e com ele em cima dela, ela não conseguia ver direito a tatuagem, logo seus olhos subiram e ela notou mais uma tatuagem, mal teve tempo de ver o que era quando de repente Inuyasha inverteu as posições, deixando-a por cima dele. Ela se sobressaltou com o movimento, mas logo entendeu o que ele pretendia, assim teria melhor acesso a parte superior do corpo dele. O observou banhado pela luz da lua, era ainda mais bonito do que imaginara quando somente o tocara. Ela apreciou o tórax com os olhos e explorou-o com as mãos, pôde observar melhor a tatuagem e descobriu que era uma mensagem grafada em símbolos japoneses: Há apenas dois dias em que nada pode ser feito, o ontem e o amanhã. O que passou não pode ser mudado e o que está por vir não nos pertence.

O garoto permaneceu quieto fitando-a, observando o brilho nos olhos castanhos. Kagome olhou para o rosto dele com uma expressão inquisitiva.

— Fui eu quem inventei. – ele disse se referindo as frases e deu de ombros – Ela é a pura realidade. – afirmou.

Kagome assentiu e voltou a admirar o abdômen masculino, aprovando o que via no corpo dele, ela voltou a observar a outra tatuagem, era um gigante tribal sobre os ombros dele que se estendiam por ambos os braços terminando mais ou menos onde terminava a barra da camisa, por isso ela nunca as tinha visto – Pensei que só tivesse uma tatuagem – ela comentou, traçando os desenhos com os dedos.

Inuyasha sorriu – Tenho algumas.

Ela sorriu e perguntou – Onde?

Inuyasha sorriu para ela e lhe acariciou os cabelos – Vai explorando – sussurrou.

Kagome sentiu seu rosto ficando rubro, mas fez o que ele instruiu, nunca havia tocado um corpo masculino antes e estava curiosa, já sentirá quão duro o corpo dele era quando ele a abraçava, lentamente suas mãos foram explorando a parte superior do corpo dele, parecia feito de pedra, tão duro, e ao mesmo tempo macio, sua pele parecia aço coberta com veludo, ela pegou-se com vontade de beija-lo, teve vontade de olhar no rosto dele, mas mudou de ideia, tinha medo de perder a coragem...ela se aproximou então começando pelo pescoço, passou a explora-lo com as mãos e a boca, e se surpreendeu ao sentir o corpo todo dele estremecendo, ela ficou feliz que um simples toque de suas mãos e sua boca o deixassem tremendo. Ela sorriu contra a pele do pescoço dele e o beijou, suas mãos explorando os ombros do garoto, apertando-o levemente, ela continuou explorando, até que sua boca alcançou os mamilos masculinos, ela pensou se seriam sensíveis como os seus, ele nem a havia tocado e ela sentia seus seios pesados, os bicos duros de excitação. Ela respirou fundo e sorriu, quando sua boca desceu sobre ele, ela o tinha ofegante. Ela olhou para ele de repente com medo de ter feito algo errado – Tudo bem? – ela perguntou.

— T-Tudo ótimo, só lutando para permanecer quieto, você me enlouquece Kagome – ela sorriu com a dificuldade que as palavras saíram dele.

Ela mordeu o lábio inferior – Calminha, já vai chegar a sua vez de explorar – ela brincou, sentindo-se poderosa, ela nunca tinha estado numa situação assim, mas se sentia bem. Ele era tão fascinante!

Ela continuou sua exploração, satisfeita quando tinha beijado todo o caminho até que chegou ao cós da calça, — ela suspirou decidindo que não estava pronta para toca-lo mais para baixo ainda, só de pensar em toca-lo seu rosto se tingia de carmesim — Vire-se de costas – ela disse.

Ele a olhou intrigado, mas obedeceu.

Kagome se surpreendeu por achar mais uma tatuagem – Caramba! – ela exclamou – Por que não me disse que tinha tantas tatuagens? – ele deu de ombros, cruzando os braços sobre o travesseiro, relaxando.

— Com quantos anos você fez essas tatuagens? – ela perguntou e ele suspirou quando as mãos dela percorreram os músculos de suas costas.

— Com quinze fiz essa nas costas, no ano passado fiz as outras. — respondeu.

Ela se perguntou quantas mais ia encontrar, a tatuagem que suas mãos exploravam agora era sinistra, uma mão demoníaca se segurando nas bordas do que parecia uma brecha no inferno como se tentasse sair...

— O que significa? – ela perguntou traçando lentamente os contornos.

Inuyasha bufou contra o travesseiro – Eu estava muito revoltado, disse para o tatuador que queria essa tatuagem ai por que representava uma fenda na minha alma para sair toda a dor.

Kagome se sentiu emocionada, ele já havia sofrido tanto! Ela o surpreendeu acompanhando os traços da tatuagem com sua boca. Ela o sentiu estremecer de novo – A Kagome... – ele sussurrou – Sentir suas mãos em mim é um sonho...

Kagome ficou vermelha com o comentário dele e continuou a explora-lo. Quando chegou novamente ao cós das calça dele, ficou insegura...

Como se o garoto sentisse sua insegurança, ele falou – Acho que já é a minha vez – com isso ele virou-se, Kagome se afastou para que ele pudesse se mover, e se surpreendeu com o sorriso maroto que ele tinha nos lábios, num segundo eles estavam ajoelhados um de frente para o outro enquanto Inuyasha a segurava firme contra seu corpo com ambos os braços – sua boca invadiu a dela e Kagome sentiu-se derreter de encontro a ele, as mãos dele agarraram seu traseiro a puxando mais para cima e ela pôde sentir novamente o quanto ele a desejava, aos poucos as mãos dele subiram por de baixo de sua camisa e exploraram sua barriga, seu ventre,... ele deitou-a gentilmente sobre a cama e deitou-se sobre ela, as mãos ainda explorando o corpo feminino.

Logo as mãos dele começaram a livra-la da camisa e Kagome ergueu os braços, ajudando-o a livra-la da peça de roupa, Inuyasha descartou a camisa dela no chão junto a sua. Os olhos do garoto pousaram sob os seios preenchendo o sutiã e Kagome sentiu-se vermelha sobre o olhar dele, subitamente com vontade de esconder-se. Inuyasha respirou fundo e seu olhar subiu para encontrar o dela — Tão bela Kagome – ele sussurrou abaixando-se de encontro aos lábios dela – Eu te amo Kah, sempre te amei – ele suspirou e beijou-lhe a boca novamente, as mãos explorando o ventre feminino, ele desceu os lábios sobre o queixo dela, e explorou-lhe o pescoço, deliciando-se com os suaves gemidos que ela deixava escapar, o pescoço de sua amada era um ponto muito sensível, ele pensou e sorriu de encontro a pele dela, Kagome tinha um cheiro doce e suave, e ele amava o cheiro dela, o gosto dela, amava tudo em sua Kagome.

Sua boca desceu sobre a pele dela, até que chegou ao vale entre os seios, suas mãos subiram e pousaram suavemente sobre os seios de sua amada e Kagome prendeu a respiração. Inuyasha a apalpou sentindo o peso da carne macia sob sua mão, os bicos duros, ele abriu lentamente o feixe frontal do sutiã e suspirou ao olhar os seios nus da morena, Kagome sentiu-se vermelha sobre o escrutínio daqueles olhos sobre seu corpo e então a boca dele estava sob seu seio direito, quente. Kagome arquejou, engasgando-se com a sensação. Caramba! Não imaginava que aquilo podia ser tão maravilhoso! Meu Deus! Como a boca e as mãos dele eram quentes contra seu corpo!

Inuyasha se apossou do seio esquerdo e acariciou com os dedos o direito sentindo-se embevecido pelo sabor doce de Kagome, ele reparou que ela respirava com dificuldade tomada pelo prazer. Ele a mordeu de leve e sentiu quando ela se encolheu, tomada pelas sensações, ele a sugou e Kagome sentiu seu corpo saltar com vida, um grito quase saiu de seus lábios, e então Inuyasha cobriu-lhe a boca com a sua rapidamente absorvendo o grito e a olhou nos olhos. Kagome estava com os olhos arregalados e incrivelmente dilatados. Ele sorriu para ela e teve o prazer de ver um sorriso encantador brilhar nos lábios femininos.

Kagome sussurrou – Inuyasha... – ele tomou-lhe a boca novamente e voltou a tocá-la nos seios, acariciando os mamilos intumescidos. Kagome se sentia tão bem, ele era tão quente! Inuyasha passou a beijar-lhe o pescoço e percorreu todo o caminho até os seios novamente, perdeu-se lá por uns momentos e foi descendo lentamente pelo ventre, perdendo-se no umbigo por uns instantes e chegou ao cós da calça, colocou a mão apenas uns centímetros por dentro do tecido e acariciou-a de leve nos quadris.

Suavemente Inuyasha pousou as mãos nos quadris de Kagome e começou a libera-la da calça que ela vestia, Kagome o ajudou a livrar-se da calça dela, e deitou-se sentindo-se ansiosa e nervosa, Inuyasha deitou-se sobre ela novamente e tomou-lhe a boca num beijo faminto enquanto suas mãos apertavam o traseiro de sua amada contra seu corpo, sua boca deixou a dela e soltou um longo suspiro – Kagome – ele disse, encostou a testa sobre a dela e a olhou nos olhos. – Você confia em mim?

— Claro que confio em você – ela disse com firmeza, o amava e estava adorando o que estava acontecendo entre eles, nunca tivera intimidade com ninguém antes e pensar que seu amado a estava tocando, amando-lhe com seu corpo, aquecia sua alma e seu coração.

Inuyasha sorriu para ela e tomou-lhe a boca novamente, enquanto suas mãos desciam pelo corpo de sua amada. Kagome arquejou contra a boca dele quando seus dedos a tocaram lá em baixo sob o tecido fino de sua calcinha.

Inuyasha ficou imóvel por uns segundos e lentamente a livrou da ultima peça de roupa, ele ainda estava vestido da cintura para baixo. Kagome tentou não sentir vergonha, quando os dedos dele a tocaram na junção entre suas pernas, buscando o botão sensível, núcleo do prazer feminino, ela se concentrou somente nas sensações que o toque dele lhe proporcionava, enquanto ele a explorava gentilmente, a garota sentia-se quente como nunca havia se sentido antes, ela arquejou-se involuntariamente novamente sob os dedos masculinos quando os mesmo roçaram sobre um ponto sensível, a boca dele lhe explorou o lóbulo da orelha e Kagome soltou um gemido, ela sentiu a risada suave de Inuyasha contra seu ouvido, ele continuou a acariciando e Kagome agarrou as costas dele com força, suas pernas se abrindo para oferecer-lhe melhor acesso. Ela se sentia entorpecida com as sensações, Inuyasha lhe beijou o pescoço novamente, Kagome apertou os dentes para não gritar quando uma onda de prazer a atingiu, ele pressionou seu ponto sensível, fazendo movimentos circulares com o polegar e o indicador e Kagome sentiu-se arquejando, ele penetrou-a com um dedo enquanto o polegar ainda a acariciava, outro dedo juntou-se ao primeiro e ele os retirou e colocou de volta, uma, duas vezes, três, cada vez mais rápido, enquanto o polegar pressionava sobre o ponto sensível da garota. Ela não sabia o que estava acontecendo, se sentia sendo jogada para o céu, seu corpo se convulsionando involuntariamente, o corpo buscando os dedos dele, ela respirou fundo, sentindo o ar faltar, seu corpo inteiro parecia queimar e não conseguia manter os lábios unidos, eles teimavam em formar um grande 'O' em virtude do que seu corpo todo sentia.

Enquanto a garota ainda estava sentindo as reverberações de prazer e calor queimando-a por inteiro, Inuyasha afastou-se para livrar-se de suas ultimas roupas e colocar o preservativo que avistara sobre o criado mudo.

Kagome ainda fechava as pernas com força sentindo o corpo inteiro quente. A morena ofegou quando de repente a boca dele a tocou lá, num impulso tentou afastar-se, mas as mãos dele a seguraram firme no lugar, seus olhos se arregalaram com as sensações que surgiram do âmago de seu ser, seu corpo todo se contraindo em tensão enquanto ele a amava, suas mãos voaram para o cabelo dele, inconscientemente o segurando lá, de repente ela estava voando novamente, o corpo convulsionando de modo involuntário, não conseguia manter os lábios juntos, ele a beijava e Kagome se sentia cada vez mais no alto, seu corpo todo se contraiu, estremecendo de prazer.

E ele se afastou, ela fechou as pernas numa tentativa de manter as sensações maravilhosas que ela fizera sentir. Seus olhos rolaram nas órbitas e sua cabeça caiu contra o travesseiro lutando para respirar. Ela sentia-se como se todo seu corpo estivesse quente, Inuyasha a abraçou, o corpo quente dele cobrindo o seu e Kagome lutou para respirar, os pensamentos embaralhados.

Ela sentiu a excitação dele descansando contra seu ventre, pesada, quente e escorregadia por causa do preservativo que ela nem notara ele colocar. Ele olhou Kagome nos olhos, e beijou-lhe a ponta do nariz. – Eu te quero tanto – sussurrou enredando as mãos nos cabelos dela. Kagome mordeu os lábios e um arrepio percorreu-lhe a espinha, sentia a voz presa na garganta, queria gritar que também o queria, mas se sentia incapaz, sem voz.

Ele beijou-a nos lábios e Kagome correspondeu, agarrando-o de encontro a si, as mãos quentes de seu amado percorreram suas costelas, seus quadris, a pressionando de encontro a ele, Kagome sentia curiosidade sobre aquela parte dele que a pressionava, mas não tinha coragem de fazer nada a respeito, ela perdeu-se novamente nos beijos dele.

As mãos masculinas desceram pelo seu corpo numa carícia suave e levantaram suas pernas novamente. Ambos gemeram quando suas partes íntimas se roçaram pela primeira vez, era tão quente! – Kagome, você tem certeza? – ele perguntou mais uma vez, num fio de voz.

— Eu te amo Inuyasha, quero te amar de corpo e alma. – ela assegurou.

Inuyasha cobriu-lhe a boca novamente num beijo feroz, suas mãos agarrando-lhe os seios, afagando os mamilos com carinho.

— Você está certa disso? – ele perguntou ofegante e Kagome lhe brindou com um sorriso.

— Claro, eu quero você. – ela disse sorrindo, acariciou os cabelos na testa dele, tirando-o de cima dos olhos, ele sorriu de volta para ela. O garoto voltou a beijá-la no pescoço, beijou-a até a pele avermelhar-se e impulsionou-se para frente lentamente contra sua amada.

Kagome ofegou quando sentiu sua invasão, lentamente ele se impulsionou contra ela, a olhando nos olhos para ver suas reações, centímetro à centímetro ele foi avançando.

Kagome arregalou os olhos com a dor que surgiu de repente quando ele foi mais fundo, Inuyasha a abraçou apertado e acariciou seus cabelos, os lábios dele contra os dela, prendendo a respiração, ele se moveu de modo que estava profundamente enterrado no calor da morena. – Kagome – ele sussurrou.

Ela sentiu-se engolfada pelo calor por tê-lo em si e pela dor que sua investida lhe causou, ambos permaneceram quietos. Inuyasha não se moveu, deixando-a ajustar-se contra ele, seus olhos buscaram o dela – Você está bem? – ele perguntou, sua voz soava rouca como se ele também estivesse com dor. Kagome assentiu e Inuyasha lhe sondou os olhos procurando a verdade e somente quando a dor desapareceu de seus olhos ele experimentou se mexer, recuou um pouco e penetrou-a novamente por inteiro de modo lento, observando-a ofegar com os lábios contra os seus. Permaneceram unidos por uns instantes acostumando-se a nova situação entre eles.

Ele experimentou movimentar-se mais uma vez e olhou nos olhos de Kagome, ela abriu os lábios, submersa na nova sensação que a invadiu, ele continuou a mover-se devagar e ela acompanhou os movimentos, erguendo os quadris para encontra-lo no meio do caminho. O garoto fechou os olhos e empurrou lentamente. Kagome não conseguia tirar os olhos de seu rosto, o prazer e a emoção presentes no semblante masculino aqueceram seu coração, Inuyasha soltava um gemido suave a cada vez que mergulhava em seu corpo e Kagome balançou com ele, encontrando seus golpes lentos e firmes, embevecida pelo prazer.

— Olha para mim — ela sussurrou.

Ele abriu os olhos e ela viu-se refletida nos olhos dourados dele. Seus lábios estavam abertos e inchados, as pupilas dilatadas tanto quanto as dele e ela não conseguia manter-se calada. O reflexo do amor nos olhos dele fazia seu coração bombear ainda mais sangue por suas veias, a sensação calorosa emergiu do ponto em que seus corpos se uniam e reverberaram por todo seu corpo numa força mil vezes maior do que as anteriores. Nunca sentira nada igual, ele era tão quente! Tudo era calor e prazer... A respiração ficou difícil e Kagome sentiu as mãos dele tocando seus seios mais uma vez, a boca quente de seu amado beijou-a nas bochechas, e seguiu para o lóbulo de sua orelha enquanto seus corpos se movimentavam em plena sincronia. Inuyasha aumentou o ritmo e Kagome o acompanhou, seus lábios se abrindo com a sensações que sentia, nunca imaginara sentir algo assim, a sensação de plenitude por ser preenchida por seu amado, o calor, o prazer que sentia, era incrível.

Inuyasha sentiu-a comprimi-lo e um gemido rouco deixou seus lábios, ele viu a expressão de puro amor e prazer que a acometia e mergulhou-se nela com mais rapidez, assistindo-a ofegar com os olhos ligeiramente arregalados, sabia que via o reflexo de sua própria expressão na dela. Ele continuou com investidas rápidas e fortes com Kagome lutando para acompanhar-lhe o ritmo, ele a tocou no rosto olhando-a fixamente, as mãos dela agarraram as costas de Inuyasha e suas unhas o arranharam com força. Kagome o ouviu gemer contra sua orelha, e trouxe a boca dele de volta a sua, entrelaçando a sua língua na dele. As mãos masculinas desceram por seu corpo e plantaram-se com firmeza na carne macia de seu traseiro, impulsionando-a para ele com ainda mais força e velocidade, num ritmo frenético .O corpo de Kagome começou a se erguer involuntariamente e ela se agarrou com mais força à ele. Ela mordeu os lábios com forças para não gritar quando as sensações chegaram a um limite insuportável.

Inuyasha separou seus lábios dos dela e sussurrou: – Eu te amo – um pouco antes do clímax o envolver, seu corpo todo se tencionou e ele começou a tremer atordoado de prazer – Oh Kagome – ele sussurrou e Kagome no mesmo instante foi consumida pelo próprio clímax, ela uniu seus lábios aos dele para impedir-se de gritar e agarrou-se a ele com todas as suas forças, encravando as unhas nas costas masculinas. Inuyasha moveu-se algumas vezes mais e tombou sobre o corpo inerte de Kagome, respirando com dificuldade. Kagome sentia o corpo entorpecido de prazer, os músculos tão tensos há instantes atrás pareciam gelatina, uma sensação de relaxamento a envolvia. Inuyasha respirava forte contra seu pescoço, o coração a mil por hora.

Eles permaneceram imóveis por vários minutos ouvindo o som de seus corações e respirações aceleradas ecoando pelo quarto. Quando se sentiu recuperada o suficiente Kagome respondeu – Eu te amo. – Inuyasha sorriu e tirou uma mecha de cabelo úmido da testa dela, tomou a boca da garota na sua, beijando-a com todo a amor que sentia.

Depois de uns minutos seus corações se acalmaram e ele moveu-se para livrar-se do preservativo, deixou-o na lixeira perto da porta e perguntou a Kagome onde tinha um pano. A garota o fitou sem entender – Um pano? – ela perguntou.

— Sim, um pano. – ele sussurrou.

— Na ultima gaveta do armário, tem aquelas toalhinhas. – ela disse mesmo sem entender a intenção dele.

Inuyasha pegou a toalha e se aproximou de Kagome com todo o cuidado a limpou onde seus corpos haviam se unido e Kagome corou quando compreendeu o porquê do pano. Inuyasha o descartou no lixo e silenciosamente deitou-se ao lado dela a abraçando de encontro ao peito e ela se aconchegou no peito masculino. A garota respirou fundo, estava tão feliz e ao mesmo tempo tão cansada, não imaginava que fazer amor cansasse tanto, ela bocejou e ouviu Inuyasha rir.

— Dorme minha Kagome – ele sussurrou beijando as bochechas dela.

Kagome sorriu e puxou-o pelo queixo, beijou-o nos lábios e murmurou antes de adormecer: – Você também meu Inuyasha.

Notas finais
Não esquece de me dizer o que achou!